CONFRARIA ROCK

 

 

 

 

HOME

Música

 

11 DEZEMBRO 2015

Voltar

MARÇO - ABRIL - MAIO JUNHO - JULHO - AGOSTO - SETEMBRO - OUTUBRO - NOVEMBRO - DEZEMBRO

Frida lança clipe do single De Olhos Fechados
Bruce Springsteen: novo álbum em breve Cajat luta conta a “Noite Fria” em clipe
Projeto "Legião Urbana XXX Anos" chega a Porto Alegre Desaparecidos divulga vídeo de “Golden Parachutes”
10/12/15
Boogarins faz show no SESC Pompéia
Festival de Clipes e Bandas prorroga inscrições Rock Campina rola em Campina Grande neste fim de semana
Sofar Souds vai para Porto Alegre Entrevista SCREAM & YELL: La Carne (2015)
09/12/15
Em estúdio de Seattle, Water Rats (PR/SP) ouve elogio de Thurston Moore: 'Como você pode não gostar disso?'
Ospa lança concurso nacional para jovens compositores Sleigh Bells avisa que está terminando disco e solta música nova
AVANTASIA se apresentará no Brasil em Abril de 2016 Primal Scream anuncia novo disco Chaosmosis para 2016
08/12/15
Dingo Bells disseca canções do álbum de estreia em EP ‘Brasil Heavy Metal’ : financiamento coletivo para terminar filme
Hangar: novo disco em 2016 Anthrax revela mais detalhes do disco novo
Thom Yorke toca duas inéditas e se junta a Patti Smith e Flea Pré-venda para Coldplay abre nesta quarta-feira
07/12/15
Bateria de Ringo Starr nos Beatles é vendida por US$ 2,2 milhões em leilão
Canto dos Malditos na Terra do Nunca pelo Nordeste Nada Surf – You Know Who You Are
Programação cultural do Emergências tem Gilberto Gil, Baiana System e Boogarins no Rio
Dream Theater: ouça a inédita “The Gift Of Music” Fender Custom Shop divulga guitarra de papelão
BH Beatle Week começa na próxima quinta-feira Maglore e Dingo Bells fazem temporada na Casa do Mancha, em SP
03/12/15
Há 50 anos, os Beatles inauguravam a música pop moderna com “Rubber Soul”
Evanescence: Amy Lee revela versão para “Going To Califórnia”
Renovando o jazz clássico, Kula lança disco de estreia em POA Angra cria campanha de financiamento para finalizar documentário
Ouça as “boas novas” do Bloc Party Lei da Meia-Entrada começa a valer a partir desta terça-feira
01/12/2015
Veja o novo vídeo do Tame Impala Rock Rocket lança clipe de Uma Luz no Fim do Túnel
O Fim da Paisagem, novo clipe do Ludov Mais um clipe inédito do Bazar Pamplona: Temporada da Gripe
Sensus: conheça a primeira guitarra inteligente do mundo

Festival BH Beatle Week acontece de 10 a 13 de dezembro

Porão do Rock 2015:  novo palco e quatro novas atrações Animal Collective compartilha “Floridada”
 

Frida lança clipe do single De Olhos Fechados

 

 

O single "De Olhos Fechados” foi gravado em Boston (EUA) a convite da Converse pelo projeto Converse Rubber Tracks Worldwide. Já o clipe, dirigido por Edson Gandolfi, aborda a vida sob um olhar simples, desde o tédio do dia a dia até as escolhas que podem mudar tudo. Segundo Sandro Silveira, “queremos transmitir neste clipe a idéia de que não devemos esperar tudo da vida e deixar as coisas acontecerem no seu tempo".

Formada por Sandro Silveira (guitarra e voz), Andriel Cimino (guitarra), Vinicius Braga (baixo) e Luis Mausolff (bateria), desde 2009 o nome Frida vem chamando a atenção no cenário musical do Brasil e do exterior. O grupo venceu a etapa nacional do concurso ibero-americano Universia U-Rock, foi escolhida por voto popular como revelação da Região Sul pelo portal Oi Novo Som, se apresentando no teatro Oi Futuro (RJ), participou nos festivais El Mapa de Todos, Noite Senhor F e Morrostock e foi destaque no portal britânico Independent Music News em 2014 como uma das dez bandas brasileiras mais promissoras. Recentemente foi indicado na categoria Melhor Álbum Pop no Prêmio Açorianos de Música 2015.

 

Ficha técnica:

Musica - De olhos Fechados

Banda - Frida

Direção - Edson Gandolfi

Produção executiva - Rodrigo Gandolfi

Edição e finalização - Acauã Brondani

Realização - Gandolfi Filmes e Música

 

Confira o vídeo abaixo:

 

 

ROCK GAÚCHO

 

Topo

 

Cajat luta conta a “Noite Fria” em clipe

Primeiro vídeo retirado do álbum de mesmo nome lançado em 2014.

 

 

Baiano, mas com pouco sotaque. Roqueiro e com influencia clara e assumida no rock brasileiro oitentista, Cajat vem aos poucos colocando suas letras de vivencias pessoais na rua e criando seu público além de Salvador. O primeiro disco, Noite Fria, comemora o primeiro ano de lançamento com o primeiro clipe oficial.

A faixa escolhida é a que dá título ao álbum, e tem direção de Leo Monteiro. No vídeo, Cajat briga contra a solidão, a bebida e um fantasma de seus pensamentos. A bagunça se resolve com o encontro do músico com seus amigos da banda Sarina.

 

Baixe o disco do Cajat neste link.

 

Cajat – Noite Fria

 

 

MARCOS XI – ROCK IN PRESS

 

Topo

 

Bruce Springsteen: novo álbum em breve

 

 

 

O veterano Bruce Springsteen admitiu que está trabalhando em um novo disco solo. A revelação aconteceu durante um programa de rádio nos Estados Unidos. O guitarrista e vocalista lançou recentemente um box com extras do clássico álbum ‘The River’, de 1980. Ele também confirmou uma turnê com a E-Street Band, que começará em janeiro. O mais recente trabalho de estúdio de Springsteen é ‘High Hopes’, de 2014.

 

GUILHERME ZANINI – GUITAR PLAYER

Topo

 

Projeto "Legião Urbana XXX Anos" chega a Porto Alegre com promessa de catarse coletiva

Com Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá, show no Pepsi On Stage reunirá hits do grupo cantados por convidados

 

Projeto "Legião Urbana XXX Anos" chega a Porto Alegre com promessa de catarse coletiva Fernando Schlaepfer/Divulgação

 

Em maio de 1994, a Legião Urbana levava mais de 10 mil pessoas ao delírio no Gigantinho, em uma das últimas apresentações ao vivo de Renato Russo (1960 – 1996). Mais de 20 anos depois, a banda retorna a Porto Alegre – sem seu líder, mas com a mesma promessa de catarse coletiva, com show na noite desta sexta, no Pepsi On Stage.

Mas, primeiro, é preciso deixar uma coisa bem clara: não se trata de um show cover. Encabeçado pelos dois integrantes originais – o guitarrista Dado Villa-Lobos e o baterista Marcelo Bonfá –, o projeto Legião Urbana XXX Anos está mais para um tributo, com personalidade própria, ao grupo braziliense.

– Mantivemos os arranjos originais das canções, executando com o máximo de fidelidade, mas não tem ninguém imitando o Renato – garante Dado, em entrevista por telefone.

A duríssima missão de dar voz às composições que embalaram (e ainda embalam) gerações de jovens de coração partido ficou a cargo do ator e cantor André Frateschi, amigo de longa data da banda e que, ao longo da turnê, não tem se preocupado em emular os trejeitos do antigo frontman – uma das críticas feitas ao ator Wagner Moura, quando cantou em tributo semelhante em 2012.

– O André tem um trabalho longo cantando Beatles e David Bowie e conhece como poucos o nosso repertório – afirma Dado. – Ele tem a tarimba para estar ali no palco com a gente.

O espetáculo é divido em duas partes. Na primeira, Dado, Bonfá e André (mais o guitarrista Lucas Vasconcellos, o baixista Mauro Berman e o tecladista Roberto Pollo) executam na íntegra o disco de estreia, Legião Urbana (1985), que contém faixas emblemáticas, como Será, Geração Coca-Cola, Ainda é Cedo e Por Enquanto. Na sequência, uma seleta de canções que percorre toda a carreira do grupo brasiliense – entre hits instantâneos, como Tempo Perdido e Há Tempos, e faixas menos conhecidas, como Daniel na Cova dos Leões e Dezesseis – levada por cantores convidados.

 

A escolha dessas participações especiais (que mudam de acordo com a praça) ressalta o tom de revival ao mesmo tempo que afasta o saudosismo do projeto. Segundo Dado, a ideia é fazer um crossover de estilos à frente do microfone – daí a presença, em Porto Alegre, da roqueira glam Marina Franco, do performático Jonnata Doll e da veterana (e contemporânea da Legião) Paula Toller.

– O repertório muda em função dos convidados, e cada um acrescenta algo único aos shows – explica o guitarrista. – A Paula, por exemplo, pediu para cantar O Mundo Anda Tão Complicado (lado B do disco V) e Antes das Seis (do disco póstumo Uma Outra Estação), que a gente nunca tocou ao vivo.

O encerramento das apresentações tem sido com Que País é Este?, que Dado qualifica hoje como "um conto da carochinha".

– Quando o Renato era vivo, tocar que Que País é Este? nos deixava tristes, porque a música, mesmo muito tempo depois de ter sido composta, continuava atual – lembra. – Mas hoje ela perdeu o sentido, virou um conto da carochinha, porque a situação foi muito além do que está sendo cantado ali.

Mesmo assim, o guitarrista salienta que o clima do show é de festa. Primeiro, porque o projeto é uma vitória de Dado e Bonfá após anos lutando com o herdeiro de Renato Russo, Giuliano Manfredini, pelo uso do nome da banda – decisão que veio em outubro de 2014. Segundo, porque parte do público vai ter a chance de ver uma apresentação do grupo pela primeira vez.

– É muito bom ver jovens que nem eram nascidos quando a banda acabou se identificando com a nossa música, cantando e se emocionando do começo ao fim. É como o Renato dizia: a Legião Urbana é o nosso público.

 

SERVIÇO

Sexta, às 22h. Classificação: 16 anos.

Pepsi On Stage (Avenida Severo Dullius, 1.995).

Abertura da casa: 20h.

O show: a banda irá tocar o disco de estreia na íntegra e, na sequência, alguns de seus maiores sucessos com a presença de convidados, como Paula Toller.

Ingressos: pista a R$ 200 (inteira), R$ 100 (meia-entrada) e R$ 105 (promocional) e pista VIP a R$ 320 (inteira), R$ 160 (meia-entrada) e R$ 165 (promocional). Desconto de 50% para titular e acompanhante do Clube do Assinante. Ponto de venda sem taxa de conveniência: Youcom do Bourbon Wallig. Pontos de venda com taxa de conveniência: lojas Youcom dos shoppings Praia de Belas, Bourbon Ipiranga, BarraShoppingSul e Bourbon Novo Hamburgo e lojas Multisom do Centro de Porto Alegre (Andradas 1.001), Canoas Shopping e Bourbon São Leopoldo e pelo site minhaentrada.com.br/opinião .

 

GUSTAVO BRIGATTI – ZERO HORA

Topo

 

Desaparecidos divulga vídeo de “Golden Parachutes”

 

 

A reunião do Desaparecidos, um dos projetos de Conor Oberst (do Bright Eyes) - que foi formado em 2001 e encerrou as atividades no ano seguinte, logo depois de lançar seu álbum de estreia - começou com uma apresentação única em 2010 e foi oficializada em 2012 com uma turnê e o lançamento de singles.

