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Música

 

11 MARÇO 2016

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A estrada da emancipação guia os passos da Montanas Trio Humberto Gessinger conta os detalhes da nova turnê
Smashing Pumpkins processará quem vazar antigas demos Chico Salem lança o clipe de “Obsessão”
Garbage anunciam sexto álbum Bratislava lança a inédita “Revida” com Luiza Lian
Maior exposição sobre os Beatles no mundo terá início em SPo Rock de Galpão: Show gratuito em Porto Alegre
Paulão Carvalho lança audiolivro no bar das Velhas Virgens Cheap Trick: confira o clipe de “When I Wake Up Tomorrow
Assista ao super metalinguístico “California Kids”, do Weezer Iggy Pop e Josh Homme tocam “Lust For Life” em show
10/03/16
Foals desacelera e faz chover em single inédito Wander Wildner realiza temporada de shows em Florianópolis
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01 a 04/03/2016

A estrada da emancipação guia os passos da banda Montanas Trio

Grupo comprou um carro e percorre o País com seu groove

 

 

Trazendo no nome a inspiração vinda de Tony Montana, o mafioso que ficou eternizado por Al Pacino em “Scarface”, o Montanas Trio é uma banda, digamos, “pura vida”. Largou tudo pela música e, após uma viagem ao Uruguai, comprou um carro para rodar o Brasil. Para quem pensa que isso é loucura, para eles é questão de foco, de emancipação, de coragem. Whatever! Essa liberdade é impagável para o trio, formado por Thiago Guglielmi (guitarra/vocais), Digu Hang (bateria/vocais) e Lucas Trabuco (baixo/vocais), e que faz um som na pegada groove/funk há 3 anos.

“Com o tempo ficou claro para nós que não é possível trabalhar com música autoral, se você tem um trabalho paralelo. A música, como qualquer outro serviço, exige tempo e dedicação. Trabalhar com música requer esforço e trabalho diário, precisa fazer uma baita correria para isso, ou ter grana pra pagar alguém que faça enquanto você fica dentro de um estúdio estudando”, afirma Hang.

A banda tem dois trabalhos lançados, o EP “A Primeira Vez” (2013) e o álbum “Emancipação” (2015), e conta com influências variadas, que vão das insanidades sonoras das estrelas gringas Jimi Hendrix e James Brown ao swing dos brazucas Russo Passapusso e Di Melo.

Além de se jogar pela estrada, o Montanas Trio costuma fazer apresentações na rua. “A experiência é recompensadora, a rua é o espaço mais livre possível para uma banda apresentar seu som. Pessoas de qualquer situação social podem ter acesso ao que você produz, do tiozinho catador de papelão ao engravatado”, se emociona o baterista.

No momento, a banda se prepara para fazer shows no Rio de Janeiro e trabalha na composição de seu terceiro disco. Confira o bate-papo com Digu Hang, do Montanas Trio:

 

Guitar Talks - Como, quando e onde a banda se formou? Por que Montanas Trio?

Digu Hang - A banda se formou em 2013, em um sarau público organizado pelos alunos da Universidade Estadual de Maringá. Lá, além de bandas da cena, também rolavam jams sessions com estudantes e pessoas da comunidade (como nós).

Em uma dessas jams nasceu a primeira formação do Montanas Trio.  O nome veio do personagem Tony Montana, interpretado por Al Pacino no clássico filme “Scarface”.

 

GT – Vocês têm o EP “A Primeira Vez” (2013) e o álbum “Emancipação” (2015). Qual é a diferença entre esses dois trabalhos.

O EP “A Primeira vez” foi gravado nos moldes clássicos de estúdio, tudo separado, com metrônomo, em sala de estúdio. Foi feito pelo Murillo Lugnani no Estudio Vox em Maringá-PR, o EP nos rendeu shows do Uruguai até o Rio de Janeiro. No disco “Emancipação”, a ideia foi experimentar outras formas e texturas de gravação, uma sonoridade mais orgânica. Para isso fomos até a Fazenda das Águas, em Santa Barbara do Monte Verde (MG).

Quem improvisou nas salas e fez a captação foi o Bruno dos Santos, da produtora Epinefrina. Lá experimentamos ambiências e gravamos todos juntos, sem metrônomo. É praticamente um disco ao vivo. Falando das letras, algumas foram feitas na mesma época que fizemos o EP, em uma imersão de vários dias em um sítio em Nova Aliança (PR). As outras foram compostas na estrada, um exemplo disso é a musica “Cumbia del Diablo”, composta em homenagem a cidade de Punta del Diablo, no Uruguai, onde visitamos e fizemos um som.

 

GT – Há algum plano de um novo álbum?

Já estamos na fase de composição do novo disco, temos algumas músicas adiantadas (inclusive lançamos um single ao vivo de uma delas: “Orgasmo Elétrico”).  Já estamos testando algumas dessas musicas novas em shows.

 

GT – A banda tem alguns shows feitos na rua durante esse tempo. Como é essa experiência?

A arte de rua corre nas veias da banda desde o inicio. Fizemos shows em praias, praças, calçadas e viadutos. A experiência é recompensadora, a rua é o espaço mais livre possível para uma banda apresentar seu som. Pessoas de qualquer situação social podem ter acesso ao que você produz, do tiozinho catador de papelão ao engravatado.

No nosso caso, temos conseguido agradar uma grande faixa etária, desde a criançada que dança loucamente nos funks, até senhores que apreciam um blues. Financeiramente também compensa, passando o chapéu e vendendo nossos discos conseguimos melhorar bastante nossa renda.

 

GT – Quais são as influências da banda?

São variadas, além dos óbvios Jimi Hendrix e James Brown que tem sua influência escancarada no som. Somos muito influenciados por nossos contemporâneos, bandas novas e bandas de amigos que fazem um baita som e uma correria inspiradora.

Nomes como Odradek, Radio Moscow, Russo Passapusso, Di Melo, Festim Circense, rapaz... tem muita coisa boa sendo produzida nesses últimos anos. É claro que a década de 70 também habita fortemente nossas playlists.

 

GT – O trio comprou um carro, largou emprego e aluguel, e saiu na estrada. Que loucura é essa (risos)?

O carro é mais novo do que o tempo que estamos viajando. Acredito que tudo começou com nossa viagem para o Uruguai, ainda antes de lançar o EP, que deu uma estimulada para que continuássemos esse projeto e ajudou a aprendermos a logística pra viver de música.

Com o tempo ficou claro para nós que não é possível trabalhar com música autoral, se você tem um trabalho paralelo. A música, como qualquer outro serviço, exige tempo e dedicação. Trabalhar com música requer esforço e trabalho diário, precisa fazer uma baita correria para isso, ou ter grana pra pagar alguém que faça enquanto você fica dentro de um estúdio estudando.

Se a banda não tem grana, o “faça você mesmo” é uma opção viável, existem muitos locais que abrem espaço para som autoral no pais e a RUA sempre estará lá para nos receber. Claro que o mais importante, caso não role uma grana pra assessoria, é que a banda seja boa, se a banda é uma merda só com grana mesmo.

 

GT – Onde a banda planeja chegar com essa viagem musical?

Pretendemos chegar ate o Nordeste este ano (convites são bem vindos). Começamos o ano em Santa Catarina e fizemos vários shows em São Paulo. Em março vamos para o Rio de Janeiro e assim por diante.

 

GT – Para encerrar, a última é apenas um salve para quem acompanha o site, para quem vai ler essa entrevista e para quem acompanha a trajetória do Montanas Trio.

 

Um salve aos que estão lendo, conhecendo pela primeira vez nosso trabalho. Esperamos que a nossa mensagem inspire a vida das pessoas, que possam entender que o mundo é bem grande e através da Emancipação da nossa vida podemos viver melhor, realizar nossos projetos e sonhos. É questão de coragem.

 

Ouço o EP “A Primeira Vez”:

 

FELIPE MADUREIRA – GUITAR TALKS

 

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Humberto Gessinger conta os detalhes da nova turnê

 

 

Humberto Gessinger divulgou um vídeo no YouTube contando os detalhes de sua nova turnê, "Louco Pra Ficar Legal", que irá rodar o país em 2016. O vídeo tem a direção de Daniel Dode e pós-produção de Post Frontier.

 

Confira a ficha técnica completa:

Direção: Daniel Dode

Fotografia: Lucas Cunha

Operador de Segunda Câmera: Alysson Bruno

Som Direto: Pedro Laborne

Maquiagem: Anaiara Vasconcelos

Motion Graphics: Zehh Castro

Montagem: Daniel Dode

Pós-produção: Post Frontier

Colour by Post Frontier

Gravado em Belo Horizonte, em dezembro de 2015.

 

Confira o vídeo abaixo:

 

 

ROCK GAÚCHO

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Smashing Pumpkins processará quem vazar antigas demos

 

 

 

Em nota, o Smashing Pumpkins divulgou que irá processar qualquer um que vazar antigas demos da banda na internet.

A banda, que originalmente era formada por Billy Corgan, James Iha, D’arcy Wretzky e Jimmy Chamberlin, afirma que uma fonte misteriosa vazou demos do álbum Mellon Collie and the Infinite Sadness gravadas em 1995, disco que se tornou o maior sucesso do grupo até então. As faixas em questão são One and Two (Penned by Iha) e The Tracer, extraída do EP Zero.

Enquanto isso, a banda confirmou que sairá em turnê acústica nos próximos meses.

O grupo fará shows pelos Estados Unidos entre março e abril e contará com a participação de Liz Phair, que abrirá as apresentações. Esses serão os primeiros shows de Liz pelos Estados Unidos em seis anos.

A turnê também contará com a participação do baterista Jimmy Chamberlin, que voltou para a banda no ano passado.

De acordo com o Pitchfork, assim que a turnê acabar, o Smashing Pumpkins voltará ao estúdio para a gravação de um novo álbum.

 

DROP MUSIC

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Chico Salem lança o clipe de “Obsessão”

 

 

Duas semanas após lançar o disco Maior ou Igual a Dois, o cantor e compositor Chico Salem liberou o vídeo da música “Obsessão (como uma canção)” em seu canal do YouTube. Parceria com Zeca Baleiro, a faixa traz a participação especial da cantora Luê. “A melodia que o Chico me  mandou remeteu imediatamente ao universo da canção romântica popular de  autores caros à minha memória afetiva e foi inspirado nessa memória que escrevi a letra”, conta Zeca Baleiro.

