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18 MARÇO 2016

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Conheça a banda mineira A Bandeja Amarela

Scorpions volta ao Brasil para turnê em setembro Grateful Dead deve ganhar o maior tributo indie da história
De Recife, banda Dessinée cita Estelita em novo álbum Do Culto ao Coma lança se primeiro disco em São Paulo
Selvagens À Procura de Lei leva novo álbum ao sul do país Max Cavalera e sua banda Soulfly vem ao Brasil para cinco shows
Uganga relança álbum em vinil Djavan traz a BH a turnê de seu novo disco, 'Vidas pra contar'
Baixe de graça a nova música de Joe Bonamassa, "Drive" Baleia compartilha “Véspera”
17/03/16
Projeto Brasil-Alemanha, Aerophobia lança faixa inédita; ouça no Guitar Talks
Confira "Unhanded", o novo videoclipe da banda de post-hardcore Taunting Glaciers
Conheça Kel do Nascimento, em primeira mão aqui! Grito Rock Porto Alegre 2016 confirma as atrações do evento
Conheça o projeto folk Guaiamum “Verbalize It”, novo clipe da Pequena Morte
Documentário promete contar história de “cena esquecida” do rock brasileiro
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16/03/16
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ANTERIORES:

22 a 26/02/2016   -   01 a 04/03/2016 -   07 a 11/03/2016

 

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Scorpions volta ao Brasil para turnê em setembro

 

 

Começa a ficar mais movimentado o segundo semestre, no quesito shows internacionais. O Scorpions acertou uma volta ao país em setembro, mês que já terá, segundo o Destak apurou, Rammstein e The Sisters of Mercy. A banda alemã define agora com produtores locais quais cidades entram na turnê, que passa também por países vizinhos.

O motivo do retorno é celebrar os 50 anos de formação. Ao mesmo tempo, o quinteto de hard rock promove edição especial do álbum "Return to Forever", de 2015, que reúne CD e DVD.

O Scorpions é cultuado no Brasil desde a histórica participação no primeiro Rock in Rio, em 1985. Depois disso, a banda liderada pelo guitarrista Rudolf Schenker, 67, único da formação original, passou a vir regularmente ao país. Em 2005, chegou a ser headliner da primeira edição de outro festival, ainda que menor, o Live 'n' Louder, realizado no estádio da Portuguesa, em São Paulo.

O repertório dos shows mais recentes se assemelham ao de outros que a banda mostrou no país, e inclui clássicos como "Rock You Like a Hurricane", "Still Loving You" e "Big City Nights".

 

DESTAK JORNAL

 

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Grateful Dead deve ganhar o maior tributo indie da história. E a ideia é do National

 

 

Três discos, 59 faixas, seis horas de música e uma penca de nomes legais do indie. Este é o breve resumo de “Day of the Dead”, álbum triplo em homenagem ao grupo norte-americano Grateful Dead, que será lançado dia 20 de maio, com a curadoria e produção de integrantes de outra banda americana, o National.

Para a extensa obra, foram diversos os músicos convidados para cantarem ou tocarem canções da veterana banda de San Francisco, que durou genuinamente três décadas, entre 1965 e 1995, quando morreu o vocalista e fundador da banda Jerry Garcia. Desde então, o grupo tem se envolvido em eventos esporádicos, como os três shows históricos do ano passado, em Chicago. Atualmente, membros do GD uniram forças com o músico John Mayer e formaram o Dead and Company, banda que vai excursionar pelos Estados Unidos no meio do ano.

Em “Day of the Dead”, o disco, aparecem nomes como Wilco, Justin Vernon, The War on Drugs, Flaming Lips, Mumford and Sons, Courtney Barnett, Sharon Van Etten, Lee Ranaldo, Perfume Genius e Kurt Vile. A lista de todos os músicos participantes, além obviamente do próprio The National, pode ser conferida no tracklist dos três discos, abaixo. Toda o dinheiro arrecadado com a obra será revertido para a ONG the Red Hot Organization, que realiza trabalhos na luta contra a AIDS.

 

 

Thunder (Vol.1)

01. The War on Drugs – “Touch of Grey”

02. Phosphorescent, Jenny Lewis & Friends – “Sugaree”

03. Jim James & Friends – “Candyman”

04. Moses Sumney, Jenny Lewis & Friends – “Cassidy”

05. Bruce Hornsby and DeYarmond Edison – “Black Muddy River”

06. Ed Droste, Binki Shapiro & Friends – “Loser”

07. The National – “Peggy-O”

08. Kurt Vile and the Violators (featuring J Mascis) – “Box of Rain”

09. Bonnie ‘Prince’ Billy & Friends – “Rubin and Cherise”

10. Perfume Genius, Sharon Van Etten & Friends – “To Lay Me Down”

11. Courtney Barnett – “New Speedway Boogie”

12. Mumford & Sons – “Friend of the Devil”

13. Lucius – “Uncle John’s Band”

14. The Lone Bellow & Friends – “Me and My Uncle”

15. Lee Ranaldo, Lisa Hannigan & Friends – “Mountains of the Moon”

16. Anohni and yMusic – “Black Peter”

17. Bryce Dessner – “Garcia Counterpoint”

18. Daniel Rossen, Christopher Bear and The National (featuring Josh Kaufman, Conrad Doucette, So Percussion and Brooklyn Youth Chorus) – “Terrapin Station (Suite)”

19. Angel Olsen – “Attics of My Life”

20. Wilco with Bob Weir – “St. Stephen (live)”

 

Lightning (Vol. 2)

01. Bonnie ‘Prince’ Billy – “If I Had the World to Give”

02. Phosphorescent & Friends – “Standing on the Moon”

03. Charles Bradley and Menahan Street Band – “Cumberland Blues”

04. The Tallest Man on Earth & Friends – “Ship of Fools”

05. Bonnie ‘Prince’ Billy & Friends – “Bird Song ”

06. The National – “Morning Dew”

07. Marijuana Deathsquads – “Truckin’”

08. Cass McCombs, Joe Russo & Friends – “Dark Star”

09. Nightfall of Diamonds – “Nightfall of Diamonds”

10. Tim Hecker – “Transitive Refraction Axis for John Oswald”

11. Lucinda Williams & Friends – “Going Down The Road Feelin’ Bad”

12. Tunde Adebimpe, Lee Ranaldo & Friends – “Playing in the Band”

13. Local Natives – “Stella Blue”

14. Tal National – “Eyes of the World”

15. Bela Fleck ¬– “Help on the Way”

16. Orchestra Baobab – “Franklin’s Tower”

17. Luluc with Xylouris White – “Till the Morning Comes”

18. The Walkmen – “Ripple”

19. Richard Reed Parry with Caroline Shaw and Little Scream (featuring Garth Hudson) – “Brokedown Palace”

 

Sunshine (Vol. 3)

01. Real Estate – “Here Comes Sunshine”

02. Unknown Mortal Orchestra – “Shakedown Street”

03. Hiss Golden Messenger – “Brown-Eyed Women”

04. This Is the Kit – “Jack-A-Roe”

05. Daniel Rossen and Christopher Bear – “High Time”

06. The Lone Bellow & Friends – “Dire Wolf”

07. Winston Marshall, Kodiak Blue and Shura – “Althea”

08. Orchestra Baobab – “Clementine Jam”

09. Stephen Malkmus and the Jicks – “China Cat Sunflower -> I Know You Rider”

10. Bill Callahan – “Easy Wind”

11. Ira Kaplan & Friends – “Wharf Rat”

12. The Rileys – “Estimated Prophet”

13. Man Forever, So Percussion and Oneida – “Drums -> Space”

14. Fucked Up – “Cream Puff War”

15. The Flaming Lips – “Dark Star”

16. s t a r g a z e – “What’s Become of the Baby”

17. Vijay Iyer – “King Solomon’s Marbles”

18. Mina Tindle & Friends – “Rosemary”

19. Sam Amidon – “And We Bid You Goodnight”

20. The National with Bob Weir – “I Know You Rider (live)”

 

LÚCIO RIBEIRO – POP LOAD

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De Recife, banda Dessinée cita Estelita em novo álbum

A banda recifense Dessinée lançou ontem (16/03) seu segundo álbum, Destemida, masterizado por Felipe Tichauer, da Red Traxx Mastering, em Miami.

 

 

O sexteto, que está em atividade há nove anos, traz um som mais pop e dançante do que o seu primeiro disco, Sinée Qua Non, de 2011. Entre as dez canções que compõe o álbum há a participação dos nova-iorquinos Andrew Smith e Andrea Mills, eventuais parceiros do prestigiado compositor alemão Hans Zimmer (autor da trilha de filmes como O Rei Leão, Batman e A Origem), que assumem o papel dos metais das orquestras, criando um frevo moderno na canção “Sossega O Coração”. O grupo faz referência ao movimento social que defende a preservação de um marco histórico de Recife na faixa “Estelita”.

 

Além do lançamento pelo canal do Youtube e site oficial, o CD de Destemida será lançado em abril. Sua pré-venda continua pelo Kickante, plataforma brasileira de financiamento colaborativo, com recompensas que variam de CD com frete incluso para todo o Brasil a ingresso para show.

 

BILBOARD BRASIL

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Do Culto ao Coma lança se primeiro disco em São Paulo

 

 

 

A Do Culto ao Coma, banda de rock recém-lançada no cenário independente, aporta no Manifesto Bar (Rua Iguatemi, nº 36 - Itaim Bibi) em 17 de março de 2016 (quinta-feira), para debutar "Destinorama" - seu primeiro disco - com ingressos a R$ 20,00. A casa de shows inicia suas atividades às 20h, sendo que a programação da noite também conta com as bandas Catarse e Desert Dance.

 Influenciada diretamente por Black Sabbath, Rush, Porcupine Tree, Arctic Monkeys, Queens of the Stone Age e Muse, a Do Culto Ao Coma incorpora influências progressivas e modernas em um álbum conceitual. Ao longo de dez faixas autorais, o disco narra a trajetória de um protagonista às voltas com suas sessões de psicanálise. Criada em 2014 e formada por Lucas Martins (vocais), Leandro TG Mendes (guitarra), Guilherme Costa (baixo e teclado) e Leonardo Nascimento (bateria e teclado), a Do Culto Ao Coma gravou "Destinorama" no estúdio Lamparina, em São Paulo, entre maio e outubro de 2015, contando com produção e mixagem de Guto González.

 O álbum foi posteriormente masterizado por Eduardo Alemão, do Atelier Vitché, também na capital paulista, e lançado em dezembro de 2015 no Centro de Convenções Victor Brecheret, teatro com 290 lugares localizado em Atibaia. Em "Destinorama", a banda reflete suas vastas referências para marcar um espaço no cenário da música autoral brasileira e, ainda, ser notada como criadora de um rock contemporâneo, poético, personalíssimo, repleto de variações rítmicas e melódicas.

 Durante a composição de seu disco inaugural, a Do Culto ao Coma também foi convidada para criar a música-tema de "Magma", primeiro anime inteiramente brasileiro desenvolvido pelo animador Robson Menezes. Recentemente, o quarteto passou a concorrer a uma vaga no festival português NOS Alive para, assim, se apresentar ao lado de lendas do rock como Radiohead, Robert Plant, Pixies e Arcade Fire.

 

 

SERVIÇO

Do Culto Ao Coma @ Manifesto Bar - São Paulo/SP

Data: 17 de março (quinta-feira)

Duração do show: 50 minutos

Censura: 16 anos

Valor do ingresso: R$ 20,00

Horário de abertura da casa: 20h

Endereço: Rua Iguatemi, nº 36 - Itaim Bibi

Telefone do estabelecimento: (11)31689595

*A casa de shows aceita os cartões de crédito Visa, Mastercard, Elo, American Express e Dinners, e os de débito Visa Electron, Maestro e RedeShop. O local oferece Wi-fi gratuito e vallet a R$ 20,00.

