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13 NOVEMBRO 2015

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MARÇO - ABRIL - MAIO JUNHO - JULHO - AGOSTO - SETEMBRO - OUTUBRO - NOVEMBRO - DEZEMBRO

Conheça a banda mineira A Bandeja Amarela

Mineirinho reúne músicos e fãs de Raul Seixas na festa 'O Baú do Raul'
B Negão e Seletores de Frequência fazem show em BH Juçara Marçal traz a BH show inspirado em quilombos
Ghost lança vídeo para acompanhar a letra de "He Is" Guitarrista do Radiohead lança disco gravado na Índia
Garage Fuzz lança disco novo com show em SP nessa sexta “Não Sei”, clipe novo da Tereza

12/11/15

A Bandeja Amarela lança primeiro EP “Cinza”, clipe do novo EP da Montauk
Na estrada há 30 anos, o Capital Inicial expõe dividendos em DVD Clipe de música inédita do Bazar Pamplona
“Eu Sempre Quis”, do SILVA, agora em clipe Festival DoSol 2015
Dingo Bells toca “Funcionário do Mês” em versão intimista Ritchie Blackmore volta com músicas do Rainbow e Deep Purple

11/11/15

Reação em Cadeia se apresenta em Florianópolis em dezembro Wander Wildner realiza temporada de shows em Florianópolis
Charme Chulo lança novo álbum no SESC Belenzinho Daughter estreiam segundo vídeo do novo álbum
BNegão e os Seletores de Frequência lançam álbum em Brasília Alceu Valença e Tom Zé se apresentam no Mimo Festival
Vinco e o clipe de “Quando Era Lá Em Casa” Young Lights mostra vídeo de Baby Girl
Clipe e single inédito do Rafael Castro: Preguiça Qualquer Lugar, single novo da Cabana Café
Joss Stone com Stone Temple Pilots é a coisa mais incrível

Wannabe Jalva: o dia em que conhecemos Eddie Vedder

5° Festival Natura Musical reúne Gal Costa, Chico César, Emicida e Tulipa Ruiz

10/11/15

O Teatro Mágico homenageia Clube da Esquina em 14 de novembro Max Cavalera: “Ainda quero gravar um disco no Brasil”
Kurt Cobain: conheça a inédita “Been A Son” Djavan celebra a sina de viver em seu novo disco
Mohandas emerge em sonoridades eletrônicas em novo disco The Who fará show único na Inglaterra em fevereiro de 2016
Psicodália 2016 terá Steppenwolf, Nação Zumbi, Cidadão Instigado e Terreno Baldio

09/11/15

Metallica apontam novo álbum para 2016 Scott Weiland diz que os Guns N´ Roses originais vão reunir-se
Festival Dias Nórdicos reúne bandas europeias em São Paulo Bloc Party divulga videoclipe de “The Love Within”
Rush: confira versão de “Tom Sawyer” que estará no próximo DVD The Cult: Ouça a nova música, "Dark Energy"

ANTERIORES:

 22 a 30/12/14   -   05 a 09/01/15  -  12 a 16/01/15   -   19 a 23/01/2015

 

02 a 06/03/2015  -  09 a 12/03/2015  -  16 a 20/03/15  -  23 a 27/03/15  -  01 a 10/04/15  -  19 a 28/05/15  -  18 a 25/06/15

 

03 a 10/07/15  -  13 a 17/07/15  -  20 a 23/07/15   -   27 a 31/07/15    -   03 a 07/08/15    -   10 a 14/08/15    -   17 a 21/08/15    -   21 a 27/08/15    - 

 

 01 a 04/09/15    -     08 a 11/09/15    -    21 e 22/09/15     -    28/09 a 01/10/15     -     05 a 09/10/15     -      09 a 16/10/15    -     26 a 28/10/15

 

09 a 13/11/1015

 

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Mineirinho reúne músicos e fãs de Raul Seixas na festa 'O Baú do Raul'

Festival presta homenagem ao Maluco Beleza neste sábado, em celebração que terá ainda exposição de fotos e manuscritos do cantor

 

Raulzito teria hoje 70 anos

 

Ao ser questionado sobre a forma como o ídolo do rock Raul Seixas estaria lidando com a conjuntura política e social da atualidade, seu parceiro de palco e estúdio Rick Ferreira crava: “Ele já previa tudo que ia acontecer, e demonstrava isso nas letras e entrevistas. Ele escreveu Aluga-se, por exemplo. Se as pessoas tivessem ouvido o que ele dizia, as coisas estariam diferentes”.

Quem quiser relembrar a mensagem de Raulzito, com toda sua ironia, humor e sagacidade, terá oportunidadeneste sábado , em mais uma edição do tributo O baú do Raul. A festa, que será promovida no Mineirinho, comemora os 70 anos do cantor e compositor, que seriam completados em julho.

Produzido desde 1992 por Kika Seixas, viúva do músico, e Vivi Seixas, a filha, O baú do Raul chega pela primeira vez a Belo Horizonte e com novo formato, agora como festival. Antes do tributo, vão se apresentar as bandas Falcatrua, Concreto, Balão Vermelho, Uai Horses e Velotrol. Além das atrações musicais, o Mineirinho ainda vai receber uma exposição com fotos, manuscritos de letras e cartas escritas por Raul Seixas.

 

Sandra de Sá é um dos destaques do festival e promete cantar sua versão do clássico 'Ouro de tolo' (Raissa Forte/divulgação)

 

CONVIDADOS

Como de costume, a homenagem ao Maluco Beleza contará com uma banda base, com Arnaldo Brandão no baixo, Rick Ferreira e Luce Luciano nas guitarras, Carlos Sales na bateria e Gê Fonseca nos teclados. Rick e Arnaldo dividem os vocais com os convidados Clemente Nascimento e Philippe Seabra, da banda Plebe Rude, Marcelo Nova, Baia, Sideral, André Miglio e Sandra de Sá.

O baixista Arnaldo Brandão, que tocou com Raul nos anos 1970, também é produtor musical do tributo. Ele conta que, desde que Kika idealizou O baú do Raul, pensou em trazer pessoas que tiveram contato musical com o roqueiro e, como convidados, artistas que se identificavam com a música de Raulzito. “Acho o projeto importante porque vale a pena lembrar a história, a musicalidade e a poesia do Raul. E a porra-louquice também”, brinca Arnaldo.

Já para Rick Ferreira, que participou de toda a discografia de Raul a partir do álbum Gita, além de produzir o disco Wah-Bap-Lu-Bap-Lah-Béin-Bum, manter a obra do compositor viva é tarefa essencial. “Costumo dizer que tive dois impactos musicais na minha vida: um quando ouvi Beatles, e o segundo quando ouvi a obra do Raul. Para mim, ele é o maior artista que já existiu no país”, diz. “Festivais como esse mostram que a obra do Raul permanece lembrada e relevante”, completa.

A cantora Sandra de Sá, uma das convidadas desta edição, revela que deve repetir a versão que gravou para o DVD O baú do Raul em 2004, do clássico Tente outra vez, e ainda cantar Ouro de tolo. “Minha relação com a obra do Raul é de fã e gênio. E gênio não se discute.”

 

O Baú do Raul

Neste sábado, a partir das 13h, no Mineirinho (Av. Antônio Abrahão Caran, 1.000, São Luiz). Ingressos entre R$ 30 e R$ 60 (arquibancada); R$ 60 e R$ 120 (pista e cadeira), R$ 100 e R$ 200 (pista premium) e R$ 150 e R$ 300 (camarote). Informações: (31) 3243-3352

 

FERNANDA MACHADO – ESTADO DE MINAS

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B Negão e Seletores de Frequência fazem show na escola Spasso

Rapper e grupo chegam à BH para apresentar novo disco, em show especial

 

 

B Negão é um alquimista de sons e ideias. Cria do underground carioca, fundador da banda The Funk Fuckers e linha de frente do Planet Hemp ao lado de Marcelo D2 até 2001, o cantor e compositor Bernardo Santos, de 42 anos, sabe mesclar rap, funk setentista, samba, reggae, rock e tambores da Mãe África. E com uma vantagem: o rapaz tem assunto. Místicas e politizadas, suas letras convocam a trocar o baixo-astral militante pelo desafio de mudar o mundo. Sem soar a clichê bicho-grilo, sem ser panfletário.

Amanhã, BNegão e a banda Seletores de Frequência chegam a BH para lançar o disco Transmutação – o terceiro do coletivo, depois de Enxugando gelo (2003) e Sintoniza lá (2013). Bernardo diz que o novo trabalho traduz a necessidade urgente não só do brasileiro, mas do mundo, de se transformar diante da energia pesada destes tempos. A crise é global, defende ele, alertando que ela não se resume a nosso país. “Dá para transmutar. A gente consegue pegar esse limão transgênico azedaço e fazer uma bela vitamina orgânica. Se não for assim, a violenta pressão econômica e energética que está enlouquecendo o planeta vai implodir as pessoas”, prevê.

 

MICROPARTE

“Tá na hora de evolucionar”, convoca ele em No momento (100%). “A sua microparte é mais importante do que você pensa.” O músico trata seus gurus como “jardineiros da sabedoria e da esperança”: Milton Santos, Martin Luther King, Dalai Lama, Tom Zé, Gandhi e Darcy Ribeiro. “Pra mim, ele é como um tio distante”, diz o fã do antropólogo mineiro, ambos escorpianos nascidos em 26 de outubro. BNegão afirma que chegou a hora de repensar profundamente o país, criticando o “clima Galo e Cruzeiro” em que o Brasil mergulhou, marcado pela intolerância. “A revolução real começa em cada um de nós, de dentro para fora”, acredita.

Transmutação aposta na profunda conexão entre o coração das pessoas, suas atitudes concretas e o mundo. São 10 faixas autorais, parcerias dele com os companheiros do Seletores, além da releitura de Fita amarela, clássico de Noel Rosa que zomba alegremente da morte.

Sobrinho do mestre do samba-jazz J. T. Meirelles (1940-2008), Bernardo se define como “objeto sonoro não identificado”. A “prateleira” do rap, há muito tempo, ficou pequena para esse fã de Racionais MCs, Public Enemy, Thaíde e DJ Hum, que ultimamente tem se juntado a D2 para revivals do Planet Hemp.

