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13 JANEIRO 2016

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Conheça a banda mineira A Bandeja Amarela

Silva apresenta novo álbum, "Júpiter", em show no Sesc Consolação Fender: confira o amplificador Bassbreaker
Nenhum de Nós relembra a criação de 'O astronauta de mármore' Steven Wilson lança "4 1/2" na segunda quinzena de janeiro
Mogwai lança trilha sonora para documentário sobre a era atômica Dream Theater lança primeiro trailer do novo álbum conceitual
As influências de David Bowie Papa Mute lança disco de estréia produzido por Toquinho
12/01/16
Artistas se movimentam para que a música continue a ocupar espaço no DF
Skid Row: Sebastian Bach pede uma nova chance na banda Golpe de Estado retorna com nova formação e turnê de 30 anos
Bring Me The Horizon volta ao Brasil para shows em março Blaze Bayley revela capa e primeiro trailer de álbum conceitual
Megadeth: ouça a inédita “Dystopia” Pelo direito de chorar por David Bowie
Animal Collective lança novo single. Ouça  Explosions In The Sky – The Wilderness

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02 a 06/03/2015  -  09 a 12/03/2015  -  16 a 20/03/15  -  23 a 27/03/15  -  01 a 10/04/15  -  19 a 28/05/15  -  18 a 25/06/15

 

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03 a 06/11/15   -    10 a 13/11/15    -    16 a 20/11/15   -   01 a 11/12/15   -    14 a 18/12/15   -   21 a 24/12/15   -   04 a 08/01/16

 

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Silva apresenta novo álbum, "Júpiter", em show no Sesc Consolação

 

 

 

O cantor e compositor Silva faz os primeiros shows do novo álbum, "Júpiter", em São Paulo, nos dias 30 e 31 de janeiro, no Sesc Consolação.

Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia), à venda a partir do dia 19 de janeiro, às 19h, pelo site do Sesc (www.sescsp.org.br) e do dia 20 de janeiro, às 17h30, nas bilheterias físicas das unidades Sesc. Venda limitada a dois ingressos por CPF.

Misturando pop e eletrônico, o multi-instrumentista capixaba apresenta canções que falam de amor e relacionamentos em seu terceiro álbum de estúdio. O repertório traz músicas como "Eu Sempre Quis", "Feliz e Ponto", "Sou Desse Jeito", entre outras.

O músico sobe ao palco acompanhado de Rodolfo Simor (guitarra, baixo, violão e mpc), Jackson Pinheiro (baixo) e Hugo Coutinho (bateria, baixo e programações).

 

Serviço

Silva – "Júpiter"

Quando: 30 e 31 de janeiro de 2016. Sábado, às 21h, e domingo, às 18h

Onde: Teatro Anchieta - Sesc Consolação – rua Dr. Vila Nova, 245, Vila Buarque

Quanto: R$ 30 (inteira), R$ 15 (meia) e R$ 9 (comerciários, sócios do Sesc)

Vendas: A partir do dia 19 de janeiro, às 19h, pelo site do Sesc (www.sescsp.org.br) e do dia 20 de janeiro, às 17h30, nas bilheterias físicas das unidades Sesc.

Duração: 80 minutos

 

UOL SP

 

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Fender: confira o amplificador Bassbreaker

 

 

A Fender vai apresentar oficialmente na NAMM 2016 sua nova linha de amplificadores, os Bassbreaker. Os modelos serão produzidos em diferentes formatos, indo de cabeçotes de 7 watts a combos de 45 watts. Os amplificadores são todos valvulados, com um visual diferente aos já lançados pela empresa norte-americana. Confira o timbre do combo de 15 watts no vídeo abaixo. 

 

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GUILHERME ZANINI – GUITAR PLAYER

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Banda Nenhum de Nós relembra a criação de 'O astronauta de mármore', versão da música de Bowie

Grupo gaúcho recebeu a aprovação do próprio músico britânico na época do lançamento

 

 

 

O ano era 1989. A banda gaúcha Nenhum de Nós já tinha estourado pelo Brasil com a música Camila, camila, lançada em 1987, no disco homônimo. Estavam em estúdio gravando seu segundo trabalho, Cardume, quando tiveram um pequeno problema. “Por uma coisa boba, nem me lembro por qual motivo, nos desentedemos rapidamente com o produtor do disco. Aí todo mundo iria sair do estúdio, dar um tempo para retomar. Mas então resolvemos tocar algumas músicas, só para dar uma aliviada no clima e pedimos para serem gravadas. E uma delas foi Starman, do David Bowie”, revela o baterista da banda Sady Homrich.

Para a suspresa geral, assim que o mal-estar foi contornado, o produtor ouviu a gravação e tomou uma decisão que mudaria a vida do então trio, formando ainda pelo vocalista e baixista Thedy Corrêa e pelo guitarrista Carlos Stein. “Ele gostou da nossa versão, mas pediu para fazermos em português. Se não desse certo, iria em inglês mesmo, mas a música estaria no disco”, disse o músico.