--> www.manifestobar.com.br

 

DROP MUSIC

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Selvagens À Procura de Lei leva novo álbum ao sul do país

 

 

 

Em março, o Selvagens à Procura de Lei apresenta o seu novo álbum, Praiero (2016), para o público do Sul do país. As apresentações serão em Curitiba, no dia 24, Florianópolis, no dia 26 e Araucária, no dia 27.

A banda de Fortaleza, que se mudou para São Paulo em 2013, fez dos novos ares e rotina influência para as canções de Praieiro. De refrão explosivo, o single “Tarde Livre” ainda remete às origens praieiras do grupo, enquanto “Sangue Bom” faz referências diretas à capital paulista. “Aqui em Sampa, toda cena é de cinema”, canta o quarteto formado por Rafael Martins (voz e guitarra), Gabriel Aragão (voz e guitarra), Caio Evangelista (voz e baixo) e Nicholas Magalhães (voz e bateria).

Praieiro mergulha em declarações de amor, como atesta o reggae “Felina”, mas também alerta para uma veia politizada, a exemplo do xote “Guetos Urbanos”. Apesar de o álbum trazer diversas influências musicais,  a identidade do  Selvagens à Procura de Lei é garantida pelo produtor David Corcos, que também assina o trabalho antecessor (homônimo, de 2013). “Fazemos rock, mas também somos nordestinos. A parceria com o David foi importante para alcançarmos a sonoridades que queríamos", explica Rafael.

O Selvagens à Procura de Lei ainda faz uma homenagem a Raul Seixas, Arnaldo Baptista e Tom Zé. Trata-se de “O Amor Não É um Rock 2”. Entre as 11 faixas do disco, esta é a mais pesada.

A mudança de Fortaleza para São Paulo aproximou os integrantes, o que resultou em um processo criativo ainda mais coeso. “Antes, apenas eu e o Gabriel compúnhamos. Agora, todos entraram como compositores. Isso fez com que esse disco seja o que melhor representa os Selvagens como um grupo”, conta o vocalista  e guitarrista Rafael Martins.

Com um pé lá e outro aqui, a banda reforça a sua habilidade em unir o rock ao pop - seja na areia ou no asfalto.

Serviço:

Selvagens à Procura de Lei @Curitiba

Data: 24 de março (quinta-feira), às 22h

Local: John Bull (Rua Mateus Leme, 2204)

Ingressos: Primeiro lote: R$ 20 / Segundo lote: R$ 25 / Na porta: R$ 30

Selvagens à Procura de Lei @Florianópolis

Data: 26 de março (sábado), às 23h

Local: Célula Showcase (Rod. João Paulo, 75)

Ingressos: Primeiro lote: R$ 15 / Segundo lote: R$ 20 / Na porta: R$ 30

Selvagens à Procura de Lei @Araucária

Data: 27 de março (domingo), às 17h

Local: Ponto Rock Café (Rua Abilio Fruet, 2650 - Centro)

Ingressos: Primeiro lote: R$ 15 / Segundo lote: R$ 20 / Na porta: R$ 30

 

 

DROP MUSIC

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Max Cavalera e sua banda Soulfly vem ao Brasil para cinco shows em abril

 

 

Soulfly se apresenta em 5 shows no Brasil

 

Sem aparecer por aqui desde 2013, Max Cavalera e sua banda Soulfly voltam ao Brasil com a turnê do álbum "Archangel" em abril.

O grupo dá início aos shows da América Latina na John Bull em Florianópolis no dia 6 de abril, e em seguida eles se apresentam no Circo Voador no Rio de Janeiro no dia 7.

O nordeste não ficou de fora, a banda promete levantar a galera de Fortaleza no dia 8 de abril no Siará Hall. Eles chegam ao estado de São Paulo para uma apresentação no dia 9 no Estúdios Kaiser de Cinema em Ribeirão Preto, e finalizam a passagem por terras tupiniquins no dia 10 de abril em uma única apresentação no Audio Club em São Paulo.

 

Max Cavalera, conhecido como um dos fundadores do Sepultura, deixou a banda em 1996 e montou a Soulfly. Apesar de estarem divulgando o novo álbum, Max promete tocar clássicos de sua primeira banda como "Roots Bloody Roots".

 

UOL SP

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Uganga relança álbum em vinil

 

 

Lançado em 2014, o álbum recebeu citações na imprensa como "Bombástico", "Avassalador" e "Elite do Thrashcore nacional"

Uma banda sabe que está se tornando grande quando as coisas começam a acontecer num ritmo acelerado em sua carreira. Com os mineiros do Uganga tem sido assim há algum tempo.

Depois do show que fizeram em Curitiba ao lado do Exodus, onde tiveram um sensacional retorno não só da plateia mas também dos próprios integrantes do Exodus, o baixista Raphael “Ras” Franco foi convidado para ser entrevistado pela Bass Player Brasil, a mais importante revista voltada para o contrabaixo no mundo! Se não bastasse estampar as páginas de tão respeitada publicação, a matéria foi destaque na capa da edição de fevereiro, que traz o saudoso mestre Lemmy Kilmister como matéria principal.

A matéria de destaque na Bass Player é uma extensão da excelente recepção da mídia para o novo álbum do Uganga, "Opressor". O trabalho tem arrancado declarações como: "Melhor trabalho não somente da banda, mas do gênero no Brasil" (Outro Indie);  "Elite do Thrashcore nacional" (Som Extremo); "Merece estar cada vez mais no topo do metal nacional" (Mondo Metal); "Bombástico" (Revista Roadie Crew); "Avassalador" (Musikkaos); "Thrashcore de altíssima qualidade" (Delfos). "Opressor" também foi eleito "Melhor Álbum Nacional de Rock de 2014" em votação realizada entre os leitores do blog Heavynroll. 

Embora adjetivos e elogios façam bem para uma banda independente que sempre é posta a superar desafios, é fato que não são suficientes para mantê-la ativa. Afortunadamente, o Uganga já se encontra numa posição financeira bem confortável no mercado da música pesada nacional. Fato é que a Sapólio Rádio, sua gravadora, atendendo a demanda dos fãs, decidiu disponibilizar no mercado uma edição em vinil de "Opressor".

Impresso na cor verde, a edição em vinil de "Opressor" traz encarte com todas as letras das músicas e, o melhor: a expressiva arte da capa em tamanho grande!

"A estrada da música underground não é uma Autobahn onde se guia a 200 km por hora", brinca o vocalista do Uganga, Manu Joker. "É cheia de buracos, barreiras, desvios, mas nos leva a lugares incríveis! Seria algo muito distante imaginar um vinil do Uganga quando a banda foi criada, em 1993, em plena febre do CD. Vinte anos depois cá estamos vendo nosso quinto álbum (quarto de estúdio) saindo nesse formato pela Sapólio Rádio. Termos a arte da capa no tamanho certo e as músicas divididas nos lados A e B não tem preço!"

A Incêndio, marca de roupas que patrocina os integrantes do Uganga, começa a vender as cópias em vinil de "Opressor" a partir desta quinta-feira, dia 17 de Março, com preço promocional de R$ 50,00. Um combo incluindo o vinil, camiseta do Uganga e outros brindes pode ser adquirido pelo valor de R$ 80,00. Esses valores promocionais de lançamento estarão disponíveis até o dia 20. Os fãs podem comprar diretamente pelo site da marca e o envio é feito para todo Brasil:  http://www.incendioshop.com.br/uganga-ct-c44d4

 

 

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Djavan traz a BH a turnê de seu novo disco, 'Vidas pra contar'

Show acontece neste sábado, no Chevrolet Hall

 

 

“Gostaria de ser outro, todos os dias”, revela Djavan ao comentar a diversidade de seu novo disco, Vidas pra contar, cuja turnê chega amanhã a Belo Horizonte. Trata-se do quinto show da temporada iniciada em fevereiro, em Juiz de Fora.

Desde a estreia, a receptividade do público tem sido grande, diz Djavan, contando que na terceira vez que subiu ao palco sentiu que o espetáculo havia praticamente chegado ao formato definitivo. “Montar o roteiro é o que mais demanda tempo. É difícil, pois show significa interação entre plateia e artista. Isso deve acontecer desde a primeira música. A gente ajusta uma canção ali, bota outra no lugar e acaba dando certo. Já temos um show redondo”, assegura.

Boa parte do repertório se concentra no novo disco, o 23º de seus 40 anos de carreira. Porém, não vão faltar os hits Açaí, Linha do Equador, Eu te devoro e Outono. Segundo Djavan, para quem coleciona tantos hits como ele, montar set list é sempre uma tarefa complicada. “Você não pode tocar tudo antigo, evidentemente, pois a fila anda. A ideia é mostrar o novo trabalho, ainda mais um disco como esse, bem recebido por crítica e público. Acho que consegui mesclar clássicos com inéditas de forma bem harmônica”, observa.

O cantor assina a direção do espetáculo, que tem iluminação de Binho Schaefer, figurino de Roberta Stamato e cenografia de Suzane Queiroz. Os cenários estão entre os pontos altos da turnê. “Há vários elementos no palco. Um deles é uma espécie de livro com trechos de composições minhas de várias épocas, que se casam bem com a ideia de Vidas pra contar”, explica.

Há quem diga que o novo disco tem um quê de autobiográfico. Dona do horizonte (Eu já nasci/ Minha mãe quem diz/ Predestinado ao canto) e Vida nordestina (A vida não é de festa/ Para o povo do sertão/ Mas até quem não tem empresta/ Dá a mão) são alguns exemplos. “No geral, não sou autobiográfico nem de falar muita coisa de mim nas letras. A grande graça é a invenção, inventar canções e situações com as quais as pessoas se identifiquem”, acredita.

A variedade de gêneros é outra marca do álbum e do show. “Venho de uma coisa muito heterogênea. Acho isso muito bacana, a gente tem um pouco de tudo aqui: xote, bolero, jazz e pop. O público gosta”, frisa. A banda de Djavan é formada por Carlos Bala (bateria), Jessé Sadoc (flügelhorn, trompete e vocal), Marcelo Mariano (baixo e vocal), Marcelo Martins (flauta, saxofone e vocal), Paulo Calasans (teclados e piano) e João Castilho (guitarras e violões).

 

VIDAS PRA CONTAR

Show de Djavan. Amanhã, às 22h. Chevrolet Hall. Avenida Nossa Senhora do Carmo, 230, Savassi, (31) 3209-8989. Arquibancada: R$ 140 (inteira) e R$ 70 (meia). Mesas: R$ 800 e R$ 1.120.

 

ANA CLARA BRANT – ESTADO DE MINAS CULTURA

 

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Baixe de graça a nova música de Joe Bonamassa, "Drive"

 

 

 

"Blues of Desperation", novo disco do guitarrista Joe Bonamassa, chega às lojas no próximo dia 25 de março e até um dia antes do lançamento você pode baixar uma das músicas novas de graça.

A faixa é "Drive" e o donwload deve ser feito através do perfil do músico no Facebook. A música também ganhou um videoclipe que intercala cenas do guitarrista e sua banda tocando no estúdio com a narrativa de um casal dirigindo por uma estrada num Jeep conversível.

 

 

Webisodes

 

Bonamassa também tem publicado webisodes - há 4 até o momento - falando sobre a produção de "Blues of Desperation". Abaixo você assiste ao primeiro deles. E se quiser, aproveita para ver o segundo, o terceiro e o quarto.

 

 

Veja a lista de músicas que compõem "Blues of Desperation":

 

01. This Train

02. Mountain Climbing

03. Drive

04. No Good Place for the Lonely

05. Blues Of Desperation

06. The Valley Runs Low

07. You Left Me Nothin' But Tthe Bill and the Blues

08. Distant Lonesome Train

09. How Deep this River Runs

10. Livin' Easy

11. What I've Known for a Very Long Time

 

LIZANDRA PRONIN – TERRITÓRIO DA MÚSICA

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Baleia compartilha “Véspera”

Música inédita é a terceira revelada de Atlas.

