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20 MAIO 2016

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Conheça a banda mineira A Bandeja Amarela

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Dead Fish celebra 25 anos de carreira com show em BH neste sábado

Em alta, Mahmundi fecha escalação do festival Vento

Paul Gilbert lança "I Can Destroy", 18º álbum solo, no final de maio

Iggy Pop não gosta do estado actual da música

Defalla: Show de lançamento de Monstro será no Ocidente

Dupla francesa Air se apresenta no Brasil em novembro

Palco Test traz 35 bandas na Virada Cultural no sábado, 21 de maio

19/05/16

Festival Sobreviventes do Rock neste domingo em Araxá A "estreia-estrago" da Ostra Brains nos palcos de SP
Quarta Livre apresenta o melhor da música gaúcha Festival Rock Sem Fronteiras rola neste final de semana
Fragor – de olhos fechados EP Dream Theater no Brasil: ingressos à venda
Virada Cultural 2016: confira a estrutura que recebe o público Boogarins retrata a Chapada dos Veadeiros em clipe
18/05/16
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16/05/16
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ANTERIORES:

01 a 11/12/2015   -   14 a 18/12/15   -   21 a 29/12/15  -   04 a 08/01/2016   -   12 e 13/01/2016    -    18 a 20/01/2016    -    22 a 26/02/2016

01 a 04/03/2016   -   07 a 11/03/2016    -    11 a 18/03/2016   -    11 a 18/03/2016    -    29 a 30/03/16     -    18 a 20/04/16     -     02 a 05/05/16

10 a 13/05/16

Dead Fish celebra 25 anos de carreira com show em BH neste sábado

Grupo será a principal atração do festival Flaming Night, que terá ainda outras quatro bandas

 

Já são 25 anos desde que um grupo de jovens capixabas resolveu se juntar para fazer um rock’n’roll acelerado, autêntico e cheio de energia, na trilha dos maiores ícones do hardcore norte-americano. Com acordes rápidos, bateria intensa e várias letras conceituais sobre mazelas políticas e sociais brasileiras, o Dead Fish traz toda essa história para o palco do Music Hall na noite de amanhã, em mais uma edição do minifestival Flaming Night. O evento contará ainda com os curitibanos do Abraskadabra, além das pratas da casa Cordoba, Fodastic Brenfers e Arc Over.

Ao longo das duas décadas e meia na estrada, o Dead Fish se consolidou como uma das principais bandas independentes do país e referência no hardcore melódico nacional, com letras em português. Seguindo rigorosamente a máxima punk do “faça você mesmo”, o grupo lançou quase todos os seus sete álbuns de estúdio sem o apoio de grandes gravadoras. O último deles, Vitória, lançado ano passado e batizado com o nome da terra natal da banda, foi todo financiado na internet pelos fãs. A campanha angariou uma verba quatro vezes maior do que a necessária, estabelecendo um recorde na plataforma Catarse.

Para celebrar toda essa trajetória, um DVD será lançado no segundo semestre, com show ao vivo em São Paulo, no mês de agosto. Imagens de toda a turnê, inclusive do show de sábado, em BH, estão sendo reunidas para a produção. Será o terceiro DVD da banda, que também lançou outros três discos ao vivo, além de algumas demos, EPs e coletâneas.

Na última sexta-feira, a apresentação do Dead Fish no Rio de Janeiro ficou marcada por um forte protesto contra o presidente em exercício Michel Temer. Público e banda se uniram para entoar um forte coro insultando o novo governante. O registro foi gravado em vídeo e postado na página oficial do grupo no Facebook. A postura politizada e crítica sempre acompanhou a banda desde o começo da carreira, em letras com denúncias de injustiças sociais e críticas ao comportamento dentro da sociedade capitalista.

O Dead Fish vem a BH liderado pelo vocalista Rodrigo Lima, o único integrante remanescente da formação original, de 1991. Hoje, o quarteto conta ainda com Alyand no baixo, Marcos Melloni na guitarra e Ricardo Marista, ex-integrante do Sugar Kane, na bateria.