 

O segundo álbum completo da banda só chegou esse ano, em junho. “Payola” foi co-produzido por Mike Mogis, companheiro de Oberst no Bright Eyes, e conta com participações de Laura Jane Grace, do Against Me!, da banda So So Glos e de Tim Kasher, do Cursive - que aparece na primeira amostra do trabalho, “City On The Hill”.

Em outubro o Desaparecidos foi forçado a cancelar o final de sua turnê pelos Estados Unidos quando Oberst foi hospitalizado devido à laringite, ansiedade e exaustão. E agora o grupo volta a promover o trabalho lançando um videoclipe para “Golden Parachutes”.

A produção animada foi dirigida por Luke e Joe McGarry e mostra o grupo atravessando marcos da história americana - dos julgamentos de Salem até o Occupy Wall Streeet. Confira:

 

 

TATE MONTENEGRO – TERRITÓRIO DA MÚSICA

Topo

 

10/12/15

Boogarins faz show no SESC Pompéia

 

 

Depois de uma turnê de mais de 20 shows pela Europa, o Boogarins volta a São Paulo seguindo a turnê do disco “Manual”. O álbum foi lançado no Brasil pela Skol Music e teve estreia exclusiva pelo site do New York Times, além de destaques em veículos de renome internacional como NME, Fader, Clash Magazine, Uncut e The Guardian.

Inspirados pela psicodelia, o Boogarins é uma banda única hoje no país, tanto por sua sonoridade quanto pela repercussão internacional. “Manual” começou a ser gravado em 2014 durante a turnê do Boogarins no verão europeu. A banda passou duas semanas no Estudio Circo Perrotti, em Gijón, Espanha, evidenciando seu talento de trazer a energia de seu som ao vivo para o estúdio. Quando voltou para o Brasil, o grupo terminou a gravação no estúdio caseiro do guitarrista Benke, acrescentando duas novas faixas.

O primeiro single do álbum, “Avalanche”, ganhou um vídeo ao vivo com a banda tocando em um show lotado no Centro Cultural São Paulo. Além disso, o single “6000 Dias” tem um videoclipe dirigido por Cléver Cardoso e pela própria banda, e funciona como um diário de bordo da turnê que o Boogarins fez pelos Estados Unidos em 2014.

No show do Sesc Pompeia, Dinho Almeida (voz e guitarra), Benke Ferraz (guitarra solo), Raphael Vaz (baixo) e Ynaiã Benthroldo (bateria) vão tocar músicas novas como “Avalanche”, “Tempo”, “Sei Lá” e “Cuerdo”. Do disco anterior, “Plantas que Curam” (que só saiu agora no Brasil, também pela Skol Music) vão tocar “Lucifernandis”, “Doce”, “Erre” e outras.

Serviço

Show: Boogarins

Data: 11 de dezembro (sexta)

Horário: 21h30

Local: Choperia do Sesc Pompeia

Endereço: Rua Clélia, 93 – São Paulo/SP

Ingressos: R$ 9,00 (credencial plena/trabalhador no comércio e serviços matriculado no Sesc e dependentes), R$ 15,00 (credenciado/usuário inscrito no Sesc e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino) e R$ 30,00 (inteira).

Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 18 anos.

Informações: www.sescsp.org.br/pompéia  

 

DROP MUSIC

 

Topo

 

Festival de Clipes e Bandas prorroga inscrições

 

 

 

O Festival de Clipes e Bandas acaba de anunciar mais uma novidade. Agora, os interessados tem até o dia 5 de fevereiro para enviar o seu clipe para Mart’nália (“Chega”), Baby do Brasil (“Cósmica”), BNegão (“Fita Amarela”) e Jards Macalé (“Estranha”).

Além da premiação em dinheiro (mais de R$ 25 mil), o melhor clipe se torna o oficial da música. Com isso, um dos maiores sucessos dos anos 80, “Cósmica” (82), na voz de Baby do Brasil terá o seu primeiro registro audiovisual.

As inscrições podem ser feitas no site ( www.clipesebandas.com.br ).

 

DROP MUSIC

Topo

 

Rock Campina rola em Campina Grande neste fim de semana

 

 

Nos dias 11 e 12 de Dezembro, será realizada a 4ª edição do Rock Campina Festival, realizado na cidade de Campina Grande, no estado da Paraíba.

Com o objetivo de manter o cenário musical do Rock 'N' Roll, incentivar o trabalho das bandas locais, e destacar a cidade através de um grande evento, o Rock Campina Festival durante suas edições vem se renovando, trazendo novidades e entretenimento para seu público. Ampliando o número de bandas a cada evento, a edição 2015 contará com 17 bandas do setor nordeste, diversificadas dentro do gênero, que prometem impactar com uma verdadeira celebração ao Rock 'N' Roll. E no intuito deste objetivo, em novembro deste ano foi lançada a Coletânea Oficial do Rock Campina, composta por faixas das bandas que irão se apresentar durante os dois dias, tendo retorno positivo dos consumidores.

O concurso lançado pelo evento, intitulado Garota Rock Campina, acolhido com sucesso e repercussão, atrai sempre belas mulheres a participarem afim de representarem oficialmente o evento: o movimento inicial da campanha é feito através do envio de fotos para votação pública e democrática via redes sociais, e conclui-se com as finalistas no palco passarela, apresentando-se e exibindo suas qualidades para agradar o público e conquistar o primeiro lugar.

Os Moto clubes e as exibições das potentes máquinas, são partes fundamentais no atrativo, contando nesta edição com a participação da ilustre Harley Davidson e dos Moto clubes locais Tropeiros do Asfalto e Cachorro Louco. O Rock Campina disponibilizará também de Praça de Alimentação, Bar, Tenda Eletrônica, e Stands, com ótimos e diversificados serviços, afim de oferecer o que há de melhor para seu público. Dentre os Stands, a Tenda do Rock Campina estará, composta de materiais relativos ao evento como camisetas, canecas, adesivos, coletâneas, ETC, para que seu público se sinta realmente parte.

Esta edição também contará com Workshop direcionado a músicos que se interessarem por guitarra, baixo e bateria, prometendo ser um grande sucesso. E continuando com a extensa programação, o Rock Campina trará mais uma inovação: dois renomados grupos de dança da cidade farão apresentação no festival, encerrando a programação alternativa do evento.

A edição deste ano ocorrerá na Avenida Santa Clara, próximo a Câmara de Vereadores, e os ingressos já estão sendo vendidos nos seguintes lugares e da seguinte maneira:

1° Lote: R$ 20,00 (dia/individual); R$ 35,00 (passaporte para os dois dias)

2° Lote: R$ 25,00 (dia/individual); R$ 40,00 (passaporte para os dois dias)

3° Lote: R$ 30,00 (dia/individual); R$ 45,00 (passaporte para os dois dias)

Locais de Venda:

- Musidom (Rua João da Mata, 703, Centro)

- Metalzone (Rua Barão do Abiaí, 60A, Centro)

- Brooklin (Rua Dr. João Tavares, Centro)

 

DROP MUSIC

Topo

 

Sofar Souds vai para Porto Alegre

 

 

Bringing the magic back to live music. Essa é a proposta do Sofar Sounds que encerra 2015 com saldo super positivo. Foram 1.200 GIGs secretas realizadas em 180 cidades ao redor do mundo com performances ao vivo de 3.600 artistas e bandas independentes. Só no Brasil foram mais de 65 GIGs em 12 cidades, com cerca de 260 artistas locais se apresentando de forma intimista e próxima do público. Foram mais de 100.000 inscrições de pessoas interessadas em participar dos eventos do Sofar no país e cerca de 12.000 convidados que conseguiram vivenciar de perto essa experiência inovadora na música brasileira e mundial.

2015 também marcou o início da parceria entre Sofar Sounds Brasil e Loop Reclame com o lançamento da coletânea Sofar Plus Brasil - Live, gravado em São Paulo em julho.

A edição de dezembro é especial de fim de ano e chega a Porto Alegre para celebrar com muita música e alegria. O evento acontece na próxima quinta-feira, dia 17 de dezembro às 20h. O line-up e local ainda são secretos. Para comparecer ao Sofar é preciso participar de um sorteio, confirmando presença no evento e se inscrevendo aqui. As vagas são limitadas.

A ideia é espalhar pelo mundo cada vez mais a experiência de consumir música de uma forma diferente, com shows secretos e intimistas em ambientes inusitados. E ainda ajudar a lançar e fortalecer a carreira de artistas independentes pelo mundo ao oferecer uma plataforma mundial para apresentarem seus trabalhos diretamente ao público.

 

DROP MUSIC

Topo

 

Entrevista SCREAM & YELL: La Carne (2015)

 

 

 “Engraçado perceber que todas as pessoas com quem o [vocalista] Linari e eu tocamos hoje não têm banda. Pararam de tocar. Continuamos a tocar porque gostamos de som, mesmo. (…) Antes, quando a gente conversava com alguém, uma pergunta era fatal: ‘e se a banda der certo, vocês vão deixar de trabalhar?’. Meu, quantas vezes eu ouvi isso! Pô, se não tivesse dado certo, o La Carne não tinha música e nem CD gravado. Não teria durado tanto tempo. Mas para essas pessoas, o ‘dar certo’ é ser empregado de gravadora e receber todo mês. E isso está acabando. Felizmente”.

Palavras de Jorge Jordão, guitarrista do La Carne, impressas no livro “Desconhece o Rumo, Mas Se Vai” (2006), trabalho de conclusão do curso de Jornalismo de Fernando Lalli (hoje o homem por trás do nome The September Guests). Estamos em 2015 e elas seguem válidas: a banda de Osasco completa 20 anos de atividade. Nos mais recentes deles, não houve um mês sem que fizessem ao menos um show, e agora acabam de lançar “Volume 5”, disco assim intitulado “porque não é qualquer banda que aguenta tanto tempo na estrada e lança cinco discos”, segundo o baixista Carlos Remontti.

Essa vontade de seguir em frente, tão empedernida quanto apaixonada, transparece na sonoridade do lançamento mais recente. Ou melhor, sempre transpareceu, mas agora está mais nítida. “Volume 5” é um disco alto, veloz, “nervoso” e, certamente, é o registro de estúdio que é mais fiel ao que acontece nos palcos – decididamente o ambiente em que o La Carne derruba queixos, arregala olhos e vence resistências. Pode se alegar que o álbum de estreia, o impecável (e indispensável) “La Carne” (1997), soava melhor, já que tinha uma sonoridade mais assimilável. Mas neste “Volume 5” escuta-se, com peso e volume antes inauditos, o baixo à frente conduzindo a canção para o ataque da guitarra sem pedais, das batidas quebradas e cheias de contratempos de José Ronconi, da voz rasgada e aguda de Linari.

Os fãs de longa data (e a banda tem um séquito fiel) têm apreço especial pelas letras. O universo poético do La Carne se alterna entre se engalfinhar na vida como um boxeador em clinch e aceitar a própria contrariedade com prazer e como força motriz. Já não é mais um imaginário tão sinistro quanto nos discos anteriores – parece, de fato, que alguns demônios estão sob controle. E há mais humor, como em alguns versos de “Luz Vermelha” e “Eterna Repetição” – aliás, a primeira reza que “o que a gente não pode mudar /a gente avacalha e é total”. Quando recebeu o pedido de entrevista para falar desse disco, a banda aceitou, pedindo apenas que as respostas fossem creditadas coletivamente. Assim, entenda a conversa abaixo como um diálogo com quatro cabeças pensantes, e que não são muito afeitas a respostas curtas nem a raciocínios preguiçosos.