Os três então se debruçaram na letra e compuseram aquele que seria seu maior hit, a música mais tocada naquele ano no Brasil, O astronauta de mármore. “Fizemos a letra e aí começou todo o trâmite legal com a gravadora. O próprio Bowie solicitou uma tradução da letra, já que a versão não é uma tradução literal do poema dele. Tudo aprovado, gravamos a música”, lembra. Na ocasião, a própria gravadora apostou em outra faixa como música de trabalho, Eu caminhava, que abre o disco. “Mas então um locutor da Rádio Cidade do Rio de Janeiro tocou O astronauta e aí tudo explodiu.”

Segundo o baterista, o cantor já era figurinha fácil nos ensaios do Nenhum de Nós. “Sempre tocamos muitas músicas do David Bowie. É uma das grandes referências para todos da banda”, frisou. “Era comum fazermos Starman, Lady stardust, Life on mars, China girl, Ashes to ashes e várias outras.” E o próprio Bowie reconheceu a homenagem. Em sua primeira passagem pelo Brasil, ele anunciou que tocaria uma música que as pessoas conheceriam por meio da versão, e convidou a todos que cantassem em português, se quisessem.

Justamente por isso, por ter influenciado tanto as composições quanto a vida da banda, a morte do cantor britânico, ocorrida no último dia 10, deixou todos muito abalados. “Ontem (dia 9), terminei de ler a biografia do Cerati (Carlos Cerati, vocalista da banda argentina Soda Stereo, morto em 4 de setembro de 2014) e tive imensa dificuldade em dormir, pensando na perda. No meio da noite, minha filha me acordou para contar do Bowie. A vida e suas sincronias”, lamentou Thedy. “Tivemos a sorte de ter sido contemporâneos desses gênios e herois da arte. E mais do que isso, de alguma forma, fazer parte de seu legado.”

 

HISTÓRIA

Mais que um bastião de um estilo ou de um modismo, o cantor passeou, em alto estilo, por várias vertentes da arte. Criou moda, alterou comportamentos, gravou hits, apareceu bem nas telonas, mudou, se reinventou, influenciou, foi regravado por inúmeros artistas, desde Information Society a Bruce Dickinson. Ainda esteve em parceiras com nomes enormes da música internacional, como Queen e Mick Jagger, por exemplo. Conquistou o respeito do Show Business mundial.

E sempre com seu trabalho à frente, sem se promover, sem tirar proveito de nenhuma situação, inclusive da doença, na hora da morte. Saiu de cena da mesma forma como começou, discreto, sem alarde. “Referências não se perdem, se somam”, reflete Sady, lembrando que, acima de tudo, a obra permanece para futuras gerações.

Bowie atravessou praticamente cinco décadas em alta, passando do tradicional rock’n’roll, dos anos 60, ao psicodelismo dos 70, alcançando o glam e chegando ao seu personagem mais famoso, Ziggy Stardust. Nos ‘animados’ 80, também não passou batido, alcançando o mega-estrelato com o disco Let’s dance, que tinha a música título, além de Modern love e China girl, invadindo, ou arrombado o mundo pop, saindo do cult e atingindo o popular, com clipes futuristas para a época, auge da MTV. Ainda passou pelos 90 e chegou aos 2000 brincando com o eletrônico e acertou em cheio, jogando na cara de todos a sua situação na reta final da vida com Blackstar.

 

Muita gente garante que o cantor morreu. Outros dizem que ele foi visto entrando em seu disco voador e retornando ao seu planeta natal. Veco Marques, guitarrista do Nenhum de Nós, garante que trata-se de “mais um heroi voltando para casa”. Mas no final, será que faz diferença?

 

DANIEL SEABRA – ESTADO DE MINAS CULTURA

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Steven Wilson lança "4 1/2" na segunda quinzena de janeiro

 

Capa de "4 1/2"

 

Chega às lojas internacionais no próximo dia 22 de janeiro o novo álbum do multi-instrumentista e produtor Steven Wilson. Com o título de "4 1/2", este é o quinto disco de estúdio da carreira solo do artista.

O título do disco, aliás, é uma tentativa, de acordo com o próprio músico, de situá-lo entre "Hand. Cannot. Erase.", quarto disco, lançado no ano passado, e um novo álbum de estúdio, ainda não divulgado.

"4 1/2" reúne 6 faixas, listadas abaixo, em 37 minutos de duração. Uma delas é uma reinterpretação para "Don't Hate Me", música do Porcupine Tree de 1998. Na nova versão, a faixa virou um dueto com Ninet Tayeb.

Os músicos que acompanham Wilson nesse repertório são Adam Holzman (teclado), Nick Beggs (baixo), Guthrie Govan (guitarra), Dave Kilminster (guitarra), além de três bateristas que se revezaram nas gravações: Marco Minnemann, Chad Wackerman e Craig Blundell.