 

ABERTURA

Diferentes gerações vão abrir a noite para o Dead Fish. Formada em Curitiba nos anos 2000, o Abraskadabra faz um ska-punk, ou ska-core, ao melhor estilo Sublime, Reel Big Fish e Goldfinger, com riffs rápidos e animados, acompanhados pelo naipe de metais e letras em inglês. Depois de lançar seu primeiro álbum, em 2012, o grupo esteve em turnê pelos Estados Unidos, onde teve uma faixa incluída na coletânea da gravadora Fat Wreck, de propriedade de Fat Mike, líder do NOFX.

A cena contemporânea do rock independente e undergorund de BH estará representada pelo hardcore das bandas Cordoba e Arc Over, além do Fodastic Brenfers, que se autodefine no estilo “stoner barroco”, mas que, na verdade, faz um stoner rock intenso, pesado e com letras majoritariamente sobre maconha.

 

31ª Flaming Night

Shows com Dead Fish (ES), Abraskadabra (PR), Cordoba (MG), Arc Over (MG) e Fodastic Brenfers (MG). Sábado, às 21h, no Music Hall (Av. do Contorno, 3.239, Santa Efigênia). Classificação: 16 anos.

 

PEDRO GALVÃO – PORTAL UAI

 

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Em alta, Mahmundi fecha a certeira e inclusiva escalação do festival Vento

Mahmundi foi confirmada no festival Vento

 

 

Autora de um dos melhores discos da música brasileira neste ano, a carioca Mahmundi é a atração que faltava para dar ainda mais charme à segunda edição do festival Vento, em Ilhabela (São Paulo).

A cantora e compositora de pop para lá de refinado, que está na praça desde o início do mês com o homônimo "Mahmundi" (Stereomono/Skol Music), seu álbum de estreia, se apresenta na abertura do evento, no dia 9 de junho (quinta) — o baiano Russo Passapusso, vocalista do BaianaSystem e responsável pelo incrível "Paraíso da miragem" (2014), o coletivo paulista Samuca e a Selva e o piauiense Serge Erege completam o line-up do dia.

 

 

O Vento segue até o dia 12 de junho, e sua escalação, que traz alguns dos nomes mais quentes do momento na novíssima música brasileira, prima por artistas essencialmente políticos, com representantes que reverberam mensagens da comunidade LGBT (Salada das Frutas — projeto especial formado por Liniker, Rico Dalasam e As Bahias e a Cozinha Mineira, que ainda passará pelo Rio —, Johnny Hooker, Jaloo, Bonde do Rolê, Filipe Catto...), da comunidade negra (Aláfia, Russo) e de vertentes feministas (Karina Buhr, Lay).

Uma lista de atrações não só urgente e necessária em dias nebulosos como o de hoje, mas também imperdível do ponto de vista musical — um dos melhores line-ups que rolaram em 2016, sem dúvidas. E, nesta segunda edição, o Vento sai do asfalto e migra para as areias de Ilhabela, um belo cartão postal do estado de São Paulo — os shows serão realizados ao ar livre na Praia de Perequê. E, sim, dá para melhorar: o festival é gratuito.

 

LINE-UP FINAL DO FESTIVAL VENTO:

 

Quinta, 9/6:

Samuca e a Selva

Mahmundi

Russo Passapusso

Serge Erege

 

Sexta, 10/6:

Free Beats

Salada das Frutas (Liniker e Os Caramelows, Rico Dalasam e As Bahias e a Cozinha Mineira)

Bonde do Rolê

Aldo, the Band

Jaloo

 

Sábado, 11/6:

Frre Beats

Lay

Aláfia

Karina Buhr

Johnny Hooker

Filipe Catto

 

Domingo, 12/6:

Bruno Morais

O Grande Grupo Viajante

Dom Pescoço

 

SERVIÇO

Vento Festival – 2a edição

9, 10, 11 e 12 de Junho

Praia do Perequê – Ilhabela, SP

Entrada gratuita.