 

Show de lançamento do disco Maior ou Igual a Dois

No dia 17 de março, Chico Salem faz show de lançamento de Maior ou Igual a Dois no Centro Cultural Rio Verde, em São Paulo, e convida Edgard Scandurra e Karina Buhr para a ocasião. Tutu Moraes, da festa Santo Forte, assume a discotecagem da noite.

Serviço:

Chico Salem @ Centro Cultural Rio Verde

 Data: 17 de março, 22h

Endereço: R. Belmiro Braga, 181 - Vila Madalena

Ingressos: R$ 20,00 (lote antecipado) / R$ 25,00 (lista; email para: listachicosalem@gmail.com) / R$ 40,00 (na porta)

Classificação: 18 anos

 

 

DROP MUSIC

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Garbage anunciam sexto álbum

 

 

Os Garbage vão voltar a editar um álbum. O segundo desde um hiato de sete anos interrompido em 2012 com «Not Your Kind».

«Strange Little Birds» foi produzido pelo baterista Butch Vig e será editado a 10 de Junho. É o sexto álbum dos Garbage em 21 anos.

No ano passado, foi reeditado o longa-duração de estreia e ainda hoje o mais popular da banda. «Para mim, este disco, entre todos, é o mais parecido com o primeiro», revela a vocalista Shirley Manson em comunicado de apresentação.

«É como voltar ao espírito inicial que tínhamos. Em parte, é consequência da liberdade de não termos a quem responder...», justifica

 

As primeiras datas da digressão europeia não incluem Portugal. Alinhamento:

 

1. Sometimes

2. Empty

3. Blackout

4. If I Lost You

5. Night Drive Loneliness

6. Even Though Our Love Is Doomed

7. Magnetized

8. We Never Tell

9. So We Can Stay Alive

10. Teaching Little Fingers To Play

11. Amends 

 

DISCO DIGITAL (Portugal)

 

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Bratislava lança a inédita “Revida” com Luiza Lian

Banda ataca os olhos críticos a amamentação pública em música especial ao dia das mulheres.

 

 

 

Aproveitando o dia da mulher, na última terça, a banda paulista Bratislava resolveu trabalhar em uma música inédita que retrate um dos problemas que as mulheres vivem no mundo. A banda escreveu a música “Revida” apontando de volta os dedos que mães sofrem ao amamentar seus filhos em público.

A ideia nasceu através de um poema escrito pelo vocalista e líder Victor Meira. O passo seguinte foi arranjar e convidar a revelação musical Luiza Lian, que lançou seu disco de estreia no ano passado, para fazer uma participação providencial na canção.

A canção está disponível para streaming, acompanhado de um vídeo captado pela banda, Pedro Rizzi e Ian Fonseca.

 

Bratislava feat. Luiza Lian – Revida

 

 

MARCOS XI – ROCK IN PRESS

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Maior exposição sobre os Beatles no mundo terá início em São Paulo

Mostra fica na capital paulista entre agosto e novembro

 

 

Acalentando o coração dos fãs dos Beatles um dia após a morte do lendário produtor George Martin, que trabalhou na maioria dos discos do quarteto, foi confirmado que São Paulo receberá um presente ainda este ano.

Entre 20 de agosto e 8 de novembro, o estacionamento do Shopping Eldorado abrigará a maior exposição sobre a banda em todo o mundo, The Beatles Experience. Com realidade virtual, recriações em 3D e um leque de atrações, a experiência promete emocionar o público.

A mostra trará também a reconstrução do Cavern Club, pub onde o grupo se apresentou pela primeira vez e onde tocou em outras 292 ocasiões, dos estúdios Abbey Road, local da gravação de todos os seus álbuns, e de outros pontos marcantes na história do quarteto.

O All You Need Is Love, um dos principais covers dos Beatles, fará shows em cima de um prédio virtual, retratando o último show da banda em Londres, no dia 30 de janeiro de 1969, quando surpreenderam os passantes.

A exposição é idealizada pelo produtor brasileiro Carlos Gualberto, o Branco, que em 2013 sentiu a força popular do quarteto de Liverpool quando chamou o All You Need Is Love para o palco do Rock Street no Rock in Rio.

O sucesso foi tão grande que os rapazes foram convidados a se apresentar em todos os dias do festival. Tocado por uma inspiração, Branco se juntou ao também produtor Christian Tedesco e deu início ao que já é considerada a maior exposição sobre a obra conjunta de John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr.

Com o apoio do governo inglês, a mostra, que tem curadoria de Ricardo Alexandre, seguirá para outros países ao redor do mundo.

Os valores de ingressos e pontos de venda ainda não foram informados.

 

Assista ao vídeo de “Don´t Let Me Down” na icônica apresentação:

 

 

MARCOS FERREIRA – GUITAR TALKS

Colaboração: Sabrina da Cruz

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Rock de Galpão: Show gratuito em Porto Alegre

 

 

 

O Rock de Galpão, projeto que conta com o colunista da Guitar Player, Rafa Schuler, fará um show gratuito nesta quinta-feira (10), em Porto Alegre (RS). A apresentação ocorre a partir das 19h, na loja Openstage (Rua Otto Niemeyer, 2415). No repertório, canções famosas do regionalismo gaúcho, em versões roqueiras. 

 

 

GUILHERME ZANINI – GUITAR PLAYER

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Paulão Carvalho lança audiolivro no bar das Velhas Virgens

 

 

Lançado em 2012, o livro "Loucuras do Rock - 191 Histórias Reais... e Absurdas", de Paulão Carvalho, integrante da banda Velhas Virgens, acaba de ganhar uma versão em audiolivro, pela Tocalivros.

A gravação, cuja duração é de 2h50min, foi feita pelo próprio Paulão, o que eventualmente torna as histórias mais engraçadas. O livro em versão acústica sai em dois formatos: CD e digital, com aplicativo para iOS, Android e Windows. O preço sugerido de R$ 18,90.

Na obra, Paulão de Carvalho reuniu diversas curiosidade do rock, desde histórias de bastidores até maluquices de rockstars excêntricos. Tem a história do fã que botou fogo no estúdio em que o Deep Purple gravava e deu origem à música "Smoke on the Water" e tem as experiências de Angus Young, do AC/DC, que, antes de chegar a sua clássica vestimenta de estudante, se fantasiou de Homem-Aranha, Zorro, Gorila e Super-Homem.

 

Rita Lee, Legião Urbana, Capital Inicial, Beatles, Led Zeppelin e Ozzy Osbourne são outros artistas que tem histórias contadas em "Loucuras do Rock - 191 Histórias Reais... e Absurdas".

Paulão e as Velhas estarão presentes na festa de lançamento do audiolivro, que acontece hoje, 10 de março, no Velhas Virgens Rockin' Beer (Rua do Horto, 594, São Paulo), a partir das 19h00.

 

LIZANDRA PRONIN – TERRITÓRIO DA MÚSICA

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Cheap Trick: confira o clipe de “When I Wake Up Tomorrow"

 

 

O Cheap Trick divulgou mais um clipe de seu próximo disco. No player a seguir, você confere o vídeo de ‘When I Wake Up Tomorrow’. A canção antecipa o lançamento do álbum ‘Bang, Zoom, Crazy…Hello’, que chega às lojas no dia 1° de abril. 

 

 

GUILHERME ZANINI – GUITAR PLAYER

 

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Assista ao super metalinguístico “California Kids”, novo clipe do Weezer

Rivers Cuomo volta no tempo por meio dos próprios vídeos e ainda encontra o meme do momento

 

 

Rivers Cuomo, vocalista do Weezer, encara uma jornada maluca e cheia de reviravoltas através do histórico recente de vídeos da banda em "California Kids", o mais novo clipe ligado ao próximo disco da banda.

Cuomo começa andando no mesmo café do lyric vídeo de "Thank God for Girls". Em seguida, é a vez de passar pela mesma praia de "L.A. Girlz" e encontrar o garoto que interpreta uma versão dele no vídeo da música. Depois, ainda há uma referência ao vídeo viral "Damn, Daniel" (veja abaixo).

 

 

O mais novo trabalho do Weezer, que tem sido chamado de White Album, chega ao mercado no dia 1 de abril.

 

 

ROLLING STONE EUA

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Iggy Pop e Josh Homme tocam “Lust For Life” em show de aquecimento para turnê

Dupla viajará nos Estados Unidos e Europa apresentando o álbum em parceria Post Pop Depression

 

 

A mais recente grande parceria do rock, Iggy Pop e Josh Homme, lançará o disco Post Pop Depression no próximo dia 18 de março. Com Matt Helders, do Arctic Monkeys, e Dean Fertita, de Queens of the Stone Age e Dead Weather, eles sairão em turnê em seguida, tocando nos Estados Unidos e na Europa até maio.

O primeiro show da excursão só acontece no dia 28 de março, em Seattle, mas Pop e Homme irão antes a Austin, no Texas, para gravar um episódio da série Austin City Limits. Na última quarta, 9, entretanto, eles subiram ao palco do Teragram Ballroom, em Los Angeles, e fizeram um show surpresa como aquecimento para a turnê.

Em vídeo feito por um fã – e divulgado pelo Stereogum –, a dupla aparece tocando “Lust For Life”, clássica faixa dos anos 1970, uma das mais conhecidas do cancioneiro de Iggy Pop. A performance traz ele comandando os vocais com vitalidade (apesar da idade) e Homme tocando guitarra e fazendo os backing vocals em falsete nos refrães.

 

Assista à performance abaixo.

 

 

Recentemente, Pop revelou “Sunday”, outra faixa de Post Pop Depression. A música sucede os dois singles do álbum já revelados, “Gardenia” e “Break Into Your Heart”.

“Propus a ele com uma mensagem no celular”, disse Pop, em entrevista recente ao programa de TV norte-americano Late Show with Stephen Colbert, explicando como chegou até Homme. “Eu disse: ‘Talvez pudéssemos compor algo e gravar, sabe?’.”

Com capa e tracklist (abaixo) já revelados, Post Pop Depression tem nove faixas e sai oficialmente no próximo dia 18 de março, pelo selo Loma Vista. Bancado com dinheiro próprio de Pop e Homme (que sairão em turnê com o álbum), o disco também conta com Matt Helders, do Arctic Monkeys, na bateria, e Dean Fertita, integrante de Queens of the Stone Age e Dead Weather, tocando guitarra e teclado.