 

Conheça as faixas de "4 1/2":

01. My Book of Regrets

02. Year of the Plague

03. Happiness 3

04. Sunday Rain Sets In

05. Vermillioncore

06. Don't Hate Me

 

LIZANDRA PRONIN – TERRITÓRIO DA MÚSICA

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Mogwai lança trilha sonora para documentário sobre a era atômica

 

 

 

A banda escocesa Mogwai compôs a trilha sonora para o documentário "Atomic: Living in Dread and Promise", que fala sobre a 'era atômica' lançado no ano passado. Esse é a terceira trilha sonora da banda, depois de "Zidane: A 21st Century Portrait" e "Les Revenants".

Dirigido por Mark Cousins, o documentário "Atomic: Living in Dread and Promise" fala da Guerra Fria, do desastre em Chernobyl e sobre Fukushima, mas também aponta os benefícios que o avanço da ciência atômica trouxe ao mundo.

A trilha sonora foi retrabalhada pela banda e virou um disco, que recebeu o nome de "Atomic" e será lançado em abril pela Rock Action, no Reino Unido. Não há previsão de lançamento no Brasil, mas o disco estará disponível em serviços de streaming.

 

"Essa trilha sonora foi um dos mais intensos e completos projetos que nós participamos como banda. Desde que fomos para Hiroshima, para tocar e visitar o Parque Memorial da Paz esse se tornou um assunto muito interessante para nós. Como resultado, tanto a trilha quando o disco são peças das quais estou extremamente orgulhoso", comentou Stuart Braithwaite, guitarrista do Mogwai.

O repertório do álbum é composto por 10 faixas (listadas abaixo) e uma delas, chamada "U-235", foi liberada para audição.

 

 

Veja o repertório de "Atomic":

 

01. Ether

02. SCRAM

03. Bitterness Centrifuge

04. U-235

05. Pripyat

06. Weak Force

07. Little Boy

08. Are You A Dancer?

09. Tzar

10. Fat Man

 

No final do ano passado, o Mogwai anunciou a saída de um de seus integrantes, o guitarrista John Cummings. Segundo comunicado do próprio Mogwai, o guitarrista pretende investir em outros projetos musicais - e os colegas lhe desejam tudo de bom para o futuro.

 

LIZANDRA PRONIN – TERRITÓRIO DA MÚSICA

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Dream Theater lança primeiro trailer do novo álbum conceitual

 

 

No dia 29 de janeiro a gravadora Roadrunner disponibilizará no mercado o décimo terceiro da carreira do Dream Theater, intitulado “The Astonishing” e primeiro trabalho conceitual do grupo desde “Metropolis Pt. 2: Scenes From A Memory”, lançado em 1999.

O repertório do trabalho conta com 34 faixas divididas em dois atos, e a banda publicou um hotsite através do qual vem divulgando os detalhes da saga, que acaba de ganhar seu primeiro trailer:

 

 

“The Astonishing” foi gravado no Cove City Sound Studios em Glen Cove, Nova York, com produção de John Petrucci, engenharia e mixagem de Richard Chycki (que já trabalhou com Aerosmith e Rush). David Campbell foi responsável pelos arranjos do coro e orquestra.

 

A primeira amostra do álbum foi “The Gift of Music”, liberada para audição em dezembro. Confira:

 

TATE MONTENEGRO – TERRITÓRIO DA MÚSICA

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As influências de David Bowie

Ainda que seja lembrado como o artista que serviu de inspiração para muitos outros, ele mesmo também tinha seus ídolos

 

 

David Bowie era um como esponja. O sempre mutante artista vivia se reinventando. Para isto, buscava todo tipo de fonte ou influência. Era natural que ele também se inspirasse em outros artistas, e às vezes, isso ficava muito evidente. Em outros casos, a coisa era mais sutil e apenas os mais observadores conseguiam saber de onde veio aquela inspiração.

O Yardbirds foi uma das grandes bandas inglesas dos anos 1960. Hoje, o grupo é celebrado por ter sido um celeiro de guitarristas – afinal, por lá passaram nada menos do que Eric Clapton, Jeff Beck e Jimmy Page. Mas ninguém se lembra do vocalista Keith Relf. Ele morreu em 1975, depois de ser eletrocutado em casa quando tocava guitarra em um ensaio. Relf, ao contrário de outros cantores ingleses que se inspiravam no blues e no R&B, como Mick Jagger e Eric Burdon (The Animals), não interpretava o blues tentando soar como um norte-americano. Relf tinha um jeito bem inglês e Bowie ficou de olho nele. O timbre "asmático" e com vibrato de Relf foi assimilado pelo artista, que morreu no último domingo, 10, aos 69 anos. E Bowie era tão cara de pau que muitas vezes entrava em clubes e shows sem pagar fingindo que era Relf –ambos eram loiros cabeludos e tinham a mesma altura. Em Pin Ups (1973), álbum em que Bowie fez covers de suas canções favoritas da década de 1960, a homenagem a Relf fica bem clara. Ele até cantou "Shapes of Things" e "I Wish You Would", canções gravadas pelo Yardbirds.