 

LUCAS OLIVEIRA – BLOG AMPLIFICADOR

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Paul Gilbert lança "I Can Destroy", décimo oitavo álbum solo, no final de maio

 

 

Capa de "I Can Destroy".

 

O guitarrista Paul Gilbert lança seu novo disco no final deste mês de maio. O álbum, décimo oitavo na carreira solo do artista, recebeu o nome de "I Can Destroy" e reúne 13 novas músicas.

A produção do disco foi dividida com o renomado Kevin Shirley e o guitarrista está acompanhado dos seguintes músicos: Freddie Nelson (guitarra, voz), Tony Spinner (guitarra, voz), Kevin Chown (baixo) e Thomas Lang (bateria).

 

A faixa que dá título ao álbum teve um trecho divulgado, ouça abaixo:

 

 

Confira o repertório de "I Can Destroy":

 

01. Everybody Use Your Goddamn Turn Signal

02. I Can Destroy

03. Knocking on a Locked Door

04. One Woman Too Many

05. Woman Stop

06. Gonna Make You Love Me

07. I Am Not the One (Who Wants to Be with You)

08. Blues Just Saving My Life

09. Make It (If We Try)

10. Love We Had

11. I Will Be Remembered

12. Adventure and Trouble

13. Great White Buffalo (faixa bônus)

 

LIZANDRA PRONIN – TERRITÓRIO DA MÚSICA

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Iggy Pop não gosta do estado actual da música. «Agora, é possível carregar num botão e ficar rico»

 

 

À margem estreia do documentário sobre os Stooges em Cannes, Iggy Pop lamentou o estado actual da música.

«A era digital fez com que se pudesse ganhar dinheiro eficazmente. Quando começámos a banda, nem sabíamos o que era o publishing. Agora, é possível carregar num botão e ficar rico», comentou citado pelo Guardian.

«Pode chegar a um ponto em que vai agarrar toda a gente pelos ombros, sacudir-nos e a seguir livrar-se de nós», vaticina Iggy Pop. O veterano já sugeriu que o recente «Post Pop Depression» venha a ser o disco de despedida.

O álbum foi produzido por Josh Homme dos Queens of the Stone Age e será apresentado no Super Bock Super Rock mas sem a banda que o acompanhou nas gravações. Quanto ao filme «Gimme Danger», de Jim Jarmusch, estreou no Festival de Cannes.

 

DISCO DIGITAL (Portugal)

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Defalla: Show de lançamento de Monstro será no Ocidente

 

 

No dia 10 de junho, sexta-feira, a partir das 23hs (pontualmente), o Defalla faz o show de lançamento do novo disco "Monstro" no Ocidente (Av. Osvaldo Aranha, 960), em Porto Alegre/RS, lugar onde tudo começou! Os ingressos antecipados estão à venda em https://www.sympla.com.br/defalla-show-de-lancamento-do-monstro-no-ocidente__68471

 

Valores:

1º Lote: R$ 40,00 (+ taxa)

2º Lote: R$ 50,00 (+ taxa)

 

ROCK GAÚCHO

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Dupla francesa Air se apresenta no Brasil em novembro

Show único no país acontece em São Paulo, no Audio Club, em edição comemorativa do Popload Gig

 

 

Este ano, a dupla francesa Air está comemorando duas décadas de carreira e vem ao Brasil em novembro para fazer um show no país. A apresentação integra uma edição do tradicional Popload Gig e acontece em São Paulo, no Audio Club.

Os ingressos já estão à venda no site do Popload Gig custam entre R$ 240 (pista) e R$ 300 (camarote), com opções de meia-entrada nos dois casos. O Air sobe ao palco do Audio Club em 15 de novembro, uma terça-feira, às 22h.

Atualmente, o Air se prepara para revisitar a discografia com o laçamento da primeira coletânea da carreira, Twentyears, que sai no próximo dia 10 de junho. A compilação chega às lojas em versão padrão, com CD ou vinil duplo e, em 22 de julho, ganha uma edição especial e limitada, com três CDs e dois vinis.