 

ÁFRICA

BNegão explica que seu negócio é “música negra universal”, a partir das matrizes africanas. Fortemente marcado pela percussão e a sonoridade do candomblé, Transmutação chega com consistência melódica e forte presença dos metais.

 

Além de Bernardo, a banda reúne Pedro Selector (trompete), Fabiano Moreno (guitarra), Fábio Kalunga (baixo) e Robson Riva (bateria). O show está marcado para este sábado, às 22h, na Spasso Escola de Circo, Av. Francisco Sá, 16, Prado. Ingressos: R$ 35 (1º lote) e R$ 40 (2º lote). Informações: (31) 3275-1205.

 

ÂNGELA FARIA – ESTADO DE MINAS 

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Juçara Marçal traz a BH show inspirado em quilombos de São João da Chapada

Show conta com participação de Cadu Tenório e acontece neste domingo, 15

 

 

Juçara Marçal vai se apresentar no festival Pequenas Sessões, ao lado de Cadu Tenório (José de Holanda/Divulgação)

 

Veio dos cantos ancestrais dos negros de São João da Chapada, em Diamantina, a inspiração para a parceria de Juçara Marçal e Cadu Tenório. Domingo, 15, a dupla traz a Belo Horizonte o show do álbum Anganga, lançado em outubro. A apresentação é uma das principais atrações da sétima edição do festival Pequenas Sessões. Além de shows e bate-papos sobre intervenções na cidade, o evento promove a exposição #umlambepordia, em cartaz até dia 27, na Casa Una.

“Anganga” é um termo banto que remete a um ancestral maior, com sua força e sabedoria. A dupla traz a BH cantigas tradicionais do congado mineiro, mas em um contexto totalmente diferente a partir dos arranjos criados por Cadu Tenório. “É outra sonoridade. Não há a referência rítmica tão marcante”, explica a cantora Juçara Marçal.

Reconhecida pelo trabalho com influência afro, Juçara revela sua ligação com a comunidade quilombola de Nossa Senhora do Rosário, em Justinópolis, distrito de Ribeirão das Neves. “Já participei de várias festas lá. Sou apaixonada por toda essa manifestação em torno do congado”, diz a cantora, conhecida também por seu trabalho com o grupo Metá Metá, em São Paulo. Em 2014, ela lançou o CD solo Encarnado, considerado um dos discos mais importantes do ano.

No domingo, o público ouvirá as oito faixas do novo álbum, além de improvisos e sambas de Candeia e Dona Ivone Lara. Grande Anganga muquixe é uma das músicas preferidas de Juçara. “É uma oferenda”, explica ela, mas avisa, brincando, para o público se preparar. “Tem umas camadas de grave… O som é barulhento!”, diverte-se.

 

INTERCÂMBIO

Daniel Nunes, idealizador do festival em parceria com Lise e integrante da banda anfitriã Constantina, diz que a ideia do projeto é promover o intercâmbio entre artistas. “Em 2008, a música instrumental não tinha visibilidade na grande na mídia. Sentia uma certa dificuldade em circular pelo país”, conta. Pequenas Sessões surgiu do desejo de criar em BH um espaço de compartilhamento.

Hoje à noite, sobem ao palco Jonathan Tadeu, Nobat, Bruno Nunes (El Conejo) e Dom Pedro, destaques da cena independente mineira. Amanhã à tarde, será a vez de Constantina reencontrar o projeto ruído/mm, de Curitiba. No domingo, Lise (MG) convida Juan Stewart (Argentina).

Quarta-feira, Constantina lançou o álbum Mexido, em que vários cineastas fizeram filmes a partir de canções e remixes da banda. “Abrimos o festival para conversar com manifestações artísticas além da música. Todas elas potencializam o nosso processo de composição”, conclui Daniel.

 

PEQUENAS SESSÕES

 

Sexta – Às 20h, pocket-show Quadrifônico, com El Conejo (MG/SP), Dom Pedro (RS), Jonathan Tadeu (MG) e Nobat (MG). Benfeitoria, Rua Sapucaí, 153, Floresta. R$ 5.

 

Sábado – A partir das 10h, feira e DJs. Às 16h, Constantina (MG) e ruído/mm (PR). Mercado Distrital, Rua Ouro Fino, 452, Cruzeiro. R$ 10.

 

Domingo – Às 16h, Lise (MG), Juan Stewart (Argentina), Juçara Marçal (SP) e Cadu Tenório (RJ). Mercado Distrital, Rua Ouro Fino, 452, Cruzeiro. R$ 10.

 

Até dia 27 – De segunda a sexta, das 14h às 22h. Exposição #umlambepordia, de Leonardo Beltrão. Casa Una Centro de Cultura, Rua Aimorés, 1.451, Funcionários. Entrada franca.

 

Programação completa: www.pequenassessoes.com

 

SHIRLEY PACELLI – ESTADO DE MINAS

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Ghost lança vídeo para acompanhar a letra de "He Is"

 

 

Os suecos do Ghost lançaram essa semana um vídeo para "He Is", uma das 10 faixas que compõem "Meliora", lançado há alguns meses.

 

No vídeo, dirigido por Mattias Erik Johansson, Claudio Marino e Nicklas Lindahl, o enfoque está nas letras - é um lyric video - e o acompanhamento visual traz imagens etéreas de espaço sideral ou espirais de fumaça, entre outros elementos abstratos, emoldurados por linhas e figuras geométricas em dourado.

 

"Meliora" é o terceiro álbum do grupo que foca suas músicas em temas satânicos: mas não são demônios externos e sim as próprias fraquezas humanas que a banda explora em suas canções.

 

 

A faixa "From The Pinnacle To The Pit" havia ganhou um videoclipe no mês passado, vale a pena das uma olhada se você ainda não viu. E o disco na íntegra foi liberado para audição pela banda neste link.

 

 

LIZANDRA PRONIN – TERRITÓRIO DA MÚSICA

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Guitarrista do Radiohead lança disco gravado na Índia

 

 

O guitarrista do Radiohead, Jonny Greenwood, está com um novo álbum prestes a ser lançado. Com o título de "Junun", o disco foi feito em parceria com o compositor israelense Shye Ben Tzur e o grupo qawwali (tradição musical Sufi) Rajasthan Express.

Gravado na Índia, onde o músico passou uma temporada, o álbum tem produção de Nigel Godrich (produtor do Radiohead) e letras em urdu e hebraico. Seu lançamento está marcado para o dia 20 de novembro, via Nonesuch, mas o músico liberou a audição do repertório no nprMusic, acessível através do player abaixo.

O disco ganhou também um documentário, dirigido por Paul Thomas Anderson, contando a história de sua produção e gravação. O filme estreou no New York Film Festival no mês passado.

 

 

LIZANDRA PRONIN – TERRITÓRIO DA MÚSICA

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Garage Fuzz lança disco novo com show em SP nessa sexta

 

 

Formado em 1991 na cidade de Santos (SP), o Garage Fuzz está prestes a soltar o sexto registro em estúdio de sua carreira, “Fast Relief”, cujo lançamento oficial acontece na próxima sexta-feira, dia 13 de novembro, com um show no Sesc Pompeia, em São Paulo.

“Fast Relief” foi gravado no Playrec Studios, em Santos, e suas 12 faixas inéditas foram produzidas pela própria banda, que teve uma mudança de formação durante o processo, ou melhor, de Fernandos: Zambeli ainda gravou três músicas, mas as outras trazem Bassetto ocupando o posto.

O trabalho já pode ser adquirido em um pacote com o CD digipack (com encarte de 20 páginas) e um pôster autografado. Confira abaixo o repertório completo de “Fast Relief” e os detalhes da apresentação do grupo na sexta-feira, cujos ingressos já estão esgotados.

 

01. Cortex

02. Kids On Sugar

03. Fest Relief

04. The Dark Side of...

05. Blockhead

06. On The Wall Corner

07. Rewind Speech

08. Pay Your Dues

09. Your Not So Real Life!

10. Earning

11. Overtime

12. The Final Crop

 

13/11/2015 - São Paulo/SP

Sesc Pompeia - R. Clélia, 93 - Barra Funda

Horário: 21h00

Ingressos: Esgotados

Informações: www.facebook.com/events/467438776772666/

 

TATE MONTENEGRO – TERRITÓRIO DA MÚSICA

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“Não Sei”, clipe novo da Tereza

Segunda canção do segundo disco dos cariocas lançada.

 

 

Bebidas, jovens, beijos, diversão, música alta e uma house party de perder as consequências. A partir deste clima liberto e de felicidade a banda Tereza colocou questões adolescentes em jogo dentro do clipe de “Não Sei”, seu mais novo lançamento.

O vídeo é protagonizado por três jovens que fazem alusão a própria adolescência da banda, tanto que os atores escolhidos estudam no mesmo colégio onde a banda se conheceu. “Não Sei” estará presente em Pra Onde a Gente Vai, segundo disco dos niteroienses previsto para ser lançado na próxima semana pela SLAP/Som Livre.

A direção do clipe é de João Marcos Latgé. Anteriormente a Tereza já tinham mostrado a canção “Seria Tão Bom”.

 

 

MARCOS XI – ROCK IN PRESS

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12/11/15

A Bandeja Amarela lança primeiro EP

Quarteto mineiro de Araxá, no Triângulo, apresenta seu indie rock em um registro com 6 faixas autorais

 

 

A Bandeja Amarela, sem esquecer do artigo definido que inicia o nome da banda, apresenta seu primeiro trabalho de estúdio. Gravado pelo Solution Home Studio e mixado e masterizado por Gabriel Kalish, “O Sol, A Rua e O Rei” traz 6 faixas autorais e pode ser adquirido no site oficial da Bandeja!

            O lançamento se deu na última quarta (11/11/15), quando o grupo aproveitou também para lançar o site oficial, onde foram liberadas a audição e as vendas, tanto da versão física como digital, a partir das 20 horas.

            Antes, porém o vocalista Marcus Vinicius apresentou o trabalho no programa Pró Ativo da Rádio Volt 87,9 FM de Araxá. Afinal, foi no Pró Ativo que a banda, formada no final de 2013, teve sua estréia em rádio, com a faixa “Lutai Por Nós”, no dia 26/11/14, há quase um ano.