Já Anthony Newley (1931-1999) é um caso curioso. Pouca gente se lembra do nome dele, mas já ouviu algumas de suas composições, dentre as quais estão "Candy Man", "Who Can I Turn To" e "What Kind of Fool Am I?". Newley era um homem de sete instrumentos: cantor, ator, compositor, escritor, diretor e showman. Ele fez muito sucesso nas décadas de 1960 e 1970, mas de alguma forma seu nome não se fixou na memória das novas gerações. David Bowie (1967), o primeiro álbum do cantor, não tinha nada a ver com rock. Era um disco teatral, sem guitarras, com toques de music hall. Algum desavisado na época poderia achar que era um trabalho de Newley, já que Bowie emulou com perfeição o vocal anasalado e impostado do mentor. Mas, é claro, as letras do álbum têm alguma morbidez, algo que nunca chegaria perto da produção de Newley.

Em Scott Walker, Bowie achou uma espécie de matriz. Walker, cujo nome verdadeiro é Noel Scott Engel, é uma norte-americano que saiu de seu país e fez carreira na Inglaterra com os Walker Brothers (os outros "irmãos" dele eram John Maus e Gary Leeds). Quando se lançou na carreira solo, em 1967, gravou uma série de álbuns cultuados em que interpretava versões de composições do belga Jacques Brel, além de ter elaborado canções de próprio cunho altamente originais. Uma namorada de Bowie era fã de Walker e, assim, ele conheceu a obra do artista. A identificação foi imediata e ecos da música de Scott Walker foram ouvidos por toda a obra de Bowie. Na época do Thin White Duke, Bowie estava simplesmente radicalizando a postura de crooner e outsider de Walker. O álbum Nite Flights (1978), dos Walker Brothers, em que eles experimentavam com música eletrônica, foi uma inspiração especialmente relevante para Bowie. Ele gravou a faixa título em versão quase idêntica a de Scott Walker no álbum Black Tie White Noise (1993). Eles acabaram ficando amigos. Walker, que até hoje é uma das figuras mais enigmáticas e reclusas da história da música popular, até gravou um depoimento em homenagem aos 50 anos de Bowie. E o discípulo foi o produtor de Scott Walker: 30 Century Man o aclamado documentário sobre Scott Walker lançado em 2006 com direção de Stephen Kijak.

O pioneiro Vince Taylor (1939-1991) foi um dos roqueiros mais viscerais das décadas de 1950 e 1960. Ele nasceu Brian Maurice Holden, na Inglaterra, mas depois foi morar nos Estados Unidos, onde não conseguiu emplacar uma carreira – usando blusão de couro e com uma postura selvagem, muitos o achavam um cópia de Gene Vincent. Contudo, Taylor obteve mais êxito na Europa, principalmente na França, com canções como "Twenty Flight Rock" e "Brand New Cadillac", mais tarde regravada pelo The Clash. Ele tinha um séquito fiel na Inglaterra, mas, em meados década de 1960, Taylor tinha entrado em declínio. Ele se envolveu com drogas e religião e vivia perambulando por Londres dizendo que era um mistura de Deus com um ser alienígena. Bowie o encontrou nessa época e se inspirou nele para criar o conto do roqueiro do outro universo que acaba caindo na terra. Assim nascia Ziggy Stardust, o personagem do clássico e influente disco The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars (1972). Outra inspiração pra Ziggy foi o artista texano apelidado de Legendary Stardust Cowboy, cujo nome verdadeiro era Norman Carl Odam. O Legendary Stardust Cowboy lançou a amalucada "Paralized" em 1968. Bowie gostou do caos sonoro da música e depois cunhou o nome Ziggy Stardust em homenagem a ele.

 

PAULO CAVALCANTI – ROLLING STONE BRASIL

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Papa Mute lança disco de estréia produzido por Toquinho nesta quinta feira (14)

Papa Mute fala sobre o início do grupo, a parceria entre irmãos, a história toda com Toquinho e muito mais.

 

Formada pelos irmãos Rodolfo Salgueiro e Pedro Chico, a Papa Mute lança seu primeiro disco com um show especial nesta quinta-feira, na Cosmopopeia, às 19h.

O show celebra o lançamento do álbum homônimo do grupo que teve a direção musical do renomado músico da mpb Toquinho, que além de auxiliar nas gravações, também assina a mixagem junto com Betho Ieesus.

Com arranjos diretos e simples e com influências progressivas, jazzísticas e de blues, a entrega do álbum de estreia – também intitulado Papa Mute – abraça uma roupagem mais rock e enérgica com suporte da formação do grupo instrumental Augustine Azul, composta por João Yor (guitarra), Jonathan Beltrão (baixo) e Edgard Moreira (bateria). A abertura do show fica por conta da Vieira, outro grupo que surgiu em ascenção na música paraibana, que também apresenta músicas de seu debut, intitulado Comercial Sul.