Cultuado duo de música eletrônica, o Air é composto por Jean-Benoît Dunckel e Nicolas Godin e já lançou oito álbuns nos 20 anos de estrada, sendo Moon Safari (de 1998, que figura na lista da Rolling Stone de 100 melhores discos dos anos 1990) o mais representativos deles.

 

Air no Brasil

15 de novembro (terça-feira), às 22h

Audio Club – Av. Francisco Matarazzo, 694 – Água Branca – SP

Ingressos: entre R$ 240 (pista) e R$ 300 (camarote), há meia-entrada

 

ROLLING STONES BRASIL

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Palco Test traz 35 bandas na Virada Cultural no sábado, 21 de maio

Confira documentário que aborda ocupação de rua em 5 anos

 

 

Cristo Bomba - Foto: Mateus Brandão

 

O Test é um duo de crossover/grindcore formado por Barata (bateria) e João Kombi (guitarra/vocal). O “sobrenome” do frontman se deve ao fato dele ter começado a organizar shows com sua Kombi, levando a “bagaceira-sonora” da dupla para qualquer canto. Inclusive já rolou treta com outras bandas que se sentiram incomodas pois eles estacionaram o automóvel na frente de seus respectivos shows fechados.

Há 5 anos o duo fez um show “ilegal” durante a Virada Cultural – ou seja, a apresentação não estava na programação oficial do evento. Em 2012, ainda de forma “ilegal”, foi criado o Palco Test, abrindo espaço para que outras bandas pudessem tocar. Em 2015, com apoio do Dia da Música, o evento ganhou um palco oficial. Contudo, o palco independente continuou a existir em paralelo, mantendo o espírito original e marginal.

Neste ano, 35 bandas vão participar em 3 lugares diferentes- tudo concentrado no cruzamento da Rua dos Timbiras com a Avenida Rio Branco, no centro de São Paulo. Os shows começam a partir das 22h40 do sábado, 21 de maio. Acompanhe após a matéria um documentário baseado no projeto “ilegal” de João Kombi e Barata. Se ligue na programação completo do Palco Test abaixo.

 

Kombi: 23h - Cristo Bomba, 23h40 - New York Against the Belzebu, 0h20 - CR13, 01h - Cruel Face, 01h40 – Lástima, 02h20 – Guru, 03h - Plague Rages, 03h40 - N.O.I.A., 04h20 - Paranóia Oeste, 05h - Fit of Rage, 05h40 - Sistema Sangria, 06h40 - D.E.R., 07h – Test.

 

Tablado: 22h40 – Letall, 23h20 – Basalt, 00h – Uzômi, 0h40 – Paura, 01h20 – Rakta,02h – Facada, 02h40 – Hauser, 03h20 – Institution, 04h - Os Capiau, 04h40 – Jupiterian, 05h20 – Urutu, 06h – Downhatta.

 

Tenda: 22h40 - Duo Mutual, 23h20 – BLOCO, 00h - Mauna Kea, 00h40 – Miazzo, 01h20 - Ajax Free, 02h – PEDESTRE, 02h40 - G.Paim, 03h20 – OXE, 04h – Bernardo Pacheco Improvisação, 04h40 - RG Noise City.

 

Confira o documentário, feito pela Kool Metal agora:

 

FELIPE MADUREIRA – GUITAR TALKS

 

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19/05/16

Festival Sobreviventes do Rock reúne 14 bandas neste domingo

 

 

Campeonato de Skate

O Campeonato de Skate vai começar às 10h. Para abrir o evento haverá demonstração da equipe da Puro Skate. Logo na sequência, os atletas vão competir na modalidade Best Trick, onde serão avaliados pela melhor manobra. No período da tarde a pista fica livre para quem quiser andar. Quem chegar cedo para a disputa também poderá aproveitar o tradicional almoço do Festival.