 

 

Ao ouvir “Volume 5” fica evidente a diferença na qualidade sonora: nunca um disco de vocês teve um som tão “real”, com a velocidade e o peso da banda. O que rolou: mais experiência, mais grana, mudança de ares, ameaçaram o [produtor] Ronaldo Rossato (rs)?

O Ronaldo é um velho chapa nosso, desde os tempos de colégio em Osasco. Ele gravou dois CDs do La Carne – o “Bom Dia, Barbárie” (2002) e o “Desconhece o Rumo Mas se Vai” (2003). Na época, ele estava aprendendo a produzir e a pilotar a mesa, usar ProTools, e toda parafernália do seu estúdio. E nós também estávamos aprendendo: no caso, aprendendo a ser uma banda. Vivíamos outros tempos – nós e ele. Claro que todos nós ganhamos experiência, ao longo do tempo. E, olha, respeitamos sua opinião, mas tem o seguinte: não achamos que o “LC5” tem “mais qualidade” que os outros, como você diz. Todos os nossos trampos anteriores “fotografaram/registraram” o momento que a gente estava vivendo, o que a gente estava pensando ou escutando na época, o que a gente estava querendo na época, ou sei lá… Gostamos de todos eles justamente por causa disso. Fizemos o que estava ao nosso alcance fazer, dentro das nossas limitações, em cada um dos discos. Por relaxo ou preguiça, ou pelos dois, nunca procuramos um produtor pra nos dizer “o que fazer”. O que sempre prevaleceu é a vontade de tocarmos juntos. É isso. Ninguém aqui é virtuose. Nem almeja o “megaestrelato”. Só queremos estar juntos. Esse negócio de “qualidade sonora” vai da cabeça de cada um, velho. Veja o “Bom Dia, Barbárie”, por exemplo: é um disco tosco, cru, cheio de atropelos – gravamos em três dias! Mas tem gente que gosta dele, vai entender… O Jair Naves (que é um artista que admiramos há tempos) disse numa entrevista que adora esse disco. O [dramaturgo Mario] Bortolotto usou a música-tema na trilha do filme “Nossa Vida Não Cabe num Opala”. O Mateus Novaes, do Krias de Kafka, também diz que prefere o “Bom Dia, Barbárie” por ele ser mais “garranchão”. Quer dizer, como se mede essa tal “qualidade”? É pelo “mercado”? Moda? Pensa rápido: Beatles ou Pistols? Cólera ou Paralamas? Dimmu Borgui ou Marduk? Cê vê, fi? É muita treta… Certa vez, um piá ouviu “Granada”, e comentou com um brother nosso, em tom sarcástico: “Nossa, que legal a música! Quanto será que eles pagaram por esses timbres?” Rapaz, não dá para saber se é para dar risada ou chorar diante dum comentário desses! Ó o raciocínio do cara… Pô, se não gosta de nós tudo bem, direito dele. Agora, insinuar que é uma questão de grana, “ficou bom porque foi caro”, é de uma pobreza de espirito que só dá pra lamentar. É aquele ditado de vó: “Onde falta pão, todos brigam, e ninguém tem razão”. O rock brasileiro anda meio assim, ultimamente… Por outro lado, tem o seguinte: a entrada do Zé Ronconi na bateria foi muito importante pro “5” ter saído do jeito que saiu. Além de grande músico, o Zé é um cara muito legal, tranquilo, descomplicado. Acho que a chegada dele deu uma oxigenada nas ideias, criou uma harmonia nova, bem bacana, entre todos nós. Certamente, isso está refletido no disco.

 

Também é o disco em que a influência do pós-punk está mais evidente. Não cópia, nem plágio, nada disso. Mas dá para sacar, principalmente em “Diógenes de Oz”, estruturas e sonoridades que estão bem próximas da formação musical de vocês. Como pintou essa “revisitada às raízes”?

É que quando fomos pra Curitiba, tocamos com a banda Munay Xamanismo, tomamos uns ayahuascas, daí voltamos às nossas raízes, ao útero do rock osasquense, uma imensa vagina cósmica… (risos) Pô, sacanagem essa pergunta! Mas vamo lá: há 20 anos a gente faz música do mesmo jeito: em jam sessions, nos ensaios, em “la horita”… Ninguém traz nada pronto de casa. A gente sempre trabalhou assim. O Linari vai cantando / improvisando, a gente vai tocando / improvisando, e assim a gente vai tentando achar algo que desemboque numa canção. Método intuitivo. Tem dia que não sai porra nenhuma, nada que preste. Mas tem dia que a coisa vira – e aí, tu ganha o dia! O Jorge guarda na casa dele quase todas as nossas gravações de ensaio. São horas e horas, nêgo! Então, não dá pra racionalizar muito o lance. Não dá pra planejar previamente uma sonoridade x ou y, entende? É tentativa e erro, assim vai. As boas e más influências. Pós-punk, soul, MPB, grunge… tá tudo ali. Mas tem uma coisa: “Diógenes de Oz” foi a primeira música que compusemos junto com o Zé. Talvez isso queira dizer alguma coisa, não?

 

Há muitos anos vocês colocam as canções de vocês para download gratuito (os quatro discos anteriores estão liberados no www.lacarne.com.br ). Agora tem esse lance que nem baixar o pessoal baixa mais: ouve nos serviços de streaming, os Spotify da vida. Então a primeira pergunta é: vocês vão continuar oferecendo as músicas para quem quiser baixar de graça? E a segunda: esse jeito que as pessoas têm hoje de ouvir música, tão diferente de como era quando vocês começaram a fazer música, influencia de alguma maneira na forma como os discos e as canções são feitas?

Quando tínhamos repertorio pra gravar o “5”, conversamos muito sobre isso. Tinha uns mano que dizia: “Pô, gravar CD? Que coisa mais antiga, meu! Ultrapassada etc e tal”. Conversamos com muitos amigos sobre isso. Mas concluímos o seguinte: pra nós, é uma questão geracional, cara. Como você diz, quando começamos a fazer nossas músicas, nossa inspiração eram os LPs e CDs das bandas que fizeram nossa cabeça, de maneira que não teria muito sentido a gente seguir outro padrão só pra pagar de moderninho. Mas estamos aprendendo muitos truques novos (streaming, Spotify, essas novas “prataforma”), e tal e coisa. O disco vai estar ali, sim. Hoje em dia, os nossos filhos, e também os fãs mais jovens, nos ensinam muitas coisas, nos dão conselhos muito úteis… E sobre o download gratuito: vai rolar, mas ainda vai levar um tempinho. Por ora vamos vender em shows para levantar uma grana e pagar as contas.

 

A quem a raiva de “América” é direcionada? Tem muitos alvos ali…

Linari mandou essa: “querido Léo, ‘Anger is an energy!’. E mais: as carapuças são de todos os tamanhos: P, M, G, e até GG, como não? Afinal, com exceção do Eduardo Cunha, ninguém é um poço de virtudes. Nem você. Muito menos nós. É ou não é? Ninguém tá imune ao filhadaputismo institucional…

 

Aproveitando que estamos falando dessa canção: como andam os “roqueiros adolescentes de Latinamérica”? Quem é, na opinião de vocês, a molecada que vai dar aquela sacudida necessária para a bunda-molice perder a predominância?

Rock’n’roll é uma linguagem universal. Já faz parte da cultura. Ninguém precisa ‘salvar o rock’, porque ele sempre existirá. Temos encontrado bandas incríveis tocando por aí – mesmo sem apoio ou cobertura de imprensa. Se atualmente predomina a “bunda-molice”, como você diz, é porque vivemos tempos difíceis, baby… O Brasil tá uma bosta, o mundo tá uma bosta, todos se segurando como podem… Mas acho que é nessas horas que o rock se faz necessário, em tempos assim é que ele se reinventa, renasce das cinzas. Como diz aquela música do Relespública, “os garotos são espertos”. Quem viver, verá

 

20 anos, o quinto disco saindo, todos às próprias custas. É justo pegar um dos bordões do disco e perguntar: aonde isso vai dar? E não venham com esse papo de “desconhece o rumo mas se vai”. (risos)

Sei lá. “Deixa acontecer”… (risos)

 

 

LEONARDO VINHAS – SCREAM & YELL

Topo

 

09/12/15

Em estúdio de Seattle, Water Rats (PR/SP) ouve elogio de Thurston Moore: 'Como você pode não gostar disso?'

A banda de garage punk paranaense/paulista Water Rats | Divulgação/Guilherme Eduardo

 

 

Imagina o cenário: você faz parte de uma banda independente de garage punk no Brasil e, três anos após o início de sua trajetória na cena, surge a oportunidade de gravar um EP no estúdio Avast Recording Co. em Seattle, cidade lendária para o rock americano, com produção, gravação e mixagem assinadas por Jack Endino (que já fez discos de Mudhoney, Soundgarden e Nirvana no também lendário selo Sub Pop) e por Bryan Pugh. Já parece insano, certo? Mas dá para ir mais fundo nessa viagem: imagina se Thurston Moore, o genial fundador do Sonic Youth, dá uma passada no estúdio, ouve seu som e faz elogios públicos?

Pois esse é um resumo do que aconteceu com a Water Rats, banda criada em Curitiba mas baseada em São Paulo, nos últimos meses. Agraciados por um concurso da plataforma Converse Rubber Tracks, o quarteto viajou para Seattle em setembro e fez isso tudo e mais um pouco.

 

 

O resultado será conhecido em maio de 2016, quando o EP "Hellway to high" vai ser lançado por três selos: os brasileiros Laja Records e HBB e o americano Placenta Recordings. Mas, desde segunda-feira, o primeiro e homônimo single do trabalho foi disponibilizado no Soundcloud (ouça abaixo), junto com um registro em vídeo da aventura (veja acima) — o teaser faz parte de um documentário a ser lançado pela Converse, no ano que vem, sobre as gravações do Rubber Tracks 2015.

 

No vídeo, que acumula 7.500 visualizações em apenas um dia no ar — marca expressiva para uma banda com três anos de estrada e que conta com pouco mais de 4 mil likes em sua página no Facebook —, Thurston Moore visita as gravações do EP, faz cara de aprovação e elogia a banda brasileira: "Se eu ouvir uma banda fazendo música que não tem nada a ver com nada a não ser total divertimento... Com o Water Rats foi como se eles estivessem apenas se divertindo com a música. Foi agressivo, foi muito artístico, e você entende que eles têm essa ideia de usar explosões curtas de música e foi totalmente envolvente. Foi, tipo, "como você pode não gostar disso?".

 

 

Tal pegada curta e agressiva do quarteto formado por Alex Capilé (guitarra e voz), Pedro Gripe (guitarra e voz), Bi Coveiro (baixo) e Renê Bernuncia (bateria) é muito bem explicada na descrição do vídeo: "Enquanto algumas bandas evitam descrever seu som, o Water Rats são rápidos em dizer apenas que são 'como a vida: muito intensa, muito veloz. E depois acabou'. E elogiada por Jack Endino: "Assim que ouvi o demo deles eu pensei: 'Sim, eu consigo fazer isso'. Eles têm tanta energia, que esse lance de energia cuida de si mesmo".

 

Pelo Facebook, bati um papo rápido com o vocalista e guitarrista Alex Capilé sobre a experiência e sobre como se deu exatamente a participação de Moore. Leia abaixo:

 

Como vocês descrevem essa oportunidade de gravar com o Jack Endino em Seattle?