Confira a baixo a entrevista que fizemos com Rodolfo Salgueiro sobre o início do grupo, a parceria entre irmãos, a história toda com Toquinho e muito mais.

 

 

AFM: Primeiramente, como nasceu o Papamute? Era uma vontade familiar antiga?

Com os dois tocando em casa, acho que era inevitável que eventualmente fizéssemos algo juntos, embora o Papa Mute não seja a primeira vez que tenhamos gravado algo juntos. Inicialmente tínhamos uma banda no final de 2013 com mais dois amigos onde de fato gravamos um EP, mas não concluímos algumas fases da produção e acabamos nunca lançando. Com Pedro em João Pessoa e eu em São Paulo, sempre ficava difícil manter algo viável, mas durante o período de férias de Julho em 2014, basicamente nos trancamos num estúdio em São Paulo e fizemos o disco de cabo a rabo, muitas vezes compondo momentos antes das gravações, buscando entregar canções inéditas. Do disco de lançamento “Papa Mute”, 8 das 10 foram canções fresquinhas para o álbum.

 

AFM: Como foi que vocês conheceram Toquinho e como foi o trabalho dele na produção do álbum?

Toquinho conheceu meu tio por meio de negócios em comum em São Paulo, e este sempre reiterava que queria que Toquinho escutasse nossas músicas. Quando finalmente tivemos a oportunidade de conhecê-lo e mostrar descompromissadamente algumas de nossas canções, ele se animou pra caramba com as músicas e se dispôs a ajudar em alguma empreitada minha e de Pedro. O que seria apenas um apadrinhamento ou empurrão inicial acabou virando produção e mixagem, pois Toquinho se engajou tanto no processo de pré e pós-produção, que basicamente acompanhou todos os momentos de estúdio, assinando a direção musical do disco e também a mixagem. Hoje somos parte da Circuito Musical, que é também a produtora dele.

 

Papa Mute com Toquinho em estúdio.

 

AFM: O que vocês andavam ouvindo durante a gravação do disco?

Sempre ouvimos coisas mais ou menos parecidas, um pé no progressivo, outro no blues e jazz; nessa época eu estava (pra variar) ouvindo Tom Waits e Genesis, enquanto Pedro se chafurdava em Mac Demarco. Curtimos muito também nesta época os discos Cantoria, Vol 1 e Vol 2, de Geraldo Azevedo, Xangai, Elomar e Vital Farias. Outro disco que parece ter tido alguma influência, escutando hoje e refletindo sobre, é o Tapestry, de Carole King.

 

AFM: De onde veio a ideia de colocar a Augustine Azul para ser a banda de apoio?

PORQUE ELES SÃO BONS PRA CARALH*. Brinks, nem só isso. Gravamos o disco num formato semi-acústico e com arranjos mais minimalistas buscando uma entrega rápida do produto e tentando uma abordagem mais simples que priorizasse canções, sem ser simplista. Mas ao vivo queremos entregar estas mesmas canções de forma mais enérgica, num arranjo que mostre que somos, no fundo, uma banda de rock. Para isto, nada melhor do que chamar os caras que hoje são o maior expoente instrumental de rock da Paraíba, tendo saído em diversas listas como uma revelação do gênero.

 

AFM: O que podemos esperar do show de lançamento da Papamute?

Um pé no vintage e no moderno, com refrões marcantes. Piano, fuzz e agudos. Timbres viscosos e bastante energia, com um mix de músicas em Português e Inglês que deve agradar todos os públicos.

 

 

Saiba mais sobre o show de estreia do grupo clicando aqui.

 

FELIPE MATHEUS LIMA – ATIVIDADE FM

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12/01/2016

Artistas se movimentam para que a música continue a ocupar espaço no DF

Inconformados com a Lei do Silêncio que fechou espaços tradicionais de Brasília, músicos da cidade trabalham para que em 2016 movimentos culturais possam ocupar espaços públicos que comportem a livre expressão artística

 

 

Caio Gomez/CB/D.A Press

 

Propagar a criação musical legitimamente brasiliense, ocupar espaços públicos que comportem a livre expressão artística; promover a ideia de que música é arte, não barulho, é o que músicos e artistas que vivem e fazem carreira em Brasília esperam para 2016. Após a turbulência no cenário musical em 2015, iniciada nos anos anteriores com as discussões da Lei do Silêncio, e a diminuição de locais para apresentar música ao vivo na cidade, artistas locais.

Discutem as novas possibilidades para se apresentar e manter viva a música de maneira pacífica, e respeitando a lei, promovendo a boa convivência entre os brasilienses. A expectativa é encontrar um ponto de equilíbrio saudável entre moradores, músicos, artistas e estabelecimentos comerciais.