 

 

Baleia anda preparando o lançamento de seu segundo disco de estúdio intitulado Atlas. “Véspera”, o mais novo single do trabalho, foi compartilhada após um jogo com os fãs no próprio instagram da banda. A música vem logo após de Volta e Estrangeiro, sendo a terceira a ser liberada. Escuto logo abaixo:

 

 

FELIPE MATHEUS LIMA – ATIVIDADE FM

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17/03/16

Projeto Brasil-Alemanha, Aerophobia lança faixa inédita; ouça no Guitar Talks

Confira a música “Aerophobia (Do you wanna fly?)”

 

 

Veimar Franzini e Paula PX, do Aerophobia - Foto: divulgação

 

Os músicos Paula PX (vocal) e Veimar Franzini (guitarra e vocal) se juntaram novamente para lançar mais uma faixa do projeto Aerophobia. Ela, brasileira que vive na Alemanha há quase uma década, e ele, residindo em Barra Bonita, interior de São Paulo, mais uma vez mostram que distância não é problema.

O duo, acompanhado dos músicos Alexandre Barbosa (bateria), Jeferson Malachias (baixo) e produção de Wagner Lima, acabam de divulgar sua quarta faixa, “Aerophobia (Do you wanna fly?)”, gravada à distância.

Com um som pesado, a música é uma mescla de metal com hard rock com gritos guturais de Veimar entoando a frase título. A pegada metaleira segue no vocal de Paula, que canta os versos em um dueto agradavelmente agressivo, um convite para embarcar nessa viagem sonora.

Destaque no Mostre Sua Banda, em 2015, a dupla trabalha para finalizar uma dezena de canções que irão compor o primeiro disco do projeto, que deve ser apresentado em formato de vinil, ainda sem previsão de lançamento.

 

Ouça “Aerophobia (Do you wanna fly?)” aqui no GT:

 

E as demais canções da dupla:

 

 

MARCOS FERREIRA – GUITAR TALKS

 

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Confira "Unhanded", o novo videoclipe da banda de post-hardcore Taunting Glaciers

Faixa faz parte do álbum de estreia “Threshold”

 

Roberto Lucena, vocalista do Taunting Glaciers - Foto: Rodrigo Cedric

“Unhanded” é a faixa escolhida para o novo videoclipe da banda de post-hardcore Taunting Glaciers. A canção faz parte do álbum de estreia “Threshold”. Criado em uma atmosfera de mudança na vida de seu idealizador, Roberto Lucena, “Threshold” será lançado pela Hearts Bleed Blue (HBB) no final deste mês.

A faixa escolhida para o videoclipe, “Unhanded”, fala sobre a experiência do vocalista como pai e marido e sobre aprender a abrir mão de alguns conceitos para abraçar novos sentimentos.

“No vídeo aproveitamos o mesmo tema em uma nova perspectiva, ao contar a história de uma dada véspera de natal, na qual um coração é partido antes de uma viagem que deveria ser uma oportunidade de deixar tudo para trás e começar uma nova vida”, explica Roberto.

 

Assista ao videoclipe abaixo:

 

 

FELIPE MADUREIRA – GUITAR TALKS

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Conheça Kel do Nascimento, em primeira mão aqui!

 

 

A paulista Kel do Nascimento é a aposta do dia por aqui. Ela estreia no ONErpm Sessions, que você assiste acima.

Influenciada por Elis Regina, a cantora entende a importância do coletivo para um novo mercado de música e já teve a oportunidade de compartilhar essa experiência no mesmo palco de nomes como Marcos Valle e Guinga, entre outros.

“Elis é sempre uma inspiração muito grande. Escutá-la é uma aula de precisão, detalhes e emoções”, assume a artista. Apesar da referência, sua música tem identidade única e você já pode ouvir na íntegra nas plataformas digitais.

 

 

Veja mais:

 

CAROL TAVARES – JARDIM ELÉTRICO

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Grito Rock Porto Alegre 2016 confirma as atrações do evento

 

 

Porto Alegre já tem data para dar o seu grito por música, arte, ousadia e integração. Dia 27 de março (domingo) o Grito Rock Porto Alegre chega para somar na rede do maior festival colaborativo do mundo. A festa vai ser na Usina do Gasômetro (Av. Presidente João Goulart, 551) levando a galera para fazer o rolê e trocar ideia num dos espaços públicos mais clássicos da cidade.

O Grito Rock Porto Alegre contará com música na rua, feirinha criativa, ceva artesana, gente jovem reunida, debates autogestionários e movimento.

O evento está integrando a programação oficial do aniversário de Porto Alegre e vamos comemorar com muita música, cultura e integração.

Os headliners do evento serão as bandas Identidade e Lítera!

 

 

ROCK GAÚCHO

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Conheça o projeto folk Guaiamum

 

 

A Sensorial Discos recebe o show de pré-lançamento do primeiro álbum de Guaiamum, projeto folk do cantor, compositor e instrumentista Daniel Ribeiro. Co-produzido por Vítor Moraes, também responsável por algumas faixas de "Pangea I Palace II" de Lemoskine, o disco tem dez faixas autorais e lançamento previsto para maio deste ano.

Com suas canções debutadas em março de 2015 no Festival LAB e no Sofar Maceió, ambos em Alagoas, Guaiamum passou pelos palcos paulistanos de Sofar São Paulo, Kabul, Sensorial Discos, House of Learning e Willi Willie. Nascido em Brasília, Daniel Ribeiro é licenciado em Música pela Faculdade Santa Marcelina e, ao fazer de Guaiamum sua estreia como frontman, o folk - em sua sonoridade mais encorpada - emerge como a proposta do artista para resgatar raízes com o campo, o legado de Elliott Smith, Iron and Wine, Jeff Buckley, Nick Drake, The Band, Wilco e leves toques de baião nordestino.

A apresentação terá participação especial de Flavio Tris, cantor, compositor e multi-instrumentista paulistano cujo álbum de estreia, lançado em 2013, foi selecionado pela lista "Os 100 Melhores Discos" do site Embrulhador. Com simplicidade harmônica e obra que resgata canções dos anos 60 e 70, Tris tem Gilberto Gil, Bob Dylan e Baden Powell em seu altar musical. O show terá início às 21h, ingressos a R$ 12,00 e brindes exclusivos aos primeiros ouvintes presentes na Sensorial Discos.

 

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“Verbalize It”, novo clipe da Pequena Morte

Clipe foi rodado em Taiwan, Indonésia e no Brasil, tendo a participação da modelo Ari Westphal.

 

 

A Pequena Morte, uma das bandas mais animadas, interessantes e groovadas de Minas Gerais, colocou na roda no último ano o disco Jabuticaba, segundo de sua discografia. Agora apresenta o segundo clipe do álbum: “Verbalize It”.

O vídeo foi gravado em diversas locações do mundo, incluindo Tailândia e Brasil. A estrela do vídeo, além dos músicos é a modelo capixaba Ari Westphal, captada pelas lentes do artista, videomaker e fotógrafo Shiron The Iron.

No dia 18  de março, o trabalho será apresentado em Belo Horizonte, no Galpão Cine Horto. Em seguida, a banda inicia uma turnê nacional.

 

MARCOS XI – ROCK IN PRESS

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Documentário promete contar história de “cena esquecida” do rock brasileiro

 

 

Documentário reúne bandas brasileiras do começo dos anos 90. (crédito: Reprodução)

 

 Foi divulgado o trailer do documentário Time Will Burn, dirigido por Marko Panayotis e Otavio Sousa, que promete retratar uma cena de bandas do final dos anos 80 foi um verdadeiro celeiro de grupos alternativos na época. Não à toa, o filme foi batizado com o nome do álbum do Pin Ups, quarteto que foi referência deste movimento.

“No período entre esses dois fenômenos, um grupo de bandas que cantava em inglês e fazia um som totalmente diferente deu o seu recado e fez muito barulho, influenciado principalmente pelo rock que vinha da Inglaterra e dos Estados Unidos”, diz a descrição do filme.

No trailer, que você assiste aí embaixo, há depoimentos de diversas pessoas envolvidas com a cena na época, como Fábio Massari e Gastão Moreira (MTV), Edu K (De Falla), Rafael Crespo (Planet Hemp) e tantos outros nomes das bandas que fizeram parte dessa história, como Killing Chainsaw, Mickey Junkies, Second Come, e claro, Pin Ups.

O processo de vasculha dos idealizadores do filme ainda conta com imagens raras das casas de shows que marcaram a época como Espaço Retrô, Aeroanta e Circo Voador.

Marko Panayotis  é ex-diretor dos programas Jornal da MTV e Yo! MTV e  Otavio Sousa dirigiu os documentários Supercarioca – 25 anos, sobre a banda Picassos Falsos, Agridoce – 20 Passos e Pela Fresta, ambos da cantora Pitty.

Time Will Burn será lançado neste ano, mas ainda não tem data definida.

 

 

OSMAR PORTILHO – VÍRGULA UOL

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Primeira demo rara e inédita dos Raimundos cai na internet

 

 

 

Está com saudade daquele Raimundos das antigas, com Rodolfo Abrantes nos vocais? Então toma essa, pois a primeira demo e inédita da banda de Brasília acaba de cair na internet. Lançada em 1990 e intitulada Forró-Core, a fitinha possui três músicas: Palhas do Coqueiro, Marujo e Selim, em versões totalmente diferentes das gravadas no disco de estreia do grupo. Selim, inclusive, pode ser ouvida com uma letra bem menos pornográfica.

 

A demo foi digitalizada pela página Magnéticos 90 é o único registro dos Raimundos como trio, com Digão na bateria, Canisso no baixo e Rodolfo na guitarra e voz. Segundo a página, é bem possível que nem os caras da banda tenham esse material em mãos.

Ouça abaixo e relembre aquela época boa que não volta mais:

 

 

ITAICI BRUNETTI – VIRGULA UOL

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"Luz Negra", DVD ao vivo de Fernanda Takai, está liberado na íntegra na web

 

 

A gravadora Deck liberou o streaming na íntegra do DVD "Luz Negra - Fernanda Takai Ao Vivo", da cantora Fernanda Takai. Comentamos o lançamento, na época, você pode conferir mais detalhes aqui.

Gravado no Teatro Municipal Manoel Frazen de Lima, em Nova Lima, MG, no dia 14 de maio de 2009, o show tem direção artística de João Augusto, direção e filmagem de Daniel Veloso e Eduardo Zunza. A produção é de John Ulhoa.

Com 1h13 de duração, o DVD reúne 20 faixas (listadas abaixo), misturando releituras de canções pop como "Ordinary World", do Duran Duran, e "There Must Be An Angel (Playing with my Heart)", do Eurythmics, com músicas próprias e até a versão em japonês para "O Barquinho".

 

 

Veja o repertório completo de "Luz Negra - Fernanda Takai Ao Vivo":

 

01. Intro - Ta–Hi (Pra Você Gostar De Mim)

02. Luz Negra

03. Diz Que Fui Por Aí

04. Lindonéia

05. Com Açúcar, Com Afeto

06. There Must Be An Angel (Playing With My Heart)

07. Insensatez

08. Odeon

09. Seja O Meu Céu

10. Trevo De Quatro Folhas (I'M Looking Over A Four-Leaf Clover)

11. Você Já Me Esqueceu

12. Estrada Do Sol

13. Ordinary World

14. Descansa Coração (My Foolish Heart)

15. Kobune (O Barquinho)

16. Canta Maria

17. Ben

18. 5 Discos

19. Debaixo Dos Caracóis Dos Seus Cabelos

20. Sinhá Pureza

 

LIZANDRA PRONIN – TERRITÓRIO DA MÚSICA

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Exposição: The Beatles Experience chega ao Brasil em agosto

 

 

 

Chega ao Brasil em agosto a The Beatles Experience, exposição dedicada ao grupo inglês que promete ser a maior e mais completa do mundo em se tratando de Beatles.

