CONFRARIA ROCK

 

 

 

 

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Música

 

13 JULHO 2016

CHVRCHES: vídeo com participação da cantora Hayley Williams Nenhum de Nós canta Beatles em show no Teatro Feevale
Biffy Clyro, o número 1. Falando e tocando em session no Facebook Fender anuncia Jazz Bass Flea Signature
Com metade das lojas fechadas, Galeria do Rock de BH caminha para o fim
Guns n' Roses: Turnê de reunião passa por cinco capitais brasileiras Tributo a Alceu Valença destaca o lado rock de seu trabalho
Orquestra da Ulbra completa 20 anos em concerto dedicado às músicas do Queen
12/07/16

Clipe feito exclusivamente com GIFs é a aposta da banda Filtra

Putzgrila Rock Show no Dia Mundial do Rock
Ozzy Osbourne fala sobre o fim do Black Sabbath Veja os vídeos 360º do Ira!: "Girassol" e "Dias de Luta"
Cidadão Instigado apresenta “Fortaleza” à João Pessoa Joe Satriani no Brasil com turnê que celebra 30 anos de carreira

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PROGRAMA PRÓ ATIVO 12/07/16

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CHVRCHES divulga vídeo com participação da cantora Hayley Williams

A vocalista do Paramore vira um dos personagem de HQ no novo clipe intitulado 'Bury It'

 

 

O grupo britânico CHVRCHES divulgou, nesta segunda-feira (11/7), no YouTube o novo clipe com histórias em quadrinho onde a cantora Hayley Williams, vocalista do Paramore, aparece como um dos personagens principais voando pela cidade.

Na obra com efeitos de animação utilizados para ilustrar a música Bury It, que faz parte do álbum Every open eye, é possível ver tanto a cantora quanto os integrantes do grupo CHVRCHES exercendo poderes telecinéticos.

 

 

CORREIO BRAZILIENSE

 

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Nenhum de Nós canta Beatles em show no Teatro Feevale

 

 

Um dos melhores shows apresentados na capital gaúcha em 2009 (no Festival de Inverno da Prefeitura de Porto Alegre), acabou voltando no ano seguinte para temporada no teatro São Pedro. Os resultados foram tão positivos que o grupo Nenhum de Nós incorporou o show "Canta Beatles" a uma possibilidade permanente para apresentações, quase todas em sua maioria destinadas ao mercado corporativo (shows fechados para empresas). Porém, volta e meia surge a possibilidade do famoso e raro “Nenhum de Nós Canta Beatles” ser apresentado em público. E esta oportunidade acontecerá no dia 31 de agosto (quarta-feira), a partir das 21hs, no Teatro Feevale (ERS-239, n° 2755 - Campus II - Universidade Feevale), em Novo Hamburgo/RS!

 

Ingressos:

Balcão Nobre: R$ 60,00

Balcão Nobre (visão parcial): R$ 60,00

Frisa: R$ 80,00

Plateia: R$ 90,00

Cadeira Camarim: R$ 140,00

 

ROCK GAÚCHO

 

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Biffy Clyro, o número 1. Falando e tocando em session no Facebook

 

 

 

* Ontem, via Facebook, o grupo escocês Biffy Clyro promoveu um perguntas-e-respostas com a galera durante uma meia hora para falar sobre o novo disco, “Ellipsis”, seu sétimo disco e já número 1 em vendas na Inglaterra. Foi mostrado um “behind the scenes” da gravação do álbum e da seção de fotos promocionais. O trio ainda tocou, no estúdio armado para o evento virtual exclusivo deles, algumas das faixas de “Ellipsis”, de modo acústico.

 

Apesar do sotaque escocês carregado, dá para entender coisas do papo mesmo se o inglês não estiver lá tão afiado. Pelo menos, acho, dá para captar o espírito do grupo para o novo disco. E tem as músicas, nessa Facebook Live Session.

 

Curta o pacote Biffy Clyro, promovido pelos próprios.

 

 

POP LOAD BLOG

 

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Fender anuncia Jazz Bass Flea Signature

 

 

 

A Fender apresentou esta semana seu mais novo lançamento. Trata-se do Fender Signature Flea Bass, um Jazz Bass feito seguindo as configurações de Flea (Red Hot Chili Peppers). O instrumento tem as mesmas características do JB 1961 que, nas palavras de Flea, é o baixo mais espetacular em que ele já tocou. A empresa divulgou um vídeo com um teaser do músico apresentando a novidade (em inglês, sem legenda).