Alguns bares tradicionais no circuito musical brasiliense fecharam as portas (como o Balaio Café e o Schlob); outros, foram multados (como o Pinella e outros estabelecimentos da 408 Norte); e alguns tiveram de suspender de vez as apresentações de música ao vivo. O diretor do sindicato da área de hotéis, bares, restaurantes e similares (Sindhobar) de Brasília, Jael Antonio da Silva, informa que os donos de bares se reuniram com o governador Rodrigo Rollemberg para debater novas possibilidades e levantar questões que afligem o setor.

“Ele constituiu um grupo de trabalho que vai se reunir na primeira quinzena de janeiro para discutir essa questão. A lei terá que contemplar a música e os empresários terão que fazer algumas adaptações em seus estabelecimentos, mas isso tudo já vai melhorar quando a questão do nível de decibéis permitido for reformulada”, declara Jael. O diretor conta que a ideia é criar uma alternativa que seja viável para todos os lados, com horários estabelecidos, mas que músicos possam continuar a se apresentar. “A cidade não pode morrer, ela é um polo cultural muito importante, com grandes nomes musicais”, afirma. Em entrevista ao Correio, logo depois de assumir o governo, Rollemberg aventou a possibilidade de criar uma linha de crédito também para os moradores de apartamentos que se sintam prejudicados com a questão do som. Mas até agora nada saiu do papel.

Rênio Quintas, maestro e produtor musical, considera essa “patrulha sonora”, um movimento anacrônico que busca um silêncio impossível de se alcançar sem que sejam cerceados os direitos dos outros”. O artista acredita que para viver bem em uma cidade é preciso estabelecer pactos de convivência, respeitar a arte e a cultura como ferramentas de desenvolvimento humano e diferenciar o que é barulho daquilo que é música. Quintas declara ainda que a rua, por ser pública, deve ter o seu uso coletivo, de forma a atender o interesse e desejo da população. “A característica da nossa capital é estarmos na rua, principalmente para transformá-la em uma cidade boa para se viver. Eu cheguei em 1960, na inauguração de Brasília. A gente ocupava os gramados com futebol quando criança e mais tarde quisemos ocupar com música, queríamos fazer um som ali na rua, assumir a cidade”, declara.

O secretário de Cultura do Distrito Federal, Guilherme Reis, lembra que esse é um assunto antigo, que se arrasta há alguns anos. Considera fundamental que seja implementada uma nova legislação com urgência, que contemple as normas de saúde e leve em conta a importância do silêncio na vida das pessoas, mas que, ao mesmo tempo, incentive os interesses culturais e de entretenimento da cidade.

“Há uma intolerância crescente de parte a parte. É necessária uma nova legislação, pois esta já está defasada, é preciso avançar, é preciso uma legislação mais moderna em ocupação de espaços públicos”, afirma o secretário. Guilherme Reis conta que a ideia principal é criar uma proposta de legislação que envolva músicos, sociedade civil, sociólogos, urbanistas e engenheiros acústicos. O secretário acredita que seja preciso retomar as ações em relação ao assunto o mais rápido possível e fazer avançar, encontrando bons parâmetros de convivência. “Os trabalhos serão retomados em janeiro, por ordem do governador”, afirma.

Renato Fino é escritor, músico e poeta, dono do Senhoritas Café (408 Norte) e criador do movimento Quem desligou o som?, em prol da música ao vivo em bares, restaurantes e locais públicos do DF. Ele afirma que o maior foco do movimento tem sido justamente a votação desse novo projeto de lei, que incentive o olhar profissional em relação à música. O escritor acredita que o primeiro passo é readequar a lei à realidade cultural da cidade. “O turismo aqui é feito em bares, cafés, restaurantes. O que faz mal para a saúde é o barulho de trânsito, caminhão de lixo, aeroporto. Defendo o direito das pessoas poderem se sentar em bar para conversarem, a cidade é feita de pessoas”, afirma.

 

ISABELLA DE ANDRADE – CORREIO BRASILIENSE

 

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Golpe de Estado retorna com nova formação e turnê comemorativa de 30 anos

 

 

Uma das bandas mais tradicionais do Rock nacional está de volta com nova formação, e o melhor; com novo gás para cair na estrada e dar continuidade a sua rica história, iniciada em São Paulo, no ano de 1985, com Catalau (vocal), Hélcio Aguirra (guitarra, R.I.P.), Nelson Brito (baixo) e Paulo Zinner (bateria).

Dessa formação, segue firme e forte o baixista Nelson, além de Rogério Fernandes (que já havia sido vocal da banda no passado, atual Carro Bomba), Marcello Schevano (guitarra, Carro Bomba) e o baterista Roby Pontes (que já estava na banda, em seu último disco, “Direto Do Fronte”, de 2012)

Em 2016 o Golpe fará shows por todo o Brasil, com uma turnê comemorativa, especial de 30 anos, que será iniciada em Fevereiro.

O repertório desses shows será recheado de clássicos – e podem contar com aparições de outros ex-integrantes, e convidados especiais.