 

Ouça duas faixas do EP:

 

            A Bandeja Amarela é formada por Marcus Vinicius Neves (Voz, violão, guitarra e letras), Matheus Borges (guitarras, violão e vocais de apoio), Dedé Lima (baixo e vocais de apoio) e contou com a participação de Breno César (bateria e vocais de apoio) para a gravação do álbum.

            Confira a track list, com destaque para “Violeta”, uma brincadeira com um dos integrantes da banda, o Cocão!

 

            O Sol, A Rua e o Rei

            1 – Lutai Por Nós

            2 – Tabuleiro

            3 – Rua D’Amargura

            4 – Oculto Discurso

            5 – Enquanto o Riso

            6 – Violeta (Cocão, Não)

 

            Acesse o site http://abandejaamarela.com.br/, ouça e compre!  

            Para shows, ligue (34) 99778-15158

           

Links relacionados

https://www.facebook.com/abandejaamarelabanda/

http://abandejaamarela.bandcamp.com/album/o-sol-a-rua-e-o-rei

https://www.youtube.com/channel/UCx2Z_-rkgzW0pQWvq1UZLPA/feed

 

 

PAULÃO - PROATIVO

 

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“Cinza”, clipe do novo EP da Montauk

EP Faça Crescer Todas as Flores deverá ser lançado em janeiro, com produção de Vinícius Nisi.

 

 

Com um belíssimos clipe, a promissora banda paranaense Montauk coloca na rua o primeiro single de seu vindouro novo EP. No vídeo, a sentimental e tocante “Cinza” ganha um vídeo carregado de significados e pesado, com direção e roteiro de Felipe Pauluk.

A canção fará parte do EP Faça Crescer Todas as Flores, produzido por Vinicius Nisi e com participação de Marano, ambos d’A Banda Mais Bonita da Cidade. A banda está pedindo a ajuda de fãs para arrecadar grana para a finalização do EP através de um crowndfunding na plataforma Embolacha.

Faça Crescer Todas as Flores deve sair no início de 2016 de maneira independente.

 

Montauk – Cinza

 

 

 

MARCOS XI – ROCK IN PRESS

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Na estrada há 30 anos, o Capital Inicial expõe dividendos em DVD

A banda brasiliense celebra três décadas de união com disco acústico gravado nos Estados Unidos

 

 

 

O Capital Inicial, um dos ícones do rock brasileiro, tem três momentos que podem ser considerados marcantes em sua história. O início em Brasília, na metade da década de 1980, em meio ao movimento punk candango; a “ressurreição”, com a gravação do Acústico MTV, depois de um período de desacertos; e agora, quando a banda, com a popularidade estável, lança o DVD comemorativo dos 30 anos de existência, gravado em Nova York.

Dinho Ouro Preto, Flávio Lemos, Fê Lemos e Yves Passarel buscam, com o Acústico NYC, repetir o êxito obtido pelo projeto desplugado, que os levou ao patamar mais alto da carreira, há 15 anos. Gravado na casa de espetáculos Terminal 5, o CD e o DVD — com direito a making of — chegam amanhã às lojas. Para fãs mais ardorosos e colecionadores, serão colocados à disposição, além das duas mídias, kits com pôster, fotos exclusivas, adesivos e cadernetas exclusivas.

Raoni Carneiro é responsável pela direção, enquanto Zé Carratu assina os cenários do Acústico NYC, que recupera canções tipo lado B de álbuns anteriores, como Ressureição e Cristo Redentor, e outras que fizeram relativo sucesso — entre elas Belos e malditos, Olhos vermelhos e Eu nunca disse adeus. A elas se juntam três músicas inéditas: Vai e vem (Dinho Ouro Preto, Alvin L e Thiago Castanho), que as rádios já vêm tocando; Doce amargo (também dos três); e A mina (Kiko Zambianchi). Há, ainda, as homenagens a Renato Russo e a Chorão (Charlie Brown Jr., com a recriação de Tempo perdido e Me encontra).

 

IRLAM ROCHA LIMA – CORREIO BRAZILIENSE

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Clipe de música inédita do Bazar Pamplona

"Existe Um Filme Triste Para Cada Atriz Que Não Sorri" chega sem nenhum tipo de anúncio de novo disco, acompanhada de um vídeo feito em Lomokino.

 

 

Assim, do nada, inesperadamente e belamente a Bazar Pamplona mais uma vez renasce das cinzas como uma fênix musical e disponibiliza para nossos incautos ouvidos a inédita “Existe Um Filme Triste Para Cada Atriz Que Não Sorri”.

A canção apareceu sem nenhum anúncio disco novo, turnê ou declaração de amor, mas ao menos vem acompanhado de um belo clipe com mocinhas lindas filmadas com uma Lomokino, uma câmera analógica capaz de gerar até 144 quadros (ou apenas 30 segundos de imagem em movimento) em um filme de 35 mm.

A direção é de Everton Oliveira, da Controle Remoto Filmes, que usou 50 bobinas de 36 poses, cinco laboratórios diferentes para a revelação, duas digitalizadoras e duas câmeras para colocar em fotos vinte duas meninas.

 

Bazar Pamplona – Existe Um Filme Triste Para Cada Atriz Que Não Sorri

 

 

MARCOS XI – ROCK IN PRESS

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“Eu Sempre Quis”, do SILVA, agora em clipe

Com direção de Julio Secchin, faixa irá pertencer ao disco Júpiter, com lançamento dia 20 de novembro.

 

Capa do último álbum do Silva

 

Não muito tempo depois de lançar o single de “Eu Sempre Quis”, o músico capixaba Lúcio Souza, mais conhecido como SILVA, disponibilizou o clipe da canção.

Com direção de Julio Scchin, o vídeo mostra o SILVA dançando em movimentos simples em pequenas movimentos improvisados em um fundo branco, intercalando com imagens de planetas. O disco Júpiter será lançado dia 20 de novembro, via SLAP/Som Livre, com exclusividade pelo Spotify.

Outras informações sobre o disco podem ser conferidas nesta matéria anterior sobre o single, incluindo músicas e versões que irão figurar no terceiro álbum de inéditas do cantor.

 

SILVA – Eu Sempre Quis

 

 

MARCOS XI – ROCK IN PRESS

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Festival DoSol 2015

Confira como foram os shows de Lê Almeida, Mahmed, Thiago Pethit, Carne Doce, Camarones Orquestra Guitarrística e muito mais no festival DoSol 2015.

 

O festival DoSol chega em 2015 maior do que nunca. O festival ganhou forma de turnê e chega a 17 cidades, com mais de 24 palcos e colocando cerca de 132 bandas para circular em quase um mês de programação. O formato turnê já foi usado por um tempo pelo do Lollapalooza norte-americano e chega desta forma grandiosa e itinerante ao Brasil pelo DoSol.

O festival é sem dúvidas uma das maiores vitrines para as bandas que andam circulando no cenário independente nacional neste ano. Pelo festival passam diversos curadores de festivais, profissionais de grandes veículos midiáticos como MTV e O Globo, e com isso isso quem mais ganha é a cena do Rio Grande do Norte, ela sai na frente, porque dos 75 shows do festival neste final de semana, 33 deles são de bandas locais. Não é atoa que todo ano bandas da região despontam no cenário nacional, a exemplo de Camarones Orquestra Guitarrística, Far From Alaska e Mahmed.

O festival começou no dia 5 de novembro em Maceió (AL) e termina no dia 28 de novembro em Fernando de Noronha (PE), nesse meio tempo Natal (RN), cidade principal, recebe 85 shows, como afirmamos acima: 75 deles entre os dias principais, de 6 a 8 de novembro.

A sexta-feira começou tímida, com apenas 6 shows em um único palco, o DoSol. Algo pequeno comparado a programação dos dias posteriores, mas que lançava de cara alguns ótimos nomes da cena independente nacional atual.

 

The Sinks (RN) | Foto: Rafael Passos

 

 

Quem deu o passo inicial do festival foi a banda local Ruído De Maquina. O grupo instrumental lançou neste o EP Curiosa Herança, um trabalho experimental de post metal. Apesar do esforço dos integrantes em mostrar que sua sonoridade fluía bem no palco, a banda teve seu show prejudicado aparentemente por um problema técnico em um dos pedais do guitarrista. Quem veio logo depois foi o The Sinks, um dos projetos do Anderson Foca, o produtor responsável pelo festival, que ainda toca no Camarones Orquestra Guitarrística. A banda mudou a formação recentemente. Oficialmente agora são um duo, além do Foca no baixo, João Lemos do Molho Negro cuida dos vocais e guitarra, e não oficialmente estava na bateria Edimar Filho (ex-Black Drawing Chalks). No show, promoveram o mais recente single “Celebrity War”, e fizeram um repertório repleto de influências do skaterock californiano dos anos 90, mas com um pé no rock garagem sujo.

 

Lê Almeida (RJ) | Foto: Rafael Passos

 

 

Já quem veio depois foi o Lê Almeida. O grupo do Rio de Janeiro veio ao festival divulgar seu disco Paraleloplasmos, lançado neste ano, e seu mais recente lançamento, a música “Free Gordon”. O show foi o destaque da noite, o Lê fez uma apresentação energética cheia de distorções noventistas, meio Pavement meio Guided By Voices, com destaque para a faixa “Fuck The New School”. Outro show noventista foi destaque nesta primeira noite, o The Cigarettes, também do Rio de Janeiro.

Como havia sido alertado, o segundo dia é uma maratona de shows, é preciso ter disposição de sobra. No total foram realizados 42 shows em 5 palcos distintos. O clima do festival apareceu, neste dia ele acontece em diversas casas localizadas no bairro da Ribeira, todas elas ficam na Rua Chile, que fica completamente fechada para o evento. As grandes curiosidades desse dia não poderiam ser outras, os shows de Carne Doce, Mahmed, O Terno, Tagore, Camarones Orquestra Guitarrística e do Rico Dalasan. Infelizmente, o grupo paulista O Terno desfalcou o festival de última hora, o vocalista Tim Bernades estava com Caxumba e banda terminou cancelando a sua apresentação no meio da semana, já o Tagore teve um imprevisto na estrada, chegou atrasado e teve seu show alterado para um horário nada legal, dividindo atenções entre os headliners do Móveis Coloniais de Acaju, e os prata da casa do Mahmed.