 

 

GUILHERME ZANINI – GUITAR PLAYER

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Com metade das lojas fechadas, Galeria do Rock de BH caminha para o fim

Point de roqueiros na Praça Sete se transformou em local melancólico, com placas de aluga-se e alguns poucos comerciantes tentando sobreviver

 

Marco Aurélio Fernandes, da Entre Rock, e João Batista da Purple Records são dois dos poucos que ainda resistem no local (foto: Cristina Horta/EM/D.A Press)

 

Nos velhos tempos, subir ao terceiro andar do edifício localizado na Rua Rio de Janeiro, 630, na pulsante Praça Sete, era certeza de encontrar um aglomerado de cabeludos e figuras usando roupas pretas, coturnos, camisetas de banda e toda a indumentária vendida ali mesmo, nas várias lojas da chamada Galeria do Rock de BH.

Atualmente, quem resolve dar um passeio por lá em busca de discos, acessórios e peças do vestuário roqueiro encontra um cenário melancólico, com várias portas fechadas. Quase ninguém circula no espaço, que já foi referência cultural para os entusiastas das várias vertentes do rock’n’roll.

Das 13 lojas dedicadas ao gênero na galeria, com comercialização de CDs, discos de vinil, camisetas de banda e pôsteres, apenas sete estão funcionando. No andar, que já foi totalmente dedicado ao mercado musical, funcionam duas óticas, dois estúdios de tatuagem e um restaurante. O salão de beleza já fechou.

 

O lugar está deixando de ser ponto de encontro dos roqueiros, que se juntavam na porta das lojas para comprar ingressos, buscar informações sobre shows e lançamentos, ou mesmo fazer “esquenta” para a noitada.

Se o setor já lidava com o desafio de se reinventar depois das transformações impostas pela internet ao consumo de música, a crise econômica deu um golpe ainda mais forte nos comerciantes da Galeria do Rock. É o que afirma o mais antigo: “A internet atrapalha, mas nosso público é roqueiro. E roqueiro é fiel, colecionador. Vendemos para a minoria que faz questão de ter o disco. Só que o país tem 11 milhões de desempregados e nesses 11 milhões tem roqueiro também”, lamenta João Batista, proprietário e único funcionário da Purple Records, instalada há 20 anos no local.

Se depender dele, sua vida continuará entre as caixas de vinis. “Sou a resistência. Tenho esperança de que a coisa melhore. Tudo é feito de altos e baixos”, diz, ouvindo Led Zeppelin ‘’no talo’’. Para João, além da crise, falta um pouco de traquejo aos lojistas. “A maneira de o pessoal trabalhar é outro fator que compromete, não dá para o freguês chegar procurando um disco e ouvir que simplesmente não tem. A pessoa não volta. É preciso diversificar, sugerir outra banda.”

 

RESISTÊNCIA

Quem chegou há menos tempo ao mercado tenta perseverar. Simpático, Marco Aurélio Fernandes convida quem passa na porta da Entre Rock a conferir os discos, perfeitamente organizados nas prateleiras por origem, estilo e ordem alfabética. Entre clássicos e raridades roqueiras, há artistas independentes locais de outros estilos e até vinis de Pixinguinha, Roberto Carlos, Jessé e Elomar, de quem Marco se orgulha de ter um autógrafo, conquistado quando o próprio artista visitou o local.

“A gente precisa diversificar, além de acompanhar o que as novas gerações estão ouvindo. Quero continuar aqui porque amo vender discos, é o que sempre quis fazer na vida”, comenta Fernandes, que está há seis anos sozinho à frente de sua loja especializada em discos, camisas, revistas, zines e quadrinhos.

Marco Aurélio concorda com João Batista sobre a relação enfraquecida com o público daqueles lojistas que não sobreviveram à crise. “Tenho que ganhar na excelência, tratar bem o cliente, oferecer novidades. O disco que vendo tem que ser perfeito, passo meu tempo livre aqui limpando o produto. Nem todos os lojistas fazem isso. Falta um pouco de união aqui, um ajudar ao outro”, argumenta. Para ele, a imagem negativa que a população tem da Praça Sete, por conta de assaltos e casos de violência, também prejudica o fluxo de compradores.

A sensação de insegurança no entorno da galeria incomoda Marcos Taveira, síndico do prédio. “Já tentamos de tudo, mas a Praça Sete é ponto de tráfico de drogas e de armas. Nós aqui do prédio nos reunimos com outros condomínios e comerciantes, mas a inoperância do poder público está cada vez pior”, reclama Taveira, proprietário de duas lojas Powerslave na Galeria do Rock. Ele mantinha três pontos no local desde 2001, mas fechou um este ano e reduziu os funcionários de quatro para dois.