Foi surreal, nem nas melhores das nossas ambições imaginávamos que realmente viveríamos isso. Um dos maiores sonhos da banda era gravar fora do Brasil, pra viver a experiência e principalmente ouvir o resultado. Poder fazer isso com o Jack, que produziu vários discos que a gente é fã, em Seattle, que representa muito pro rock, deixa a gente sem palavras. Ele foi super humilde, tratou a gente muito bem e o resultado foi acima do que esperávamos, estamos muito satisfeitos e loucos pra mostrar pra todo mundo as seis músicas que fizemos com ele. Ainda mantemos contato e com certeza trabalharemos com ele de novo.

 

Como exatamente se deu a participação do Thurston? Ele chega a participar de alguma música ou só deu uma chegada no estúdio e sacou o som de vocês?

Ele não participou das gravações em si, ele apareceu no segundo dia de estúdio e ficou mais como nosso mentor, conversando, dando ideias, e principalmente deixando a vibe da gravação mais intensa, afinal o cara é uma lenda viva do rock, só de poder conhecer ele já foi uma honra, e ele acabou curtindo a banda e no vídeo até fazendo um baita elogio pra gente. Ele Ouviu todos os sons, participou da mix e teve suas preferidas hahahaha A do Thurston é a Mad Dog, som que ainda não lançamos. A do Jack é a que saiu agora, a "Hellway to high", que dá nome ao EP.

 

O EP completo sai em maio, certo? Mas, até lá, vocês vão lançar outros singles? E essas músicas novas já devem aparecer nos shows mesmo antes do lançamento?

Sim, sai em maio, ele vai ser lançado por duas gravadoras brasileiras - Laja Records e HBB - e uma americana - Placenta Recordings. Será lançado no formato vinil em 10" em gatefold. Devemos lançar o resto das músicas apenas em maio mesmo, mas deve sair o clipe da "Hellway to high" no começo de 2016. Já vamos tocar umas 3 músicas novas a partir de agora no nosso set.

 

Por fim, o que vocês tiraram dessa experiência? Que tipo de aprendizado?

Aprendemos com tudo isso que quando você faz um trabalho sincero, sem esperar nada além de apenas curtir o que faz, isso pode te levar pra caminhos inesperados, como isso que a gente viveu agora em Seattle. O Water Rats nasceu como uma banda pra reunir amigos, e agora já virou prioridade na nossa vida, não há presente melhor do que poder fazer o que gosta ao lado de pessoas que você ama, a energia no final é o que conta.

 

LUCCAS OLIVEIRA – AMPLIFICADOR

 

Topo 

 

 

Ospa lança concurso nacional para jovens compositores

Obra vencedora será executada pela orquestra em 2016 e deve ter até oito minutos de duração

 

Ospa lança concurso nacional para jovens compositores

Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS

 

Estão abertas até o dia 31 de janeiro de 2016 as incrições para o Concurso para Jovens Compositores promovido pela Orquestra Sinfônica de Porto Alegre. É a primeira vez que a Ospa realiza um certame exclusivamente para autores. Em 2012, houve um direcionado a jovens solistas e compositores.

Criadores com até 30 anos de idade, de qualquer região do país, podem inscrever partituras inéditas de até oito minutos de duração pelo site da orquestra. A documentação e os arquivos de áudio devem ser entregues pessoalmente na sede administrativa da Ospa ou enviados por Sedex (o endereço é Rua 24 de Outubro, 850/305, CEP 90510-000, Porto Alegre-RS).

A obra vencedora será executada pela Ospa na termporada 2016, e o autor receberá um prêmio de R$ 5 mil que inclui a comissão para uma segunda composição, a ser estreada em 2017. A seleção será realizada por uma banca de músicos da orquestra que atuam como compositores e pelo diretor artístico, Evandro Matté. Serão realizados ensaios das partituras finalistas antes da escolha da vencedora.

Outras informações pode ser obtidas no site da Ospa e pelo telefone (51) 3222-7387.

 

ZERO HORA

Topo

 

Sleigh Bells avisa que está terminando disco e solta música nova

 

 

Formado em 2008 por Alexis Krauss e Derek Edward Miller, o Sleigh Bells lançou seu álbum de estreia, “Treats”, em 2010. O trabalho foi escolhido como um dos melhores do ano por diversos veículos especializados, e muitas de suas faixas apareceram em come

Dois anos depois veio seu sucessor, “Reign Of Terror”, e o único single “Comeback Kid” também se infiltrou bem em outras mídias. “Treats”, o trabalho mais recente, saiu em 2013, e o grupo acaba de revelar que não só já está finalizando seu quarto registro de estúdio como não queria esperar para mostrar uma música nova.

“Champions of Unrestricted Beauty” foi composta pela dupla e está sendo lançada de forma independente. Seu áudio foi compartilhado no Soundcloud e no Youtube, e a letra através do Instagram. 

 

 

TATE MONTENEGRO – TERRITÓRIO DA MÚSICA

Topo

 

AVANTASIA se apresentará no Brasil em Abril de 2016

 

 

A Free Pass Entretenimento confirma a vinda do projeto Avantasia em Abril de 2016. A banda fará uma apresentação no país, promovendo seu mais recente trabalho de estúdio intitulado “Ghostlights”, e relembrando os grandes sucessos da banda num show com mais de 3 horas de duração.

O show acontecerá no dia 24 de Abril de 2016, Domingo, no Espaço das Americas em São Paulo. Os ingressos estarão à venda a partir das 14h no site da Ticket 360 e seus respectivos pontos de venda oficiais.

Além de Tobias Sammet,o line-up da banda é formado por Sascha Paeth, Oliver Hartmann, Miro Rodenberg, Andre Neigenfind e Felix Bohnke. Os vocalistas confirmados para esta tour, até o momento, são: Michael Kiske, Eric Martin, Ronnie Atkins, Jorn Lande e Amanda Somerville.

Com lançamento previsto para Janeiro de 2016, o novo álbum “Ghostlights” foi produzido na Alemanha por Tobias Sammet e Sascha Paeth, e ainda conta com participações super especiais como: Dee Snider, Geoff Tate, Marco Hietala, Sharon Den Adel, Michael Kiske, Ronnie Atkins, Bob Catley, Jorn Lande, Bruce Kulick, Robert Mason, Herbie Langhans e Oliver Hartmann.

 

Mais em: www.avantasia.net / http://freepass.art.br/shows/avantasia-no-brasil-2016/  

 

AVANTASIA - Gosthlights World Tour 2016

Data: 24 de Abril de 2016, Domingo

Horário: Portas – 18h / Show – 20h

Local: Espaço das Americas

Endereço: Rua Tagipuru, 795 - Barra Funda

Classificação etária: 16 anos / Menores de 12 a 15 anos somente acompanhados de um dos pais ou responsável legal, mediante assinatura de termo de responsabilidade no dia do show.

Capacidade: 8000 pessoas.

 

TERRITÓRIO DA MÚSICA

Topo

 

Primal Scream anuncia novo disco Chaosmosis para 2016

Escoceses revelaram ainda os nomes das dez faixas estarão no 11º trabalho de estúdio deles

 

 

Os roqueiros escoceses do Primal Scream anunciaram o título e a lista de músicas do 11° álbum de estúdio da banda. Chaosmosis será lançado em 18 de março pelo selo próprio do grupo, o First International, e já está disponível para pré-venda.

O disco será o sucessor do aclamado More Light (2013), que apresentou o single "It's Alright, It's OK". Beautiful Future, álbum de 2008, foi o primeiro dos britânicos sem o guitarrista Robert "Throb" Young, membro fundador do conjunto, que deixou a formação em 2006 e morreu em 2014.

Beautiful Future contou com uma longa lista de participantes célebres, incluindo Linda Thompson, Lovefoxxx, Lykke Li e Josh Homme, do Queens of the Stone Age. Junto com o álbum, o Primal Scream revelou que sairá em turnê pela Escócia e pela Inglaterra entre março e agosto de 2016.

 

Veja a lista de músicas de Chaosmosis:

 

1. "Trippin' on Your Love"

2. "(Feeling Like A) Demon Again"

3. "I Can Change"

4. "100% or Nothing"

5. "Where the Light Gets In"

7. "When the Blackout Meets the Fallout"

8. "Carnival of Fools"

9. "Golden Rope

10. "Autumn in Paradise"

 

ROLLING STONE EUA

Topo

 

08/12/15

Dingo Bells disseca canções do álbum de estreia em EP

 

 

Lançado nesta segunda, 7 de dezembro, o EP digital Muito Prazer em Conhecer, do Dingo Bells, apresenta "Anéis de Saturno", "Funcionário do Mês", "Fugiu do Dia" e "Eu Vim Passear" com mixagens alternativas, que destacam alguns instrumentos e abrem mais espaço para as harmonias vocais do trio de Porto Alegre.

O EP vem como agradecimento ao público que teve o primeiro contato com o grupo em abril de 2015, quando o álbum independente Maravilhas da Vida Moderna colocou a banda no mapa de revelações da música brasileira.

Com produção de Marcelo Fruet e recursos de um crowdfunding, a obra conta com participações especiais de talentos do panorama gaúcho contemporâneo, como Felipe Zancanaro (Apanhador Só) e Ricardo Fischmann (Selton). Semana passada, o disco venceu o Prêmio Açorianos de Música nas categorias Composição Pop e Projeto Gráfico.

Reconhecido pela crítica especializada, Maravilhas... também cativou o público com o instrumental ousado e o lirismo que se espelha nos sufocos da vida adulta e no catálogo de Steely Dan, Clube da Esquina, Fleet Foxes e Ave Sangria.

Em 2016, o Dingo Bells leva o mais recente trabalho aos festivais Lollapalooza e Planeta Atlântida. Para quem quiser assistir o trio de perto na capital paulista, há algumas oportunidades nesta semana: amanhã (8/12), às 19h30, eles fazem pocket show na Fnac Pinheiros, com entrada gratuita; de 10 a 12/12, realizam temporada na Casa do Mancha, sempre a partir das 20h — para os dois últimos dias, os ingressos já estão esgotados.

Recentemente, o grupo divulgou clipe de "Mistério dos 30" [ https://youtu.be/RTI8TkF5T4g ], com tocante direção de Martino Piccinini. O vídeo de "Eu Vim Passear" [ https://youtu.be/C5JQgaP9mV4 ], dirigido por Roberto Burd, estreou em junho com atuação dos músicos Rodrigo Fischmann (voz e bateria), Diogo Brochmann (guitarra e voz de apoio) e Felipe Kautz (baixo e voz de apoio), que prometem relançar Maravilhas... em LP no ano que vem.

 

Muito Prazer em Conhecer (EP, 2015)

Independente

Disponível em serviços digitais como Deezer, Google Play, iTunes, Spotify e Tidal.

Download gratuito: www.soundcloud.com/dingobells.

 

Serviço:

Dingo Bells na Fnac Pinheiros

Quando: 8 de dezembro, terça, às 19h30.

Endereço: Praça dos Omaguás, 34, Pinheiros.

Entrada: Gratuita.

Censura: Livre.

Capacidade: 100 lugares.

Telefone: 11 3579-2000.

 

Dingo Bells na Casa do Mancha

Com Maglore

Quando: Dias 10, 11 e 12 de dezembro de 2015 (quinta, sexta e sábado), sempre às 20h.

Endereço: Rua Felipe de Alcaçova, s/nº, Pinheiros.

Ingressos: R$ 25 (disponíveis no site Sympla — www.sympla.com.br ). Esgotados para 11 e 12/12.

Censura: 18 anos.

Capacidade: 100 lugares.

Telefone: 11 3796-7981.

 

ROCK GAÚCHO

 

 

Topo

 

‘Brasil Heavy Metal’ adere ao financiamento coletivo para terminar filme

 

 

Um dos projetos mais importantes do rock nacional está perto de chegar ao mercado, mas ainda vai precisar de sua ajuda. “Brasil Heavy Metal'' é uma iniciativa multimídia idealizado e realizado por uma das figuras mais queridas da cena – e das mais respeitadas pela seriedade com que conduz o projeto.