 

Carne Doce (GO) | Foto: Rafael Passos

 

 

 

O dia começou para nossa cobertura com um público ainda pequeno e tímido no show dos Soulvenir (MA) no palco Armazém Hall. A banda foi uma das gratas surpresas que este festival vitrine proporciona, a banda canta em inglês, com um vocal que lembra bastante o timbre do volcalista do Kings Of Leon, mas sua sonoridade remete há uma mistura de Incubus com Muse. Quem apareceu depois foi a Carne Doce de Goiânia, a nova banda mais querida da cidade. No show, a banda provou que todo o bafafá criado pela crítica não é atoa. Na verdade, estávamos ali presenciando um dos melhores shows em circulação na cena independente nacional, merecido de até estar em um melhor horário na programação do DoSol. De tanto circular o grupo está afiado no palco, a Salma está cada vez melhor, com sua voz perfeita a cada nota, uma simpatia estonteante e uma presença de palco surpreendente. As ótimas músicas “Ideia”, “Fruta Elétrica” e “Passivo” fizeram o público – que já estava bem maior – se jogar na dança.

 

Camarones Orquestra Guitarrística (RN) | Foto: Rafael Passos

 

 

Após ótimo show do Carne Doce, conferirmos o show da banda local Plutão Já Foi Planeta (foto topo) que estava divulgando o álbum Daqui Pra Lá (2014). O grupo potiguar subiu no palco do Armazém Hall com um grande público jovem interessado no show. A banda segue a linha do Supercombo, faz letras que a juventude se identifica fácil e constroem suas músicas com melodias suaves. O público fez bonito durante o show, sentindo toda a vibe do palco de perto, cantando junto e até batendo palmas. Já as 21h quem subiu no palco do DoSol foi o Camarones Orquestra Guitarrística. O também grupo potiguar fez um dos shows mais lotados do dia com o repertório de seu último lançamento, o empolgante Rytmus Alucynantes. A banda fez bonito no palco, um show de rock energético capaz de conquistar qualquer público, devido sua mistura de ritmos e presença de palco. Depois quem comandou o palco DoSol foi o Thiago Pethit com o seu Rock’n’Roll Sugar Darling, outro show lotado e bem disputado pelo público. O show teve todo os três jeitos do rock’n’roll clássico, do estilo – vide as jaquetas de couros e óculos escuros usadas pelos integrantes de sua banda – a atitude, do mosh do Thiago ao beijo no fã. O público foi ao delírio cantando músicas como “Romeo” e “Moon”.

Às 00h15 apareceu a grande surpresa do festival no palco galpão 29, a Igapó da Almas. A banda mistura bem um clima psicodélico em sua sonoridade, já as letras possuem influência da clássica mpb. Mahmed entrou no palco já eram quase 02h, devido há alguns atrasos, o grupo subiu ao palco ao mesmo tempo que o Móveis Coloniais de Acaju estava perto de encerrar seu show, e que o Tagore iniciava também o seu show. Se tivesse uma eleição de banda do ano em natal, quem levaria era os caras do Mahmed, o grupo anda circulando desde abril com o ótimo disco Sobre À Vida em Comunidade, em uma extensa turnê nacional que abre nos próximos dias diversos shows do Mac DeMarco no Brasil. Em casa, a banda mostrou ao seu público os melhores momentos do álbum. E o público fez bonito, cantava os riffs das músicas fazendo uma ótima troca de energia com a banda.

O formato do festival de Natal tem suas vantagens e desvantagens. O festival cede bastante espaço para bandas locais e isso é ótimo, diversas promessas da cena independente nacional também ganham relevância dentro da programação do festival, porém os shows ainda são curtos demais, levam apenas 30 minutos e algumas bandas mais consagradas têm que sacrificar boa parte de seu repertório. Outra questão da edição deste ano é que ela ficou devendo uma atração de peso para seu sábado, o Móveis Coloniais de Acaju não é mais o mesmo de antes e o desfalque d’O Terno – o sub headliner – pesou no conjunto da programação. Os atrasos nos palcos também cansaram boa parte do público, que ficou bastante dividido, apenas os fortes ficaram para a festa final comandada pelo DuSolto e o Figueroas, que terminou ao amanhecer do dia em Natal.

 

FELIPE MATHEUS LIMA – ATIVIDADE FM

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Dingo Bells toca “Funcionário do Mês” em versão intimista

 

 

Tendo lançado o disco de estreia, Maravilhas da Vida Moderna, este ano, o Dingo Bells é uma das atrações brasileiras no próximo festival Lollapalooza, que acontece em 2016. A banda gaúcha vem se apresentando em todo o Brasil durante os últimos meses e, nesta quarta, 11, revela uma versão intimista da canção “Funcionário do Mês”, com exclusividade no Sobe o Som.

 

Nona faixa de Maravilhas da Vida Moderna, “Funcionário do Mês”, na gravação original, traz arranjos aéreos, com pegada psicodélica, crescendo com groove e backing vocals na segunda metade. Ela é também uma das canções que melhor representa o conceito do álbum, voltado a reflexões e divagações acerca da vida contemporânea.

Na versão acústica e intimista – gravada em áudio e vídeo para o Projeto Camaleão, na Area 51, em Porto Alegre –, eles priorizam a melodia e os vocais de Rodrigo Fischmann, que passeia entre tons mais altos sem perder a desenvoltura. Com base em violão e teclado, a nova versão de “Funcionário do Mês” ganha decoração com sons feitos em máquina de escrever, dando o andamento à música.

Além de Fischmann, o Dingo Bells é formado por Felipe Kautz (baixista, vocalista e tocador de máquina de escrever), Diogo Brochmann (guitarrista e tecladista). O trio da escalação principal eventualmente é acompanhado pelo guitarrista Fabricio Gambogi (no vídeo, também “tocando” a máquina de escrever) em algumas das apresentações.

 

Veja a versão intimista de “Funcionário do Mês” abaixo

 

 

Lançado no último mês de abril, Maravilhas da Vida Moderna não representou apenas a estreia do Dingo Bells em disco, como também colocou a banda no mapa da nova música brasileira de destaque. O álbum rendeu aos gaúchos uma turnê nacional com o trio baiano Maglore, além de uma vaga na escalação do Lollapalooza 2016.

 “Queríamos algo que nos deixasse satisfeitos”, disse Kautz sobre o álbum de estreia, na ocasião do lançamento, em entrevista à Rolling Stone Brasil. “É quase como se eu quisesse fazer algo que eu pudesse mostrar para o meu filho. Dizer: ‘Olha só, um dia eu me reuni com esses caras e a gente fez isso.”

Praticamente criado nas idas frequentes do grupo a um sítio na região de Viamão, no Rio Grande do Sul, Maravilhas da Vida Moderna teve participações de Felipe Zancanaro (Apanhador Só) e produção de Marcelo Fruet. “Gravamos bateria, baixo, alguns violões, guitarras e coisas que achávamos que o sítio poderia acrescentar, como sonoridade e como aura do lugar”, comentou Kautz.

 “Tudo se encaixou sob esse ‘telhado’”, teorizou Fischmann, na mesma entrevista, citando o conceito que ultrapassa os versos e vai do título à arte do disco. Kautz ainda emendou: “Falamos sobre como vemos as pessoas levando a vida delas – e isso nos inclui. Então, [as faixas] têm muito mais um quê de reflexão mesmo. Procuramos fazer do álbum uma ilustração do tempo em que vivemos.”

 

Abaixo, ouça a íntegra de Maravilhas da Vida Moderna.

 

 

LUCAS BRÊDA – ROLLING STONE BRASIL

 

Ritchie Blackmore volta aos palcos com músicas do Rainbow e Deep Purple

 

 

Depois de 20 anos afastado do rock, o guitarrista Ritchie Blackmore anunciou sua volta ao estilo. Pelo menos para uma série de shows, que vem sendo anunciada como "Rainbow 2016". O repertório dessas apresentações será composto de músicas do Rainbow e do Deep Purple - bandas que o tornaram conhecido mundialmente.

Os músicos que acompanham o guitarrista nessas apresentações, que acontecem na Europa no ano que vem, são: Ronnie Romero (voz, do Lords of Black), Jens Johansson (teclado, do Stratovarius), David Keith (bateria, do Blackmore's Night) e Bob Nouveau (baixo).

Ainda sobre Blackmore, o documentário "The Ritchie Blackmore Story", sobre o qual falamos aqui, teve seu lançamento adiado para o dia 20 de novembro. "The Ritchie Blackmore Story" conta com entrevistas de Brian May, Glenn Hughes, Lars Ulrich, Steve Lukather, Joe Satriani, David Coverdale, Gene Simmons, Joam Bonnet, Ian Anderson e Jon Lord (falecido em 2012).

 

LIZANDRA PRONIN – TERRITÓRIO DA MÚSICA

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11/11/15

Reação em Cadeia se apresenta em Florianópolis em dezembro

 

 

 

No dia 13 de dezembro, domingo, a banda Reação em Cadeia se apresenta na Célula Showcase (João Paulo, 75), em Florianópolis/SC. A abertura fica por conta das bandas Tio-San, Kemain e Blame.

Ingressos: R$50,00 (2º Lote - Pista)

Pontos de Venda:

Online: ticketbrasil.com.br/show/3359-reacaoemcadeia-sc

 

Centro - Florianópolis/SC:

- Roots Records (Rua Felipe Schimidt, 249)

 

Palhoça:

- Popie (Av. Atílio Pagani, 270 - Shopping ViaCatarina)

 

ROCK GAÚCHO

 

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Wander Wildner realiza temporada de shows em Florianópolis durante o mês de novembro

 

 

Durante às quintas-feiras de novembro, Wander Wildner realizará uma temporada de shows no General Lee (Rua Cônego Bernardo, 101 - Trindade), em Florianópolis/SC. A partir das 22hs, o músico apresentará as canções mais clássicas do seu repertório. Em alguns dias, Wander terá um convidado especial, seu amigo e figura lendária do rock catarinense, Domingos Longo.

 

ROCK GAÚCHO

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Charme Chulo lança novo álbum no SESC Belenzinho

 

 

O grupo foi formado em 2003 na cidade de Curitiba, e em 2007 lançaram o disco de estreia, homônimo. Dois anos depois veio o segundo álbum, Nova onda caipira, e, em 2014, o grupo lançou o terceiro disco de estúdio, Crucificados Pelo Sistema Bruto.