 

Atrações:

 

Bendz

Seattle

Os Patto

Tiofloyd

Tontera

Alcoholica

Filhos do Sol

Los Kalangos

Scream Machine

Crucifyce (Uberaba)

Dillinger (Uberlândia) com Gabriel Thomaz

Big Jackers (AC/DC cover)

Project Black Pantera (Uberaba)

Propinaphobia (Tributo Iron Maiden)

 

Serviço

Sobreviventes do Rock 

Data: Dia 22 de maio

Local: Spasso Bezz

Entrada: 1 litro de óleo

 

 

DIÁRIO DE ARAXÁ

 

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Saiba um pouco sobre a "estreia-estrago" da Ostra Brains nos palcos de SP

Trio tocou em Ibiúna, São Paulo e Guarulhos

 

  

Ostra Brains - Foto: Marcos Lamoreux

 

Ostra Brains é uma banda de garage punk do Rio de Janeiro, focada no ideal riot grrrl, e que, apesar de os homens serem em maior número no trio, o discurso, a ousadia, a atitude é toda uma realização da frontwoman Amanda Hawk - que se vê no palco como algo a mais do que uma front.

“Nós estamos inseridos num contexto absurdamente excludente, onde deveria ser acolhedor, por tratar-se de underground. (...) Passo a me enxergar como ferramenta do público. Estou ali para ser o intermédio das falas de meninas que nunca conseguiram ser notadas. (...) Um auxílio pra todas as manas que eu encontro pela vida, encorajando ou exaltando-as”, explica.

Uma característica da banda que dá um punch a mais no som é a presença do “guitarraixo” tratorando o que vem pela frente. O instrumento é tocado por Roger Caldeira – que deu uma entrevista falando sobre a nova fase da Ostra Brains sem a guitarra. Ele explicou a diferença na sonoridade (confira abaixo da matéria o vídeo feito por Marcos Lamoreux).

 

Hawk estava completamente sem voz na ocasião, após 4 shows intensos de pura revolta riot – ouça a banda e vai entender o que eu digo (risos). Completa o trio, o baterista Mario lewicki. Os três fizeram um show em Ibiúna (Laboratório Underground), dois em São Paulo (no festival Queers & Queens e em plena Avenida Paulista – ambos com entrada franca) e um em Guarulhos no Deco Rock Bar.

Sobre a viagem a São Paulo, Amanda explicita seus sentimento ao dizer que a mini-tour fez um “estrago” nela. “Eu só queria poder reviver essa sensação de vivacidade, quantas vezes for necessário. As pessoas não fazem ideia do estrago que fizeram, foi um estrago mesmo, porque eu não consigo parar de pensar em cada um que pude trocar ideia”.

Ela vê a viagem como uma “reciclagem” na banda e cita todas as pessoas e bandas que ajudaram na montagem da mini-tour paulista. “Estamos eternamente gratos ao Deb and The Mentals, Adhaga, Juninho Sangiorgio, Cauê Xopô, Ernesto Sena e Ana Clara, Marcos Lamoreux, Leandro Pada, Coletivo Bambu, Hanilton e Cairo (Queers & Queens Festival)", lista a musicista riot grrrl.

 

Confira o vídeo:

 

 

Ouça o EP “Gelato Luv”:

 

 

 

E o “Rejected”:

 

 

FELIPE MADUREIRA – GUITAR TALKS

 

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Quarta Livre apresenta o melhor da música gaúcha em várias vertentes

 

 

 

Em mais uma edição do Projeto "Quarta Livre" do Espaço Cultural 512, nesta próxima quarta-feira, 18 de maio, os artistas Glau Barros, Victorino, Antonio Villeroy e a banda Mercado Público vão dar o tom do que vai rolar de melhor entre as vertentes musicais gaúcha. Tudo acontece na Cidade Baixa a partir das 21h. Antes, às 19h, tem o palco livre para apresentação de músicos por ordem de chegada. Seguindo a tradição, a entrada é um quilo de alimento não perecível ou produtos de higiene pessoal, a serem doados para a Associação de Pais Amigos Excepcionais do RS (Apae-RS).

 O projeto reforça a produção musical gaúcha a cada uma quarta-feira de cada mês, sempre revelando artistas autorais. Nesta edição, além da apresentação dos músicos, acontece a transmissão ao vivo da FM Cultura 107.7, sob comando do comunicador Piá, comemorando o primeiro aniversário do programa Discoteca Brasileira. Após a apresentação dos artistas, o DJ segue na discotecagem.