A exposição é uma iniciativa de dois brasileiros que trabalharam junto ao governo britânico para dar vida ao projeto. A ideia nasceu durante o Rock in Rio 2013, quando Carlos Gualberto chamou a banda All You Need is Love, que toca músicas dos Beatles, para se apresentar na Rock Street, espaço da Cidade do Rock que, naquele ano, foi dedicado à Inglaterra. A Gualberto, mais tarde, se uniu Christian Tedesco. Juntos idealizaram The Beatles Experience.

Além de itens exclusivos e raros que serão apresentados ao público, a exposição contará com tecnologia 3D e realidade virtual para recriar locais importantes na carreira do grupo. O visitante poderá passear por locais como o Cavern Club e o Abbey Road Studios. Além disso, a banda All You Need is Love irá tocar em cima de um prédio virtual, dentro da exposição, simulando a apresentação dos Beatles no topo da Apple Records, em 1969.

A exposição, cuja montagem custou R$ 16 milhões, chega ao Brasil em agosto, quando será montada no estacionamento do Shopping Eldorado, na capital paulista. The Beatles Experience fica em cartaz de 20 de agosto a 08 de novembro. Depois de São Paulo, a exposição segue para outros países. Os valores dos ingressos ainda não foram divulgados.

 

LIZANDRA PRONIN – TERRITÓRIO DA MÚSICA

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Overload Music Fest 2016 terá Katatonia, Alcest, Labirinto e Vincent Cavanagh

 

 

 

O Overload Music Fest já anunciou as atrações para a edição de 2016: Katatonia, Alcest, Labirinto e Vincent Cavanagh. O festival acontece no dia 04 de setembro no palco do Carioca Club, na capital paulista.

 

Os ingressos custam entre R$ e R$ e começaram a ser vendidos hoje. Há ingressos promocionais, válidos mediante a entrega de 1 kg de alimento não-perecível na entrada do evento. A produção informa que os alimentos arrecadados serão doados ao projeto Pari Sem Fome, que auxilia moradores de rua e refugiados estrangeiros nas regiões do Pari, Canindé e Centro de São Paulo.

 

04/09/2016 - São Paulo/SP

Carioca Club - Rua Cardeal Arcoverde, 2899

Abertura da casa: 15h00

Início do show: 16h30

Ingressos: R$ 170,00 (pista, estudante e promocional), R$ 340,00 (pista inteira), R$ 250,00 (camarote, estudante e promocional), R$ 500,00 (camarote, inteira)

Vendas online: www.clubedoingresso.com

Classificação etária: 16 anos. 14 e 15 anos: entrada permitida com responsável legal, mediante apresentação de documento.

Informações: www.overload.com.br/omf

 

Ouça uma faixa de cada uma das bandas participantes do Overload Music Fest 2016:

 

 
 
 

 

LIZANDRA PRONIN – TERRITÓRIO DA MÚSICA

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Ramones e os fãs, uma história de muito amor

Nossos leitores contam como foram influenciados pelos Ramones e quais as suas músicas favoritas da banda

 

 

 

 

Nesta terça, 15, divulgamos um trecho da reportagem de capa da edição 115 da Rolling Stone Brasil, sobre os Ramones, cujo primeiro disco completa 40 anos. Pedimos para nossos leitores escolherem as faixas favoritas e contarem algumas de suas histórias de vida permeadas pelo som do grupo.

Foi surpreendente: muita gente tinha memórias para recordar. Selecionamos abaixo 15 dos comentários deixados no Facebook e no site. Se sua história não está nessa seleção, aproveite o espaço de comentários ao final da página e também compartilhe como os Ramones influenciaram a sua trajetória.

 

O conteúdo abaixo foi editado para se encaixar nos padrões de texto da revista e do site.

 

Eduardo Lopes

– Mãe, compra um disco para mim?

– Qual?

– Ramones ou The Clash, qualquer um se tiver.

 

Ela voltou com o Rocket to Russia debaixo do braço e eu fui feliz para sempre.

 

Marcello Pedro:

Minha música favorita é “Mental Hell” e descobri Ramones quando comprei a camiseta deles em 1983, quando eu tinha 12 anos. Só fui de fato ouvir músicas deles em 1987, quando vieram para o Brasil e as faixas voltaram a tocar nas rádios... Gabba Gabba Hey!!!

 

Marlon Massacesi

Ramones faz parte da minha vida. Nunca vou esquecer o dia em que eu pedi para o cara da Lan House pra gravar um CD MP3 com vários rocks e ele não achou um dos que eu pedi. Falei: “Então, baixa Ramones”. E lá estavam “Blitzkrieg Bop”, “Poison Heart” e mais algumas. Quando cheguei em casa e coloquei pra tocar... mudou a minha vida, nunca tinha ouvido nada igual! Se tornou minha banda preferida de sempre. AMO RAMONES!

 

Ska Kelly Andrade:

O disco Rocket to Russia foi o primeiro que ouvi em casa e causei reclamação dos vizinhos, por causa do volume; do meu pai, por causa do visual que adotei; e do carinha que eu paquerava no ensino médio, porque passei a mostrar o dedo do meio para ele, hahahaha.

 

Marcão Mota De Souza Seaglue

Difícil escolher uma só música, mas posso citar “Cretin Hop”, do Rocket to Russia (meu disco preferido da banda) como uma das minhas favoritas dos Ramones. A primeira lembrança que me vem à mente, infelizmente, não é de quando ouvi pela primeira vez, mas da despedida da banda. Tive a sorte de presenciar a última turnê, ¡Adios Amigos!, indo aos três shows que fizeram em Sampa. Segunda, terça e quarta à noite no finado Olympia, na Lapa, em 1996. Nunca mais fui o mesmo desde então. Vi outros dois shows deles. Em 1992 e 1994, no mesmo Olympia. Lamentável não ter visto o show de 1987 com o Dee Dee, e não ter ido no show de 1991 no Dama Xoc, em Pinheiros. Justamente na noite em que eu iria mataram um cara no meio da pista! Perdi 99% do tesão de ver um show depois que os mestres do punk rock se aposentaram.

 

Paulo Bueno

Certo dia, aluguei Escola de Rock para ver com meu filho e, então, surge em uma cena a música “My Brain Is Hanging Upside Down (Bonzo Goes to Bitburg)”. Depois isso, meu filho sempre pede pra colocar essa faixa no rádio do carro.

 

Priscilla Gomes

Tenho predileção por “Poison Heart”. E toda vez que escuto Ramones lembro da minha adolescência , das férias, quando mais nova.

 

Ary D. Ramone

Os Ramones salvaram a minha vida... São tantas músicas para tantas histórias diferentes, mas “Poison Heart” é especial.

 

Ingrid Rodrigues

Ramones entrou na minha vida após assistir ao filme Cemitério Maldito, então não tem outra, é “Pet Sematary”.

 

Denilson Freitas

Nos 20 anos durante os quais tenho ouvido eu tive fases. Sempre tem uma preferida conforme o momento. “The KKK Took My Baby Away”, “My Brain Is Hanging Upside Down (Bonzo Goes to Bitburg)”, “53rd & 3rd” e as baladinhas sempre estarão entre as preferidas! É complicado perguntar a um fã de Ramones qual a pedrada favorita dos caras... é quase como perguntar a um pai ou uma mãe de qual filho eles gostam mais! Na dúvida, escolha um álbum inteiro... só mete RAMONES nessa porra aí, meu filho! HEY HO LET'S GO!!!

 

Wesley Diego Emes

Meu filho se chama Douglas em homenagem a Douglas Glenn Colvin. Os fãs vão entender.

 

William Ferreira Rocha

Memorável foi o dia em que ganhei um autógrafo do Mark... Porra, me senti feliz demais.

 

Mirianne Michel Silva

“I Don’t Want to Grow Up” é a que mais me emociona.

 

Hamilton Belmonte Oliveira

Cara, escutava dos 15 aos 25 anos antes de sair pra “festas”: “The KKK Took My Baby Away”, “Blitzkrieg Bop” e “I Wanna Be Sedated”, entre outras. A cerveja que tomava parecia que virava tequila, o som ia para a cabeça e os neurônios ficavam “adrenalizados”... Até hoje, quando escuto, o tempo volta, a energia aumenta. Não sou fã de ninguém na música, mas esta banda está na minha cabeça e vai ficar pra sempre. Hey ho let’s go.

 

Elton Romanini Freire:

Ao conhecer o som do Ramones percebi qual seria minha identidade musical! A banda mexia demais comigo, deixando-me sempre em um estado de satisfação e motivação.

 

ROLLING STONE BRASIL

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Banda brasiliense Alarmes lança lyric vídeos de faixas inéditas interpretadas em libras

 

 

Em Branco, álbum ainda inédito da banda de Brasília Alarmes, ganhou dois lyric vídeos que investem na inclusão. As faixas “Cada Um por Si” e “Mas Não Sei” trazem uma interpretação em libras, cada uma a seu estilo (veja abaixo).

Para os integrantes da Alarmes, Arthur Brenner (vocal e guitarra), Lucas Reis (baixo) e Gabriel Pasqua (bateria), a arte, em qualquer de suas formas, é a maneira mais sincera de expressão – daí o desejo deles de produzir algo que seja compreendido por todos. Para eles, é a interpretação de Bárbara Barbosa, acima de tudo, que ajuda a entregar a mensagem e incluir outros públicos usando a “essência da musicalidade, que é dinâmica, rítmica e intensa”.

O Alarmes lançou o primeiro trabalho, o EP Catupa, em 2013. Desde então, tem investido em letras sobre as maneiras como as pessoas se relacionam. Em Branco será lançado no fim de março.

 

 

 

 

ROLLING STONE BRASIL

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16/03/16

Arnaldo faz mais 3 shows do CD 'Já é'

 

 

Lançado em setembro do ano passado, o álbum "Já é" continua rendendo muitos shows a Arnaldo Antunes. De hoje a quinta, às 21h, o ex-vocalista do Titãs mostra material do disco mais recente no Sesc Pinheiros. Até o fechamento desta edição, os ingressos estavam esgotados na venda virtual e restavam poucas entradas nas bilheterias.

"Já é", 16º disco de Antunes, surgiu depois de meses em que o cantor passou viajando, principalmente pelo Brasil, Índia e Nova York. Essas férias resultaram em CD eclético, que mistura mantras indianos a ritmos brasileiros, principalmente a bossa nova, além de mostrar parcerias, em especial com Marisa Monte e Carlinhos Brown, ambos do Tribalistas, projeto do qual Arnaldo fez parte.

O disco "conversa" com seu último livro de poemas, "Agora Aqui Ninguém Precisa de Si", de 2015.

O repertório ainda inclui alguns sucessos do Titãs.

Tel. 3095.9400.

Hoje a quinta, 21h. R$ 50

 

DESTAK JORNAL

 

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Good Charlotte anuncia mini-turnê e sexto álbum

 

 

Depois de seis anos de hiato, Good Charlotte anunciou hoje (14/03) que está trabalhando em músicas novas e que os fãs da banda devem ter um novo disco no meio deste ano.

A banda divulgou esta declaração: “O novo álbum é como os nossos álbuns anteriores, no sentido de que é para as pessoas que amam a música e são constantemente motivados e tentam levar uma vida radical. Todo mundo tem algo a provar para si mesmo, acordar todos os dias e tomar a decisão de mudar a sua vida para melhor e ajudar outros a fazer o mesmo. GC sempre foi sobre como fazer isso em conjunto, motivando o outro, encontrar a unidade e a energia que existe em levar os desafios da vida e sair do outro lado. É sobre ser inspirado e animado para ser quem você é e quem você quer ser”.