A ambiciosa iniciativa gerou a criação de uma plataforma própria de financiamento coletivo – crowdfunding -, onde o mentor do projeto, Ricardo “Micka'' Michaelis, pretende obter R$ 80 mil para finalizar a produção e colocá-la no mercado até junho de 2016, no máximo, envolvendo um DVD, CD com músicas inéditas executadas por artistas do rock pesado nacional dos anos 80 e outros itens, como camisetas e canecas. A campanha será lançada nesta terça-feira (8 de dezembro).

Micka integrou a banda Santuário nos anos 80 e já mostrava uma eloquência e desenvoltura impressionante para um garoto que mal tinha 20 anos à época – articulado e bem informado, tinha todas as características de um líder de uma cena empolgante, ainda que dispersa e pouco consciente do que estava acontecendo.

Ótimo guitarrista e bom cantor, Micka foi um dos mais ativos do rock pesado nacional, mas o seu Santuário não decolou, o que não o impediu de ser o mentor de uma ideia que viria a resgatar a memória de uma parte imprescindível da música brasileira.

O rock pesado teve de dar lugar a uma bem-sucedida carreira na publicidade e na produção de vídeos corporativos – comanda a produtora IdeiaHouse -, e foi justamente essa atividade que deu o alicerce para que “Brasil Heavy Metal'' ganhasse corpo.

“Minha produtora de vídeo me ajudou a dar o pontapé inicial do projeto, que no começo era um documentário simples e que eu pretendia colocar na internet como um tributo a uma geração fantástica de músicos. No entanto, o projeto cresceu e ganhou sofisticação'', diz Micka.

São quase oito anos de produção, desde a elaboração de um roteiro em constante mudança até a captação de depoimentos de mais de 80  pessoas em alguns locais do Brasil – uma equipe de filmagem viajou a Minas Gerais, Rio de Janeiro e cidades do Estado de São Paulo.

O documentário simples se transformou um em um longa-metragem com produção caprichada e de nível internacional, que terá uma música tema composta pelos integrantes da banda Stress e que será cantada por vários vocalistas importantes do cenário nacional.

Como fio condutor da narrativa, cenas ficcionais mostrando a trajetória de dois garotos que sonham ser músicos no começo dos anos 80, servindo como alter ego de todas as figuras que construíram a cena roqueira.

 

Os moleques vivenciam os momentos político-econômicos da época, suas dificuldades e sua passagem para a vida adulta, tudo emtremeado pelos depoimentos de quem tocou e fez parte da cena.

“Delimitamos a história para mostrar o que era o nosso rock entre 1980 e 1989, que é quando o filme de quase duas horas acaba. Creio que conseguimos passar por quase tudo de importante que surgiu no rock pesado da época, e mostrando não só músicos, mas também gente importante para o surgimento do que chamo de indústria da música, como produtores, fabricantes de instrumentos musicais, donos de estúdio, empresários de shows e muitas outras figuras'', empolga-se Micka.

O projeto é pioneiro dentro do mercado nacional por dois motivos. O primeiro é a criação de uma plataforma de financiamento coletivo gerenciada e controlada pelo próprio empreendedor. “Estudei bastante a modalidade e isso foi fundamental para que pudéssemos participar de todo o processo e controlá-lo'', afirma Micka, diretor do filme e produtor executivo.

O surgimento da plataforma própria leva ao outro motivo: a possibilidade de entregar bônus e prêmios imediatamente a quem aderir. Normalmente, em processos tradicionais de financiamento coletivo, que adere e compra uma cota só recebe o produto ao final – geralmente o CD ou DVD finalizado.

 

 

“Essa é uma novidade que vamos implantar. Quem aderir e comprar um 'pacote' do 'Brasil Heavy Metal' de cara vai receber algo. O CD e o DVD, obviamente, só chegarão no final, após a finalização, mas o fã vai receber em casa assim que o pagamen to for confirmado camisetas, chaveiros, canecas, pôsteres e ingressos para ver no cinema o produto final, entre outras coisa – sem falar na possibilidade de ter acesso antecipadamente  a downloads do filme das músicas'', promete o diretor.

Entre os participantes, seja como músicos ou como entrevistados, estão Igo Cavalera (ex-Sepultura), André Matos (Viper, ex-Angra), Jack Santiago (Harppia), China Lee (Salário Mínimo), Marcello Pompeu (Korzus), Nilton Cachorrão Zanelli (Centúrias) e muitos outros.

Para contribuir com o projeto de financiamento coletivo do filme “Brasil Heavy Metal’’, clique aqui e obtenha todas as informações”.

 

MARCELO MOREIRA - COMBATE ROCK

Topo

 

Hangar: novo disco em 2016

 

 

Os gaúchos do Hangar estão em fase de produção de seu próximo disco de estúdio. A previsão é que o material chegue ao mercado no primeiro semestre de 2016. O trabalho marca a volta do grupo a uma sonoridade de metal, após o álbum acústico ‘Acoustic, But Plugged In’, de 2011. O grupo é formado por Pedro Campos (vocal), Cristiano Wortmann (guitarra), Eduardo Martinez (guitarra), Nando Mello (baixo), Aquiles Priester (bateria) e Fábio Laguna (teclado).

 

GUILHERME ZANINI – GUITAR PLAYER

Topo

 

Anthrax revela mais detalhes do disco novo

 

 

Em outubro o Anthrax divulgou a primeira amostra do trabalho que sucederá “Worship Music”, lançado em 2011, em sua discografia: “Evil Twin”, http://www.territoriodamusica.com/noticias/?c=40578 que foi revelada com um lyric video, abriu o caminho para a promoção de um álbum que ainda não tinha nome nem data de lançamento oficial.

 

Agora já se sabe que o décimo primeiro registro de estúdio dos americanos foi intitulado “For All Kings” e sairá dia 26 de fevereiro de 2016 através das gravadoras Megaforce (América do Norte) e Nuclear Blast (Europa) como CD duplo em digipack (com CD ao vivo Bônus), LP duplo e boxset contendo digipack, LP duplo tipo Picture disc, cartão de download e slipmat. A arte da capa é a imagem que ilustra essa nota, e de acordo com o baterista Charlie Benante em um vídeo explicando seu conceito, busca amarrar a dieia das últimas duas capas do grupo.

Confira abaixo o trailer do álbum postado no Youtube da banda e logo depois o repertório completo de “For All Kings”, que conta com 11 faixas.

 

 

01. You Gotta Believe

02. Monster At The End

03. For All Kings

04. Breathing Lightning

05. Suzerain

06. Evil Twin

07. Blood Eagle Wings

08. Defend/Avenge

09. All Of Them Thieves

10. This Battle Chose Us

11. Zero Tolerance

 

CD Ao Vivo Bônus

 

01. Fight 'Em 'Til You Can't

02. A.I.R.

03. Caught In A Mosh

04. Madhouse

 

TATE MONTENEGRO – TERRITÓRIO DA MÚSICA

Topo

 

Thom Yorke toca duas inéditas e se junta a Patti Smith e Flea em show

Artistas subiram juntos no palco do Le Trianon como parte do Pathway to Paris, evento em prol da preservação ambiental

 

 

Foi realizado na última sexta, 4, o Pathway to Paris, espetáculo com a intenção de conscientizar as pessoas sobre a importância da preservação climática do planeta. A luta contra a degradação ambiental colocou três astros da música juntos no palco. Thom Yorke, Patti Smith e Flea se apresentaram no Le Trianon.

O show aconteceu ao mesmo tempo em que é realizada, também na capital francesa, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (a COP-21), que começou em 30 de novembro e vai até 11 de dezembro.

 

Aproveitando a ocasião, Yorke mostrou ao público duas novas músicas, possivelmente presentes no futuro álbum do Radiohead, que deve ser lançado em 2016. As faixas são intituladas ”Silent Spring" e "Desert Island Disk” e elas abriram o setlist.

 

 

 

Ao lado de Patti e do baixista do Red Hot Chili Peppers, Flea, o vocalista do Radiohead ainda mostrou "People Have the Power”, de Patti Smith. Flea também acompanhou Yorke em canções de um disco solo deste, The Eraser (2006).

 

ROLLING STONE BRASIL

Topo

 

Pré-venda para Coldplay abre nesta quarta-feira

 

 

A partir das 12h desta quarta-feira (09/12), terá início a  pré-venda dos ingressos para o show do Coldplay no Brasil para os assinantes do TIDAL. A plataforma de streaming oferecerá a chance de compra antecipada para as apresentações da turnê The Head Full Of Dreams marcadas para os dias 7 e 10 de abril de 2016, em São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente.

A venda para o público em geral começa no dia seguinte, 10 de dezembro. Os valores variam entre R$ 120 e R$ 680 para o show de São Paulo e entre R$ 100 e R$ 680 para o Rio.

 

BILLBOARD BRASIL

Topo

 

07/12/15

Bateria de Ringo Starr nos Beatles é vendida por US$ 2,2 milhões em leilão

Dono de time da NFL comprou instrumento usado em mais de 200 shows.

Leilão com mais de 800 itens teve ainda guitarra dada por John Lennon

 

 

A bateria Ludwig Oyster Black Pearl de 1963 usada por Ringo Starr em gravações dos Beatles e leiloada por US$ 2,2 milhões (Foto: Reuters/Courtesy of Julien's Auctions/Handout via Reuters)

 

Uma bateria usada por Ringo Starr em gravações de alguns dos primeiros hits dos Beatles foi adquirada por um proprietário de um time da NFL (a liga norte-americana de futebol americano) por US$ 2,2 milhões, de acordo com a casa de leilões dos Estados Unidos que administrou a venda.

Ringo Starr usou o kit Ludwig Oyster Black Pearl, de três peças, em mais de 200 shows com a banda em 1963 e 1964, bem como na gravação de músicas como "Can't Buy Me Love", "She Loves You" e "I Want to Hold Your Hand".

A casa de leilões Julien's confirmou que o dono do time Indianapolis Colts Jim Irsay comprou a bateria, que não era vista em público há mais de 50 anos, em leilão que se encerrou neste sábado (5).

A primeira tiragem do "Álbum Branco" dos Beatles no Reino Unido arrecadou US$ 790 mil, e uma guitarra Rickenbacker dada a Starr por John Lennon acabou arrematada por US$ 910 mil, de acordo com a Julien's.

O leilão de três dias em Beverly Hills, na Califórnia, teve mais de 800 itens, incluindo memorabilia da carreira do grupo e bens pessoais, de propriedade de Ringo Starr e de sua esposa, a atriz Barbara Bach.

Ao todo, foram arrecadados cerca de US$ 10 milhões, segundo a casa de leilões.

 

REUTERS 

Topo

 

 

Canto dos Malditos na Terra do Nunca pelo Nordeste

 

 

A espera acabou. Depois de sete anos separada, a banda baiana de rock Canto dos Malditos na Terra do Nunca está de volta. E, a pedido de seus próprios fãs, que insistiram para que o grupo se reunisse, o CMTN preparou não só um novo single – “O Sol de Lá”, divulgado com exclusividade pelo site da Rolling Stone – como também continua em turnê pelo Brasil, agora com shows em Natal (RN), João Pessoa (PB), Recife (PE), Camaçari (BA), Feira de Santana (BA) e também em sua cidade natal, Salvador (BA).