 

 

 

Tracklist de Post Pop Depression

“Break Into Your Heart”

“Gardenia”

“American Valhalla”

“In the Lobby”

“Sunday”

“Vulture”

“German Days”

“Chocolate Drops”

“Paraguay”

 

ROLLING STONE BRASIL

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10/03/16

Foals desacelera e faz chover em single inédito

 

 

 

O Record Store Day é daqui um mês, mas já começaram a aparecer materiais que serão lançados em 16 de abril. A banda inglesa Foals vai lançar um single com a inédita “Rain” e uma cover de “Daffodils” como lado-b. A canção original é fruto da parceria entre Kevin Parker, do Tame Impala, com o produtor/músico Mark Ronson.

A viajada “Rain” foi gravada pela banda inglesa durante as sessions para o discão “What Went Down”, lançado ano passado. A canção foge um pouco da pegada do álbum, talvez isso explique o fato dela ter sido inicialmente descartada.

O Foals tem visita agendada para o Brasil em outubro, depois de dois adiamentos. A banda se apresenta em São Paulo, no mês de outubro. “The city can’t wait”, como canta o Yannis nesse novo single.

 

 

LÚCIO RIBEIRO – POPLOAD

 

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Wander Wildner realiza temporada de shows em Florianópolis

 

 

Durante as quintas-feiras de março (dias 10, 17, 24 e 31), sempre a partir das 22hs, Wander Wildner apresentará seus grandes sucessos no General Lee (Cônego Bernardo, 101 - Trindade), em Florianópolis/SC. Entrada no valor de R$ 20,00 na hora.

 

ROCK GAÚCHO

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Domingo no Parque homenageia Júpiter Maçã no próximo dia 13

 

 

Para celebrar o intergaláctico – e juvenil – legado deste que é um dos mestres absolutos da psicodelia verde-amarela (autor de hits, entre tantos, como "Lobo da Estepe", "Tá na Lona", "Lugar do Caralho", "Beatle George", "As Tortas e as Cucas" e "A Marchinha Psicótica de Dr. Soup"), de todos os tempos, foi escalado um estelar time de artistas que irá homenageá-lo no Domingo no Parque do próximo dia 13 de março.

À convite da banda Império da Lã, liderada por Carlinhos Carneiro, teremos um incrível time de convidados no palco: Bidê ou Balde, Bibiana Graef, "Cabelo" Lucas Hanke, Clayton Martin, Cokeyne Bluesman, Duda Calvin, Edgard Scandurra, Frank Jorge, Gabriel Guedes, Gerenal BoniMores, Joana Ceccato, Julio Cascaes, Luciano Albo, Lucio Vassarath, Marcelo Gross, Marcio Petracco, Nei Van Sória, Rafael Malenotti, Roberto Panarotto, Silvia Tape, Tchê Gomes, Wander Wildner.

 

SERVIÇO:

DOMINGO NO PARQUE - IMPÉRIO DA LÃ APRESENTA: A EFERVESCENTE MENTE DE JÚPITER MAÇÃ

Dia 13 de março - Domingo, às 16h

Oi Araújo Vianna (Av. Osvaldo Aranha, 685 – Porto Alegre)

www.oiaraujovianna.com.br

 

ENTRADA FRANCA MEDIANTE APRESENTAÇÃO DE INGRESSOS

A distribuição das entradas é limitada à capacidade do auditório

 

PONTOS DE RETIRADA DE INGRESSOS

Nas lojas Oi - a partir de quinta-feira, dia 10 de março, às 14h.

Shopping Total (Av. Cristóvão Colombo, 545)

Andradas (Rua dos Andradas, 1432 ou 1237)

Shopping Iguatemi (Av. João Wallig, 1800)

Shopping Praia de Belas (Av. Praia de Belas, 1181)

 

Na bilheteria do Auditório Araújo Vianna (somente no domingo, dia 13 de março, a partir das 15h)

Av. Osvaldo Aranha, 685

 

Cada pessoa pode retirar no máximo dois ingressos.

 

ROCK GAÚCHO

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Inker lança álbum do Nada Surf no Brasil

 

 

 

Com cinco álbuns gravados em dez anos e extensas turnês para cada um deles, o Nada Surf - formado por Matthew Caws (vocal/guitarra), Daniel Lorca (baixo), Ira Elliot (bateria) e Doug Gillard (guitarrista e mais recente membro oficial) - optou por um breve e merecido hiato após a turnê do do disco The Stars Are Indifferent to Astronomy, lançado em 2012.

 Em Janeiro de 2015, quando o vocalista anunciou pelo Facebook que um novo álbum estava praticamente finalizado, os fãs comemoraram freneticamente. As músicas estavam prontas, de acordo com o anúncio, e tudo o que faltava para terminar o registro eram algumas letras e a gravação dos vocais, que Caws planejava fazer durante os seus dias de folga.

 "Eu estava tão ansioso por fazer um novo álbum, que eu já sabia como ele seria", lembra o músico. "Mas a melhor coisa sobre acabar algo é que você pode tomar um fôlego e avaliar, já que a pressão para 'fazer' se foi. Quanto mais eu ouvia e pensava no disco, mais eu percebia que eu poderia continuar trabalhando nele. Além disso, eu tinha enviado as faixas para o Josh, meu amigo que dirige a Barsuk Records, selo com o qual trabalhamos desde 2002, e ele disse 'É ótimo', seguido de uma pausa. Entendi a mensagem. Não tomei isso como uma crítica, mas sim como uma dica de que eu poderia fazer melhor. Foi muito libertador", Caws continua. "Já havia um monte de músicas prontas que todos nós gostávamos, então eu tinha que pensar mais a fundo sobre o que o álbum poderia ser."

 O instinto de Matthew, que o mandava dar ouvidos à sua "voz editorial interior", se provou acertado: ele tirou algumas músicas, mexeu em outras e escreveu mais algumas, que "são definitivamente diferentes de tudo o que fizemos antes", diz ele. "Believe You're Mine" foi rearranjada e acelerada, enquanto "Cold To See Clear" - originalmente escrita para uma colaboração com Michael Lerner, do Telekinesis - ganhou um ajuste melhor.

 Pouco antes de começar You Know Who You Are, Caws voou para Los Angeles para escrever com Dan Wilson, que - além de seu sucesso com Semisonic - ganhou dois Grammys pelas músicas em parceria com Adele e Dixie Chicks. O plano não era escrever para um projeto em particular, mas ver o que acontecia. Do encontro nasceram "Rushing" e "Victory's Yours", que, com a aprovação de Wilson, entraram na tracklist do novo álbum. Quando a banda voltou para Hoboken para outra rodada de sessões com o produtor e guitarrista Tom Beaujour (Jennifer O'Connor, Amy Bezunartea), as músicas foram finalizadas.

 

 

E eis que, o que teria sido mais um ótimo álbum do Nada Surf (o sétimo, desde que assinaram com uma grande gravadora nos anos 90 e emplacaram o hit "Popular") tornou-se talvez o mais representativo da carreira de duas décadas do grupo e, ao mesmo tempo, um ótimo empurrão para o que vier a seguir. O grupo, que sempre teve uma incrível potência e surpreendente confiança ao vivo, vem ganhando, a cada lançamento, a disciplina e finesse necessárias para se reinventar. Em cada uma das 10 faixas do álbum, estão capturadas todas as amadas facetas da banda, mas You Know Who You Are também oferece algo além de tudo o que o grupo já lançou. "Animal" é uma canção de amor existencial, enquanto "Gold Sounds" consegue equilibrar-se perfeitamente entre Krautrock e folk-rock.

 A última faixa nasceu em uma fila do South By Southwest, enquanto Caws trocava ideia com um dos frequentadores do festival, que era, na verdade, o gerente geral da rádio independente KDHX de St. Louis. Matthew estava acompanhado de Louie Lino, que tocava teclado e ocasionalmente mixava algumas músicas para o grupo. "Talvez devêssemos fazer um Jingle pra você", ele sugeriu. A resposta foi rápida: “Se vocês fizerem, vamos tocá-lo pra caralho”.

Incapaz de resistir ao desafio, a dupla criou uma canção-tema clássica para o "Gold Soundz", um programa semanal da KDHX dirigido por Chris Bay. A música entrou para os ensaios e o jingle de 30 segundos virou uma faixa, em grande parte, graças às batidas hipnóticas do Elliot e a mágica do Gillard. "Eu ainda não entendo como ele fez isso", diz Caws. "É como se fossem flautas tocadas por unicórnios". "Gold Sounds" é o lembrete ideal de que Matthew pode até ser o frontman, mas o Nada Surf é - e sempre foi - uma banda.

 "Eu posso até escrever as músicas," Caws diz, "mas nós as montamos em conjunto."

 Muitos elementos dessa nova diversidade sonora vieram graças à presença cada vez mais frequente de Gillard (ex-Guided By Voices), em turnê com o Nada Surf desde 2010, mas recentemente transformado no quarto membro oficial. Desta vez, envolvido desde os primeiros momentos, Doug acrescentou peso, brilho e complexidade às já ricas melodias de Caws.

 Após algum tempo sem escrever, Caws voltou mais disposto do que nunca para seguir, aonde quer que seu instinto o leve. Nada Surf está perseguindo os seus próprios mundos e uma maior ligação com os fãs. "Às vezes parece que, para o nosso público, pelo menos, somos duas ou três bandas diferentes de uma só vez", conclui. "Enquanto uns estão à procura de canções de amor, outros querem apenas dançar."

 

DROP MUSIC

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Ouça o álbum de estréia da banda Mirant

 

 

A banda paulista Mirant acaba de disponibilizar o seu EP de estreia, “Ao Meu Redor”, em diversas plataformas de streaming. O trabalho, que foi lançado inicialmente no site oficial , chega agora aos principais aplicativos de música como Spotify, Deezer e Google Play. O objetivo é de levar a música da Mirant a mais pessoas e, assim, alcançar um novo público.