A banda, liderada pelos irmãos Joel e Benji Madden, fará em turnê pela Costa Leste dos Estados Unidos antes do lançamento do álbum. A mini-turnê começará na Filadélfia e os ingressos começam a ser vendidos no dia 18 de março.

Em novembro, Good Charlotte se reuniu e lançou “Makeshift Love”, que estreou na 9ª posição tanto no ranking Rock Digital Songs quanto no Alternative Digital Songs.

 

BILBOARD BRASIL

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The Black Seeds realiza turnê inédita no Brasil em março

 

 

De 16 a 20 de março, a banda neozelandesa The Black Seeds, que conquistou uma sólida posição na Europa, América do Norte e Austrália em grande parte por suas magistrais performances ao vivo, se apresenta pela primeira vez no país. Os shows acontecem em São Paulo (16/03 e 20/03), Curitiba (17/03) e Porto Alegre (19/03).

Munidos de vocal, guitarra, saxofone, trompete, baixo, bateria, bongos, teclado e bloco sonoro, os músicos entregam um show extremamente dançante, energias cruas e boas vibrações na abertura da edição brasileira do evento House of Vans em São Paulo no dia 16, na Casa das Caldeiras.

Recentemente descrita pela revista Rolling Stone alemã como "a melhor banda atual de reggae", o som da The Black Seeds se traduz, nas palavras do vocalista e guitarrista Barnaby Weir, como "música groove contemporânea com influências de soul, funk e ritmos reggae - e até mesmo de rock no novo álbum". Dust And Dirt (2012) marca, de fato, um excitante novo capítulo para os músicos, capturando a marca característica da fusão reggae-funk em sua forma mais autêntica e fundamental.

No dia 17, no John Bull Pub, os curitibanos terão oportunidades de conferir também faixas mais conhecidas como "So True" e "Cool me down" e os maiores clássicos de seus cinco álbuns da banda. No dia 19, os neozelandeses são a principal atração do Fellas Music Fest em Porto Alegre. The Black Seeds encerra a turnê com um show em São Paulo no dia 20 de março, na casa de shows Estúdio.

The Black Seeds é formada por Daniel Weetman (vocais/percussão) Jarney Murphy (bateria) Nigel Patterson (teclado) Barrett Hocking (trompete) Barnaby Weir (vocais/guitarra) Lucien Johnson (saxofone), Ed Ngatae (guitarra) e Francis Harawira (baixo).

 

AGENDA DE SHOWS

SÃO PAULO (16/03)

Black Seeds @ House Of Vans São Paulo

Data: 16 de março

Local: Casa das Caldeiras

Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 2000, Água Branca, São Paulo-SP

Horário: 19h

Mais informações: http://houseofvans.com.br

CURITIBA (17/03)

Black Seeds @ John Bull Pub (Curitiba)

Data: 17 de março

Local: John Bull Pub

Endereço: Rua Mateus Leme, 2205, Centro Cívico, Curitiba-PR

Horário: 20h

Ingressos:

 R$ 40,00 (1º lote – promocional / sem meia entrada)

 R$ 50, 00 (1º lote – promocional / sem meia entrada)

PORTO ALEGRE (19/03)

Black Seeds @ Fellas Music Fest (Porto Alegre)

Data: 19 de março

Local: Bar Opinião

Endereço: Rua José do Patrocínio, 834,  Porto Alegre-RS

Horário: 20h

Ingressos:

 R$ 60 (1º lote – Promocional > mediante a doação de 1kg de alimento não perecível)

 R$ 55 (1º lote – Promocional > meia entrada)

 R$ 110 (1º lote – Promocional > inteira)

SÃO PAULO (20/03)

Black Seeds @ Estúdio (São Paulo)

Data: 20 de março

Local: Estúdio

Endereço: Av. Pedroso de Morais, 1036, Pinheiros, São Paulo-SP

Horário: 18h

Ingressos:

 R$ 30 (1º lote / meia entrada) – R$ 60 (1º lote / inteira)

 R$ 40 (2º lote / meia entrada) – R$ 80 (2º lote / inteira)

 

DROP MUSIC

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Inscreva sua banda no EDP Live Bands Brasil

 

 

Até o dia 22 de março, o site do concurso (edplivebands.edp.com.br) receberá as inscrições das bandas de pop/rock para o EDP Live Bands Brasil. O grande vencedor gravará um CD pela Sony Music Brasil e se apresentará em um dos principais festivais da europa, o NOS Alive’16.

Para partipar, basta increver uma canção original, gratuitamente, e chamar a galera para ouvir o som da sua banda, votar e compartilhar nas redes sociais! Junte-se as Top Bandas Mais Votadas no edplivebands.edp.com.br. Elas são de Santa Catarina, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espiríto Santo, São Paulo, Alagoas, entre outros estados, e juntas já têm mais de 15 mil votos até o momento. 

O público pode votar na primeira fase, para selecionar as 36 semifinalistas, até o dia 1º de abril. E segue votando na próxima etapa, quando também participa a comissão julgadora. Das 36 bandas, entre o dia 11 e 30 de abril, serão selecionadas as 8 finalistas.

Tudo acontecerá online até o evento da grande final que será realizado em São Paulo, no dia 4 de junho, no auditório da Unibes Cultural, com apresentação ao vivo das bandas. Os jurados, formados por parceiros e convidados, escolherão a grande vencedora.

Conheça os detalhes de todas as etapas do concurso EDP Live Bands Brasil - 2016

 

22 de março:    Fim das inscrições

1.º de abril:      Fim da 1ª fase de votação

5 de abril:         Divulgação das 36 bandas semifinalistas

11 de abril:       Início da 2ª fase de votação – Semifinal online

30 de abril:       Fim da 2ª fase de votação

11 de maio:      Anúncio das 8 bandas finalistas

4 de junho:       Grande final com apresentação ao vivo das bandas e escolha da vencedora

 

O EDP Live Bands Brasil é uma parceria com Everything is New, Sony Music Brasil, FNAC e Banco Caixa Geral. O concurso conta também com o apoio do Consulado Geral de Portugal, Fundação Luso Brasileira, Heineken e Revista Lounge.

O EDP Live Bands é uma realização do Ministério da Cultura, Governo do Estado de São Paulo e Secretaria da Cultura, com organização da EDP e da Unibes Cultural.

O regulamento do concurso está disponível no site. Para mais informações acesse:

Website:          www.edplivebands.edp.com.br  

Facebook:       www.facebook.com/edplivebandsbrasil

SAC: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.">edplivebands@edpbr.com.br

 

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Ventre faz show no SESC Belenzinho

 

 

Destaque do cenário indie carioca, a Ventre retorna aos palcos de SP para única apresentação na sexta-feira (18/03), a partir das 21h, no Sesc Belenzinho, zona leste da capital. Além do repertório do álbum “Ventre (???? ? ??)", o trio conta com as participações dos cantores Cícero e Juliana Strassacapa, da banda Francisco El Hombre. A iluminação fica aos cuidados de Robson de Cassia, light designer do cantor Lenine.

Essa é a primeira vez que a banda volta à capital paulista, após passar em turnê pelos estados do Espírito Santo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, onde tocou no Circo Voador e gravou o primeiro DVD na tradicional casa Imperator. O álbum de estreia figurou entre algumas das principais listas de Melhores Discos de 2015, em páginas como Tenho Mais Discos que Amigos, RockinPress, Embrulhador e Brasileiríssimos.

Formada em 2012 por Gabriel Ventura (voz e guitarra), Hugo Noguchi (baixo) e Larissa Conforto (bateria), o power trio de rock experimental traz ao público letras intimistas em músicas como “Carnaval”, “Pernas” e “Quente”. O primeiro registro da banda está disponível para audição nas principais plataformas de música e para download gratuito no site oficial.

Serviço

Ventre no Sesc Belenzinho

Data: 18/03

Horário: 21h

Local: Sesc Belenzinho

Endereço: Rua Padre Adelino, 1000 – São Paulo/SP

Entrada: R$ R$ 6,00; R$ 10,00; R$ 20,00

Classificação: 18 anos

 

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Vespas Mandarinas faz show gratuito em São Paulo

 

 

Com seu primeiro álbum, “Animal Nacional” (Deck – 2013), lançado em CD e vinil, o grupo paulista Vespas Mandarinas firmou-se como um dos maiores nomes do novo rock brasileiro. Após rodar o país com seu show, lançar um DVD ao vivo e o compacto “o o v o e n j a u l a d o”, eles estão em estúdio preparando seu novo álbum, previsto para esse ano. No próximo sábado (19), a banda apresenta-se na Ocupação do Sesc Pq. Dom Pedro II, em São Paulo, de graça.

No repertório estão as faixas de “Animal Nacional”, já cantadas em coro por onde passam, como “Cobra de Vidro”, “Não Sei o que Fazer Comigo”, “Santa Sampa”, “O Vício e o Verso” e “A Prova”. Ainda, o grupo apresentará as inéditas “Lambe Lambe”, “Questão de Ordem” e “Fingir que Não Dói”, essa escrita em parceria com Leoni, e que devem compor o novo álbum.

O grupo, que é marcado pela forte influência do rock nacional dos anos 80, preparou algumas surpresas para o público. No show, eles interpretam clássicos brasileiros do gênero, com versões para músicas de Raul Seixas, Rita Lee, Engenheiros do Hawaii, Legião Urbana e Gang 90.

Entre as participações especiais, estarão dois nomes da nova geração do rock nacional, ainda não informados pela banda, que manterá o suspense até o dia da apresentação. E, também, comemorando o Dia Internacional da Mulher, o grupo leva ao palco convidadas representando três diferentes décadas, que formarão uma banda junto com o Vespas num momento único e imperdível.

A banda é formada por Thadeu Meneghini (baixo e voz), Chuck Hipolitho (guitarra e voz) e André Dea (bateria).

Serviço

Data: 19/03/2016 (sábado)

Local: Ocupação Sesc Pq. Dom Pedro II (Pça São Vito, s/n – Brás – São Paulo – SP)

Gratuito (Não é necessária retirada de ingresso)

Horário do show: 18h

 

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Wander Wildner lança novo álbum pela Deck

 

 

Vocalista de uma das bandas mais relevantes do punk rock nacional dos anos 80, Os Replicantes, o cantor e compositor Wander Wildner há 20 anos lançava seu primeiro álbum solo, “Baladas Sangrentas” (1996). Desde então, ele apresentou mais sete discos, além de participar do “Acústico MTV: Bandas Gaúchas”. Com mais de 30 anos de carreira e inúmeras canções memoráveis, ele lança esse mês seu novo álbum, “Wanclub”, pela gravadora Deck.

O projeto foi realizado através de uma campanha de crowdfunding, na qual os fãs puderam escolher o repertório do disco. Com 14 faixas e 6 bônus tracks, o trabalho reúne as favoritas desde os Replicantes até os dias de hoje, com versões renovadas do seu característico punk brega. Entre elas estão “Eu Tenho uma Camiseta Escrita Eu Te Amo”, “Bebendo Vinho”, “Surfista Calhorda” e “Eu Não Consigo Ser Alegre o Tempo Inteiro”.

 

 

O disco foi gravado nos Estúdios Dreher, em Porto Alegre (RS). A produção é assinada pelo próprio Wander, sendo que as faixas “Rodando el Mundo” e “Amigo Punk” foram produzidas por Arthur de Faria. O cantor é acompanhado pela banda Os Comancheros, formada por Jimi Joe (guitarra), Luke Faro (bateria), Gustavo Chaise (baixo), Ândrio Maier Barbosa (guitarra) e Arthur de Faria (gaita/teclado).

 

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Terceiro álbum dos Stone Roses a caminho, diz jornal

Os Stone Roses vão editar o terceiro álbum em breve, avança o Mirror.