Para Marcos, o momento ruim é consequência de vários fatores. “A primeira questão é o nosso mercado, especificamente. Lojas físicas fecharam em todos os lugares devido à concorrência da internet não apenas para ouvir música, mas até para comprar discos e acessórios. Tem a crise também. Um dado que comprova isso é a inadimplência nos pagamentos em cartão: aqui na loja, a média mensal de cartões que não passavam era nove, hoje são 45”, afirma.

 

53HC

A queda das vendas impossibilitou a continuidade do trabalho de outros comerciantes. Depois de 18 anos, Bart Ramos resolveu tirar a 53HC da Galeira da Praça Sete. “Por contrato, estamos lá até o dia 18 deste mês, embora não esteja conseguindo abrir a loja. Vamos ficar um tempo apenas on-line, para depois buscar com calma outro ponto físico”, explica. Bart não tem mais funcionários e se dedica à produtora de mesmo nome. Embora lamente o fim das atividades na Praça Sete, entende que se trata de um processo natural depois do impacto da internet.

“É triste fechar. Rola uma nostalgia, mas as próprias pessoas surpresas com o fechamento da loja são as mesmas que pararam de ir lá por uma série de motivos: da dificuldade de acesso, pois não é fácil estacionar carro no Centro, à mudança nas relações mesmo. Hoje, é tudo mais impessoal. A galeria era um centro de troca de informações, mas hoje as pessoas fazem isso na internet, o que se repete com a venda de discos”, conclui Bart.

A tradicional Patti Songs, que funcionava há 14 anos na galeria, também fechou as portas este ano. Apesar de continuar na ativa com a Powerslave, Marcos Taveira tem poucas esperanças de mudança do cenário, embora planeje diversificar as atividades. “A tendência é piorar e fechar mais lojas. Estamos tentando conseguir um alvará para promover shows aqui e atrair gente por outros motivos, pois é quase impossível o público voltar a ser atraído para comprar rock.”

Enquanto isso, as lojas remanescentes seguem funcionando na Galeria do Rock, de segunda a sexta-feira, das 10h às 19h, e aos sábados, das 9h às 14h.

 

PEDRO GALVÃO – PORTAL UAI

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Guns n' Roses: Turnê de reunião passa por cinco capitais brasileiras

 

 

 

Está confirmada a aguardada turnê "Not in This Lifetime", do Guns n' Roses, no Brasil. Axl Rose, Slash e Duff McKagan, finalmente juntos depois de 23 anos, se apresentam em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre e Brasília no próximo mês de novembro. Veja as datas:

 

08/11/2016 - Porto Alegre/RS

11/11/2016 - São Paulo/SP

15/11/2016 - Curitiba/PR

18/11/2016 - Rio de Janeiro/RJ

20/11/2016 - Brasília/DF

 

Apesar do baterista Steven Adler ter se juntado à banda em recente show em Cincinnati (Ohio, EUA), ele não está acompanhando a banda em turnê. Para o Brasil, além do trio original, o Guns n' Roses conta com Dizzy Reed (teclado), Richard Fortus (guitarra), Frank Ferrer (bateria) e Melissa Reese (teclado e sintetizadores).

Alguns fãs têm sentido a falta do guitarrista Izzy Stradlin, mas boatos dão conta de que ele teria pedido um cachê alto demais para participar da turnê. Quanto a Axl Rose, Slash e Duff McKagan, eles não tocavam juntos num mesmo palco desde o último show da turnê "Use Your Illusion", em 1993.

Além dos shows por aqui, o Guns n' Roses fará apresentações na Argentina, Chile, Peru, Costa Rica e México onde os ingressos foram vendidos em poucas horas. Os valores dos ingressos para todas as apresentações no Brasil serão divulgados em breve.

 

Nunca nesta vida

A turnê se chama "Not in This Lifetime" (nunca nesta vida) porque certa vez o vocalista Axl Rose foi perguntado se havia a possibilidade do Guns n' Roses reunir a formação original e ele respondeu curto e grosso com essa frase. Tem um vídeo aqui.

 

LIZANDRA PRONIN – TERRITÓRIO DA MÚSICA

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Tributo a Alceu Valença destaca o lado rock de seu trabalho

 

 

Com recém-completados 70 anos, o compositor e cantor Alceu Valença recebe um tributo à sua obra, “Ainda Há Coração'', lançado pelo excelente site Scream & Yell.