Além da mistura consolidada entre rock de pegada pós-punk e música caipira, que segue firme no último trabalho da banda, o novo show reserva surpresas capazes de ressignificar alguns valores do rock que se produz atualmente no país. Em sua nova apresentação o grupo reforça, ainda mais, a ironia, flertando com ritmos presentes na música de massa dos últimos anos. No entanto, o som da viola caipira (tão característico no som do grupo) é presença garantida. Liderado pelos primos Igor Filus e Leandro Delmonico, o quarteto vem desbravando diversos palcos do país com um show empolgante.

Com Igor Filus (voz), Leandro Delmonico (guitarra e viola caipira), Hudson Antunes (baixo) e Douglas Vicente (bateria). Participações de Daniel de Meneses (trompete), Douglas Antunes (trombone), Daniel Nogueira (sax tenor).

Serviço:

SESC Belenzinho

Sábado, dia 28 de novembro

Ingressos à venda online a partir do dia 17 de novembro

R$ 6 a R$20

 

DROP MUSIC

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Daughter estreiam segundo vídeo do novo álbum

Os Daughter estrearam o segundo vídeo do novo álbum «Not To Disappear».

 

 

A edição está marcada para 15 de Janeiro. «Numbers» é o segundo avanço depois de «Doin The Right Thing».

O vídeo tem realização da dupla Iain Forsyth e Jane Pollard, a mesma do filme «10,000 Days On Earth» sobre Nick Cave. Trata-se do segundo de uma trilogia de telediscos preparados para os Daughter.

 

 

DISCO DIGITAL (Portugal)

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BNegão e os Seletores de Frequência lançam álbum "TransmutAção" em Brasília

 

BNegão e os Seletores de Frequência apresentam "TransmutAção"

 

Figura presente no cenário musical candango, o carioca BNegão retorna a Brasília com os Seletores de Frequência para o lançamento do seu novo álbum "TransmutAção".

A apresentação única ocorre na sexta-feira (13), no Arena Futebol Clube (Setor de Clubes Sul), a partir das 22h.

Além de BNegão & Seletores de Frequência, a festa terá a presença dos DJ's LM, Batidão Sonoro e Criolina. A entrada no baile custa R$ 30 (Meia - Primeiro lote), R$ 40 (Meia – Segundo lote) e R$ 50 (Meia – Terceiro lote), à venda nas lojas Koni Store (201 Norte, 209 Sul e 109 Norte).

O álbum é o terceiro da carreira do grupo e reforça a forte sonoridade presente nos trabalhos anteriores, carregado de dub, funk e rap.

 

Serviço

Novo disco BNegão & Seletores de Frequência - "TransmutAção"

Quando: 13 de novembro, a partir das 22h

Onde: Arena F.C (Setor de Clubes Sul, Trecho 3)

Quanto: R$ 30 (Meia - Primeiro lote), R$ 40 (Meia – Segundo lote) e R$ 50 (Meia – Terceiro lote)

 

GUIA UOL

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Alceu Valença e Tom Zé se apresentam gratuitamente no Mimo Festival

 

O cantor Alceu Valença

 

De 13 a 15 de novembro, o Rio recebe pela primeira vez o Mimo Festival, festival internacional de música instrumental que reúne concertos, exibição de filmes e workshops. Celebrando os 450 anos da cidade, a 12º edição do festival irá ocupar espaços do patrimônio histórico carioca, com 20 apresentações gratuitas, mais de vinte filmes e diversas atividades educativas.

Entre os destaques da programação, shows internacionais como o do guitarrista tuaregue Omara Bombino, conhecido como o "Hendrix do Saara", o bluesman do Mali Boubacar Traoré, o luso-angolano Batida, com sua mistura de música africana dos anos 1970, música eletrônica e kuduro, e mais.

Na ala nacional, o festival traz shows de Tom Zé, da Banda Black Rio, que comemora seus 40 anos de criação, Alceu Valença com o projeto "Valencianas", junto com a Orquestra Ouro Preto, entre outros.

Simultaneamente aos concertos, o MIMO realiza um festival de cinema no Cine Odeon que têm a música como protagonista. Entre os destaques, o documentário "The Amazing Nina Simone" (2015), de Jeff L. Lieberman, o filme "Sem dentes: Banguela Records e a turma de 94", de Ricardo Alexandre, que revela a história do selo Banguela Records, financiado pelos Titãs, a pré-estreia "My Name Is Now, Elza Soares", de Elizabete Martins Campos, e mais.

O MIMO Festival conta ainda com uma etapa educativa, confira a lista completa de workshops e como se inscrever no site do evento.

 

Veja a programação completa de shows:

 

Sexta (13)

18h30 na Igreja da Candelária - Orquestra Sinfônica Cesgranrio com regência de Eder Paolozzi e Daniel Casares (Espanha) no violão.

19h no Espaço Cultural BNDES - Chris Stout & Catriona Mckay (Escócia).

20h na Sala Cecília Meireles - Boubacar Traoré (Mali).

20h30 no Parque Lage - DJ Marcelinho da Lua (Brasil).

22h no Parque Lage - Batida (Angola/Portugal).

 

Sábado (14)

11h no Museu da República - Grande Companhia Brasileira de Myestérios e Novidades.

15h no Museu da República - Antônio Guerra (Brasil).

16h na Igreja da Penha - SU:M (Coreia do Sul).

17h no Museu da República - Nailor Proveta & Alessandro Penezzi (Brasil).

18h no Parque Lage - Banda Black Rio.

20h no Parque Lage - Tom Zé.

22h no Parque Lage - Bombino (Níger).

 

Domingo (15)

11h no Museu da República - Orquestra Popular Tuhu (Brasil).

14h30 no Parque Lage - Academia Juvenil da Orquestra Petrobras Sinfônica, com regência de Marcio Sanchez e Catriona McKay na harpa celta (Escócia).

15h no Museu da República - David Ganc & Quarteto Guerra-Peixe.

16h no Parque Lage - Juarez Moreira Quarteto (Brasil).

17h no Museu da República - Boubacar Traoré (Mali).

18h no Parque Lage - SU:M (Coreia do Sul).

18h30 na Igreja Nª Sª do Outeiro da Glória - João Camarero.

20h no Parque Lage - Alceu Valença & Orquestra Ouro Preto.

Os ingressos para os filmes no Cine Odeon, e para os concertos na Igreja da Candelária e Igreja da Penha devem ser retirados através do site oficial do festival, e para o Auditório do BNDES aqui. O 1º lote de ingressos para a Sala Cecília Meireles e Igreja Nª Sª do Outeiro da Glória já estão esgotados. O 1° lote de ingressos já está disponível no site, o 2° lote de ingressos será disponibilizado no dia da atividade, a partir das 10h. Para os demais locais, não é necessária a retirada de ingresso, porém os espaços estão sujeitos à lotação.

Os ingressos que serão retirados para as sessões do Festival MIMO de Cinema deverão ser trocados na bilheteria do Cine Odeon, até 30 minutos antes do início da sessão. A abertura dos espaços que exigem a apresentação de ingresso será sempre 30 minutos antes do horário do concerto. Nos locais onde a apresentação de ingresso é obrigatória, não será permitida a entrada após o início do concerto.

 

Serviço

MIMO Festival

Quando: dias 13, 14 e 15 de novembro de 2015. Confira a programação completa no site oficial.

Onde: Parque Lage (Rua Jardim Botânico 414, Jardim Botânico), Museu da República (Rua do Catete, 153, Catete), Auditório do BNDES (Avenida Chile, 100, Centro), Igreja da Candelária (Praça Pio X, s/n, Centro), Igreja da Penha (Estrada da Penha, 19, Penha).

 

Quanto: Entrada gratuita. Necessária a retirada de ingressos no site oficial para os filmes e alguns concertos.

Mais informações: www.mimofestival.com

 

UOL RJ

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Vinco e o clipe de “Quando Era Lá Em Casa”

Clipe é a primeira amostra do EP Longe de Casa, a ser lançado nos próximos dias de forma independente.

 

 

 

Mais perto do post-hardcore do que do indie ao qual nós apontamos na hora de por-los entre nossas apostas de 2015, a Vinco parece estar reencontrando seu eixo.

Prestes a lançar seu novo EP, Longe de Casa, o trio carioca colocou na rua a primeira amostra do novo trabalho: “Quando Era Lá Em Casa” é uma música com cara de nostálgica e maior leveza e seu clipe carrega imagens de shows, ensaios, gravação e o dia a dia de uma banda independente brasileira, além do cotidiano da capital do Rio de Janeiro.

 

Longe de Casa será lançado neste domingo. Basta estar atento ao Facebook da banda.

 

Vinco – Quando Era Lá Em Casa

 

 

MARCOS XI – ROCK IN PRESS

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Young Lights mostra vídeo de Baby Girl

Aterrissagem de um avião é retratada junto a melancólica canção do disco Cities, de 2014.

 

 

Lentamente o avião vai se aproximando da cidade, chegando no aeroporto e se aprontando para a aterrissagem. Um registro simples e representativo que fala muito sobre a simplicidade emocional contida nos trabalho do jovem folker mineiro Jairo Horsth, que comanda e se mostra a frente do Young Lights.

A imagem ininterrupta do processo de aterrissagem faz parte do clipe de “Baby Girl”, canção mais solitária e carregada de sentimentos do disco Cities, lançado pela banda em outubro de 2014. Quem harmonizou a cena com a canção voz e guitarra de Jairo foi o baterista Gentil Nascimento. Bonito registro simbólico e simples.

 

Young Lights – Baby Girl

 

 

MARCOS XI – ROCK IN PRESS

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Clipe e single inédito do Rafael Castro: Preguiça

Single avulso tosco-divertido do músico paulistano mostra o lado cômico ao lado de amigos.

 

 

O genial, inconfundível, irônico, louco e divertido Rafael Castro, dono de algumas outras dezenas de outros adjetivos aleatórios e esquisitos, fez o que sabe de melhor: música louca e esquizofrênica, sempre muito bem acompanhada de amigos que dividem o clipe desprendido do músico.