 

 

 

De acordo com o jornal, «Ian Brown e os outros rapazes têm estado ocupados a trabalhar para que o álbum esteja pronto» a tempo de uma digressão marcada para Junho e Julho. Os Stone Roses vão a Tóquio, dão quatro concertos consecutivos no Estádio Etihad, do Manchester City, vão ao Madison Square Garden de Nova Iorque, são cabeças de cartaz do T In The Park e vão a Dublin.

«Vai ser o álbum número três», assegura uma fonte. «Passou muito tempo mas eles sentem que o tempo é agora. Voltaram a estúdio e toda a gente está muito entusiasmada».

O icónico álbum de estreia da banda data de 1989 mas foi necessário esperar cinco anos por «Second Coming». A banda separar-se-ia em 1996 para regressar em 2012.

 

DISCO DIGITAL (Portugal)

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Público foge de shows baratos ou gratuitos e expõe dilemas culturais

O sábado à noite frio e garoento realmente não era convidativo, mas ainda assim o pouco público para uma atração musical de qualidade foi injustificável.

A dupla Moda de Rock, formada pelos violeiros RicardoVignini e Zé Helder, transpões clássicos do rock para a viola caipira, e um trabalho sensacional e admirável. A repercussão já ultrapassou as fronteiras brasileiras e os dois foram elogiados nos Estados Unidos e na França, por exemplo.

Mas eis que o público do ABC não prestigiou o trabalho da dupla no teatro Elis Regina, em São Bernardo, no último dia 12 de março.

Em um espaço de qualidade, com bom equipamento de som e luz e fácil acesso, no bairro Assunção, apenas um terço das cadeiras foi ocupada, com ingresso custando apenas R$ 20 – na mesma noite, os shows do Lollapalooza, no autódromo de Interlagos, custaram no mínimo 15 vezes mais.

Lançando o segundo álbum, “Moda de Rock II'', Vignini e Zé Helder deram uma aula de musicalidade, habilidade, virtuosismo e feeling, arrancando aplausos entusiasmados de uma plateia que majoritariamente nunca os tinha visto ao vivo.

 

Moda de Rock em ação no teatro Elis Regina, em São Bernardo (FOTO: MARCELO MOREIRA)

 

E não foi por falta de divulgação, já que houve intensa campanha nas redes sociais para divulgar o evento, sem falar na boa reportagem de quase página inteira publicada no principal jornal local, o “Diário do Grnade ABC''.

Situação pior ainda ocorreu meses atrás em um festival de jazz e música instrumental ocorrido no mesmo local, que atraiu pouquíssima gente, apesar dos esforços enormes do batalhador músico Stefano Moliner – e o detalhe é que o festival era gratuito.

Por que estamos perdendo o hábito de curtir música ao vivo de qualidade, perto ou longe de casa? Por que a música deixou de ser importante em um momento em que é possível conferir artistas de excelente qualidade a preços bem acessíveis?

“Houve uma mudança sensível na maneira como as pessoas lidam com a música na atualidade'', afirmou Vignini ao Combate Rock logo após o show de São Bernardo. “Há aquele pessoal que realmente perdeu o hábito de curtir música ao vivo; há aqueles que nunca tiveram esse hábito, por falta de estímulo ou de vontade mesmo, uma galera mais jovem que se acostumou a não consumir música, já que encontra tudo de graça; e ainda tem um pessoal que até reconhece um pouco do valor de algumas atrações, mas fica desconfiado quando vê que o preço é baixo, e aí deixa aflorar o preconceito – se é tão barato deve ser 'meia boca'.''

Curiosamente, os dois casos de programas bem legais e quase de graça ocorreram no ABC, com pouco público, mas há relatos variados de que a situação ocorre também em São Paulo, na região metropolitana e no interior do Estado.

Um exemplo recente foi uma interessante apresentação da banda de heavy metal Maestrick no Sesc de São José do Rio Preto, terra natal do então quarteto.

Um dos melhores nomes do estilo atualmente no Brasil e com experiência internacional, a banda fez um show gratuito em 2015, e justamente em uma cidade que não é conhecida por oferecer programas roqueiros com frequência.

 

Maestrick ao final do show do último domingo, no Vila Dionísio, em São José do Rio Preto (FOTO: FACEBOOK/ARQUIVO PESSOAL)

 

Tocando no ginásio poliesportivo, o Maestrick atraiu um público apenas razoável, muito aquém do que se imaginava por conta de ser um nome local de peso e, principalmente, um show gratuito.

Curiosamente, dias depois a banda tocou na sofisticada casa noturna Vila Dionísio, na mesma cidade, e o público compareceu em bom número, embora o local fosse bem menor.

Há um sentimento geral de que, em algum momento, isso vai mudar, mas o que vemos hoje é uma desvalorização progressiva de eventos culturais, em especial aos ligados à música e teatro, em escalões intermediários e menores.

São poucos os espaços destinados a esse tipo de evento barato ou gratuito, e mesmo assim o público não tem se interessado, memso com boa divulgação.

É um sintoma desagradável de uma deterioração generalizada que pode ser observada na sociedade brasileira de hoje, capaz de se mobilizar contra um governo e um partido aos milhões, mas incapaz de qualquer ação em favor da melhora das condições das escolas e do ensino público em geral – e que despreza qualquer iniciativa cultural de inclusão ou difusão de trabalhos de qualidade a preços baixos.

 

MARCELO MOREIRA – COMBATE ROCK

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Duda Leindecker: assista ao clipe de “Mais Uma Pra Garantir”

 

 

 

O guitarrista e vocalista gaúcho Duca Leindecker (ex-Cidadão Quem, Pouca Vogal) divulgou, nesta terça-feira (15), seu mais novo clipe, o do single ‘Mais Uma Pra Garantir’. O vídeo, que você acompanha no player logo a seguir, traz uma série de fotos do artista com o público. Recentemente, Duca lançou o DVD ao vivo ‘Plano Aberto.

 

 

GUILHERME ZANINI – GUITAR PLAYER

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Gravadora libera streaming do DVD do Moonspell na íntegra

 

 

 

A Napalm Records liberou o streaming do documentário "Road To Extinction (From So Simple A Beginning)", que traz os bastidores da produção e gravação do álbum "Extinct", lançado há um ano pela banda.

O documentário fala sobre o conceito por trás do álbum. O documentário está dividido em três partes distintas no disco: o conceito de extinção, o making of do disco e um diário de bordo da turnê da banda. Para a primeira parte, a autora do livro "On Extinction", Melanie Challenger, faz uma participação com leituras de sua obra.

 

 

LIZANDRA PRONIN – TERRITÓRIO DA MÚSICA

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"Elis, A Musical" terá novas apresentações a partir de abril

 

 

Lílian Menezes é Elis Regina em "Elis, A Musical"

O espetáculo "Elis, A Musical" volta aos palcos do Brasil em 2016. A nova turnê que passará por Ribeirão Preto, Campinas, Belo Horizonte, Porto Alegre e Recife. Para esta última, os ingressos já estão à venda.

Com direção de Dennis Carvalho e texto de Nelson Motta e Patrícia Andrade, o musical está dividido em dois atos e tem a atriz Lílian Menezes interpretando a cantora além de Marcelo Várzea e Claudio Lins vivendo Ronaldo Bôscoli e Cesar Camargo Mariano, os dois maridos de Elis, respectivamente. Outros 11 atores se revezam para dar vida a Miéle, Jair Rodrigues, Tom Jobim, Ronaldo Bôscoli, Cesar Camargo Mariano, Nelson Motta, Marília Gabriela e Henfil.

"Arrastão", "Casa no campo", "Águas de março", "Dois pra lá, dois pra cá", "Como Nossos Pais", "Aos Nossos Filhos", "Fascinação" e "O Bêbado e o Equilibrista" são algumas das canções apresentadas em "Elis, A Musical".

"Trinta anos depois de sua morte, ela continua como a maior referência de todas as novas gerações de cantoras. O convite para escrever o musical me deixou imensamente feliz", comenta Nelson Motta. "Eu a conheci através de Milton Nascimento e logo me tornei seu fã. Ela foi simplesmente a melhor cantora do Brasil", completa Dennis Carvalho.

Assistido por mais de 300 mil pessoas, o musical estreou em 2013 e já passou pelo Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba e Porto Alegre. Para a temporada 2016, apenas Recife tem ingressos à venda. Detalhes sobre as demais apresentações serão divulgados em breve.

 

02 e 03/04/2016 - Recife/PE

Teatro Guararapes - Av. Professor Andrade Bezerra, s/n

Horários: Sábado às 21h e Domingo às 19h

Duração: 2h15 (com intervalo de 15 min) – 135 minutos

Ingressos: R$ 200,00 (plateia de AA a AO), R$ 170,00 (plateia de BA a BP) e R$ 50,00 (balcão)

Vendas online: www.compreingressos.com

Classificação: Não recomendado para menores de 12 anos

 

08/04/2016 - Ribeirão Preto/SP

Centro de Eventos Ribeirão Shopping

 

15, 16 e 17/04/2016 - Belo Horizonte/MG

Grande Teatro do SESC Palladium

 

22, 23 e 24/04/2016 - Porto Alegre/RS

Teatro do Sesi

 

28 e 29/04/2016 - Campinas/SP

Red Eventos

 

LIZANDRA PRONIN – TERRITÓRIO DA MÚSICA

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15/03/16

Nada Surf lança disco e baterista diz que banda quer vir ao país

 

 

Veteranos do rock alternativo com 24 anos de carreira, os americanos do Nada Surf estão de volta com "You Know Who You Are", primeiro álbum só com canções inéditas desde 2012, quando a banda lançou "The Stars Are Indifferent to Astronomy".

Em entrevista ao , o baterista Ira Elliot justifica a demora para produzir material novo.

"Vínhamos de uma sequência muito boa, mas estávamos cansados. Então decidimos tirar um período de folga. E só então nos reunimos para começar tudo de novo. No fim, foi uma boa decisão tirar esse tempo livre para recarregar as baterias", diz o músico.

"You Know Who You Are", disponível em serviços de streaming desde o dia 4 de março, recebeu boas críticas, e agora a banda se prepara para levar as novas faixas para a estrada.

"Fizemos três shows de aquecimento, tocando algumas músicas. Com essa turnê que começa agora, no final de março, vamos apresentar entre 5 e 7 faixas no novo disco todas as noites".

Por enquanto, a turnê só tem datas na Europa, Estados Unidos e Canadá, mas Elliot diz que o grupo planeja voltar ao Brasil.

"A América do Sul está em nossos planos. Tem um clima exótico para nós. Não há nada concreto, mas adoraríamos tocar aí."

Refletindo sobre a trajetória, Elliot diz que o segredo para se manter relevante é investir na honestidade emocional. "Quando você fala diretamente com as pessoas, elas se identificam com a música."

 

DESTAK JORNAL

 

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Indie brasileiro se prepara para invadir Barcelona (mais uma vez)

O cada vez mais incrível Primavera Sound, festival que atrai gente em progressão geométrica para Barcelona a cada ano e já um dos eventos de música mais importante do mundo, anunciou as atrações do Primavera Pro, uma espécie de festival dentro do festival, com showcases que visam fomentar o intercâmbio cultural através da música, e que recebe bandas novas e emergentes de diferentes partes do mundo.

Só neste ano, ao menos 11 países estarão representados por suas bandas e artistas em Barcelona. Da Austrália ao Peru, da Coréia do Sul ao Chile. E o Brasil, claro, mais uma vez fincará a bandeira de seu indie na gringa. Como vem acontecendo nos últimos anos. E, desta vez, com sete bandas no total.