Com álbuns lançados desde o início dos anos 70, como o fundamental “Molhado de Suor'', de 1974, Alceu sempre soube mesclar ritmos do nordeste, como o xote e maracatu, com o rock psicodélico e com outros elementos da música pop.

O tributo reúne 16 artistas de diversas regiões do país, como os sergipanos do The Baggios, na pesada “Vou Danado Pra Catende''; a paulista Luiza Lian (“Anunciação'');  o carioca ex-Barão Vermelho Dé Palmeira (“Na Primeira Manhã'');  além da cantora uruguaia Papina de Palma, que faz uma delicada versão do clássico “Coração Bobo'' e o encontro entre o argentino Ariel Migliorelli e a cantora gaúcha Lara Rossato, na música “Batendo o Tambor''.

Com produção do jornalista e escritor Leonardo Vinhas, “Ainda Há Coração'' está disponível para download gratuito no Scream & Yell aqui.

 

FAIXAS:

 

01) Vou Danado pra Catende – The Baggios

02) Cópias Mal-Feitas – Judas

03) Batendo o Tambor – Ariel Migliorelli e Lara Rossato

04) Cabelo no Pente – Cuscobayo

05) Tropicana – Nevilton

06) Maria dos Santos – Magabarat

07) Bobo da Corte – Camila Garófalo

08) Na Primeira Manhã – Dé Palmeira

09) Solidão – Duo Noir

10) Coração Bobo – Papina de Palma

11) Anunciação – Luiza Lian

12) La Belle de Jour / Girassol – Bruno Souto + Tagore

13) Tesoura do Desejo – Monstro (com GabiBelô e Tomaz Magalhães)

14) Tomara – Raphael Evangelista

 

MAURÍCIO GAIA – COMBATE ROCK

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Orquestra da Ulbra completa 20 anos em concerto dedicado às músicas do Queen

Ingressos para apresentação nesta quarta, no Theatro São Pedro, estão esgotados, mas haverá ensaio aberto ao público

 

 

Orquestra da Ulbra completa 20 anos em concerto dedicado às músicas do Queen Anderson Fetter/Agencia RBS

 

Não é todo dia que uma orquestra mantida pela iniciativa privada completa 20 anos. No entanto, esse é o caso da Orquestra de Câmara da Ulbra, que comemora a data especial com um concerto inteiramente dedicado ao Queen.

Canções que fizeram a história da banda liderada por Freddie Mercury serão apresentadas no Theatro São Pedro, em Porto Alegre, em arranjos assinados por Iuri Correa, com participações do grupo Vocal TAKT, do baterista Lucas Kinoshita (da banda Trem Imperial) e do guitarrista Ângelo Primon. O concerto será nesta quarta-feira (13/7), às 21h, em homenagem ao Dia do Rock, mas os ingressos já estão esgotados. Quem ficou de fora poderá assistir ao ensaio aberto, às 18h, com ingressos a R$ 20 (meia-entrada para estudantes e idosos).

 

 

O repertório do Queen será retomado depois do sucesso de um concerto de 2015 com canções da banda, que é uma das preferidas do maestro Tiago Flores, fundador da Orquestra da Ulbra. Ele observa:

— As músicas do Queen se prestam muito a esse tipo de tratamento. O próprio Freddie Mercury se apresentou com a (soprano) Montserrat Caballé. O repertório fica muito bonito quando cantado de forma lírica.

Em sua trajetória de duas décadas, a orquestra se notabilizou no Estado por abordar tanto a música de concerto quanto a música popular, transitando por diferentes gêneros, da música regional gaúcha ao rock pesado. São quatro séries anuais que em 2016 totalizarão 34 concertos: a série oficial, concertos didáticos, concertos populares e a série que leva música aos campi da Ulbra.

— Quando começamos a orquestra, não tínhamos muita noção do caminho a ser percorrido. Então, criamos algumas série e vimos o que dava certo. Em 1997, veio o primeiro show popular com Nei Lisboa. Descobrimos que era um mercado a ser desenvolvido. Em Porto Alegre, tinha pouco ou quase nada disso. Outra questão importante era a formação de público, um projeto para as crianças poderem apreciar a música de concerto — afirma Flores.

Enquanto algumas orquestras são fechadas pelo mundo, a da Ulbra se mantém com verba da universidade e de patrocinadores, por meio das leis de incentivo estadual e federal. Segundo o maestro, a bilheteria dos concertos representa no máximo 30% dos custos — em muitos casos, apenas 10%.