A turnê será empresariada pela TC7 Produções. Interessados em levar o show do Golpe de Estado para suas cidades devem entrar em contato em tc7producoes@gmail.com .

 

HARD AND HEAVY

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Skid Row: Sebastian Bach pede uma nova chance na banda

 

 

Os anos de glória do Skid Row foram com Sebastian Bach no vocal. No entanto, ele deixou a banda em 1996 e, desde então, tornou-se um crítico do grupo, dando declarações polêmicas a respeito de seus ex-companheiros. Na última semana, o frontman escreveu em suas redes sociais que gostaria de ter uma chance de reassumir o posto. Ele também afirmou que essa é a oportunidade de pedir desculpas por algumas de suas atitudes. O Skid Row está atualmente sem vocalista, após a demissão de Tony Harnell, ocorrida em dezembro. 

 

GUILHERME ZANINI – GUITAR PLAYER

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Blaze Bayley revela capa e primeiro trailer de álbum conceitual

 

 

Em setembro do ano passado Blaze Bayley iniciou a pré-venda do oitavo álbum de estúdio de sua carreira solo, anunciado um mês antes como um trabalho conceitual.

O nome escolhido para o trabalho do ex-vocalista do Iron Maiden foi "Infinite Entanglement", e sua temática futurista deve se aproximar àquela abordada pelo músico abordou nos discos "Silicon Messiah" e "Tenth Dimension" - lançados com a banda Blaze em 2000 e 2002, respectivamente.

Dez faixas devem compor o repertório de "Infinite Entanglement", duas delas acústicas e outras trazendo parcerias de composição com Chris Appleton, Thomas Zwijsen e Michelle Sciarrotta. O lançamento do álbum está programado para o dia 01 de março de 2016.

Bayley também declarou estar escrevendo um livro, no qual baseou esse sucessor de "The King Of Metal" (2012). Confira abaixo o primeiro trailer do álbum, cuja capa é a imagem que ilustra esta nota.

 

 

TATE MONTENEGRO – TERRITÓRIO DA MÚSICA

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Bring Me The Horizon volta ao Brasil para shows em março

 

 

 

O Bring Me The Horizon volta ao Brasil no próximo mês de março para dois shows. Dia 05 a banda se apresenta em São Paulo e no dia seguinte é o Rio de Janeiro quem recebe os ingleses.

Formada por Oliver Sykes (voz), Lee Malia (guitarra), Matt Kean (baixo), Matthew Nicholls (bateria) e Jordan Fish (teclado), a banda está na ativa desde 2003 e possui cinco discos de estúdio.

A atual turnê divulga o novo álbum da banda, "That's Spirit", lançado em setembro do ano passado. Os ingressos estão à venda, veja mais detalhes abaixo:

 

05/03/2016 - São Paulo/SP

Carioca Club - Rua Cardeal Arcoverde, 2899

Horário: 20h00

Ingressos: R$ 200,00 (pista, meia), R$ 300,00 (camarote, meia)

Vendas online: www.clubedoingresso.com

Classificação etária: 14 anos

 

06/03/2016 - Rio de Janeiro/RJ

Circo Voador - Rua dos Arcos, s/n

Horário: 20h00

Ingressos: R$ 180,00 (pista, meia)

Vendas online: www.ingresso.com

Classificação etária: 14 anos

Informações: www.circovoador.com.br

 

LIZANDRA PRONIN – TERRITÓRIO DA MÚSICA

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Pelo direito de chorar por David Bowie

 

 

O senso comum que dita que o lado racional é o que conta – e que demonstrar determinadas emoções pode ser tido como sinal de fraqueza – teima em me fazer sentir certa estranheza por chorar tanto por alguém que não conheci. Sequer vi David Bowie no palco, ao vivo – na primeira vez em que ele se apresentou no Brasil, em 1990, eu tinha 4 anos. Enquanto colegas jornalistas relembram em seus textos terem vivido o auge do artista nas rádios na primeira metade da década de 1980 ou os shows a que assistiram, ou as entrevistas que fizeram com Bowie, eu remoo a sensação de que sequer teria o “direito” de sentir a tristeza que sinto agora pela morte dele. Afinal, não vivi; não estava lá; sequer era nascida em boa parte da carreira dele.

Não me lembro ao certo a primeira vez que ouvi David Bowie – ou a primeira vez que me dei conta de que o estava ouvindo. Deve ter sido por volta dos 12 anos, quando li Eu, Christiane F., 13 Anos, Drogada, Prostituída pela primeira vez. A menina alemã que narrava sua trajetória como uma viciada em heroína era fã de Bowie. Tanto quanto aquele pesado relato me impressionou, deve ter me impressionado a descrição daquele artista.