A novidade de agora é a divertida “Preguiça”, faixa inédita que já chegou acompanhada de clipe caseirão-tosco-maravilha dirigido pelo próprio e com produção, filmagem e montagem assinada por Juka Tavares. A faixa é uma grade ode a preguiça, aos 10 minutinhos a mais de sono, a dificuldade de levantar, de fazer algo e de terminar de escrever essa notícia.

 

Rafael Castro – Preguiça

 

 

MARCOS XI – ROCK IN PRESS

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Qualquer Lugar, single novo da Cabana Café

Canção deverá aparecer no segundo álbum dos paulistas, com lançamento esperado para 2016 via Balaclava.

 

 

Depois de se aventurarem nos projetos paralelos DesReal, Parati e Peaches and Cream, parece que finalmente a Cabana Café voltou para o estúdio para trabalhar em novidades na sua bela e produtiva carreira musical.

O agora sexteto paulista ganhou a adição de Hafa Bulleto (BIKE) na guitarra e pretende lançar seu segundo disco em 2016, o sucessor do ótimo Panari, de 2013. Para dar esse primeiro gosto, a Cabana Café disponibilizou a faixa “Qualquer Lugar”, inédita no repertório feita sobre a estabilização da vida dentro após nos conectarmos com a internet.

A canção está disponível para audição no Soundcloud do selo Balaclava Records, casa que deve sediar o próprio lançamento da banda. A capa é de Thaís Castilho.

 

Cabana Café – Qualquer Lugar

 

 

MARCOS XI – ROCK IN PRESS

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Joss Stone com Stone Temple Pilots é a coisa mais incrível que você vai ver nesta terça

 

 

Se prepare, porque ao ver esse vídeo a sua alma será elevada a um outro patamar, e não estamos brincando. A parada é séria! Nesta noite de segunda (9), a diva loira do soul pop Joss Stone se juntou aos grunges do Stone Temple Pilots para cantar o hit Interstate Love Song, no programa do Jimmy Kimmel, e ficou divino!

No mesmo dia, Chester Bennington, divulgou que estava deixando o vocal do STP para se concentrar em sua banda principal, o Linkin Park. Então, esse vídeo com a Joss Stone veio numa boa hora para elevar a moral da banda. Só esperamos que role mais parcerias como essa!!

Aperte o play e sente a good vibes!

 

 

ITAICI BRUNETTI – VIRGULA UOL

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Wannabe Jalva: o dia em que conhecemos Eddie Vedder

Vocalista e baixista da Wannabe Jalva, banda gaúcha que abre novamente o show do Pearl Jam na noite desta quarta-feira, na Arena do Grêmio, conta como foi conhecer Eddie Vedder

 

 

 

 

Acho que era um sábado, em algum final de semana no começo de outubro de 2011. O Tiago (que toca comigo na Wannabe Jalva) me ligou e, já sabendo que eu ia no show do Pearl Jam, disse na maior ironia do planeta terra e provavelmente com o sorriso na cara característico da figura: "Ah é, que tu vai ver o Pearl Jam então…". Na hora, caiu a ficha. Eu simplesmente tinha evacuado da memória que a produção local mandou uma seleção de bandas para que o próprio Pearl Jam escolhesse a abertura do show de Porto Alegre. Na época, a gente era guri novo, com menos de um ano de Wannabe Jalva, nunca imaginaríamos que os caras iriam nos escolher.

Mal sabia que, naquele dia 11.11.11 (sim, exato mesmo dia e mês do show de hoje à noite), tocaríamos como gente grande, ignorando o nervosismo de pela primeira vez estar segurando um estádio nas costas (e, possivelmente, um lugar maior do que o Beco), e iriámos receber a aprovação dos caras em pessoa.

 

 

Saímos do palco naquele clima de "que animal isso tudo", e estava ali Mr. Vedder, vendo o show no cantinho, tomando um drink e balançando a cabeça com tom de aprovação. Conversamos com ele, e não me lembro direito qual era o papo, mas lembro que ele perguntava meu nome, e eu respondia coisas do tipo "É uma honra abrir pra vocês" e "Pô, e aquele show lá em 2005", não dizendo nada com nada. Até que ele me perguntou pela 23ª vez: "Man, qual é teu nome?". Daí, parei, pensei e respondi: "Rafael". E ele disse: "Rafael, you should keep on stage…" ("Rafael, você deveria continuar no palco..."), elogiando a banda como um todo.

Porra, aquele mesmo cara daquela banda que furei os discos, que vi o show em 2005 no Gigantinho e que foi uma das maiores surras musicais que já havia tomado até então. Mostrando que, acima de tudo, ele é um cara de verdade, e que, além de músico talentoso, também passou por isso e sabe como é a trajetória de uma banda de carne e osso. Acho que esse é o ponto que eu mais admiro nos caras, a postura que eles têm com coisas que julgam importantes, sua preocupação com a arte.

 

 

Dois anos mais tarde, em 2013, já um pouco mais calejados musicalmente, tocamos no Lollapalooza (festival que ocorre em São Paulo) e, coincidentemente, no mesmo dia em que o Pearl Jam também tocaria. Não estávamos esperando uma aproximação, pois sabemos que geralmente neste tipo de evento existe uma organização bem rígida, e o Pearl Jam era o headliner do festival. Do nada, o Chris, nosso manager, dá a notícia de que a banda estava nos convidando para ver o show deles do palco. E, mais uma vez, sem esperarmos nada, o Ed agradece a Wannabe Jalva (e mais diversas bandas gringas daquela edição) na frente de 80 mil pessoas.

Neste momento, me encontro em casa, coloco o Yield para girar, fazia uns bons dois anos que não escutava o disco inteiro. Obviamente, com o passar dos anos, me aprofundei muito mais em música, abri a cabeça para muitos estilos e grooves, bem além daquele guri que curtia bastante do punk e do grunge. Mas o sentimento é o mesmo. Bate do mesmo jeito. Que hoje à noite seja especial mais uma vez.

 

PEARL JAM

Única apresentação: quarta-feira, 11 de novembro de 2015.

Horário: 20h30min

Local: Arena do Grêmio - Avenida Padre Leopoldo Brentano, 110 - Humaitá, Porto Alegre - RS

Capacidade: 43.491 pessoas

Ingressos: de R$ 80 a R$ 460

Classificação etária: de 10 a 13 anos é permitida a entrada acompanhado de um responsável. A partir de 14 anos é permitida a entrada desacompanhado.

Dinheiro; cartões de crédito MasterCard, American Express, Visa e Diners; cartões de débito Visa Electron e MasterCard débito.

 

RAFAEL ROCHA (Especial) – ZERO HORA

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5° Festival Natura Musical reúne Gal Costa, Chico César, Emicida e Tulipa Ruiz

Edição 2015 deixa Belo Horizonte e será organizada na Praia de Copacabana, Rio de Janeiro

 

 

Depois de quatro edições organizadas em Belo Horizonte, o Festival Natura Musical se muda para o Rio de Janeiro em 2015, promovendo sete horas gratuitas de grandes shows na Praia de Copacabana. As apresentações acontecerão de forma gratuita no dia 29 de novembro, a partir das 14h.

O time de atrações do espetáculo (que será montado na avenida Atlântica entre as avenidas Princesa Isabel e Prado Júnior) inclui nomes de peso como Karla da Silva, Tulipa Ruiz, Felipe Cordeiro, Chico César, Marcelo Jeneci, Emicida e Gal Costa. O evento terá transmissão online pelo canal Natura Musical no YouTube.

No ano passado, em três palcos de BH, Arnaldo Antunes, com participação especial de Marisa Monte, Ney Matogrosso, Elba Ramalho, Fernanda Takai, Nação Zumbi com BNegão, Karina Buhr, 5 a Seco e outros foram os convidados.

A festa de 2015 ainda comemora dez anos do Natura Musical, programa que atua na renovação da música brasileira com o lançamento de álbuns e turnês de artistas em diferentes estágios da carreira.

 

Veja a programação:

 

14h20: Abertura com Karla da Silva

15h30: Tulipa Ruiz e Felipe Cordeiro

17h00: Emicida

18h30: Chico Cesar e Marcelo Jeneci

20h00: Gal Costa

21h00: Encerramento com Gal Costa e convidados

 

ROLLING STONE BRASIL

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10/11/15

O Teatro Mágico homenageia Clube da Esquina em show no dia 14 de novembro

 

O Teatro Mágico canta sucessos como "O Anjo Mais Velho" e "Amanhã...Será?"

 

O Chevrolet Hall recebe apresentação única do grupo O Teatro Mágico no próximo dia 14 de novembro, às 22h. Na ocasião, o grupo faz uma homenagem especial ao Clube da Esquina.

Esgotados no 1º lote de vendas, os ingressos custam R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia) no 2º lote, disponível na bilheteria da casa (diariamente, das 12h às 20h) e pelo site Tickets for Fun.

No show, a trupe interpreta sucessos de seus 11 anos de trajetória, incluindo "O Anjo Mais Velho", "Amanhã...Será?", "O Sol e a Peneira" e "Quando a Fé Ruge", além de novas composições e a homenagem ao movimento mineiro.

Liderado por Fernando Anitelli (voz, violão e guitarra), o Teatro Mágico se apresenta com Daniel Santiago (guitarra e direção musical), Serginho Carvalho (contrabaixo), Rafael dos Santos (bateria), Ricardo Braga (percussão), Guilherme Ribeiro (teclados) e com as artistas performáticas Andrea Barbour e Kátia Tortorella.

 

Serviço

O Teatro Mágico

Quando: 14 de novembro (sábado), às 22h

Onde: Av. Nossa Senhora do Carmo, 230, Savassi

Quanto: 2º lote: R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia)

Vendas: bilheteria do Chevrolet Hall (diariamente, das 12h às 20h) e pelo site www.ticketsforfun.com.br

Classificação: 16 anos

Mais informações: chevrolethallbh.com.br/programacao/teatro-magico-2

 

UOL

 

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Max Cavalera: “Ainda quero gravar um disco no Brasil”

 

 

Max Cavalera é um cara que não tira férias. Se ele não está trabalhando com o Cavalera Conspiracy (que mantém com o Iggor), ou com seu projeto paralelo, o Killer Be Killed, está à frente de sua banda principal, o Soulfly, que acaba de soltar Archangel, o décimo álbum da carreira do grupo, lançado no Brasil pela gravadora Golfetti.