— Cultura é investimento para uma sociedade, e não um gasto — defende Flores. — No Brasil, os concertos de música clássica são mais baratos do que shows de música popular e muitas vezes são de graça.

Como resultado da combinação de ingressos baratos e de iniciativas de formação de público, o maestro lembra que muitos jovens frequentam concertos no país. Segundo ele, o público da Orquestra da Ulbra é formado, em sua maior parte, por ouvintes de 25 a 60 anos:

— Não concordo que o público da música de concerto está acabando. Pelo contrário, tem aumentado.

 

ORQUESTRA DE CÂMARA DA ULBRA E VOCAL TAKT

Quarta (13/7), às 21h

Theatro São Pedro (Praça Marechal Deodoro, s/n°), fone (51) 3227-5100, em Porto Alegre

Ingressos esgotados

 

Ensaio aberto

Quarta (13/7), às 18h

Theatro São Pedro (Praça Marechal Deodoro, s/n°), fone (51) 3227-5100, em Porto Alegre

Ingressos: R$ 20. À venda na bilheteria do teatro nesta terça (12/7), das 13h às 20h30min, e na quarta (13/7), das 13h até a hora da sessão

 

FÁBIO PRIKLADNICKI – ZERO HORA

 

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12/07/16

Clipe feito exclusivamente com GIFs é a aposta da banda Filtra; assista aqui

Imagens mostram diversos cenários da capital carioca

 

 

Um passeio por cenários do Rio de Janeiro para exaltar suas belezas e desencantos, utilizando exclusivamente efeitos visuais através de GIFs. Essa foi a ideia da banda carioca Filtra para o videoclipe de “São Clemente” – rua localizada no bairro de Botafogo e cenário principal para a banda. Eles não poderiam de deixar de começar o vídeo com um “Fora Temer”.

Fellipe Mesquita (voz), Saulo Arctep (guitarra), Gustavo Muniz (baixo) e Mateus Nagem (bateria) brincam com o conceito cíclico dos GIFs citando bairros, bares e outros pontos da Zona Sul da cidade maravilhosa. A banda fala da sua relação com o próprio lugar, suas noites e carnavais, e conclui: “a São Clemente me iludiu/me libertou”.

Para dar forma a “São Clemente”, a banda colocou em prática a ideia do baterista Mateus: fazer um clipe de forma prática e de baixo custo, usando apenas smartphones. “Queríamos algo simples e contemporâneo. Pesquisamos bastante não só para aprender, mas também para não copiarmos ninguém (...)”, explica Fellipe, vocal da Filtra.

Além de Botafogo, as imagens feitas pela própria banda passeiam por partes de Humaitá - região onde a banda se fundiu –, Gávea, Lapa, Glória, Flamengo, Copacabana e Jardim Botânico. Não poderia ficar de fora o filtro de barro tão associado à banda, que faz figuração não apenas na capa do disco “Auto-Ilha”, como também nas cenas do clipe. Presente até em alguns shows, o filtro é um símbolo da busca constante por novos caminhos.

Cada integrante leva para o clipe um objeto de sua escolha. A moldura de um quadro representa os diferentes ângulos da arte; o café é uma presença constante, remete ao processo de filtragem e é uma oportunidade de homenagear o estúdio Superfuzz, estampado na caneca; a planta é a vida, representando o cuidado e paciência. A Filtra cuidou do roteiro e da filmagem, enquanto Marcelo Velloso ficou responsável por colorizar e finalizar o vídeo.

 

Confira o vídeo de “São Clemente”:

 

 

FELIPE MADUREIRA – GUITAR TALKS

 

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Putzgrila Rock Show no Dia Mundial do Rock

 

As bandas Isidoro Pilsen, Eu tenho uma tese sobre isso, Matungo, Garçonetes Dançantes e Madame Bogardan, juntamente com a Rádio Putzgrila, orgulhosamente apresentam: PUTZGRILA ROCK SHOW!

Na quarta, dia 13 de julho, mais conhecido como o DIA MUNDIAL DO ROCK, a galera vai se juntar na sede da Putz e London Pub & Bistro, fazendo uma baita festa para celebrar nosso tão amado estilo musical e colaborar com a Vakinha para a reforma e manutenção da Rádio Putzgrila.

 

Vai funcionar assim: a galera da Putz vai estar fazendo um programasso especial durante o dia todo, a partir das 10 da manhã, recebendo várias bandas e ouvintes pra bater um papo e conhecer a casa da rádio (dizem que vai rolar até um churrasco por lá) e a partir das 19h, o London abre suas portas para os shows das 5 bandas, que irão doar seus cachês para contribuir com a Vakinha.