Como muitos já frisaram, David Bowie tinha o poder de fazer com que qualquer um se sentisse “normal”. Não que sempre advogasse em favor das minorias ou que fosse um defensor inigualável dos sem voz, longe disso. Mas ele de fato tinha esse poder. Andrógino, de olhos enigmáticos, de dentes imperfeitos, dotado de coragem para se dizer gay e bissexual quando tais rótulos eram considerados ultrajantes. Bowie não tinha medo de ser quem era – quem quer que fosse – e, por consequência, injetava coragem em quem o via magnânimo sob a própria pele. Sentir-se confortável sob a própria pele é uma luta para um sem número de seres humanos; talvez seja a luta mais mundana pela qual passamos em nossa existência. Mas Bowie parece jamais ter tido de travá-la. É, para mim, uma de suas características mais sedutoras.

Não se faz necessário, aqui, detalhar as inúmeras formas como Bowie revolucionou a música; o modo como ditou tendências em vez de segui-las, o modo como compôs canções belíssimas, em melodia e letra; o modo como sua voz era única; o modo como seu jeito de falar exalava charme; o modo como ele podia ser cínico, enquanto, paradoxalmente, causava empatia; o modo como flutuava pelo palco (posso não tê-lo visto ao vivo, da plateia, mas ainda bem que temos os registros em home video); o modo como era, ao mesmo tempo, erudito e popular, arrogante e simples, vaidoso e generoso. Não se faz necessário (e nos links relacionados abaixo, de textos publicados neste site nesta segunda, 11, é possível entender tudo isso).

Neste momento, sinto se fazer necessário apenas aceitar que a arte tem mesmo o poder de nos fazer chorar por quem jamais conhecemos ou por alguém com quem nunca convivemos. Seja você o maior colecionador de obras relacionadas a David Bowie, tenha você apenas um disco – ou nenhum; seja você um especialista em cada um dos singles e personas, seja você alguém que canta as letras com as palavras trocadas ou com a pronúncia equivocada.

Bowie era um artista em um amplo sentido: viveu arte e morreu arte, como mostra o clipe de “Lazarus”, ao qual agora não consigo assistir. Que a arte dele seja capaz de fazer com que esqueçamos, ao menos momentaneamente, nosso lado racional e nos faça sentir livres para chorar sem julgamentos. Livres de julgamentos, como viveu e produziu David Bowie.

 

BRUNA VELOSO – ROLLING STONE BRASIL

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Megadeth: ouça a inédita “Dystopia”

 

 

O Megadeth divulgou mais uma de suas canções inéditas. No player abaixo você ouve ‘Dystopia’. A musica dá nome ao novo álbum da banda norte-americana, que chega às lojas no dia 22 de janeiro e marca a estreia de Kiko Loureiro na guitarra.

 

 

GUILHERME ZANINI – GUITAR PLAYER

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Animal Collective lança novo single. Ouça 

O Animal Collective divulgou o vídeo de seu novo single, a canção FloriDada.

 

 

O vídeo alucinante foi lançado com um aviso de segurança, indicando que pode causar ataques epiléticos. A canção está no novo álbum do grupo, o disco Painting With.

O novo disco chegará às lojas no dia 19 de fevereiro e o disco foi descrito como "quente e pessoal, um caleidoscópico e em alta definição".

O disco será lançado com três capas diferentes, cada uma com um dos integrantes da banda pintados pelo artista Brian Degraw.

 

 

Confira o set list abaixo

'FloriDada'

'Hocus Pocus'

'Vertical'

'Lying In The Grass'

'The Burglars'

'Natural Selection'

'Bagels In Kiev'

'On Delay'

'Spilling Guts'

'Summing The Wretch'

'Golden Gal'

'Recycling'

 

DROP MUSIC

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Explosions In The Sky – The Wilderness

 

 

“The Wilderness” é o sexto (sétimo, dependendo da conta) disco do Explosions In The Sky. É o sucessor de “Take Care, Take Care, Take Care”, de 2011 – nesse intervalo, porém, a banda ficou responsável por três trilhas sonoras: “Prince Avalanche” (2013), “Lone Survivor” (2013) e “Manglehorn” (2014).

No final de 2015, a banda passou pelo Brasil pra um ótimo show no Cine Joia.

São nove canções instrumentais, que o anúncio oficial define como “um álbum onde shoegaze, a experimentação eletrônica, punk dub, noise e ambient folk, de alguma forma, coexistem”.

O trabalho foi co-produzido pela banda e por John Congleton, colaborador de longa data, e sai dia 1º de abril de 2016, via Temporary Residence Ltd, o selo do grupo.

 

Ouça o primeiro single, “Disintegration Anxiety”:

 

 

Eis as faixas e a capa:

 

1. Wilderness

2. The Ecstatics

3. Tangle Formations

4. Logic Of A Dream

5. Disintegration Anxiety

6. Losing The Light

7. Infinite Orbit

8. Colors In Space

9. Landing Cliffs

 

FERNANDO AUGUSTO LOPES – FLOGA-SE

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By Paulão - (34) 9108-5957 paulao@confraria.net