Com cinco faixas, o EP “Ao Meu Redor” representa não só o início de uma caminhada musical, mas também contempla tudo o que está acontecendo na vida dos integrantes: "É um nome que expressa o desejo de conseguirmos ver de cima de toda essa história, toda trajetória e mirar que muita coisa boa ainda pode acontecer. O EP conta muitas histórias e transmite mensagens do lado bom que você pode tirar das situações pesadas", define Sérgio Viríssimo, vocal e guitarra da Mirant.

 

 

DROP MUSIC

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Pearl Jam vão começar a gravar novo álbum após o verão

 

 

 

Os Pearl Jam vão começar a gravar um novo álbum após a digressão que começa em Abril e termina em Agosto.

A garantia é do baixista Jeff Ament em entrevista à Popmatters. A banda «vai tentar voltar a estúdio e experimentar um pouco», diz.

«Toda a gente está pronta para o desafio e toda a gente está pronta para fazer algo diferente», assegura. «Talvez os últimos discos tenham vindo a tentar uma fórmula diferente (...) Sente-se que há inspiração, como se as pessoas estivessem inspiradas agora. É excitante», diz.

 O mais recente álbum dos Pearl Jam foi «Lightning Bolt» de 2013. Em 2016, os Pearl Jam comemoram 25 anos mas o músico alerta que as comemorações não terão a magnitude do vigésimo aniversário quando foi estreado o filme «PJ 20» de Cameron Crowe.

«Parece que ainda foi ontem», justifica.

 

DISCO DIGITAL (Portugal)

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Vanguart anuncia DVD e lança vídeo de Pra Onde Eu Devo Ir

Muito Mais Que o Amor - Ao Vivo é o segundo DVD do Vanguart e sai em abril.

 

 

A trupe de Hélio Flanders está com novidades: Vem aí o mais novo DVD ao vivo do Vanguart. Gravado ao vivo em 2015 no Centro Cultural São Paulo, o registro coloca a banda no meio do público, num esquema sem frente de palco e onde para qualquer lado que se olhe há gente.

 

O anuncio foi feito junto ao lançamento de “Pra Onde Eu Devo ir”, primeira amostra do disco. O DVD se chamará Muito Mais que o Amor – Ao Vivo, celebrando o último disco do quinteto cuiabano lançado em 2013 pela gravadora carioca Deck. O lançamento chega as lojas em abril, contendo dezenove músicas e direção de Ricardo Spencer.

 

Além disso, a banda disponibilizou a capa e um teaser do novo dvd.

 

Vanguart – Pra Onde Eu Devo Ir

 

 

 

Vanguart – Muito Mais Que o Amor Ao Vivo (Teaser)

 

 

MARCOS XI – ROCK IN PRESS

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Napalm Death: assista ao clipe de “Dear Slum Landlord”

 

 

O Napalm Death revelou recentemente seu mais recente clipe, o de ‘Dear Slum Landlord’ - assista logo a seguir. A música foi extraída do álbum ‘Apex Predator – Easy Meat’, lançado no ano passado.

 

 

GUILHERM ZANINI – GUITAR PLAYER

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09/03/16

Lollapalooza: “Está rolando uma renovação no movimento”, dizem Supercombo e Versalle

 

 

 

Eles já se apresentaram para milhares de pessoas pela TV, mas nada os deixa mais nervosos do que subir ao palco do Lollapalooza Brasil, que rola nos dias 12 e 13 no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Para quem não sabe, Versalle, de Porto Velho, e Supercombo, de Vitória , duas novas apostas do rock nacional e atrações do festival, ampliaram sua fama por terem participado da segunda temporada do reality show Superstar, da Rede Globo.

Alçados a serem a ‘nova cara’ do rock brasileiro, o Virgula conversou com as duas bandas para saber como lidam com essa responsa e como estão se preparando para ganhar o público do Lollapalooza. “Ficamos muito honrados quando somos colocados na condição de representantes do novo rock nacional, e isso nos faz acreditar que estamos no caminho certo.”, diz Rômulo Pacífic, do Versalle. “Estamos vivendo em um momento muito bom para o rock no Brasil. Sinto que está rolando uma ressurgida, uma renovação no movimento, e fazemos parte disso, conta Leonardo Ramos, do Supercombo.

Sobre fazer parte do line up do Lolla, os músicos não escondem a empolgação: “Esse show com certeza será o mais importante da nossa carreira até o momento”, revela Rômulo. Leonardo também é adepto dessa visão: “Tocar no Lollapalooza é uma honra e uma grande responsabilidade pra uma banda brasileira. É uma vitrine que proporciona uma visibilidade nacional e internacional. Estarmos presentes no Lollapalooza é uma vitória do nosso trabalho”.

 

 

Segundo os integrantes, é no palco do festival que vão mostrar a que vieram. “Estamos preparando um show bem especial. Será a primeira vez em que vamos apresentar o show da turnê de divulgação do álbum Distante Em Algum Lugar”, revelou Rômulo, do Versalle. Já na apresentação do Supercombo vai rolar até uma surpresa, adianta Leonardo: “Vai ter uma participação bem maneira. Só não posso falar porque é segredo. Também pretendemos tocar um single novo, mas não é 100% certeza ainda”.

Das atrações gringas, Rômulo está empolgado para assistir aos shows de Alabama Shakes, Tame Impala, Noel Gallagher e Albert Hammond Jr. Leonardo vai aproveitar para ver Mumford & Sons, Florence + The Machine e principalmente The Joy Formidable.

 

 

Para o futuro, o Supercombo prepara o lançamento do novo álbum após a passagem pelo Lolla e procura maior inteiração entres bandas para fortalecer a cena. O Versalle acabou de lançar o clipe Mente Cheia, e continuará na divulgação do novo trabalho.

“Tem muita banda de qualidade na batalha, pelos quatro cantos do país. Cabe ao público apoiar e fomentar essa cena para que o rock volte a ocupar o espaço que merece na música nacional, e cabe aos distribuidores de música e aos meios de comunicação oferecer condições para que o público tenha acesso a essas bandas e artistas.”, Rômulo dá a letra para o caminho certo.

Os ingressos para o Lollapalooza estão à venda pelo site do festival.

 

ITAICI BRUNETTI – VIRGULA UOL

 

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Yngwie Malmsteen: confirmados três shows no Brasil

 

 

 

Yngwie Malmsteen volta ao Brasil para fazer três shows em maio. Até o momento, foram confirmadas apresentações do virtuose em Curitiba/PR (23/05, Espaço Cult), Rio de Janeiro/RJ (25/05, Imperator) São Paulo/SP (26/05, Carioca Club). A última passagem do guitarrista sueco pelo país foi em 2015, durante o festival Monsters of Rock.

 

GUILHERME ZANINI – GUITAR PLAYER

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Jornalista lança livro contando a história do rockabilly no Brasil

 

 

O jornalista gaúcho Eduardo Molinar está lançando o livro ‘Rockabilly Brasil’, que, como o nome já sugere, conta a história do rockabilly no país. A obra é resultado de uma longa pesquisa do autor, que conversou com inúmeros personagens responsáveis pela expansão do gênero. Dentre os depoimentos, estão nome fundamentais, como Ronnie Weiser, o homem que popularizou a expressão “rockabilly”. Interessados podem acompanhar a página do livro no Facebook.

 

GUILHERME ZANINI – GUITAR PLAYER

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Banda The Cross retorna após vinte anos e resgata suas origens em novo ep

 

 

Eu ouvi muito falar dos baianos The Cross no inicio dos anos noventa, época em que o death e o doom metal gozava de bastante popularidade na cena metálica mundo afora.

A demo-tape “The Fall'' (1993) era uma daquelas raridades que somente os mais “true'' possuíam e tinham o maior cuidado para não passar aos considerados 'falsos' e 'posers' (hoje em dia esse tipo de atitude pode parecer infantil, mas na época os “fodões'' do underground levavam muito a sério).

Infelizmente a banda acabou em seguida, mas retornou pra valer em 2014, cerca de vinte anos depois.

O resultado desta reunião é o ep “Flames Through Priests'', lançado em 2015, que conta com duas músicas inéditas: “Cursed Priest'' e Sweet Tragedy''; além das três da conhecida demo “The Fall'': “Flames Of Deceit'', “The Fall'' e “Scars Of An Illusion''.

Na faixa “Cursed Priest'' dá pra sacar que o grupo manteve a atmosfera obscura do gênero e remete bastante a nomes como My Dying Bride e principalmente o Katatonia dos primeiros trabalhos.

Em “Sweet Tragedy'', a influência do Katatonia é ainda mais latente e essa música poderia ter feito parte do clássico “Dance of December Souls'' bem facinho.

 

A produção ficou boa, mas espero sinceramente que o The Cross tenha retornado para ficar e lancem um álbum completo em breve.

 

Discografia: Demo-ensaio (demo, 1992), The Fall (demo-tape, 1993), Flames Through Priests (ep, 2015)

 

Facebook: https://www.facebook.com/thecrossdoom

 

Quer aprender tocar guitarra? Tenha aulas com Marcio Sanches, um dos guitarristas mais renomados de São Paulo!

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Cel: 11 95911-5210 (TIM)

E-Mail: ms.marcio@uol.com.br

 

JULIO FERIATO – HEAVY NATION

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Therapy?: Passado e presente se misturam em novo videoclipe

 

  

Capa do novo EP do Therapy?

 

O Therapy? está com um EP prestes a ser lançado. E a faixa que dá título ao trabalho - "Tides" - ganhou um videoclipe em que o passado e o presente se misturam. Você assiste o vídeo no final desta nota.

Além da faixa-título, o EP que chega às lojas no dia 15 de abril traz um repertório que se completa com as seguintes faixas: "Smile Or Die", "Slippies" e "Insecurity", um remix eletrônico assinado por Pitchphase.

 

A faixa e o vídeo

 

O que influenciou a banda a escrever a faixa "Tides" foi o mar e experiências pessoais. Pelo menos é o que conta o vocalista e guitarrista Andy Cairns: "Quando eu morava em Dun Laoghaire, na Irlanda, vivia perto do porto e em algumas noites que eu passava em claro eu tentava tirar inspiração para músicas e acabava descendo até o pier apenas para olhar as ondas. Depois descobri que Samuel Beckett costumava se influenciar bastante por algo assim. Peguei aquele ponto baixo da minha vida e a maneira como eu lidei para sair daquilo como inspiração".