O grupo irá se apresentar nos dias 4 (Natal), 5 (João Pessoa), 6 (Recife), 11 (Camaçari), 12 (Salvador) e 13/12 (Feira de Santana), e continua divulgando a campanha de financiamento coletivo para a gravação de seu segundo álbum, previsto para o primeiro semestre de 2016.

Através dessa campanha, realizada em parceria com a plataforma Kickante, o fã da banda terá a chance de contribuir diretamente com a produção e a gravação do novo disco, ganhar recompensas e adquirir ingressos para alguns shows. As contribuições partem do valor de R$ 10 – que dá direito ao download do disco – e a participação é feita em apenas dois passos. O pagamento é realizado por boleto ou cartão de crédito, e pode ser parcelado em até seis vezes (valor mínimo de R$ 25 por parcela).

O Canto dos Malditos na Terra do Nunca foi criado em 2003, em Salvador, e é formado por Andrea Martins (voz), Helinho Sampaio (guitarra), Danilo Castor (guitarra) e David Castor (baixo).

 

DROP MUSIC

Topo

 

Nada Surf – You Know Who You Are

 

 

No dia 4 de março de 2016, via City Slang/Barsuk Records, chega às lojas do primeiro mundão, o oitavo disco do Nada Surf, “You Know Who You Are”, três anos depois do bom “The Stars Are Indifferent To Astronomy”, de 2012.

Esse é o primeiro disco do Nada Surf como quarteto, com o guitarrista Doug Gillard se unindo a Matthew Caws (guitarra e vocal), Daniel Lorca (baixo) e Ira Elliot (bateria).

A produção é do mesmo Tom Beaujour dos discos anteriores, que capitaneou a mesa do mesmo Nuthouse Recording, em Nova Jérsei, o estúdio preferido da banda.

São dez faixas e o primeiro single é a balada “Believe You’re Mine”, que você ouve abaixo:

 

 

01. Cold To See Clear

02. Believe You’re Mine

03. Friend Hospital

04. New Bird

05. Out Of The Dark

06. Rushing

07. Animal

08. You Know Who You Are

09. Gold Sounds

10. Victory’s Yours

 

FERNANDO AUGUSTO LOPES – FLOGA-SE

Topo

 

Programação cultural do Emergências tem Gilberto Gil, Baiana System e Boogarins no Rio

 

Gil, Baiana System e Boogarins: escalados para o Emergências | Montagem

 

O Emergências - Encontro Global de Cultura, Ativismo e Política começa na segunda-feira com debates sobre direitos civis, políticos, sociais, econômicos e ambientais. Nele, estarão alguns dos nomes que ocupam a vanguarda do debate político brasileiro, como Guilherme Boulos, líder do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST), e Jean Wyllys, deputado federal do PSOL-RJ.

 

 

Junto ao ciclo de conversas e atividades, uma intensa programação cultural foi desenhada. E é nela que nos concentramos: dezenas de shows gratuitos vão acontecer em diferentes partes da cidade. Tudo começa na segunda com a festa de abertura, no Circo Voador. A partir das 21h, Gilberto Gil e Ellen Oléria se apresentam, junto a outros nomes.

Na terça, no mesmo lugar, tem Camarones Orquestra Guitarristica; ProjetoNave com Sintese, Marechal e Anita Tijoux; e Alafia & Tassia Reis. Quarta, o show será de Rico Dalasam e Baiana System, enquanto a La Paz, na Lapa, receberá a festa Tropikall Vibes e o Parque das Ruínas, a Prazer é Poder. Sexta-feira tem Eu Amo Soundsystem na Praia Vermelha, Baile Funk do Emoções na Rocinha e Aeromoças e Tenistas Russas no Alto do Morro da Babilônia.

Mas é no sábado que o bicho pega. Tem o Festival Emergências na Praça Mauá, com diversos palcos espalhados pelo lugar, que está novinho em folha. Vai ter até o Palco A Cena Vive, dedicado aos roqueiros fluminenses. No principal, tem Negro Leo, Boogarins e Otto, entre outros.

Chegue cedo. Não haverá distruibuição de senhas, as casas vão funcionar no esquema "chegou, entrou" até a lotação ser esgotada. Para conferir a programação completa, é só acessar o site do Emergências e selecionar a opção "festas".

 

MATEUS CAMPOS - BLOG AMPLIFICADOR

Topo

 

Dream Theater: ouça a inédita “The Gift Of Music”

 

 

Foi divulgada a primeira amostra do próximo disco do Dream Theater, ‘The Astonishing’. No player abaixo você ouve a faixa ‘The Gift of Music’. A previsão é que o álbum chegue às lojas no início de 2016, embora ainda não tenha sido revelada uma data exata. Com 34 faixas, esse será o primeiro trabalho desde o homônimo de 2013.  

 

 

GUILHERME ZANINI – GUITAR PLAYER

Topo

 

Fender Custom Shop divulga guitarra de papelão

 

 

A empresa Cardboard Chaos firmou uma parceria com a Fender Custom Shop. O resultado foi uma guitarra de papelão. Profissionais como o master builder Paul Waller acompanharam o projeto de perto. No vídeo abaixo, você confere o processo de concepção da seis-cordas.

 

 

GUILHERME ZANINI – GUITAR PLAYER

Topo

 

BH Beatle Week começa na próxima quinta-feira

Atrações do Rio, São Paulo, Pernambuco e Chile estarão presentes

 

 

“A gente não se encontra mais pra cantar/Aquelas canções/Que disparavam nosso coração.” Contrariando a letra de Perdido em Abbey road, do 14 Bis, está chegando a hora de reunir os amigos para ouvir, cantar e celebrar o quarteto de Liverpool. A partir da próxima quinta, até o domingo seguinte, a capital mineira abriga a 4ª BH Beatle Week.

 

A organização espera atrair entre 8 mil e 10 mil beatlemaníacos durante os quatro dias de shows. Neste ano, o espetáculo de abertura – Minas & os Beatles – vai reunir no mesmo palco Cláudio e Flávio Venturini, Fernanda Takai, Tavito, Telo Borges, Aggeu Marques (realizador do evento) e a Banda Fio da Navalha.

O cantor e compositor mineiro Flávio Venturini, que fez parte do 14 Bis, diz que os Beatles talvez sejam a maior influência artística de sua carreira. “Quando estava começando a estudar música, fiquei louco com as canções deles. Queria ‘tirar’ as músicas, aprender as letras, esperava os discos chegarem. Acompanhei toda a história e continuei fã da carreira solo de cada um”, afirma.

Venturini diz que sempre esteve próximo de amigos “beatlemaníacos”, como Aggeu Marques e Lizzie Bravo, brasileira que teve a honra de gravar com os Beatles em 1967 e lançará seu livro Do Rio a Abbey Road na Beatle Week belo-horizontina. “As baladas de piano do Paul me influenciaram muito. É o meu predileto em composição, melodia e canção”, revela. No repertório de sua apresentação, entre as músicas selecionadas está a versão de Rita Lee para In my life.

 

NOVIDADE

Aggeu afirma que a novidade deste ano é a ampliação da programação para além do repertório cover das bandas. Ele também se apresenta no dia 11, no Cine Theatro Brasil, com o grupo The Yesterdays. O público poderá conferir os sucessos da carreira solo de cada um dos beatles, depois que o quarteto se separou, em 1970.

O projeto carioca As Aventuras Instrumentais no Submarino Amarelo traz a mistura de maracatu, ciranda e jazz com rock para o palco do Cine Theatro Brasil Vallourec, que recebe boa parte das atrações da semana, no dia 10. Já a lista de atrações do Circuito do Rock, além de duas bandas do Chile, conta com grupos de São Paulo, Rio de Janeiro e Pernambuco. “BH é terreno fértil para a música dos Beatles. A ideia, no início, era só juntar todo mundo na cidade. Hoje, estamos agregando valor cultural – artistas consagrados mostrando música influenciada pela banda”, afirma o idealizador do evento.

O público poderá conferir ainda a mistura de viola caipira e rock na apresentação As 10 cordas de Liverpool, do músico Renato Caetano. O show será realizado no Teatro de Câmara do Cine Theatro Brasil, no dia 11. “Preocupei-me em pegar músicas que ficariam interessantes ao som da viola, como o repertório da segunda fase da banda. Toco canções do Abbey road e do Álbum branco”, diz.

Renato diz que a receptividade do público à proposta tem sido interessante. “As pessoas não acreditam que é possível e depois veem que o show dá liga. Realmente funciona”, diz. Uma viola de 14 cordas, criada por Fernando Sodré, dá o tom de virtuosismo ao som. “Fiz de uma forma que a viola faça homenagem. Não é simplesmente tocar.”

 

4ª BH BEATLE WEEK

De 10 a 13 de dezembro. Ingressos para o Cine Theatro Brasil a R$ 40 (inteira) no Grande Teatro e R$ 20 (inteira) no Teatro de Câmara. Lord Pub e Jack Rock

Bar a R$ 25 (feminino) e R$ 30 (masculino). Circus Rock Bar a R$ 20 (feminino) e R$ 25 (masculino). Vendas pelo site www.compreingressos.com, pelo telefone

(31) 2626-1251 e nas bilheterias do Cine Theatro Brasil. Programação completa em www.bhbeatleweek.com .

 

SHIRLEY PACELLI – ESTADO DE MINAS

Topo

 

Maglore e Dingo Bells fazem temporada na Casa do Mancha, em São Paulo

Atrações do Lollapalooza 2016, bandas comemoram ano frutífero com shows em dezembro

 

 

Os grupos Maglore (foto) e Dingo Bells encerrarão o ano de 2015 com uma temporada de dois shows em São Paulo. As apresentações acontecerão nos dias 11 e 12 de dezembro (sexta-feira e sábado), na Casa do Mancha.

A temporada paulistana comemora o frutífero ano para as duas bandas. O trio soteropolitano Maglore lançou III, terceiro álbum da carreira, dando sequência a Vamos pra Rua (2013). Já os gaúchos do Dingo Bells estrearam com o disco Maravilhas da Vida Moderna, divulgado no último mês de abril.

As duas bandas chegaram a sair em turnê conjunta pelo Brasil, tocando do Rio Grande do Sul a Sergipe, tendo passado pelo Paraná, Minas Gerais, Bahia e São Paulo. O ano produtivo rendeu aos dois grupos convites para tocar no festival Lollapalooza de 2016, reforçando o time de atrações nacionais do megaevento.

Com início às 20h – tanto na sexta, 11, quanto no sábado, 12 –, os shows na Casa do Mancha têm ingressos já à venda por R$ 25 (aqui).

 

Maglore e Dingo Bells na Casa do Mancha

11 e 12 de dezembro (sexta e sábado), às 20h

Casa do Mancha – Rua Felipe de Alcaçova, s/nº, Pinheiros

Ingressos: R$ 25 (aqui)

 

ROLLING STONE BRASIL

Topo

 

03/12/15

Há 50 anos, os Beatles inauguravam a música pop moderna com “Rubber Soul”

 

 

 

É difícil cravar qual é o principal momento da história dos Beatles. A mitologia em torno da biografia do grupo inglês cogita vários exemplos, em épocas diferentes: a chegada do grupo aos Estados Unidos em 1964, o lançamento do disco Sgt. Pepper's em 1967, a consciência do próprio fim registrada no disco Abbey Road de 1969. Um sério candidato a esse posto, embora bem mais discreto que seus concorrentes diretos, completa 50 anos nesta quinta-feira. Rubber Soul, lançado exatamente no dia 3 de dezembro de 1965, é quando o grupo toma consciência de sua importância e passa a exercê-la, explorarando limites que a música popular e a indústria fonográfica nem imaginavam existir.