 

O Terno

 

A Construtora Música e Cultura, espertíssima empresa goiana que atua com agenciamento de shows, gestão de carreira, booking, produção musical e tudo mais, sempre voltado ao cenário independente, em conjunto com o DOSOL, marca forte de festival indie do Nordeste brasileiro, exportam ao Primavera Pro neste ano as bandas Aldo The Band, O Terno (foto acima, de Jonas Tucci), INKY e Water Rats. A “invasão espanhola” da armada indie brasileira guiada pela dupla Construtora/DOSOL se desdobrará na Europa, com prováveis eventos em Portugal e Inglaterra.

Já a valente Balaclava Records, selo paulistano cada vez mais internacional nas duas vias, põe nos palcos de Barcelona atrações como Quarto Negro (foto abaixo, ainda uma dupla), o duo eletrônico Nuven e o grupo Mahmed, de Natal (Rio Grande do Norte).

 

Quarto Negro

 

O Primavera Sound acontece entre os dias 1º e 5 de junho, em Barcelona, e terá shows de gente do nível de Radiohead, LCD Soundsystem, PJ Harvey, Tame Impala e Sigur Rós (só para citar cinco).

 

* Confira abaixo todas as atrações do Primavera Pro:

Aldo The Band (BR), Altre di B (IT), Anam (ZA), Badlands (ES), Chicago Toys (CL), Cut Out Club (IL), Dead Buttons (KR), DTSQ (KR), Gala Brie (PE), Gang of Youths (AU), INKY (BR), Jack Carty (AU), Jay Cubed (ZA), Kanaku y el Tigre (PE), Los Outsaiders (PE), Mahmed (BR), Matilde Davoli (IT), Merkabah (PL), Money For Rope (AU), Moonchild Sanelly (ZA), Noga Erez (IL), Nuven (BR), O Terno (BR), Odd Cherry Pie (ES), Oh Pep! (AU), Planeta No (CL), Quarto Negro (BR), RSS Boys (PL), Sun Glitters (LU), Sycamore Age (IT), The Meanies (AU), Tiny Fingers (IL), Tunacola (CL), Water Rats (BR), Wedance (KR), Wolves As Friends (PE).

 

POPLOAD

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Amorphis volta ao Brasil para duas apresentações em 2016

 

 

O Amorphis volta ao Brasil para duas apresentações no próximo mês de maio. A primeira acontece no dia 27, na capital paulista, e a segunda, em Varginha/MG, quando a banda se apresenta no festival Roça n' Roll.

Formada em 1990, na Finlândia, a banda traz ao País a turnê que divulga "Under the Red Cloud", décimo segundo disco na carreira, lançado no ano passado.

Confira abaixo mais detalhes sobre os shows do Amorphis no Brasil. Os ingressos para ambas as apresentações já estão à venda.

 

27/05/2016 - São Paulo/SP

Hangar 110 - Rua Rodolfo Miranda, 110

Horário: 21h00

Ingressos: R$ 120,00 (pista promocional e antecipada, 1º lote) e R$ 170,00 (camarote promocional e antecipado)

Vendas online: www.clubedoingresso.com

Ponto de venda sem taxa de conveniência: Paranoid (Galeria do Rock)

Censura: 14 anos

 

28/05/2016 - Varginha/MG

No festival Roça n' Roll

Fazenda Estrela - Rodovia Varginha-Monsenhor Paulo, KM 6

Horário: 13h00 (início do festival)

Informações: www.rocainroll.com

 

 

TERRITÓRIO DA MÚSICA

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DeFalla lançará disco de inéditas após 14 anos; veja a capa

Intitulado Monstro, nono álbum da banda sairá em abril e terá participações de Pitty, Humberto Gessinger e Beto Bruno

 

 

A banda gaúcha DeFalla retornará com um novo disco de inéditas depois de um hiato de 14 anos. O grupo, que surgiu em 1985 e seguiu carreira nos anos 1990 – com um retorno no início dos anos 2000 –, lançará o álbum Monstro no próximo mês de abril.

O próximo trabalho do DeFalla contará com a formação original da banda: Edu K nos vocais e guitarra, Biba Meira na bateria, Carlo Pianta no baixo e Castor Daudt na guitarra. Edu K (que recente trabalhou com o Cachorro Grande em Costa do Marfim) também assina a produção de Monstro.

Entre as participações especiais estão a cantora Pitty, o ex-líder do Engenheiros do Hawaii, Humberto Gessinger, e o vocalista do Cachorro Grande, Beto Bruno, que cantam em Monstro. O ator, escritor e compositor Mario Bortolotto é cocompositor da faixa-título do álbum.

Nono disco de inéditas da carreira do DeFalla, Monstro dá sucessão a Superstar, lançado em 2002. O novo trabalho foi feito de maneira espontânea – sem ensaios prévios pelos integrantes –, com o reencontro se dando diretamente no estúdio de gravação.

Abaixo, conheça a capa de Monstro, com direção de arte de Edu K.

 

 

ROLLING STONE BRASIL

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14/03/16

Gato Preto faz campanha de financiamento coletivo para novo amplificador

 

 

 

A Gato Preto ganhou espaço nos últimos anos como uma das grandes fabricantes de amplificadores valvulados do Brasil. A empresa está prestes a lançar um novo projeto, mas precisa de uma ajuda para viabilizá-lo. Trata-se do ‘Toro’, cabeçote de 50 watts, distribuídos em dois canais independentes. O produto ainda não está à venda e conta, no momento, com uma campanha de financiamento coletivo para ser produzido em larga escala. O amplificador está entre os pacotes de recompensas oferecidas aos apoiadores. Interessados em participar podem acessar este link. No vídeo abaixo, você confere um teaser do produto.

 

 

GUILHERME ZANINI – GUITAR PLAYER

 

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Guitar Days: Documentário independente quer mostrar a cena nacional dos anos 90

 

 

 

Está em produção um documentário sobre a cena alternativa independente do rock nacional dos anos 90. "Guitar Days - Un unlikely Story of Brasilian Music" é escrito, dirigido e produzido por Caio Augusto Braga.

A improvável história da música brasileira pretende contar a história de uma cena que optou por aumentar o volume das guitarras e cantar suas músicas em inglês - vem daí o fato do subtítulo do documentário estar em inglês. A ideia de Caio é conferir a devida importância às bandas dessa época.

 

Para coletar informações abrangendo toda a cena nacional, o documentário viajou por todo o País e falou com bandas como The Cigarettes, Garage Fuzz, Pun Ups, Hateen e Thee Butchers Orchestra, além de ter entrevistado jornalistas, produtores e pessoal dos selos que estiveram, de alguma forma, envolvidos na música criada por esses artistas.

Como "Guitar Days" é uma obra independente, os produtores resolveram recorrer a um financiamento coletivo para finalizar o documentário. Foi criado um projeto no Catarse para arrecadar o valor de R$ 95.711,00, estabelecido como meta. Há uma porção de recompensas para quem quiser investir no "Guitar Days" e uma delas é uma coletânea com músicas inéditas de 25 bandas dessa cena. A partir de R$ 40,00 já dá para contribuir com o projeto.

 

O vídeo abaixo mostra trechos do documentário, confira:

 

 

LIZANDRA PRONIN – TERRITÓRIO DA MÚSICA

 

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Fender lança telecaster em homenagem a George Harrison

 

 

No final da década de 1960, mais precisamente nas gravações de ‘Let It Be’, dos Beatles, George Harrison apareceu empunhando uma Fender Telecaster marrom, com escudo preto e headstock escuro. A guitarra, rara na época, ganhou uma reedição. Produzida pela Fender Custom Shop, a  nova seis-cordas foi baseada no modelo original, com todos os detalhes reproduzidos, após uma profunda análise do master builder Paul Waller. Os captadores foram feitos à mão pela lendária Abigail Ybarra. No vídeo a seguir, você acompanha um teaser do instrumento (em inglês, sem legenda).

 

 

GUILHERME ZANINI – GUITAR PLAYER

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Segura de si e calejada das críticas, Marina Lima abraça uma nova fase e as mudanças no dom que por pouco não perdeu: a voz

Show intimista No Osso – Ao Vivo traz faixas que foram marcos na carreira da artista

 

 

No escritório em São Paulo, cidade escolhida como lar por Marina Lima há seis anos, a cantora e compositora carioca surge vestida toda de branco, com um chapéu “à la Tom Jobim”, como ela própria define. Marina senta no sofá branco, enquanto uma música clássica cria o clima para a conversa. Com muita vontade de falar, ela quer contar detalhes do novo disco, No Osso – Ao Vivo, trabalho de uma carreira que se aproxima de completar quatro décadas e seu primeiro álbum só com voz e violão. Nele, ela foi buscar na essência da própria obra, na base do banquinho e violão, uma aproximação mais íntima com o público, que segundo a cantora pode não ter entendido as experimentações com sons e ritmos eletrônicos de trabalhos mais recentes. Ironicamente, Marina entende que foi com a música eletrônica que conquistou independência. “Sinto que estou cantando melhor, tocando melhor. Vinha em uma linha evolutiva e este disco diz: ‘Opa, para tudo!’ Agora eu vou retomar o meu caminho mais de arranjadora.”

Aos 60 anos, completados em setembro de 2015, Marina não lembra nem um pouco uma mulher que se consideraria de “terceira idade”. É moderna, provocante, tem prazer em se vestir bem – e em envelhecer. “Sempre gostei de ficar mais velha. Parece que tenho direito a mais coisas. Pago meia-entrada no cinema, entro na fila do avião na frente [risos]. É uma idade na qual você adquire certos direitos, passa a ser respeitada pela sua obra, estão vendo que não quer enganar ninguém.”

Marina Lima está feliz, mas cansada de responder sobre a qualidade da sua voz. Já esclarece de cara o motivo de ter produzido apenas em 2015 um disco solo ao vivo com voz e violão. “Não tenho nada pra lamentar. Essa é a minha voz, essa sou eu, é assim que toco. Quem gostar disso, bem-vindo. Quem não gostar, compra um disco antigo. Essa que sou eu, entendeu? Estou bem com isso.”

Na infância, a cantora queria trabalhar como maestrina. Começou a estudar violão ainda criança, aos 5 anos. Depois passou para violão clássico e seguiu o caminho acadêmico. “Descobri que tinha um estilo próprio e comecei a compor com o meu irmão [Antonio] Cícero. Eu com 16 e ele com 26. Isso mudou completamente o curso da história, percebi que podia fazer música.” Morando com os pais em Washington, nos Estados Unidos, os irmãos produziram dezenas de sucessos. No final de 1976, a cantora assinou com a primeira gravadora, a Warner. No ano seguinte, ainda Marina (sem o Lima), teve uma canção gravada por Gal Costa. “Meu Doce Amor” emplacou e, em 1979, ela lançou o primeiro disco, Simples como Fogo, que teve um grande impacto. Logo a dupla Marina e Antonio começou a ganhar respeito no cenário musical brasileiro e em poucos anos de parceria já tinham sido gestados vários hits: “Uma Noite e Meia”, “Fullgás”, “Pra Começar”, “Difícil” e “Três”. Eles faziam uma música pop sofisticada, elegante e que enriqueceu a MPB.

Foi no período em que morava nos Estados Unidos que Marina mergulhou fundo naquilo que viria a se tornar uma carreira. “Meus pais adoravam música brasileira e levaram muitos discos daqui. Elizeth Cardoso, Jacob do Bandolim... Eu ficava fascinada com aquilo. Depois veio Tom Jobim e a bossa nova estourou lá. Junto a tudo isso, tinha muitas rádios tocando Beatles, música negra, Stevie Wonder.” Mas a principal fonte artística de Marina está mesmo no violão. “Tive dois mestres. Um foi Baden Powell, eu era fascinada por aquele violão que não era só a bossa nova do João Gilberto. Ele solava. Depois que eu voltei para o Brasil, veio o Gilberto Gil. Não toco nem a metade do que eles tocam, mas os parâmetros são muito altos, o que me obriga a tentar estar à altura daquela gente.”