Quem não conseguir curtir com o pessoal da rádio e quer contribuir para ela continuar crescendo e melhorando cada vez mais, pode fazer a sua doação pelo link https://www.vakinha.com.br/vaquinha/reforma-da-casa-da-putz

 

SERVIÇO

O quê? Putzgrila Rock Show

Quando? Quarta, dia 13 de julho, a partir das 10h

Onde? Rádio Putzgrila/London Pub – Rua José do Patrocínio, 968, Cidade Baixa

Quanto: 10 pilas (opcional até às 20h)

Evento: https://www.facebook.com/events/1649073112085200/

 

SOBRE A VAKINHA:

A Rádio Putzgrila tá de casa nova! E como toda casa nova ela precisa de alguns ajustes para ficar ainda mais com a nossa cara além, é claro, de algumas obrinhas de infraestrutura (porque, afinal, "nova" é só o nome carinhoso que demos pra ela) e aquisição de alguns equipamentos básicos (e outros nem tão básicos) para que a Putz continue tocando rock de verdade e crescendo cada vez mais.

Como uma galeeera se prontificou a ajudar, resolvemos abrir esta Vakinha, para que todos os que acreditam, apoiam, concordam ou curtem a filosofia da rádio (independente e sem fins lucrativos) e que querem ver a Putz cada vez maior, com mais qualidade e profissionalismo, possam contribuir.

Alguns exemplos do que estamos precisando investir aqui na casa: manutenção do telhado (URGENTE), aquisição e instalação de portas, reforma no banheiro,  recuperação do piso,  maçanetas para portas,  substituição de vidros quebrados,  luminárias, cortinas, estantes, computador, projetor, quadros e cadeiras.

A contribuição mínima é de 10 reais (por limitações da plataforma) e a máxima é a que tu bem entender.

 

Link direto: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/reforma-da-casa-da-putz

 

SOBRE A RÁDIO PUTZGRILA

A Putz é uma rádio web com sede em Porto Alegre, que atua de forma independente há 10 anos, tocando somente e apenas Rock n Roll, desde clássicos mundiais até as novidades mais bacanas, tanto do cenário nacional quanto internacional, abrindo espaço para bandas que nem sempre estão no mainstream. Para saber mais acesse www.radioputzgrila.com.br  

 

ROCK GAÚCHO

 

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Ozzy Osbourne fala sobre o fim do Black Sabbath, que faz show em Porto Alegre em novembro

Além da Capital, Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo também estão na rota da turnê "The end"

 

 

Ozzy Osbourne fala sobre o fim do Black Sabbath, que faz show em Porto Alegre em novembro - M Rossi/Divulgação

O fim está próximo: no dia 28 de novembro, o Black Sabbath traz a Porto Alegre sua turnê de despedida, chamada The end, no Estacionamento da Fiergs – mesmo local onde a banda pioneira do heavy metal apresentou-se pela única vez na Capital, no dia 9 de outubro de 2013, diante de um público de cerca de 30 mil extasiados fãs. Como naquela ocasião, a capital gaúcha será a primeira parada do grupo no Brasil – os ingressos já estão à venda pelo site ticketsforfun.com.br. A abertura ficará a cargo do quarteto roqueiro americano Rival Sons.

A veterana formação surgida em Birmingham, na Inglaterra, em 1968, volta com três de seus integrantes originais: o vocalista Ozzy Osbourne, o baixista Geezer Butler e o guitarrista Tony Iommi – que luta contra um câncer linfático desde 2012. No repertório do derradeiro concerto do trio, não devem faltar clássicos do rock pesado como Black sabbath, Into the void, War pigs, N.I.B., Rat salad, Iron man, Dirty women, Children of the grave e Paranoid.

Na estrada com a excursão mundial de adeus – o Sabbath apresenta-se amanhã em Estocolmo, na Suécia, dentro do festival Monsters of Rock –, Ozzy, 67 anos, encontrou tempo para responder as perguntas de ZH. Leia abaixo a entrevista com o Príncipe das Trevas.

 

Como o Black Sabbath consegue estar na ativa há quase 50 anos?

Somos extremamente afortunados por ter uma base de fãs realmente leal. É uma pergunta difícil, porque não há nenhuma fórmula para isso.

 

Na sua opinião, qual é a importância do Black Sabbath na história do rock'n'roll?