É em Rubber Soul que os discos dos Beatles – e depois, os de todo mundo – deixam de ser convencionais e que o grupo começa a experimentar novos arranjos e ampliar sua temática. Diretamente influenciados pelas turnês que fizeram na Europa em junho e julho e pelos Estados Unidos em agosto daquele ano, os Beatles praticamente compuseram o disco no mês de gravação que tiveram entre 12 de outubro e 15 de novembro, no estúdio Apple. E além de incorporar sonoridades mais contemporâneas vindo dos EUA (especificamente Bob Dylan, Beach Boys e Byrds, que aos poucos substituem o cânone clássico venerado pelo grupo: Elvis Presley, Chuck Berry, Jerry Lee Lewis, Little Richard e Buddy Holly), eles também começam a explorar novos instrumentos e novas abordagens líricas. É o começo da grande transformação dos Beatles, que culmina com o disco-manifesto Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band.

Olhando em retrospecto – e em comparação às obras que vieram a seguir -, Rubber Soul é facilmente menosprezado como um disco acústico dos Beatles e parece ficar à sombra dos clássicos que o grupo foi lançando à medida em que os anos 60 chegavam ao fim.

Rubber Soul, no entanto, é a fagulha que acende o fogo autoral de fato nos Beatles. Até então o grupo só havia lançado discos convencionais, que reuniam sucessos radiofônicos, músicas de segundo escalão e versões para sucessos alheios ou trilhas sonoras dos próprios filmes. Apenas um disco (A Hard Day's Night, de 1964) era composto apenas por músicas escritas pelos próprios Beatles, mas Help!, lançado na metade de 1965, já dava pistas que havia uma inquietação no grupo, com Paul McCartney sendo incentivado a gravar uma balada (“Yesterday'') sem o acompanhamento da banda e sim com um quarteto de cordas e John Lennon mencionando, de leve, o uso de drogas pela primeira vez em disco (quando canta “I get high when I see you go by'', em “it's Only Love''). Mas ninguém poderia prever um salto tão drástico quanto Rubber Soul.

O disco pela primeira vez não trazia o nome da banda na capa, cuja imagem era uma foto levemente distorcida do grupo, e exibe sonoridades completamente diferentes e complementares. Explorava o flerte com a música erudita iniciado em “Yesterday'' em faixas como “Michelle'' (que tinha versos em francês) e “In My Life'', que trazia um solo de piano distorcido para soar como se fosse um cravo. Outro instrumento estranho ao rock mas caracteristico dos Beatles desde então dá as caras pela primeira vez em Rubber Soul, depois que George Harrison descobre uma cítara indiana nas filmagens de Help! e sugere solá-la em “Norwergian Wood (This Bird Has Flown)''. Paul McCartney distorce seu baixo com o efeito fuzz em “Think for Yourself'', enquanto Ringo Starr começa a explorar outros instrumentos de percussão para além da bateria.

A temática das letras também começa a mudar, principalmente as de John Lennon, diretamente influenciado por Bob Dylan. As músicas já não tratam de namoricos e paqueras dos discos anteriores e músicas como “Girl'', “I'm Looking Through You'', “You Won't See Me'', “Run for Your Life'' e “This Bird Has Flown'' trazem abordagem menos utópicas em relação a relacionamentos, fazendo um clima mais cético pairar sobre todo o álbum. “The Word'' é a primeira vez que o grupo se refere ao amor fora do contexto romântico, enquanto “Nowhere Man'', “Drive My Car'', “In My Life'' e “Think for Yourself'' lidam com temas novíssimos na temática do grupo, como existecialismo, showbusiness, nostalgia e atitude, respectivamente. O disco, composto apenas por músicas da banda, também parece não deixar a segunda metade do álbum (o velho “lado B'') com as faixas menos cotadas para fazer sucesso e os hits são distribuídos igualmente por todo o disco.

O termo “plastic soul'' (alma de plástico) era uma brincadeira que Mick Jagger fazia com os Beatles sobre a geração de bandas a que pertenciam – bandas inglesas fazendo sucesso nos Estados Unidos tocando música norte-americana. A expressão faz um trocadilho com uma versão artificial da soul music (de plástico) e com uma alma inglesa que conseguia se adaptar facilmente a diferentes ambientes e situações. Ela se referia à toda a safra de bandas britânicas que invadiam os EUA no início dos anos 60 mas era particularmente apropriada aos Beatles, afinal foram eles quem abriram este caminho ao assimilar toda a música que vinha dos Estados Unidos – soul, country, rock, rockabilly, temas de musicais, gospel, rhythm'n'blues – como uma mesma musicalidade, devolvendo para o resto do mundo um amálgama sonoro que contemplava diferentes sonoridades numa mesma canção. Paul McCartney surrupiou o termo de Jagger e mudou a alma de plástico para borracha (“rubber'') e assim batizou o novo disco da banda.

A partir de Rubber Soul, a sonoridade dos Beatles se tornava ainda mais autoral e densa, menos frívola e adolescente. Nada tão performático quanto os saltos que dariam no futuro, ao misturar música experimental com alegorias psicodélicas, novas técnicas de gravação com surrealismo, colagens sonoras e uma orquestra inteira, guitarras distorcidas e músicas que se misturam umas nas outras. É quando o grupo começa a namorar o estúdio como instrumento musical e percebe que há todo um mundo a ser explorado. Nada disso aconteceria sem o ousado passo chamado Rubber Soul, que funciona como o clássico furacão do O Mágico de Oz, transformando o filme preto e branco do início dos anos 60 na superprodução tecnicolor da segunda metade daquela década – finalizando um trabalho que havia sido iniciado por Bob Dylan no começo daquele ano, com o disco Bringing it All Back Home: inaugurar a música pop moderna. E levá-la para as massas.

 

BLOG DO MATIAS UOL

 

Topo 

 

Evanescence: Amy Lee revela versão para “Going To Califórnia”

 

 

Um hit do Led Zeppelin foi revisitado por Amy Lee. A vocalista do Evanescence revelou esta semana uma versão para ‘Going to California’ - assista o clipe logo abaixo. Sobre a regravação, ela disse: “Essa canção é um clássico que eu adoro há muito tempo e me deixa em paz”.

 

 

GUILHERME ZANINI – GUITAR PLAYER

 

Topo

 

Renovando o jazz clássico, Kula lança disco de estreia em Porto Alegre

Banda se apresenta às 20h desta quinta-feira no Teatro Bruno Kiefer, com faixas autorais

 

Martin Estevez, Franco Salvadoretti, Ronaldo Pereira, Rodrigo Arnold e Giovanni Barbieri integram a banda - Foto: Omar Freitas / Agencia RBS

 

Caminhando pelas ruas da Cidade Baixa em certa noite de 2013, o flautista Franco Salvadoretti deparou, por acaso, com um trio de jovens e competentes músicos que tocavam em um boteco na Rua Lima e Silva. Impressionou-se com o que ouviu e julgou que tinha finalmente encontrado parceiros para voltar a tocar jazz – nos primeiros anos da década de 2000, o flautista havia participado do Sexteto Blazz, com boa repercussão na cena porto-alegrense. O encontro na noite marcou a gênese da banda Kula (antes, chamada Dziw Jazz), que lança o primeiro disco em show gratuito nesta quinta-feira (3/12), às 20h, no Teatro Bruno Kiefer da Casa de Cultura Mario Quintana.

Salvadoretti compôs cinco faixas, uma delas em parceria com Toneco da Costa. O saxofonista tenor Ronaldo Pereira assina a última do álbum. Completam a banda o baterista Martin Estevez (que também atua na Quarto Sensorial), o contrabaixista acústico Rodrigo Arnold e o pianista Giovanni Barbieri, que se juntou ao grupo depois da gravação (o pianista que tocou no disco saiu da banda e preferiu não ser creditado no encarte).

Exemplar da revigorada cena instrumental porto-alegrense, a Kula une as diferentes referências de seus músicos, entre as quais se sobressaem os clássicos do jazz, como explica Salvadoretti:

– Os que mais escutei foram John Coltrane, Miles Davis, Charlie Parker, Duke Ellington, Thelonious Monk. Por isso, as composições saíram dessa forma. Mas cada integrante contribui com sua própria linguagem.

Vivendo exclusivamente de música, seja ministrando aulas, seja tocando em outros projetos, os virtuoses da Kula querem conquistar novas audiências sem abrir mão das apresentações em bares. Eles estão todas as terças-feiras no London Pub. Estevez garante:

– É no bar que se aprende a tocar jazz. Não é na sala de ensaio ou tocando sozinho, embora isso seja importante. Os maiores músicos de Nova York se apresentam no Carnegie Hall e, na mesma semana, tocam em um bar.

Por isso, as faixas que figuram no disco foram devidamente experimentadas, antes, na noite. Será que o resultado foi mais intuitivo ou reflete um projeto estético-musical?

– As duas coisas. Tentamos jogar as composições em uma ordem musical que fizesse sentido harmônico e estético – responde Pereira.

Para preservar o espírito do jazz, a gravação foi realizada ao vivo em estúdio, como relata Arnold:

– Nossa busca foi pela organicidade.

 

KULA

De Kula

Jazz, independente, 6 faixas, R$ 30. À venda pela página facebook.com/oficialkula. Em breve, nas plataformas digitais.

Show de lançamento nesta quinta-feira (3/12), às 20h, no Teatro Bruno Kiefer da Casa de Cultura Mario Quintana (Andradas, 736), fone (51) 3221-7147, em Porto Alegre. Entrada franca.

 

Ouça a faixa-título do disco Kula:

 

 

FÁBIO PRIKLADNICK – ZERO HORA

Topo

 

Angra cria campanha de financiamento para finalizar documentário

 

 

A banda Angra criou uma campanha de financiamento coletivo para finalizar o documentário "Notas Sobre o Tempo", que acompanha a trajetória do grupo e pretende mostrar todas as suas faces.

"Numa sociedade ávida por modismos onde tudo é descartável, como resistir e carregar uma história em comum por tantos anos? Quem são hoje esses homens? E voltando no tempo, quem eles eram no início da banda, com 20 anos de idade e um sucesso estrondoso e repentino? Quais ambições e sonhos eles realmente tinham ao entrar no estúdio pela primeira vez e o que mudou ao longo dessas duas décadas de convivência? Que marcas ficaram? Encontros, separações, família... Como lidar com a passagem do tempo estando sobre o palco fazendo música para fãs muito mais jovens?", diz o texto da campanha adiantando o teor do documentário.

O Angra tem bastante material gravado para "Notas Sobre o Tempo". São imagens feitas na estrada pelo Brasil, França, Argentina, Chile e Japão. Mas é preciso fazer a montagem e a finalização.

A campanha está no site Kickante e a meta é arrecadar R$ 40.000,00 nos próximos 47 dias. Como esperado, há diversas recompensas para quem contribuir, desde agradecimentos nos créditos finais do filme, por R$ 20,00, até convites para assistir o filme antes da estreia, na ilha de edição, por R$ 1.500,00.

 

Angra no Audio Arena e no Rock In Rio 2015

Ainda falando de Angra, o grupo liberou um vídeo de 25 minutos com cenas feitas na Audio Arena, na Kiss Club e durante o Rk In Rio 2015 - há um papo rápido com a Doro Pesch, que participou da apresentação da banda no festival. As imagens foram (quase todas) feitas pelo baixista Felipe Andreoli.

 

 

LIZANDRA PRONIN – TERRITÓRIO DA MÚSICA

Topo

 

Ouça as “boas novas” do Bloc Party

 

 

 

A nova formação do Bloc Party estreou no começo de outubro, se apresentando no programa matinal de Lauren Laverne na BBC Radio 6. Durante a participação no programa, para divulgar o próximo álbum, o grupo tocou versões ao vivo das novas “The Good News” e “Exes”, entre outras antigas do catálogo da banda.