"Originalmente, 'Tides' foi escrita meio como 'Die Laughing' ou 'Nowhere off Troublegum', com uma pegada Husker Du no refrão, mas nós incluimos umas influências de bandas como My Bloody Valentine na parte das guitarras distorcidas", completou o músico, no texto que acompanha o videoclipe da faixa "Tides".

O vídeo traz uma narrativa não linear e mostra a história de um velho que acorda na praia, perto de um porto. Ao seu lado há uma fita cassete na qual se lê "Yesterday?" e um gravador. Daí em diante, a história se desenrola enquanto o personagem tenta evitar ou reescrever seu futuro.

 

 

O mais recente disco do Therapy? foi "Disquiet", lançado no primeiro semestre do ano passado.

 

LIZANDRA PRONIN – TERRITÓRIO DA MÚSICA

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Melvins tem dois discos a caminho: "Three Men and a Baby" e "Basses Loaded"

 

 

 

Tem álbum novo do Melvins chegando. E não é apenas um, são dois. O primeiro é "Three Men and a Baby", que chega às lojas no começo de abril. Depois, em junho, tem outro lançamento de Buzz Osborne e Dale Crover, "Basses Loaded".

 

Três homens e um bebê

Era para ter saído há 16 anos. "Three Men and a Baby" é fruto da parceria entre o Melvins e Mike Kunka (baixo e voz do godheadSilo) e a maior parte de seu material foi gravada em 1999. Mas só agora, em 2015, os músicos voltaram a se reunir e o disco foi finalizado. Além de Buzz Osborne e Mike Kunka, a banda se completa com Dale Crover (bateria) e Kevin Rutmanis (baixo).

 

"Three Men and a Baby" tem 12 faixas (listadas mais abaixo) e chega aos fãs no dia 01 de abril, pelo selo Sub Pop. Ouça a faixa "Limited Teeth":

 

LIZANDRA PRONIN – TERRITÓRIO DA MÚSICA

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Raça prepara lançamento de "Saboroso" e disponibiliza duas músicas na internet

Álbum estará à venda em show na Bolovo, em SP, dia 12 de Março

 

 

 

O Raça é um grupo que já falamos bastante por aqui e é formado por gente bem jovem, mas que já tá na cena produzindo há um tempinho. Popoto Martins Ferreira (voz/guitarra), Lucas Tamashiro (guitarra), Novato Calmon (voz/baixo) e Thiago Barros (bateria) começaram a colar nos rolês de bandas como Gigante Animal e Rancore numa época em que esses grupos buscavam novos ângulos, se distanciando da sonoridade hardcore.

Na ativa desde 2012, o quarteto paulista tem na bagagem o debut album “Deu Branco” (2014) e agora vem com o segundo disco, “Saboroso”, que será  lançado pelo selo Freak (do pessoal da banda Mel Azul). O álbum físico, que é feito manualmente um a um, já estará à venda no próximo show da banda na Bolovo, em São Paulo, dia 12 de março. As 10 músicas vão constar na internet no dia 21.

“O disco físico conta com as letras impressas juntas a pequenas ilustrações. O encarte é artesanal, com relevo, glitter na capa e é embalado por um ziplock, tipo um lanchinho”, detalha Popoto. “Saboroso” foi gravado no estúdio Family Mob, por meio do projeto Converse Rubber Tracks. O músico e produtor Jean Dolabella e o técnico de som Hugo Silva assinam a captação.

as vozes e instrumentos adicionais foram gravados no estúdio Malakias pelo músico e produtor Guilherme Chiappeta (África Lá em Casa), que também fez o trabalho de mixagem. A masterização é de Enrico Minelli, coprodutor do álbum.

O nome do novo disco, segundo Popoto, carrega o clima nostálgico da narrativa das letras, lembrando da época em que se tinha tempo de tomar café da manhã ou comer um lanche no intervalo do colégio. “Não é o sabor em si que importa, é o tempo que você pode aproveitar algo saboroso”, completa o músico.

Enquanto Saboroso não saí, os fãs do Raça podem ter um “gostinho” do está por vir em “Dez” e “Garras”, as duas faixas que a banda disponibilizou ao público. A primeira é uma das duas composições do baixista e vocalista Novato que estão no disco.

“Fizemos o arranjo juntos em estúdio e a letra já estava na ponta da língua do Novato. Normalmente quem escreve é quem canta”, explica Popoto. “Garras foi um exercício diferente em relação à composição, me coloquei na pele de um grande amigo meu e escrevi. A música deve ser a mais agressiva do disco”, revela o artista.

 

Agora ouça as faixas inéditas “Dez”:

 

 
 

E "Garras":

 

 

FELIPE MADUREIRA – GUITAR TALKS

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Febre na década de 1980, as fitas cassete voltam renovadas e ganham fábrica em São Paulo

Estúdio também vai oferecer um formato de masterização específico

 

 

TAPE MACHINE. Fernando e Luis farão 100 fitas por hora

 

Renan Siqueira, 37, limpa com carinho sua coleção de fitas cassete. São mais de 100, segundo a última contagem feita por ele há mais ou menos duas semanas. No canto do brechó onde trabalha, na Galeria Nova Barão, no centro de São Paulo, o vendedor esconde algumas raridades, como uma demo da extinta banda de rock brasiliense Little Quail. Gravado no início dos anos 1990, o pequeno artefato é considerado uma relíquia. “Não tinha dinheiro para comprar vinil. Era muito caro. Eu pedia para meus amigos gravarem as coisas.

Ficava horas ouvindo rádio com a fita já colocada e os dedos no botão ‘rec’. Foi um método alternativo e mais barato de consumir música”, diz. Empolgado, Renan exibe com orgulho o chiado de En BsAs, do Ratos de Porão. “Tá ouvindo isso aqui, cara? Essa é a graça da fita. Um som analógico e natural. Condiz muito com o gênero que gosto de ouvir, o punk rock. Só escuto música em vinil ou fita.

Nada digital”, conclui.

A alguns quilômetros dali, na Rua Treze de Maio, no Bixiga, o estúdio FlapC4 se prepara para atender a demanda de fãs como Renan.

Fernando Lauletta e Luis Lopes devem inaugurar até a metade deste ano a primeira fábrica de fitas cassete do Brasil. Os sócios adquiriram recentemente a copiadora de cassetes da empresa norte-americana Kaba Research & Development. A máquina é capaz de gravar 100 fitas por hora em altíssima qualidade. O estúdio também vai oferecer um formato de masterização específico para as fitas cassete. “Digamos que a gente tenha um conceito diferente. Somos apaixonados por coisas antigas. Todos os equipamentos daqui pertencem às décadas de 50, 60, 70 e 80. Conseguimos juntar uma coleção considerável, buscando relíquias esquecidas por outros estúdios que fecharam ou se modernizaram. A gente já chegou a mandar coisa para fora do País para ser restaurada. O duplicador de cassetes é o nosso novo projeto”, afirma Luis Lopes.

Apesar das fitas cassete ainda terem uma legião de adeptos pelo Brasil, os sócios, no entanto, não acreditam que este eixo possa ter a mesma evolução recente do mercado de vinil, que, entre abril e julho de 2016, terá uma nova fábrica inaugurada na Barra Funda, zona oeste da capital paulista. “Infelizmente, não vejo uma onda de crescimento tão grande como a do vinil. Não dá para competir. Todavia, enxergo um mercado com muitas possibilidades, já que o custo do bolachão ainda é muito alto para o fã. Às vezes, entretanto, ele só quer comprar um item exclusivo do seu artista favorito. O cassete cabe bem melhor no bolso”, ressalta Fernando Lauletta.

Com uma grande lista de espera de bandas que querem gravar no formato, Laulett não concorda que o cassete tenha uma qualidade baixa, se comparado ao vinil, o CD e outras mídias digitais. Para ele, cuidados específicos com a fita e um player de qualidade fazem toda a diferença na hora de reproduzir os famosos lado A e B. “Uma fita cassete bem gravada e conservada pode, sim, ser melhor que um CD.

Um player muito bom como os Nakamichi (cassete player japonês de alta fidelidade) também ajuda. É senso comum dizer que a fita cassete está ultrapassada”, crava.

A origem. As fitas cassete surgiram em 1963, com a Philips, para que finalmente a reprodução de música pudesse ser portátil. A tecnologia em um corpo plástico surgiu como alternativa aos pesados discos de vinil, que até então dominavam o mercado. A fita permitia, em média, 30 minutos de música de cada lado. A qualidade do som, no entanto, não era das melhores e, caso o usuário quisesse ouvir novamente, deveria rebobiná-la.

O mecanismo, no entanto, facilitou o processo de gravação de músicas das rádios e permitiu que bandas de garagem pudessem registrar suas próprias composições. A tecnologia tornou-se popular na Europa e nos Estados Unidos apenas na década de 1980, com a criação do walkman. Na mesma época, a fita virou febre no Brasil.

Na década de 1990, no entanto, o dispositivo que facilitou a vida dos amantes de música e que fez com o que aparelhos de walkman virassem sonho de consumo foi caindo em desuso, com a chegada dos discos compactos. Inventados em 1979, os CDs conseguiam

armazenar 700 MB de dados e permitiam mudar as faixas rapidamente. Além disso, o CD tinha maior vida útil, já que as fitas magnéticas eram facilmente corrompidas pelas altas temperaturas. Com a chegada dos computadores e do rápido avanço da internet, o

MP3, formato de áudio digital comprimido, ganhou força, aniquilando qualquer perspectiva saudosista em relação à fita cassete.

 

Onde ouvir isso?

Uma breve pesquisa pela internet mostra alguns aparelhos portáteis, no estilo walkman, por valores que vão de R$ 25 a R$ 80. Um tocafitas clássico chega a R$ 180. Mais ou menos o valor de um conversor USB/cassete.

Bandas nacionais e gringas aderem à 'moda vintage'

Embora as fitas cassete não sejam reconhecidas pela qualidade sonora, como é o caso do vinil, as imperfeições e os chiados acabam fazendo parte do ritual de audição. Justamente por isso, fora do cenário mainstream, várias bandas independentes optam por lançar seus trabalhos neste formato. Trata-se, portanto, de um modelo diferenciado para atrair os holofotes e se destacar dentro de um mercado já

saturado.