Archangel chega PESADO, e é um dos trabalhos mais nervosos da carreira do Soulfly, e talvez até do Max, que em conversa com o Virgula, explicou essa obsessão atual pela agressividade: “Cara, quanto mais velho eu fico mais eu gosto de metal extremo e rápido, então a ideia do novo álbum foi fazer um lance mais pro Death Metal mesmo, que é o estilo que eu tenho escutado muito, com bandas como Behemoth e Belphegor. Tem gente que até me pede para voltar a fazer um lance mais tribal, e outros gostam do jeito que está, então vou decidindo de acordo com o que estou ouvindo. E os convidados do disco também ajudaram a deixar a coisa mais sinistra; Todd Jones, do Nails, cantou em Sodomites, e Matt Young, do King Parrot, colaborou em Live Life Hard!“.

 

Escute “1 We Sold Our Souls To Metal” por Soulfly

 

 

Max também comentou sobre a grande quantidade de convidados nos álbuns do Soufly, que chegou a ser uma marca dos trabalhos da banda e foi diminuindo com o tempo: “O disco Primitive (que eu considero excelente) tinha muitos convidados; Tom Araya, do Slayer, Corey Taylor, do Slipknot, Chino Moreno, do Deftones, e até o Sea Lennon, e recebeu muitas críticas negativas por causa disso, daí eu aprendi. Agora mantenho um número de apenas dois convidados por álbum. Acho que é uma boa quantidade”.

Para Max, estar em uma banda sempre foi sinônimo de família, desde quando tocava com seu irmão no Sepultura, e agora não é diferente, pois seu filho Zyon assumiu oficialmente a bateria do grupo. “A maioria dos fãs adoram ver esse lance de pai e filho tocando juntos. Ele se adaptou muito bem no Soulfly, traz um sangue novo nos shows e toca sempre de forma diferente. É um animal!”, conta ele.

E como rola esse lance do Zyon ser da banda e da família? Você sabe quando é para ser pai e quando é para ser líder de banda? “Quando estamos em turnê eu deixo o lado pai descansando em casa e dou um start no lado músico. Então, eu falo com ele como se fosse um músico e não filho. E tem dado muito certo”, revela o vocalista.

 

Faz pouco tempo que Max fez as pazes com o Brasil e tem voltado cada vez mais para extensas turnês. Porém, os planos do músico com o nosso país vai além dos shows: “Quero gravar um disco no Brasil e acho que essa ideia ainda vai rolar no futuro. Não sei se com o Soulfly ou com o Cavalera, mas vai rolar. Inclusive, tenho até vontade de ter uma casa de férias por aí, talvez no Nordeste, para que eu possa relaxar e matar a saudade”, finaliza ele.

E a gente diz: “Pode vir Max, a porta está aberta!”

 

ITAICI BRUNETTI – VIRGULA UOL

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Kurt Cobain: conheça a inédita “Been A Son”

 

 

Foi revelada mais uma demo inédita do Nirvana. No player a seguir, você ouve a faixa ‘Been a Son’. A canção estará na coletânea ‘Montage of Heck: The Home Recordings’, disco com gravações caseiras do líder Kurt Cobain, que chega às lojas na próxima sexta-feira (12). O material é fruto da pesquisa feita para o documentário ‘Cobain: Montage of Heck’, do diretor Brett Morgen.

 

 

 

GUILHERME ZANINI – GUITAR PLAYER

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Djavan celebra a sina de viver em seu novo disco

Em 23º trabalho, cantor e compositor alagoano reverencia o Nordeste de sua gente, fala de amor e do Brasil. Turnê de lançamento começa por Juiz de Fora, em fevereiro

 

Djavan: Facebook, Twitter e Instagram são importantes para a carreira

 

A primeira sensação quando se ouve a faixa que abre o novo disco de Djavan, Vidas pra contar, é de que o álbum é de algum artista ligado ao campo ou ao sertão, como Dominguinhos ou Humberto Teixeira. Mas não do autor de Oceano, Açaí e Eu te devoro.

Vem da viola de João Castilho o acorde inicial de Vida nordestina (“A vida não é de festa/ Para o povo do sertão/ Mas até quem não tem empresta/ Dá a mão/ A vida é mais dolorida/ Pra esse povo sofredor”), em que o cantor e compositor alagoano retorna às origens, revelando  a dor, a fé, a rica cultura e as agruras da gente do Nordeste. “Quando a compus, achei que ficou muito interessante, porque falava de muita coisa ligada aos nordestinos e tinha a ver com a minha origem. Justamente por ser uma canção inusitada, quis que ela abrisse o CD”, conta Djavan.

O 23º disco da carreira de Djavan traz esse retorno às raízes em forma de xote, mas também tem amba, pop, valsa, jazz e até bolero. Todas as composições são inéditas e assinadas or ele, também responsável pela produção e arranjos. “Assumir praticamente tudo é algo que faço há muitos nos. Acho bacana ser assim”, pontua. A escolha de Vidas pra contar (“Fui ver vidas pra contar/ Enquanto o sono incerto/ Não em/ Acolher/ Na noite eu perdi meu olhar”) para batizar o projeto foi algo natural. “Falo de vidas neste disco. Além de ser um título muito bonito, ele simboliza tudo o que quis dizer nesse trabalho”, comenta Djavan, que está completando 40 anos de carreira.

Entre as faixas de destaque, estão Enguiçado (“Tanto nego errado/ Enguiçado/ Dado a viver/ Com a coisa errada/ Inclinado a tudo ceder”), O tal do amor (Me vejo ao seu lado/Comoego inflado/ Eu vivo a querer/ O seu amor/ Seja como for”), Não é bolero (“Eu não digo que não/ Ela é bela e fera/ Mas não pondera/ E me deixa doidinho/ Quando eu penso que sim/ Ela dá de ombro”) e Primazia (Fique assim, assim/ Dê continuidade à mulher/ Que me faz tão bem como é/ Que vem no meio da noite/ Procurar o que quer).

Prestes a ser homenageado no Grammy Latino pelo conjunto da obra – a cerimônia está marcada para o dia 18, em Las Vegas, nos EUA –, o músico contou com o apoio dos fãs na concepção de seu novo álbum. Eles elegeram a contracapa em votação pela internet. Djavan acredita que a interação é essencial hoje em dia, destacando que esse é o verdadeiro papel das redes sociais. “Facebook, Instagram e Twitter servem para divulgar o meu trabalho de forma rápida, prática e gratuita. A participação dos fãs é bem bacana”, defende.

Apesar de Vidas pra contar ser lançado agora, a turnê ficou para 2016. A estreia está programada para 25 de fevereiro, no Cine-Theatro Central, em Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira. “Além de o teatro ser belíssimo e ter ótima infraestrutura, lá é um bom mercado. Sobretudo, fica perto do Rio, é viável e prático”, opina.

 

Até fevereiro, Djavan planeja divulgar o disco e tirar umas boas férias. “Vou descansar no melhor lugar: Maceió, minha terra”, avisa.

 

DJAVAN - VIDAS PARA CONTAR

Sony Music/Luanda Records

12 faixas

Preço sugerido: R$ 24,90

 

ANA CLARA BRANT – ESTADO DE MINAS CULTURA

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Mohandas emerge em sonoridades eletrônicas em novo disco; ouça Um Segundo

 

 

Na segunda metade da faixa “Umbigada Big Bang”, uma enxurrada de sonoridades eletrônicas, guitarras e teclados tomam conta da gravação. A passagem introduz praticamente todo o segundo álbum do Mohandas, sugestivamente chamado Um Segundo, e lançado nesta segunda-feira, 9, com exclusividade no Sobe o Som (ouça abaixo).

Grupo carioca surgido em 2011, o Mohandas divulgou o trabalho de estreia, Etnopop, em 2012, tendo rodado com frequência no cenário independente carioca desde então. Para a nova empreitada, eles contam com a produção do renomado músico Lucas Vasconcellos, um dos responsáveis por ordenar a experimentação sonora que a banda alcançou em Um Segundo.

O novo disco do Mohandas é recheado de composições claramente coletivas, com uma vasta paleta de cores, vozes e instrumentos, indo das orgânicas raízes sonoras brasileiras (“O Homem”) à música eletrônica mais profunda (“Seres”). Os cariocas refletem com criticidade os tempos atuais (“O homem não suporta o mundo que o homem inventou”, cantam), explorando a relação do ser humano com a tecnologia (“Hoje eu acordei máquina de lavar”, diz “Máquina de Lavar”).

Um Segundo traz seis faixas inéditas, sendo completado por outras duas músicas – “Seres” e “Your Eyes” – lançadas previamente no compacto Toda Parte e remixadas. Ao todo, nove artistas – contando integrantes da banda e parceiros – contribuem com as composições do disco, incluindo o produtor Kinkid, responsável por remixar as músicas de Toda Parte.

 

Ouça Um Segundo, novo disco do Mohandas, abaixo

 

 

Formado por Micael Amarante, Bel Baroni, Dudu Lacerda Nana Orlandi, Pedro Rondon e Diogo Jobim, o Mohandas faz shows de lançamento do segundo álbum da carreira nos dias 10 e 11 de dezembro, no Rio de Janeiro. Primeiro, na quinta, 10, no Oi Futuro Ipanema (às 21h), e depois, na sexta, 11, na Sala Funarte Sidney Miller, pelo Contemporâneos na Funarte (às 19h30) – saiba mais aqui.

 

Conheça também o primeiro álbum do Mohandas, Etnopop, abaixo.

 

 

LUCAS BRÊDA – ROLLING STONE BRASIL

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The Who fará show único na Inglaterra em fevereiro de 2016

Banda britânica retornará aos palcos depois de o vocalista Roger Daltrey se recuperar de uma meningite

 

 

O The Who fez uma pausa na atual turnê, que comemora os 50 anos da banda, devido a uma meningite contraída pelo vocalista Roger Daltrey. Os shows que deveriam ter acontecido em 2015 foram adiados para 2016 e o grupo ainda agendou uma nova apresentação no estádio Wembley, em fevereiro.