No começo da carreira, Marina virou musa e referência musical. Elegante e estilosa, passou a ditar moda e, nas capas de discos e revistas, a então adolescente mexia com a imaginação das pessoas. “Isso das fotos provocantes foi porque eu era muito nova. Não sabia nada disso, sabia da música. Era uma forma de se destacar, e não que eu achasse errado aquilo, mas eu não andava na rua daquele jeito.” No final dos anos 1990, foi capa da revista masculina Playboy, exibindo um corpo exuberante. Diz a lenda que recebeu um cachê de R$ 2,5 milhões pelo ensaio, o que ela nega. “Foi uma inquietude, eu enjoo de mim muito facilmente, sou virginiana com ascendente em virgem. Fico me reinventando, sou exigente.”

Bissexual, Marina já revelou publicamente ter transado com outras cantoras. A primeira relação homossexual foi com Gal Costa, ainda aos 17 anos, com quem se envolveu e teve problemas mais tarde, ao revelar o caso durante uma entrevista. Na adolescência, foi apaixonada por um primo e, quando descobriu que também queria beijar mulheres, a primeira coisa que fez foi contar para a mãe. “Ela era uma pessoa muito liberal, muito bacana. Aprendi muitos segredos das mulheres com ela. Sabia receber muito bem, com um charme danado.” A artista é filha de nordestinos nascidos no Piauí, “trabalhadores que deram uma boa educação aos filhos”, como gosta de enfatizar. “Meu pai não tinha dinheiro, mas tinha educação. Se formou em três faculdades.”

A cantora e compositora elegeu São Paulo para viver depois da morte dos pais e do irmão Beto, economista e praticante de várias atividades físicas que teve um infarto fulminante. A situação totalmente inesperada abalou a estrutura da família e Marina quis mudar de ares. Na megalópole sem praia, a artista curte a paixão pelo surfe na tela da TV. Fã desde pequena de atividades ligadas ao mar, aprendeu a surfar com Beto, que sempre ocupou o posto de atleta da família. “Estou felicíssima [com a situação do esporte no país]. Primeiro porque temos litorais lindos. E os caras que ganharam o mundial de surfe são paulistas, o Mineirinho e o [Gabriel] Medina. O Beto foi um dos primeiros surfistas do Brasil com prancha longa. Ele sempre me ensinou tudo devagarinho.”

Outra onda da cantora em São Paulo é curtir e compartilhar mensagens nas redes sociais. Nos perfis dela é possível ler sobre os campeões mundiais de surfe, gostos pessoais e perceber o quanto a cantora odeia o jogo político, em especial o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha. “Eu não coloco pra provocar, não! Estou dizendo o que eu acho e volta e meia tenho que bloquear umas pessoas que me xingam por isso”, diz. “Realmente falo mal do Cunha. Ele acha que temos que aguentar isso, é um burro. Pra mim é o pior de todos. Não gosto de gente diabólica.”

Faz parte da personalidade: Marina dá a cara a bater, não se omite e gosta de deixar clara a sua posição política, mesmo quando a pergunta é sobre lei de incentivo ou arrecadação de direitos autorais, um velho inimigo dos artistas brasileiros. “Pra mim não tem o menor sentido o cara pegar dinheiro [de patrocínio] e fazer um show com ingressos caros, e a lei de incentivo dá a ele esse direito. Mas ideologicamente ele está equivocado!” Eleitora de Lula e Dilma Rousseff no passado, ela não demonstra arrependimento e analisa a atual crise. “Nunca entendi tanto de política como agora, não tinha ideia de que eles manipulavam tanto em todas as esferas. Tive que acabar entendendo na marra esse espetáculo deprimente que é a política. Não me arrependo, mas eu não sou mais PT. Agora eu já estou no Psol.” Pensando sobre a mulher mais poderosa do Brasil, Marina defende a saída de Dilma da presidência, mas não na base da truculência. “Não acho que a Dilma seja ladra. Acho que pode ter errado, não foi ágil, foi péssima negociadora. Por mim, ela renunciaria. Sei que ela acredita no que está falando, mas não é uma pessoa competente para isso.”

O tão comentado “fla-flu” ideológico gerado pela crise e a intolerância vigente no país têm sido um ponto de incômodo para a artista, que ficou chateada com o incidente ocorrido recentemente com o amigo Chico Buarque. O cantor e compositor de 71 anos foi insultado por jovens na saída de um restaurante no Leblon, bairro de classe alta no Rio de Janeiro, por causa do apoio dele ao PT. “Sinto a maior compaixão pelo Chico, pois é um homem educado, tão discreto, tão na dele. Tentou lidar com isso de uma maneira educada e aquele bando de garotos mal–educados ficou dizendo que ‘quem é do PT é ladrão, uma merda...’ Eu acho o fim.” Falar sobre a cultura no país também deixa a artista em uma situação desconfortável. “Está tudo tão caótico, mas por experiência própria [risos] eu sei que é da crise que tudo sai. A arte é você mergulhar no abismo, correr risco.”

Enfrentar situações difíceis é com ela mesmo. Marina já encarou diferentes problemas profissionais e sempre planejou saídas a partir do que mais gosta de fazer. “Em uma época eu estava em crise com a minha música e pensei que posso dar aula de linguagem midi, de como compor. Morrer de fome eu não vou. Está tudo muito difícil para todos. Só para o sertanejo que não, só para quem tem muito dinheiro”, brinca, afirmando estar por fora do que acontece na nova cena musical. Bom, nem tão por fora assim. “Thiaguinho é um grande cantor, um dos melhores do país. Não é o meu estilo, mas esse cara é bom, um golaço.” Ela também rasga elogios à cantora baiana Ivete Sangalo. “O Brasil é um país das cantoras. E o Chico disse que a Elizeth Cardoso é a mãe de todas elas. É lindo isso. Ivete estudou canto, quer se tornar uma grande intérprete, entrar na tradição dessas grandes cantoras. No [programa da Globo] Especial Ivete, Gil e Caetano dá para ver isso.”

Marina lima está de novo na pista e quer ser ouvida. A função de professora, ao que parece, ficará para outra vida. A voz mais deliciosa da MPB ficou rouca, diferente, muitas vezes difícil de entender. Os problemas com as cordas vocais quase tiraram a cantora de cena, mas ela não desistiu. Partiu para novos projetos e aos poucos superou o erro médico que afetou seu instrumento de trabalho. Marina só falou disso publicamente em 2013, quando era senso comum que a depressão havia sido responsável por prejudicar a garganta dela. A cantora precisou treinar por horas para retomar suas habilidades. Por isso, No Osso é, para ela, a prova definitiva do resgate da carreira. “Um disco desse meio que zera. Para quem não me conhece e quer me conhecer agora, vai me conhecer do osso. Para quem já me conhece, estou voltando a esse ponto para ver se conhece mesmo – e se gosta mesmo de mim, me quer perto. Se não me quer, é livre, entendeu? Fiz de propósito.”

 

Sem Medo de Se Expor

Show intimista No Osso – Ao Vivo traz faixas que foram marcos na carreira de Marina Lima

Quatro anos após o lançamento de seu trabalho anterior, o ótimo Clímax, Marina Lima ressurge com um novo CD, gravado ao vivo, com 14 músicas, sendo duas produzidas em estúdio. Uma delas é o sucesso de Elvis Presley “Can’t Help Falling in Love”. “Passei um período cantando quando meu amor foi para Portugal. Era um modo que tinha de aplacar a saudade”, diz. O álbum foi registrado no Sesc Belenzinho, em São Paulo, em maio do ano passado, e traz canções que foram decisivas ao longo da carreira de Marina. Tudo acompanhado pelo violão, sua fonte de criação e instrumento com o qual tem intimidade há 55 anos. Dentre os parceiros, o irmão dela, Antonio Cícero, se destaca, aparece em três faixas. Em “Não Me Venha Mais com o Amor”, com Adriana Calcanhotto, Marina quebrou o protocolo do acústico e colocou guitarra, bateria, programações, baixo e teclado. Ela explicou ao público que tem intimidade com o ritmo eletrônico e prometeu que vai resgatá-lo no próximo trabalho. O registro ao vivo da voz não é o mesmo de alguns anos atrás. Mas a coragem da cantora em se expor para o seu público, com banquinho e violão, mostra que o problema da voz, para ela, está mais do que superado. “Essa sou eu. Se eu tivesse algum grilo com isso eu não gravaria um disco com voz e violão.”

 

CARLOS SARTORI – ROLLING STONE BRASIL

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Scalene lança duas faixas inéditas

 

 

A gravação do primeiro DVD do Scalene está próxima: no dia 19 de março, a banda sobe ao palco da Arena Lounge do Estádio Nacional, em Brasília, para fazer o registro ao vivo da apresentação.

Enquanto os fãs aguardam ansiosos pela data, o grupo brasiliense revela duas músicas inéditas que estarão no repertório.

Com letra política, a faixa de stoner rock “Inércia” é uma das novidades e segue a verve do disco mais recente do Scalene, ÉTER (2015). Com compassos tortos, timbres ousados e peso, a banda apresenta o que mais gosta de fazer ao vivo.

“Entrelaços”, por sua vez, é introduzida por um piano minimalista e conduzida pelo vocal suave de Gustavo Bertoni. Com groove e sensação atmosférica, a música se diferencia de tudo que a banda lançou até aqui - devaneando sobre amor, entrega e desejo.

 

 

 

DROP MUSIC

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Ex-integrantes do Forfun se unem e lançam novo projeto; conheça o Braza!

Nicolas Christ, Vitor Isensee e Danilo Cutrim preparam álbum para semana que vem e já lançam clipe da faixa “Embrasa”

 

 

Os fãs carentes do Forfun podem comemorar uma novidade que pode suprir parte da saudade deixada pela banda que teve fim ano passado. Os ex-integrantes Nicolas Christ, Vitor Isensee e Danilo Cutrim se uniram em um novo projeto batizado de Braza.

O trio carioca divulgou ontem no Facebook o primeiro clipe do novo trabalho, a faixa “Embrasa”, que reúne dança e elementos visuais fortes sobre liberdade e repressão. O vídeo foi dirigido por Thiago Calviño.

A musicalidade do Braza não foge muito do que o Forfun vinha fazendo nos últimos discos, com grandes influências do reggae e dub. Na música divulgada, os vocalistas Vitor e Danilo se revezam entre os versos com uma pegada hip hop e reggae. “Pesquisamos das raízes jamaicanas à influência que esse tipo de som exerce no mundo contemporâneo, que é muito forte. São ritmos que nos emocionam”, contou Danilo.

O álbum “Braza” estará disponível no dia 17 de março e foi produzido pela própria banda. As faixas foram gravadas e mixadas por Pedro Garcia, com participação de Mario Caldato Jr. na mixagem e masterizado por Chris Hansek. O vocalista do Natiruts, Alexandre Carlo, Monkey Jahyam e a lenda jamaicana Michael Rose (Black Uhuru) fazem participações especiais no disco.

Cutrim explicou um pouco da concepção do clipe, repleto de cores e outros elementos visuais. “O Thiago é camarada de longa data. Ele vinha trabalhando com muitos clipes com dança, é cria do rock, sabíamos que seria o cara para absorver nossas ideias sem limites e torná-las possíveis”, disse.

O músico ainda completa contando um pouco sobre como foi a gravação do vídeo. “Foi laborioso, cansativo, mas é muito gratificante podermos nos expressar artisticamente de forma sincera e, consequentemente, nos realizarmos pessoal e profissionalmente”.

A faixa “Embrasa” pode ser baixada gratuitamente até hoje no site da banda.

 

Confira o vídeo:

 

 

CRYSTHIAN GONÇALVES - GUITAR TALKS

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By Paulão - (34) 9108-5957 paulao@confraria.net