Segundo Fernando Lauletta e Luis Lopes, sócios da nova fábrica de cassete em São Paulo, o custo para a gravação é mais acessível. Além disso, os grupos fogem do trivial e oferecerem aos fãs um som analógico menos camuflado. Gravadoras independentes como Beatwise Records e MAWW Records vêm apostando nas fitas cassete.

Os goianos do Boogarins, uma das revelações de 2015, lançaram o elogiado Manual ou Guia Livre de Dissolução dos Sonhos em CD, vinil, mp3 e, obviamente, em cassete. Edgard Scandurra, guitarrista do Ira!, e Silvia Tape fizeram o mesmo com o intimista Est no final do ano passado.

Não é só no Brasil, entretanto, que as bandas aderiram à 'moda vintage'. Em 2015, o Metallica relançou sua demo tape No Life Til Leather, de 1982, apenas no formato cassete. As cópias, vendidas a US$ 50, se esgotaram em poucos minutos. O material incluía os sucessos Hit The Lights, Seek & Destroy e Jump In The Fire. As réplicas tiveram como base a fita original do baterista Lars Ulrich e tinha até os nomes das músicas escritas pelo próprio integrante do Metallica.

Para combater a pirataria e o vazamento de músicas na internet, a cantora Nelly Furtado lançou a canção Hadron, em parceria com Dev Hynes, apenas em 'fitinha'. Dave Grohl, MGMT e o duo She & Him também já haviam trilharam esse caminho.

 

JOÃO PAULO CARVALHO - O ESTADO DE S.PAULO

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08/03/16

Melvins e o movimento dos baixistas unidos. Vem aí um álbum que tem até o Krist Novoselic

 

 

O Melvins está mesmo no gás em 2016. Dia 1º de abril, comentamos na Popload, a banda norte-americana vai lançar um álbum que era para ter saído no fim dos anos 90, com o Mike Kunka. O disco, “Three Men and a Baby”, consiste em uma parceria com o vocalista e baixista, que saiu em excursão com o grupo após o fim de sua banda, godheadSilo. A parceria dos palcos ganhou ares mais sérios e foi formada a Mike and the Melvins, com promessa de um disco e tudo. Isso lá em 1999, mais ou menos.

Pois bem. Não será apenas este álbum que o Melvins vai botar no mercado em 2016. A banda norte-americana oriunda de Montesano também fez um álbum com seis baixistas diferentes, entre eles o famoso Krist Novoselic, aquele, do Nirvana. “Basses Loaded” terá 12 faixas e tem lançamento previsto para o dia 3 de junho.

Além de Krist, outros músicos convidados são Steve McDonald (Redd Kross), J.D. Pinkus (Butthole Surfers), Jared Warren (Big Business) e Trevor Dunn (Fantomas). Dale Crover, baterista do Melvins, também tocou baixo.

O primeiro single do disco é “Hideous Woman”, que conta com a participação de Steve McDonald, e pode ser ouvido abaixo.

 

 

Basses Loaded – tracklist

01. The Decay of Lying (Steve McDonald)

02. Choco Plumbing (Jared Warren)

03. Beer Hippie (Dale Crover)

04. I Want To Tell You (Steve McDonald)

05. Captain Come Down (JD Pinkus)

06. Hideous Woman (Steve McDonald)

07. Shaving Cream (Dale Crover)

08. Planet Distructo (Trevor Dunn)

09. War Pussy (Steve McDonald)

10. Maybe I Am Amused (Krist Novoselic)

11. Phyllis Dillard (Dale Crover)

12. Take Me Out To The Ballgame (Dale Crover)

 

LÚCI RIBEIRO – POPLOAD

 

 

 

 

Filme sobre o metal brasileiro arrecada fundos por crowdfunding

 

 

 

A história do heavy metal no Brasil está ganhando um filme. Batizado de ‘Brasil Heavy Metal’, o longa dirigido por Ricardo “Micka” Michaelis conta a história de dois jovens durante a década de 1980, que vivenciam o surgimento de uma nova cena musical. Recentemente foi lançada uma campanha de crowdfunding, destinada a arrecadar fundos para a finalização do projeto. Interessados podem obter mais informações neste link. Abaixo você acompanha um trailer do filme.

 

 

GUILHERME ZANINI – GUITAR PLAYER

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Bob Dylan lança novo álbum com turnê promocional

"Fallen Angels", será lançado em 20 de maio, quatro dias antes de seu aniversário de 75 anos

 

 

Bob Dylan lança novo álbum com turnê promocional Fotógrafo: Fernando Aceves- divulgação/Fotógrafo: Fernando Aceves- divulgação

 

Bob Dylan não dá demonstrações de querer diminuir o ritmo aos seus quase 75 anos: anunciou nesta segunda-feira o lançamento de um novo álbum, juntamente com uma turnê promocional.

O cantor e compositor americano afirmou que seu 37º álbum de estúdio, Fallen Angels, será lançado em 20 de maio, quatro dias antes de seu aniversário, mas não deu informações adicionais. A turnê começará em 4 de junho, em Seattle (Estados Unidos), e durará dois meses.

Ícone da contracultura nos anos 1960, Dylan falou superficialmente de seu próximo álbum ao anunciar sua turnê de verão, em um comentário no Facebook em que mencionou que a compra de dois ingressos dá direito a um CD grátis.

Fallen Angels chega um ano depois do último lançamento, Shadows in the Night, uma coletânea de sucessos antes interpretados por Frank Sinatra.

Seu álbum de 2012, Tempest, levou alguns fãs a especular - incorretamente - que aquele seria seu último trabalho. As suspeitas se deviam a que a última obra de Shakespeare tem o mesmo título.

Mas o artista se preocupa cada vez mais por preservar seu legado. Na semana passada, anunciou que está vendendo seus arquivos à Universidade de Tulsa (Oklahoma), onde suas anotações e lembranças estarão em exposição perto do museu de um de seus heróis, o cantor de folk Woody Guthrie.

 

ZERO HORA

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De La Tierra: Banda está gravando novo disco

 

 

De La Tierra, no festival Monsters of Rock 2015

 

O De La Tierra está gravando o material que irá compor o segundo disco da carreira. Para manter os fãs por dentro, a banda tem postado fotos e vídeos curtos em suas redes sociais.

Reunimos aqui algumas informações e links para você também ficar sabendo: A banda começou a compor as novas fixas em novembro do ano passado e se reuniu em Los Angeles, em janeiro deste ano (sem o baixista Sr. Flavio, que estava gravando com sua outra banda, o Fabulosos Cadillacs), para planejar o disco. Agora, parte das guitarras estão gravadas. E mesmo sem data de lançamento anunciada, a banda já confirmou que o disco fica pronto este ano.

Formada pelo brasileiro Andreas Kisser (Sepultura), o mexicano Alex 'El Animal' Gonzalez (bateria e voz, Maná) e os argentinos Andrés Gimenéz (voz e guitarra, D-Mente) e Sr. Flavio (baixo e voz, Fabulosos Cadillacs), a banda De La Tierra lançou o disco de estreia, autointitulado, no primeiro semestre de 2014.

A turnê que divulgou o álbum passou pelo Brasil na metade daquele ano, quando aproveitamos para conversar com a banda, que deixou clara sua proposta: a união através da música, seja ela em português ou em espanhol. Dá uma conferida na entrevista, em vídeo.

O De La Tierra fez outra apresentação no País, abrindo o festival Monsters of Rock, em 2015. O show foi curto, porém enérgico: mesmo quem não conhecia a banda, se contagiou.

 

LIZANDRA PRONIN – TERRITÓRIO DA MÚSICA

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Rival Sons lança quinto disco, "Hollow Bones", ainda este ano

 

 

 

Com sua mistura de blues, distorção e psicodelia, o grupo Rival Sons está preparando um novo álbum, o quinto da cárreira. O disco irá se chamar "Hollow Bones" e a imagem que acompanha esta nota foi divulgada pela banda como a capa do álbum.

Sem muitos detalhes revelados, "Hollow Bones" deve chegar às lojas e serviços de streaming ainda na metade deste ano - está agendado para sair no verão do hemisfério norte, ou seja, entre os meses de julho, agosto e setembro.

Formado em 2009, o quarteto Rival Sons parece ter saído de alguma garagem dos anos 70, bebendo de fontes como Led Zeppelin, Bad Company e Free. A banda se apresentou no Brasil pela primeira vez no ano passado, como uma das atrações do festival Monsters Of Rock, quando fez um show catártico. Estivemos por lá para conferir e te contamos como foi.

 

LIZANDRA PRONIN – TERRITÓRIO DA MÚSICA

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Lollapalooza 2016: em parceria com Negra Li, Supercombo revela faixa que será apresentada no festival

Conheça “Lentes”, canção que ganhará vida pela primeira vez durante o show da banda no evento

 

 

O Supercombo gravou uma música inédita a ser apresentada pela primeira vez durante o show da banda no festival Lollapalooza Brasil 2016 – que acontece nos próximos dias 12 e 13. Intitulada “Lentes”, a faixa já teve o clipe revelado (assista abaixo).

Uma canção temática, “Lentes” foi inspirada pela história de uma garota de 23 anos – chamada Paula Midori –, que descobriu a paixão pela fotografia ao se mudar para o Japão e ter contato com uma cultura diferente da qual ela foi criada no Brasil.

“Eu quero ver o que as lentes vão mostrar/ Eu quero ver o pôr do sol em Okinawa/ Escalar o monte, fugir, só para degustar/ As luzes acesas”, canta Léo Ramos, líder do Supercombo, no refrão. “Quero ver seus olhos a se esticar/ Um samurai com a sua melhor katana/ Quando chegar em casa é só revelar.”

“Lentes” também traz a veterana cantora Negra Li contribuindo com o Supercombo. Ela divide os microfones com Ramos nos refrães e assume o comando da canção com alguns versos na segunda metade da faixa.

Na edição 2016 do Lollapalooza Brasil, o Supercombo sobe ao palco Axe para tocar entre 12h45 e 13h30 do primeiro dia de festival – o próximo sábado, 12 (veja a grade de horários completa). “Lentes” será apresentada pela primeira vez no show do grupo no megaevento.

 

Ouça “Lentes” abaixo.