Segundo o site da revista britânica NME, o show no estádio de Londres (Inglaterra) será o primeiro do The Who no país desde que eles tocaram no festival Glastonbury e no Hyde Park, ambos no último mês de junho. O show no Hyde Park, aliás, rendeu o lançamento de um DVD, The Who in Hyde Park, em outubro.

A apresentação do The Who em Wembley acontecerá em 13 de fevereiro do ano que vem e se somará aos 24 shows que estavam marcados para 2015 e tiveram que ser reagendados para 2016. “A plateia de Londres é sempre uma boa plateia”, disse o guitarrista Pete Townshend em comunicado de imprensa recente.

A turnê The Who Hits 50! promete ser a última da história do grupo, mas Townshend já declarou que pretende continuar escrevendo com o parceiro Roger Daltrey adiante. “Acho que Roger e eu vamos fazer coisas estranhas juntos”, disse. “Espero que um dia eu possa escrever para ele um álbum de músicas e que a gravadora não exija que nós chamemos de Who.”

“Mas eu tenho um pressentimento ruim sobre isso”, disse o letrista de 70 anos, um ano mais novo do que o companheiro artístico. “Acho que se eu fizer para o Roger um punhado de boas músicas, nosso empresário vai dizer: ‘Vamos chamar isso de The Who? Vamos vender duas vezes mais discos!”

 

ROLLING STONE BRASIL

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Psicodália 2016 terá Steppenwolf, Nação Zumbi, Cidadão Instigado e Terreno Baldio

 

Joh Kay & Steppenwolf, uma das atrações do Psicodália 2016

 

Inicia hoje a pré-venda de ingressos para o festival ​Psicodália, que acontece de 05 a 10 de fevereiro de 2016, na Fazenda Evaristo, em Rio Negrinho/SC. Joh Kay & Steppenwolf, Nação Zumbi, Cidadão Instigado e Terreno Baldio são algumas das atrações confirmadas.

Quem esteve no evento em 2014 e 2015 terá o privilégio de garantir seu lugar antes, na pré-venda dos dias 9 e 10 de novembro. O público em geral poderá comprar o passaporte a partir de 11 de novembro. Nos dois casos, as vendas serão através do Disk Ingresso. Cada lote terá novo valor.

 

Além dos artistas citados acima, o festival terá mais 36 atrações, oficinas, workshops, peças teatrais e exibições de curtas, longas e documentários, além dos passeios com trilhas, lagoas, cachoeiras e a Tirolesa de 500m - tudo incluso no passaporte que dá direito a frequentar todos os dias do festival.

O ​Psicodália 2016 conta ainda com infraestrutura para receber o público: Os 500 mil m2 de área verde incluem estacionamento, bares e praça de alimentação 24 horas. Haverá ambulatório 24 horas, minimercado, feirinha e bazar e cinco grandes áreas de camping arborizadas, equipadas com 250 banheiros, iluminação, limpeza e segurança.

 

05 a 10/02/2016 - Rio Negrinho/SC

Fazenda Evaristo

Ingressos: R$ 320,00 (pré-venda, 1º lote), R$ 390,00 (vendas normais)

Vendas online: www.diskingressos.com.br

Informações: www.psicodalia.com.br

 

LIZANDRA PRONIN – TERRITÓRIO DA MÚSICA

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09/11/15

Metallica apontam novo álbum para 2016

O há muito adiado novo álbum dos Metallica tem edição prevista para 2016.

 

 

 

Quem o diz é o guitarrista Kirk Hammett em entrevista à 103.3 The Edge WEDG-FM. «Esperemos que o álbum saia no próximo ano», diz. «Segue muito a mesma linha do «Death Magnetic» - essa direcção. Veremos», antecipou à rádio. Hammett não diz em que ponto se encontram as gravações mas assegura que o processo «está a evoluir». «Na pior das hipóteses, chegará no início de 2017», completa.

O guitarrista fala ainda sobre o envelhecimento da banda. «Estamos todos a avançar [na idade] mas ainda temos vontade, energia, ainda nos sentimos inspirados e ainda há coisas que queremos fazer. Do ponto de vista mental e emocional, ainda não estamos acabados. E se pessoas como o Mick Jagger e o Keith Richards podem fazê-lo nos 70, porque não nós?», rematou.

 

DISCO DIGITAL (Portugal)

 

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Scott Weiland diz que os Guns N´ Roses originais vão reunir-se

Scott Weiland deu uma entrevista à Alternative Nation em que deixou algumas novidades escaldantes.

 

 

Embora a conversa não tenha sido ainda publicada, o site da revista tem vindo a avançar alguns dos excertos mais importantes. Um deles está relacionado com a reunião dos Guns N´Roses originais.

«Acho que eles vão voltar», disse sem dar certezas, contudo. «Ouvi dizer» foi a justificação apresentada.

Weiland fez parte dos Velvet Revolver com Slash, Duff McKagan, Matt Sorum e Izzy Strandlin, ou seja, os Guns N´Roses sem Axl Rose. Por outro lado, Chester Bennington (Linkin Park) terá deixado os Stone Temple Pilots depois de o ter substituído no lugar de vocalista em 2013, o que deu origem a um contencioso em tribunal.

«Ele já não está na banda (...) Ouvi dizer. Ele tem uma banda [Linkin Park] onde recebe 700 mil dólares por noite (cerca de 650 mil euros), e com os STP, a marca está a morrer o que é uma pena», declarou.

 

DISCO DIGITAL (Portugal)

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Festival Dias Nórdicos reúne bandas europeias em São Paulo

Lydmor, da Dinamarca, Moddi, da Noruega, Hey lbow, da Suécia, e Hisser, da Finlândia, se apresentam no evento

 

 

 

O festival Dias Nórdicos chega à segunda edição no próximo dia 12 de novembro. Realizado pelo segundo ano consecutivo no SESC Pompeia, em São Paulo, o evento reúne diversas bandas e artistas contemporâneos do extremo norte da Europa, como a Dinamarca, Noruega e Suécia.

Na edição 2015, o Dias Nórdicos traz ao Brasil quatro shows: de Lydmor (Dinamarca), Moddi (Noruega), Alice Boman + Hey lbow (Suécia - foto) e Hisser (Finlândia). Lydmor é uma cantora de 21 anos que mescla música experimental com batidas pop; já Moddi representa o novo folk, com acordeão e bandolim russo. Alice Boman, cantora contemporânea de jazz, faz show em conjunto com o Hey lbow (foto), enquanto o Hisser representa o synthpop europeu.

Criado na Espanha, em 2010, o festival já se espalhou para a América Latina, ganhando edições no Chile e na Argentina, além de no México. A primeira edição brasileira, realizada ano passado, teve apresentações de Jay-Jay Johanson (Suécia), Thomas Dybdahl (Noruega), Zebra And Snake (Finlândia) e Rangleklods (Dinamarca).

O Dias Nórdicos acontece na próximo quinta-feira, 12, a partir das 20h30. As entradas para o festival custam R$ 40 (há meia-entrada), com os ingressos já sendo vendidos pela internet desde o último dia 3. O SESC também está comercializando as entradas presencialmente, nas unidades do serviço. Veja mais informações abaixo.

 

Festival Dias Nórdicos em São Paulo

12 de novembro (quinta-feira), às 20h30

Sesc Pompeia (Choperia) – Rua Clélia, 93

Ingressos: R$ 40 (há meia-entrada)

 

ROLLING STONE BRASIL

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Bloc Party divulga videoclipe de “The Love Within”

 

 

Em março Kele Okereke afirmou que o Bloc Party já estava de volta ao estúdio, apesar do hiato anunciado em 2013, quando o baterista Matt Tongue deixou a banda. Menos de uma semana depois o baixista Gordon Moakes, confirmou através que não fazia parte da “mais recente encarnação” do grupo.

Louise Bartle (que passou pelas bandas de apoio de Selena Gomez e Eliza Doolittle) e Justin Harris (Menomena) passaram a compor a seção rítmica do Bloc Party e essa nova formação estreou no começo de outubro “The Love Within”, o primeiro single do próximo álbum.

Intitulado “Hymns”, o trabalho está programado para chegar ao mercado dia 29 de janeiro do ano que vem, através dos selos Infectious Music/BMG/Vagrant Records, e trará 11 faixas na edição padrão e 15 na deluxe. E “The Love Within” acaba de ganhar um videoclipe dirigido por Ivana Bobic, com uma série de pessoas dançando em um shopping fechado. Confira:

 

 

TATE MONTENEGRO – TERRITÓRIO DA MÚSICA

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Rush: confira versão de “Tom Sawyer” que estará no próximo DVD

 

 

 

O Rush está liberando, aos poucos, as faixas que estarão em seu próximo DVD, ‘R40 Live’. Nesta semana, foi divulgada a versão da clássica ‘Tom Sawyer’ - assista logo a seguir. O material, capturado em Toronto (Canadá), em junho deste ano, chega ao mercado dia 20 de novembro.

 

 

GUILHERME ZANINI – GUITAR PLAYER

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The Cult: Ouça a nova música, "Dark Energy"

 

 

O grupo britânico The Cult volta depois de quatro anos com um novo disco. "Hidden City" chega às lojas internacionais no dia 05 de fevereiro de 2016.

O décimo álbum na carreira da banda irá suceder "Choice of Weapon", lançado em maio de 2012. De lá para cá, a banda passou por uma mudança, quando Grant Fitzpatrick assumiu o baixo no lugar de Chris Wyse, no começo deste ano.

"Hidden City" teve suas 12 faixas (listadas abaixo) compostas pela dupla Ian Astbury (voz) e Billy Duffy (guitarra), os únicos integrantes da formação original. A produção é do renomado Bob Rock.

O disco, cuja capa ilustra essa nota, foi anunciado como a parte final de uma trilogia que começou com "Born into This", de 2007. O primeiro single do disco é a faixa "Dark Energy", que você ouve no player abaixo.

 

 

A seguir, o repertório de "Hidden City":

 

01. Dark Energy

02. No Love Lost

03. Dance The Night

04. In Blood

05. Birds Of Paradise

06. Hinterland

07. GOAT

08. Deeply Ordered Chaos

09. Avalanche Of Light

10. Lillies

11. Heathens

12. Sound And Fury

 

LIZANDRA PRONIN – TERRITÓRIO DA MÚSICA

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By Paulão - (34) 9108-5957 paulao@confraria.net