Nós éramos quatro caras que se juntaram para fazer a música de que gostávamos. Nós não nos preocupávamos em ser uma influência na história do rock. Nunca poderíamos ter imaginado o impacto que tivemos.

 

Quais foram os seus piores e os melhores momentos com a banda?

O melhor foi quando voltamos para a Inglaterra e descobrimos que nosso primeiro disco era um sucesso. O fato de que as pessoas apreciavam nosso trabalho foi genial. O pior foi quando percebemos que estávamos sendo roubados pelo nosso gerente.

 

Como é que você se sente ainda dividindo o palco com Tony Iommi e Geezer Butler depois de tanto tempo juntos? A emoção é semelhante à de quando vocês começaram?

Acho que é melhor agora do que sempre foi. Porque nós todos crescemos e sabemos o que queremos neste momento. Estamos fazendo alguns dos melhores shows da nossa carreira no presente.

 

Qual é o seu álbum favorito do Black Sabbath? Por quê?

Eu não tenho um disco favorito. Todos os álbuns são grandes à sua própria maneira. Cada um me lembra dos tempos em que nós os gravamos e me faz recordar de como nós temos sorte de fazer uma música que as pessoas amam.

 

Muita gente diz que o rock morreu. Qual é a sua opinião sobre isso?

Se ele está morto, então eu acho que somos os mortos-vivos. Ainda estamos tocando para multidões que amam o rock tanto quanto nós em várias partes do mundo.

 

Que tipo de música você está ouvindo agora?

Rival Sons (banda norte-americana que está abrindo os shows da turnê de despedida do Sabbath no mundo todo).

 

Você já esteve aqui no Brasil várias vezes. Quais são as lembranças que guarda do Brasil e de Porto Alegre?

O Rock in Rio é um dos meus festivais favoritos. Eu gostaria de voltar e fazê-lo todos os anos, se me quisessem.

 

Quais são seus próximos projetos?

Eu tenho um programa de televisão com meu filho, chamado Ozzy & Jack's world detour, que vai ao ar neste verão no History Channel. Além disso, tenho escrito letras e trabalhado em algumas novas músicas para um álbum solo, então ainda tenho algumas balas na agulha.

 

Black Sabbath – The End

Dia 28 de novembro, segunda-feira, às 21h.

Estacionamento da Fiergs (Avenida Assis Brasil, 8.787).

Classificação etária: de 10 a 15 anos é permitida a entrada acompanhado de um responsável. A partir de 16 anos, é permitida a entrada desacompanhado.

Ingressos: R$ 300 (pista, 1º lote), R$ 320 (pista, 2º lote), R$ 340 (pista, 3º lote) e R$ 560 (pista premium).

À venda em ticketsforfun.com.br (com taxa) e na loja Multisom da Rua dos Andradas, 1.001 (sem taxa), de segunda a sexta-feira, das 11h às 19h, e aos sábados, das 9h às 17h.

Depois, a turnê segue para Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo.

 

ROGER LERINA – ZERO HORA

 

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Veja os vídeos 360º do Ira!: "Girassol" e "Dias de Luta"

 

 

 

O Ira! está em turnê pelo Brasil - paralela aos shows no formato folk - e tem publicado vídeos usando tecnologia 360 graus, aquela câmera que filma toda a volta permite que mudemos o ângulo de visão.

A turnê comemora os 30 anos de "Vivendo e Não Aprendendo", segundo disco lançado pelo Ira!. As canções são "Girassol" e "Dias de Luta", ambas gravadas no Circo Voador, no Rio de Janeiro, no dia 25 de junho. Dá uma conferida abaixo.

 

 

 

Os próximos shows do Ira! acontecem nos dias 17 de julho, no S. Bárbara ROCK FEST, em Santa Bárbara D'Oeste, interior de São Paulo, e dia 23 no Capital Moto Week, em Brasília/DF.

 

LIZANDRA PRONIN – TERRITÓRIO DA MÚSICA

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Cidadão Instigado apresenta “Fortaleza” à João Pessoa Nesta Sexta-Feira (15)

 

 

 

Seis anos depois de lançar o seu terceiro álbum de estúdio, “Uhuuu!”, em 2009, a banda cearense radicada em São Paulo lançou seu quarto disco, “Fortaleza”, um dos mais aclamados de 2015 pela crítica especializada e considerado o ‘Melhor Álbum’ pelo Prêmio Multishow.