 

 

ROLLING STONE BRASIL

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Novos fones de ouvido querem deixar o usuário mais feliz

O Nervana foi criado para dar estímulos elétricos a partir da música que você ouve e, assim, fazer seus neurônios liberarem neurotransmissores “relaxantes”

 

 

Para quem é sensível à música, uma canção triste ou animada pode trazer diferentes sentimentos – talvez não de uma maneira física, mas de um jeito que... Bem, é difícil explicar. Mais fácil é explicar o funcionamento de um novo produto que tem como objetivo estimular os nervos do ouvinte para que ele de fato sinta a música que ouve de maneira diferente.

O projeto, chamado Nervana, consiste de um pequeno aparelho, semelhante a um MP3 player, e um par de fones de ouvido. O aparelho reconhece as batidas da música e as sincroniza com impulsos elétricos capazes de estimular o nervo vago. Isso acontece a partir do material usado no fone esquerdo; os impulsos chegam ao ouvido interno e, assim, ao nervo.

Parece uma invenção sem lógica, mas na verdade há muitos estudos por trás dela. Esse nervo tem influência na liberação de neurotransmissores capazes de deixar você mais feliz e relaxado. Existem, inclusive, tratamentos de estimulação do nervo vago contra epilepsia e depressão.

Segundo os fabricantes do produto – que esperam finalizar as patentes necessárias e colocá-lo no mercado ainda em 2016 – qualquer pessoa poderá usar o Nervana. Além de funcionar com as músicas que você inserir no aparelho, também há um modo de estimulação a partir do som ambiente e outro sem som algum.

Ficou curioso? Acesse o site oficial da companhia para saber mais.

 

ROLLING STONE/OFERECIMENTO TIM

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Elis Regina é celebrada em filme do diretor Hugo Prata, conhecido pelo trabalho em videoclipes

A atriz Andreia Horta viverá a cantora nas telonas

 

 

Depois de ser tema de uma peça musical (Elis, o Musical, de 2013) e ter a história de vida contada em dois livros (Elis – Uma Biografia Musical e Elis Regina – Nada Será como Antes, ambos de 2015), a forte personalidade e o talento inigualável da eterna Pimentinha serão retratados nas telonas. O cineasta Hugo Prata dirige a cinebiografia Elis, com estreia prevista para o segundo semestre de 2016. “Eu sou apaixonado por música”, conta Prata, que já comandou diversos videoclipes, antes de acrescentar: “Tenho um envolvimento muito forte com a história da Elis, e era natural que meu primeiro longa fosse sobre música”. A atriz Andreia Horta foi a escolhida para interpretar Elis Regina, que morreu há 34 anos. “Sou extremamente fã dessa intérprete maravilhosa desde a minha adolescência. Por isso, ao longo do tempo, fui cultivando uma vontade de poder juntar a carreira de Elis ao meu trabalho”, conta a atriz. “Andreia nos procurou assim que soube que estávamos trabalhando em um roteiro para essa cinebiografia”, relembra Prata.

 

“Ela conseguiu emocionar todo mundo que acompanhou o teste para o papel. Foi um momento muito bonito e tivemos certeza de que ela era a pessoa certa para isso.” Antes de as filmagens começarem, a atriz fez uma imersão de três meses na vida e na obra de Elis Regina. “Além de assistir a entrevistas e shows, a minha preparação envolveu uma fonoaudióloga e um professor de canto. Foi uma experiência incrível.” O elenco ainda conta com Caco Ciocler como César Camargo Mariano e Gustavo Machado como Ronaldo Bôscoli.

 

LUCIANA RABASSALLO

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07/03/16

Banda pernambucana Os Sertões vence festival nacional de videoclipes

Clipe da música Flor da Saudade foi dirigido por Felipe Falcão e Eduardo Pereira

 

 

 

O vídeo da música Flor da saudade, da banda pernambucana Os Sertões, venceu o troféu de Melhor Videoclipe de Música Própria na quarta edição do Festival de Clipes e Bandas. A cerimônia de premiação ocorreu neste domingo no Museu da Imagem e do Som (MIS), em São Paulo, com shows de Mart'Nália, Passo Largo, Donna Duo e BNegão.

O clipe de Flor da saudade foi dirigido por Felipe Falcão e Eduardo Pereira. A banda Os Sertões é liderada por Clayton Barros, que foi violonista da extinta banda Cordel do Fogo Encantado.

 

 

VIVER/DIARIO DE PERNAMBUCO

 

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Resenha Jardim Elétrico: Pietá – Leve O Quie Quiser

 

 

Pietá é Frederico Demarca, Juliana Linhares e Rafael Lorga e vem do Rio de Janeiro. Amém, na palavra religiosa cristã, o som é brasileirasso! Da musicalidade às letras, é mesmo música popular regional sem pôr nem tirar. Festejo e fé.

Leve com você o peso do seu cabelo, Leve o que quiser. Pietá, a dor de Maria sobre o corpo morto do filho, realismo cruel. A Vingança de Cunhã.

A trinca de músicos que compõe a banda iniciou sua caminhada junta em 2012. Conheceram-se na faculdade de teatro, veja só, existe aquela composição poética bem trabalhada de quem pensa em atos, em diálogos construídos de histórias cheias de emoção e conflito.

Nas 10 faixas que constroem o disco “Leve o que quiser” de 2015 tem cantiga de roda, caixa de música, violão percurssivo de nylon, tem violão tranquilo também, e voz melodiosa forte de interpretação sensível. O disco foi gravado pela fonte independente do financiamento coletivo. É ambiência delicada, música teatralizada com participações especialíssimas do conhecido Chico Cesar, o mestre Carlos Malta e também de Beto Lemos e Cláudio Nucci.

Mostra pra que veio: furar predra mole com palavra dura. Representatividade da cultura popular brasileira, resistente.

Pietá. Presente!

 

LUCAS ADON – JARDIM ELÉTRICO

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Dream Theater faz versão para “Wish Wou Were Here”

 

Capa do último álbum d Dream Theater

 

A revista Classic Rock divulgou, no YouTube, um vídeo no qual John Petrucci (violão), James LaBrie (vocal) e Jordan Rudess (teclado), do Dream Theater, fazem uma versão acústica do clássico ‘Wish You Were Here’, do Pink Floyd - assista logo abaixo. No mesmo vídeo, Petrucci afirma que esta é uma de suas canções favoritas de todos os tempos e que o Floyd é uma das maiores influências dele e para o restante do Dream Theater. 

 

 

GUILHERME ZANINI – GUITAR PLAYER

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Guns, AC/DC, Aerosmith e Black Sabbath podem se apresentar no Brasil em 2016

Bandas lendárias do rock internacional estariam negociando shows no segundo semestre deste ano

 

 

Black Sabbath

 

O Brasil ainda nem se despediu dos Rolling Stones, mas ao menos quatro medalhões do rock n' roll podem desambarcar no país neste ano. Além de nomes já confirmados como Maroon 5, Coldplay e Iron Maiden, especula-se que as bandas Guns N' Roses, AC/DC, Aerosmith e Black Sabbath estão negociando datas no segundo semestre.

O primeiro a vir seria o Aerosmith, liderado por Steven Tyler. O grupo de rock dos anos 1970 teve revitalização na carreira 20 anos depois com sucessos como Crazy, Cryin' e Livin' on the edge. Segundo o jornal Destak, a banda teria ao menos uma data confirmada em São Paulo para outubro, com a possibilidade de mais shows na rota.

O Guns N' Roses, neste ano, volta à estrada com parte da formação original. A reunião ocorreu após trégua na troca de farpas entre o vocalista Axl Rose e o guitarrista Slash, que saiu da banda em 1996. Quem assume o baixo é Duff McKagan, também membro da formação clássica. Este, no entanto, manteve bom relacionamento com Axl Rose, chegando a tocar como baixista convidado em shows da turnê do grupo. A banda inicia a turnê de reunião no festival Coachella, na Califónia. Especula-se que o Guns reserve ao menos seis datas na América do Sul.

Já o AC/DC encontra-se em situação mais complicada. A banda de Angus Young é cotada para vir ao Brasil desde 2015, no início da turnê Rock or bust. Chegou-se a especular que eles seriam atração do Rock in Rio. Segundo o jornalista Lúcio Ribeiro, do portal Popload, a banda negocia datas no fim do ano, mas há grande possibilidade de ficar para 2017.

O Black Sabbath de Ozzy Osbourne traz a turnê de despedida ao Brasil em dezembro. Inicialmente, o grupo tem uma única apresentação confirmada em São Paulo, ainda sem data definida, mas outras cidades também podem entrar na rota. A formação inclui os membros originais Tony Iommi (guitarra) e Geezer Butler (baixo).

O grupo se aposenta dos palcos após mais de 40 anos de carreira, com hits como Paranoid, Children of the grave e War pigs. Após a saída de Ozzy no fim dos anos 1970, o cantor Ronnie James Dio assumiu os vocais. A formação original se reuniu em 2011, para turnê e gravação do disco 13, lançado em 2013. A turnê passou pelo Brasil no mesmo ano. Segundo Ozzy, o grupo optou pelo fim por causa do estado de saúde de Iommi, que não permite planos a longo prazo.

 

DIÁRIO DE PERNAMBUCO

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Nação Zumbi: com material inédito, filme resgata trajetória de Chico Science, um dos mentores do manguebeat

“A morte dele foi foda. Foi violenta para a estrutura da música local", diz o diretor

 

 

 

Quatro meses depois que Chico Science morreu, em fevereiro de 1997, após um acidente de carro, o grupo do qual ele fazia parte, o Nação Zumbi, deu início à caminhada sem seu fundador. Os primeiros ensaios na ausência do vocalista e letrista aconteceram em um casarão na Rua da Aurora, na beira do Rio Capibaribe, em Recife. Sem querer, mais de 18 anos depois, o guitarrista Lúcio Maia voltou à residência para ser entrevistado para o documentário Chico Science, um Caranguejo Elétrico, produzido pela Globo Nordeste e pela produtora RTV. “O pessoal não sabia que era o mesmo casarão”, revela o guitarrista, notando com entusiasmo a coincidência do local – suficiente para atiçar tanto as memórias mais doces quanto as mais amargas de Maia.

 

Segundo ele, o filme é “a primeira iniciativa de grande porte” de registrar a história do célebre líder do Nação Zumbi e um dos nomes mais icônicos do movimento manguebeat. “Existem muitos documentários, mas feitos por fãs”, comenta. “O Zé [Eduardo Miglioli, diretor] é fã e ao mesmo tempo cineasta. Eles têm bastante material, fizeram uma pesquisa bacana, várias entrevistas.” Com 80 minutos de duração, Chico Science, um Caranguejo Elétrico será exibido na Globo Nordeste no próximo sábado, 12, véspera do 50º aniversário do músico.