Ainda no mesmo dia, no fim da tarde, durante o programa de Annie Mac na BBC Radio 1, estreou a versão de estúdio do primeiro single desse que será o quinto álbum do Bloc Party, “The Love Within” - que um mês depois ganhou videoclipe. E agora é “The Good News” que tem sua versão de estúdio divulgada:

 

 

Intitulado “Hymns”, o trabalho está programado para chegar ao mercado dia 29 de janeiro do ano que vem, através dos selos Infectious Music/BMG/Vagrant Records, e trará 11 faixas na edição padrão e 15 na deluxe. Confira o repertório completo:

 

01. The Love Within

02. Only He Can Heal Me

03. So Real

04. The Good News

05. Fortress

06. Different Drugs

07. Into The Earth

08. My True Name

09. Virtue

10. Exes

11. Living Lux

 

Deluxe:

12. Eden

13. Paradiso

14. New Blood

15. Evening Song

 

TATE MONTENEGRO – TERRITÓRIO DA MÚSICA

Topo

 

Lei da Meia-Entrada começa a valer a partir desta terça-feira

 

 

Regulamentada em outubro, a Lei da Meia-Entrada (Lei 12.933/2013) entrou em vigor hoje (1º), dois anos após ser aprovada no Congresso Nacional. A lei permite o acesso de estudantes, jovens de baixa renda e pessoas portadoras de deficiência a eventos artísticos e culturais, pagando metade do valor do ingresso.

Com a nova regra, ficam assegurados 40% do total de ingressos dos eventos para concessão da meia-entrada. As promotoras e produtoras deverão comunicar o eventual esgotamento das entradas com desconto e apresentar um relatório de vendas com indicação dos ingressos comercializados com meia-entrada.

O decreto não especifica como dever ser feita a fiscalização.

Os estudantes terão o direito à meia-entrada mediante apresentação da Carteira de Identificação Estudantil, que seguirá um modelo nacional e poderá ser emitida por entidades como a União Nacional dos Estudantes (UNE), Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG), União Brasileira dos Estudantes Secindaristas (Ubes), além de diretórios centrais de estudantes e centros acadêmicos. O documento será renovado anualmente, com comprovação de matrícula e será gratuito para estudantes de baixa renda.

A meia-entrada para jovens de baixa renda será concedida por meio da apresentação da Identidade Jovem, documento que será emitido pela Secretaria Nacional de Juventude. A emissão levará em conta informações sobre beneficiários de programas sociais do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.

Para pessoas portadoras de deficiência, a regulamentação prevê o benefício da meia-entrada com apresentação do cartão do Benefício de Prestação Continuada ou documento do Instituto Nacional do Seguro Social atestando a aposentadoria. O acompanhante também terá direito ao desconto.

 

AGÊNCIA BRASIL

Topo

 

01/12/15

Veja o novo vídeo do Tame Impala

 

 

 

O Tame Impala divulgou o vídeo de The Less I Know the Better, canção que está em seu último álbum, o disco Currents.

No vídeo, a banda conta a história de um jogador de basquete que se apaixona pela líder de torcida, que namora com o mascote do time.

Veja abaixo.

 

 

DROP  MUSIC

 

Topo

 

 

Rock Rocket lança clipe de Uma Luz no Fim do Túnel

Lançamento do álbum acontece no antigo Aeroanta, em São Paulo, dia 11 de dezembro.

 

 

 

Após a divulgação do ótimo Citadel, quarto disco de inéditas do Rock Rocket, o trio paulista começa agora a divulgação do trabalho, iniciando logo pela faixa de abertura do registro, “Uma Luz no Fim do Túnel”, com a ajuda do artista plástico Carlos Dias.

O vídeo mistura cores neon com caricaturas em movimentos diversos e efeitos de edição, num verdadeiro carnaval de luzes. A faixa teve percussões assinadas por Luciano Malásia, do Ultramen, e guitarra solo por Rafael Crespo, do Planet Hemp, além de um duo de metais.

O lançamento de Citadel ocorre na Z Carniceria, antigo Aeroanta, dia 11 de dezembro. Entrada R$30 e show às 23hs. Saiba mais aqui.

 

Rock Rocket – Uma Luz no Fim do Túnel

 

MARCOS XI – ROCK IN PRESS

Topo

 

O Fim da Paisagem, novo clipe do Ludov

Vídeo foi construido apenas com imagens de terrários.

 

 

Antes do fim do ano, o Ludov resolveu divulgar mais um clipe de seu último álbum, Miragem, lançado em 2014. O vídeo de “O Fim da Paisagem” é a novidade. Com direção de guitarrista da banda Habacuque Lima e produção da Polêmica VP, o vídeo mostra uma sensibilidade de criar uma história dentro de garrafas com paisagens em miniaturas, mais conhecidos como terrários.

O potes vem da loja JardimSP, que produz artesanalmente os produtos e vende ao consumidor. Todos os terrários foram emprestados e o vídeo, além de uma bonita fotografia, serve como amostra do produto e forma de atrair novos olhares para esse tipo de arte.

 

 

Ludov – O Fim da Paisagem

 

 

MARCOS XI – ROCK IN PRESS

Topo

 

Mais um clipe inédito do Bazar Pamplona: Temporada da Gripe

Foram três casamentos, toda a estética VHS e alguns sorrisos para gravar o segundo clipe de inédita da banda em menos de um mês.

 

 

É bom ver boas bandas de volta com novidades. Mesmo que nem tenha tanto tempo assim que o Bazar Pamplona lançou seu último disco, Todo Futuro é Fabuloso, mas tá colocando coisa nova na rede: “Temporada da Gripe”.

A música inédita é assinada por toda a banda e que mostra uma gravação VHS de três casamentos, incluindo um show com a própria banda na festa e os momentos propício que a celebração do matrimônio pode entregar.

Antes, a banda tinha colocado na rede outro clipe, “Existe Um Filme Triste Para Cada Atriz Que Não Sorri“, este filmado exclusivamente com a câmera Lomokino.

 

Bazar Pamplona – Temporada da Gripe

 

 

MARCOS XI – ROCK IN PRESS

Topo

 

Sensus: conheça a primeira guitarra inteligente do mundo

 

 

 

Foi apresentada recentemente a Sensus, guitarra que apresenta uma infinidade de recursos diferentes em relação aos modelos tradicionais. Nela é possível gravar o que está sendo tocado e ainda tocar algo por cima, além de fazer ritmos e efeitos através de um sensor. Nesse vídeo e possível entender melhor como funciona a seis-cordas.

 

 

GUILHERME ZANINI – GUITAR PLAYER

Topo

 

Festival BH Beatle Week acontece de 10 a 13 de dezembro

Quarta edição do evento terá dezessete bandas covers brasileiras e duas chilenas

 

 

 

Liverpool é aqui. De 10 a 13 de dezembro, a capital mineira recebe a quarta edição do festival BH Beatle Week, que tem apoio do comando do bar Cavern Club, onde a história de John, Paul, Ringo e George começou. Dezessete bandas covers brasileiras e duas chilenas vão se apresentar. A abertura está marcada para dia 10, às 21h, no Cine Theatro Brasil Vallourec, onde se apresentarão Flávio Venturini, Cláudio Venturini, Fernanda Takai, Tavito, Telo Borges, Aggeu Marques e a banda Fio da Navalha. Ingressos custam R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia). Às 22h30, no bar Lord Pub, no Bairro São Pedro, tem show de Nowhereband (Chile) e Eduardo Gallo & Lennon’s Band (MG). Também no dia 10, às 19h30, no Teatro de Câmara do Cine Theatro Brasil, vão tocar Alexandre Guichard, Ivo Ricardo e Hélio Ratis, com ingressos a R$ 20 (inteira) e R$10 (meia).

Dia 11, às 19h30 no Cine Theatro, será a vez da atração mais inusitada da Beatle Week: o violeiro Renato Caetano faz um tributo bem à brasileira aos rapazes de Liverpool, com ingressos a R$ 20 ( inteira) e R$ 10 (meia). No Grande Teatro, às 21h, será a vez de Aggeu Marques e The Yesterdays. A programação completa pode ser conferida em www.facebook.com/bhbeatleweek . Entradas já estão à venda no site www.compreingressos.com  e nas bilheterias do Cine Theatro Brasil

 

 

ESTADO DE MINAS CULTURA

Topo

 

Porão do Rock 2015: festival anuncia novo palco e quatro novas atrações

Evento acontece no próximo sábado, 5, em Brasília

 

 

A organização do festival Porão do Rock anunciou nesta segunda, 30, que o evento ganhará mais um palco e quatro novas atrações. A ser sediado no estacionamento do Estádio Mané Garrincha, em Brasília, no dia 5 de dezembro, o festival terá quatro palcos, pelos quais serão dividas as mais de 20 atrações confirmadas.

O novo espaço, um caminhão que ficará instalado dentro da Praça de Esportes Radicais, será chamado de Made in Brazil. Assim que os portões da arena se abrirem, às 15h, a programação começará com shows de quatro bandas locais escolhidas nas três seletivas realizadas este ano para o festival.

Pela ordem da disputa, irão se apresentar Beer and Mess, Ingrena HC, Calvet e The Stucks. A partir das 17h, o mesmo palco será ocupado por MCs e DJs que comandarão um campeonato de skate até às 20h.

Os fãs que chegarem ao local entre 15h e 17h, de bicicleta, pagarão apenas R$ 10 pela entrada. A iniciativa faz parte da campanha Rock Dá Pedal, uma parceria entre a ONG Rodas da Paz e a organização do evento.

O festival ainda vai contar com a Carona Solidária, que dará estacionamento gratuito aos 50 primeiros que chegarem de carro com pelo menos quatro pessoas dentro. Além disso, haverá desconto no preço das cervejas e outras promoções e atividades.

Dentre os escalados para o line-up deste ano estão nomes como Os Paralamas do Sucesso, Raimundos, Capital Inicial e Plebe Rude. Os ingressos, que custam entre R$ 120 e R$ 40, podem ser adquiridos aqui.

 

Veja a programação completa do festival:

 

Palco Made In Brazil

15h – Beer and Mess

15h30 – Ingrena HC

16h – Calvet

16h30 – The Stucks

 

Palco UniCEUB

17h – Dependência Pulmonar

18h – Nenhuma Ilha

19h – Autoramas (RJ)

21h15 – Alf + convidados

22h45 – Os Paralamas do Sucesso (RJ)

0h50 – Dona Cislene

2h30 – Raimundos

 

Palco Vivo

17h30 – Alarmes

18h30 – Almirante Shiva

20h – Capital Inicial

22h10 – Etno

00h – Scalene

1h25 – Plebe Rude

 

Palco Souza Cruz

18h – Kankra

18h45 – Regicídio

19h30 – Filhos de Mengele

20h20 – DFC

21h25 – Galinha Preta

22h30 – Dark Avenger

23h50 – Angra (SP)

 

ROLLING STONE BRASIL

Topo

 

Animal Collective compartilha “Floridada”

Música é a primeira amostra do novo álbum “Painting With”.

 

 

O Animal Collective anunciou hoje o lançamento de seu mais novo trabalho, o álbum Painting With. O disco vem a tona apenas no dia 19 de fevereiro pelo selo Dominio, sucedendo o álbum Centipede Hz, lançado em 2012. Juntamente com o anuncio o grupo lançou a música “FloriDada”. Escute logo abaixo:

 

 

FELIPE MATHEUS LIMA – ATIVIDADE FM

Topo

 

By Paulão - (34) 9108-5957 paulao@confraria.net