 

 

Os músicos Fernando Catatau, Dustan Gallas, Régis Damasceno, Clayton Martins, Rian Batistal, figuras presentes em diversos trabalhos importantes da música brasileira e de nomes como Arnaldo Antunes, Otto, Céu, Vanessa da Mata, Karina Buhr e Siba, sobem ao palco do Teatro de Arena, no próximo dia 15 de julho, às 20h, apresentando canções do novo disco e também os clássicos, músicas que conectam guitarras e nordestinidade, por um viés alt brega, numa mistura estética onde se conjugam Pink Floyd, psicodelia e Odair José.

Fortaleza revisa raízes e foga da zona de conforto. A começar pelo revezamento de instrumentos a redimensionar a timbragem da banda. Só Fernando Catatau (guitarra e voz) e Clayton Martin (bateria) permaneceram em seus postos. Dustan Gallas dividiu-se entre teclados e guitarra, Regis Damasceno e Rian Batista, baixo e violão.

O vocalista e guitarrista da banda, Fernando Catatau, explicou a essência de Fortaleza. “A ideia é fortalecer o poder do cidadão em relação às ‘fortalezas’ que estão sendo erguidas, como prédios altos, com condomínios fechados em uma sociedade que está desmoronando”, contou o músico.

 

 

 

 

Cabruêra

 

A abertura da noite fica por conta da Cabruêra, que realiza em João Pessoa um show com repertório de seu último álbum coletânea, Colors Of Brasil, no qual revisa os melhores momentos de sua carreira. A banda faz o primeiro show em João Pessoa após uma turnê nos EUA que passou pelo The John F. Kennedy Center em Washington.

 

Serviço:

 

Cidadão Instigado em João Pessoa

Abertura: Cabruêra

Data: 15 de julho (sexta-feira)

Horário: 20h

Local: Teatro de Arena

End: Rua Abdias Gomes de Almeida, 800 – Tambauzinho, João Pessoa – PB

Pontos de venda: Lojas Furta Cor (Mag Shopping, Shopping Sul e Tambiá Shopping)

Venda online: https://goo.gl/q8sA2O

Capacidade: 1000 pessoas

Censura: 16 anos

Ingressos antecipados: R$ 40,00 meia // R$ 80,00 inteira // R$ 50,00 social (+ 1 kg de alimento não perecível)

Ingressos na bilheteria: R$ 50,00 meia // R$ 100,00 inteira // R$ 60,00 social (+ 1 kg de alimento não perecível)

 

FELIPE MATHEUS LIMA – ATIVIDADE FM

 

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Joe Satriani retorna ao Brasil com turnê que celebra 30 anos de carreira

Os shows acontecem no mês de dezembro em São Paulo, Curitiba e Porto Alegre

 

Pela oitava vez na carreira, o guitarrista norte-americano Joe Satriani virá ao Brasil para se apresentar. O músico retornará ao país no mês de dezembro com a mais recente turnê dele, Surfing to Shockwave Tour 2016. Os shows acontecerão em São Paulo (Espaço das Américas), Curitiba (Net Live Curitiba) e Porto Alegre (Teatro Araujo Vianna), nos dias 7, 9 e 11, respectivamente.

Responsável pelas datas do músico no Brasil, a produtora Mercury Concerts anunciou que as vendas dos ingressos para a performance em São Paulo começarão nesta terça-feira, 12, a partir da 0h01. Já as entradas para as capitais paranaense e gaúcha terão início no mesmo dia, mas a partir das 9h.

 

Assista abaixo ao clipe de “Shockwave Supernova”, do mais recente disco do norte-americano.

 

 

Com mais de dez discos lançados em três décadas de carreira, Satriani é um dos guitarristas mais influentes dos últimos tempos. Na juventude, chegou a ensinar Steve Vai e Kirk Hammett (Metallica) a tocar o instrumento. Com o álbum The Extremist (1992), quarto da carreira, o músico ganhou reconhecimento internacional e recebeu 15 indicações ao Grammy.

 

Joe Satriani no Brasil

São Paulo

7 de dezembro, às 21h

Espaço das Américas – R. Tagipuru, 795 – Barra Funda

Ingressos: entre R$ 250 e R$ 500 (há meia entrada)

 

Curitiba

9 de dezembro, às 22h

Live Curitiba – Rua Itajubá, 143 – Novo Mundo

Ingressos: entre R$ 140 e R$ 320 (há meia entrada)

 

Porto Alegre

11 de dezembro, às 20h

Auditório Araujo Vianna – Av. Osvaldo Aranha, 685 – Parque Farroupilha

Ingressos: entre R$ 130 e R$ 340 (há meia entrada)

 

ROLLING STONE BRASIL

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