Além dos membros do Nação Zumbi, o longa traz depoimentos de nomes como Gilberto Gil, Fred Zero Quatro (Mundo Livre S/A), Jorge Mautner, Carlos Eduardo Miranda, Arnaldo Antunes e Paralamas do Sucesso. “Mas o encontro mais importante foi com [o produtor] Liminha, porque a filha de Chico [Lula] estava presente e ele ficou bastante emocionado”, comenta o produtor e dono da RTV, Ricardo Carvalho, sem querer revelar mais detalhes do filme.

As mais de cinco horas de entrevistas e as gravações inéditas são o grande trunfo de Carvalho, para quem Science é o maior artista pernambucano de todos os tempos. “Tomei conhecimento de Chico em 1993, quando minha filha disse: ‘Pai, vi um negócio fantástico’”, conta. “Naquele ano, um amigo fez uma festa de Réveillon no Recife antigo e levou Chico, que fez um espetáculo. Pensei: ‘É um gênio’. É aquilo de ‘Antes de Chico’ e ‘Depois de Chico’.”

Dali em diante, a admiração só cresceu. Carvalho escalou Science para tocar no tradicional bloco carnavalesco Siri na Lata, no ano seguinte, e foi até os Estados Unidos atrás do mangueboy. “Pedi a uma amiga de lá que arrumasse um câmera”, recorda. O cinegrafista acabou registrando para o brasileiro o emblemático show do Nação Zumbi no Central Park, em Nova York, como parte do festival SummerStage. As cenas (em parte, inéditas) da performance de 1995 – que teve participação de Gil – são atrativos do documentário. “Eu me lembro do dia, velho”, conta Maia. “A aura de todo mundo estava foda, dava para ver. Era o sonho da vida dele conseguir propagar aquela ideia surrealista, que aquilo virasse uma marca. Quando acabou, todo mundo do Central Park veio elogiar e dizer que nunca tinha visto algo assim.”

“Vai ser um documentário impactante, porque os depoimentos são muito emocionantes. Não tem nada igual”, diz Carvalho, sem esconder a pretensão. “A morte dele foi foda. Foi violenta para a estrutura da música local.”

 

“O filme é oportuno”, acrescenta Maia, confirmando que o Nação também marcará os 50 anos do vocalista com outras homenagens. “É um momento muito bacana, importantíssimo, inesquecível.”

 

LUCAS BRÊDA – ROLLING STONE BRASIL

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Cabana Café prioriza espontaneidade e fluidez em Moio, segundo disco da carreira

 

 

“Tanta vontade de ir contra o que o mundo inteiro diz”, canta Rita Oliva, vocalista e tecladista do Cabana Café na faixa “Vibrar na Garganta”, sétima do segundo disco da banda. Intitulado Moio, o segundo trabalho de estúdio do grupo paulista é uma espécie de “álbum do contra”: contra a estrutura formal das canções, contra o ritmo acelerado do mundo e contra a racionalidade.

Moio ganha vida nesta sexta-feira, 4, com exclusividade no Sobe o Som, espaço no site da Rolling Stone Brasil dedicado à música alternativa brasileira. Lançado pelo proativo selo paulista Balaclava, o disco dá sucessão a Panari, estreia indie e cândida que o Cabana Café soltou em 2013.

Depois de trabalhar em Panari, em 2013, a banda entrou em um breve hiato em 2014, tempo em que os integrantes passaram a se dedicar a outros projetos. Rita e o guitarrista Zelino Lanfranchi, por exemplo, fundaram e gravaram com o Parati, enquanto o guitarrista Hafa Bulleto (antes apenas integrante de turnês do Cabana Café) entrou para o quarteto psicodélico Bike.

“Os trabalhos anteriores são mais ecléticos porque a gente realizava todos os nossos desejos musicais no Cabana”, analisa Lanfranchi, falando de quando os integrantes eram exclusivos da banda. “Esse tempinho de folga foi bom para isso. Para saber que no Cabana nós fazemos ‘isso’ e em outras bandas ‘aquilo’. Nossa necessidade [de expressão] musical não precisa ser suprida em uma banda só.”

O sexteto voltou a se reunir no ano passado para gravar no estúdio Mono Mono, do tecladista e produtor do próprio Cabana Café, Taian Cavalca. Desta vez, entretanto, eles foram contra a abordagem do primeiro álbum, se desapegando dos formatos mais convencionais das canções – e as novas faixas foram sendo construídas a partir de jams e sessões marcadas por espontaneidade e fluidez.

“Não teve regra nenhuma”, admite Lanfranchi. “Nos outros a gente fazia as coisas já pensando em algo. Desta vez, não”. Para Rita, o Cabana Café atingiu uma “estética mais essencial”, mais uniforme, precisa. “Tínhamos uma melodia ou outra, mas a coisa se transmutou quando entramos no estúdio”, conta ela. “Eu diria que as músicas nasceram mesmo na época do disco.”

Ela acrescenta: “Antes, as composições chegavam no estúdio com um formato, e a gente ia construindo. Agora, as coisas chegaram como uma semente só – alguém que tinha alguma ideia ou um riff – e nasceram muito naturalmente, [de maneira muito] orgânica. Tínhamos um processo muito mais racional, e agora ficou muito mais intuitivo.”

 lado menos racional de Moio fica explícito já na apresentação do disco, com uma capa e título relativamente subjetivos – mais que os do trabalho anterior. O nome vem de uma gíria antiga entre os membros do Cabana Café e amigos. “Em vez de falar: ‘Qual é a boa?’ – no sentido de: ‘O que vai rolar hoje?’ –, falamos: ‘Qual é o moio? Qual é o caldo?’”, explica o guitarrista. “Acabou sendo isso, porque, é como uma jam (‘O que vai acontecer?’), nosso processo de composição foi isso.”

Classificado sob o teto do rock alternativo, Moio é menos dinâmico, mas muito mais confiante que Panari, do groove setentista certeiro do single “Qualquer Lugar” à agressividade contida de “Vibrar na Garganta”. As texturas sonoras também ganham mais brilho em relação à estreia – como os timbres de guitarra e teclado mais aéreos e cheios –, em um processo de produção mais maduro dos integrantes.

Para Rita – que no novo álbum aparece mais pertinente como letrista –, se há um “tema” no disco, é ser “uma coisa meio contra a corrente”. “Uma coisa me chamou a atenção: depois eu reparei que as letras têm, sutilmente, essa coisa da arte como uma forma de questionar os padrões com os quais estamos acostumados. Acho que as músicas falam um pouco sobre deixar rolar, parar com esse ritmo que está o mundo e deixar uma coisa diferente acontecer.”

De acordo com a dupla, o ritmo desapegado e fluido de Moio vai ser transposto para os palcos, com shows mais arrastados que o casual. Eles darão início à turnê do segundo disco no próximo dia 18 de março, na Serralheria, em São Paulo. A apresentação de estreia contará com as participações de Daniel Fumega (Macaco Bong), na bateria, Luiza Lian e Andres Tobal (Mel Azul), nos vocais.

 

Conheça abaixo Moio, o segundo álbum do Cabana Café

 

 

LUCAS BRÊDA – ROLLING STONE BRASIL

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Castello Branco faz show inédito em João Pessoa no mês de abril

Músico traz o show “Partilha”, um formato voz e violão e leitura, com músicas do seu disco de estreia.

 

 

 

A Usina da Música e o Indie Sessions apresentam Castello Branco, em João Pessoa, no dia 09 de abril, na Sala Vladimir de Carvalho da Usina Cultural Energisa.

Nos últimos anos, Castello Branco emergiu na música brasileira como um dos maiores talentos da sua geração. Mesmo que o jornal O Globo não o tivesse dito nas suas páginas, o disco de estreia do músico brasileiro seria mais do que suficiente para confirmar isso mesmo. Com Serviço, lançado em 2014, Castello Branco assinou um conjunto de canções em que parte dos ensinamentos da música tradicional brasileira para obter algo apenas seu, com um olhar necessariamente espiritual e curioso.

 

 

Serviço é um disco que procura uma verdade; uma verdade que não tem de ser necessariamente a de todos mas onde todos devem conseguir rever – nem que seja um pouco – a sua própria realidade. Em vésperas de lançar o seu segundo disco de originais, Castello Branco apresenta “Partilha”, um formato voz e violão e leitura, com músicas do seu disco de estreia, assim como algumas das suas novas canções em um show inédito em João Pessoa.

 

 

 

Os ingressos antecipados já estão à venda no site Sympla (compre aqui) por R$ 25 reais a meia estudante, e R$ 30 social, no qual precisa obrigatoriamente doar 1Kg de alimento não perecível na entrada do evento.

 

Conheça mais:

 

https://soundcloud.com/castellobranco

http://bit.ly/CastelloBranco-Spotify

http://bit.ly/CastelloBranco-Youtube

 

FELIPE MATHEUS LIMA – ATIVIDADE FM

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John Cale vai tocar estreia do Velvet Underground na íntegra com convidados

 

 

John Cale começou 2016 lançando seu décimo sexto álbum de estúdio, “M:FANS”, composto por novas versões de seu álbum “Music For A New Society”, de 1982.

O músico também disse já estar trabalhando em material novo no começo do ano, mas enquanto mais novidades sobre esse projeto não são reveladas Cale retoma as apresentações de álbuns antigos na íntegra que tem feito há alguns anos.

O próximo trabalho que Cale reviverá nos palcos é “The Velvet Underground & Nico”, estreia do The Velvet Undergound lançada em 1967. A apresentação acontecerá no dia 03 de abril no teatro Philharmonie de Paris, na capital francesa, e contará com participações de Pete Doherty e Carl Barât, do The Libertines, Mark Lanegan, Etienne Daho, Lou Doillon, Nick Franglen do Lemon Jelly e Animal Collective - grupo com o qual acaba de colaborar participando da faixa “Hocus Pocus” no álbum “Painting With”. Os ingressos para a apresentação já estão esgotados.

 

TERRITÓRIO DA MÚSICA

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04/03/16

By Paulão - (34) 9108-5957 paulao@confraria.net