 Para a edição desta Quarta Livre, as atrações confirmadas são:

 

GLAU BARROS – Desenvolve uma intensa carreira profissional desde a década de 1990. Na música, estrelou espetáculos como Ta-hí Carmen Miranda, Night Club – o Musical, Noite dos Lobos – Canções de Lupicínio Rodrigues, Estandarte do Samba, Glau Barros Canta Elis Regina, e De Amores e Sambas. Nos últimos dois anos, tem dedicado maior atenção à música e atualmente prepara-se para gravar seu primeiro CD, intitulado "Escolha".

 

VICTORINO – Um artista que traz, na natureza tecnológica das suas canções, a emoção, o inconsciente, a sinceridade e a estética folk envoltos em uma doçura cítrica. Iniciou sua carreira musical em Porto Alegre, RS, através da composição de arranjos e da interpretação de músicas da estética Folk. O músico se apresenta acompanhado do violão, pedais de efeito e loop, iPad e instrumentos eletrônicos. Seu  repertório mistura o Folk com outros estilos – Country, Blues, Bluegrass e versões de Pop Rock. Lançou seu primeiro EP autoral, "Rascunho".

 

MERCADO PÚBLICO – Na estrada desde o começo de 2004, empunhando composições e determinado a ter seu espaço, a banda mostra que para fazer boa música não é preciso estar preso a estilos ou segmentos musicais e sim ter atitude bem definida. Falando sobre temas fortes e atuais, o MERCADO PÚBLICO marca por ter conseguido uma linguagem adequada para cantar problemas humanos, sociais até mesmo políticos.

 

ANTONIO VILLEROY – Com 7 CD`s e um DVD autorais gravados, tornou-se um dos principais expoentes da música gaúcha e brasileira. Começou sua carreira musical nos anos 80 em Porto Alegre. Cantor, compositor e produtor musical é um dos autores mais gravados na atualidade. Depois de Lupicínio Rodrigues é o compositor gaúcho com mais gravações na história da MPB. Além de seus próprios discos, suas canções podem ser ouvidas nas vozes de Maria Bethânia, Ivan Lins, Gal Costa, Mart' Nália, Moska,  Preta Gil, Luíza Possi e Belchior, entre outros.

 

O Espaço Cultural 512 fica na rua João Alfredo 512, Cidade Baixa, Porto Alegre (RS). O evento, aberto ao público, tem apoio Loop, TVE e FM Cultura.

 

RODRIGO VIZZOTO – ROCK GAÚCHO

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Festival Rock Sem Fronteiras rola neste final de semana

 

 

Celeiro de bandas de rock, Brasília mantém o cenário nacional aquecido com as suas crias. O festival Rock sem Fronteiras, por sua vez, fortalece os expoentes surgidos ali com quatro edições anuais. Mas não apenas isso. O evento aproxima grupos locais e nomes quentes de outras regiões do país ao convidá-los para integrar a sua programação.

Programada para o dia 21 de maio, a segunda edição do evento em 2016 convida mais quatro bandas para subirem ao palco do Bangalô da AABB (Associação Atlética Banco do Brasil). Os cariocas Medulla e Hover dividem a programação com os brasilienses Dona Cislene e Kelton.

O festival Rock sem Fronteiras é uma realização da Rockin Hood, agência comandada por Tomás Bertoni e Diego Marx, guitarrista e produtor da banda Scalene, respectivamente.

Serviço

Rock sem Fronteiras #2 @ Bangalô da AABB – Brasília/DF

Atrações: Medulla, Hover, Dona Cislene e Kelton

Data: 21 de maio

Horário: 21h

Local: Bangalô da AABB (Associação Atlética Banco do Brasil) - SCES - Trecho 2 Conj. 16/ 17, Brasília

Ingressos: R$ 25 (primeiro lote) R$ 35 (segundo lote)

Censura: 16 anos

Venda online:  https://www.sympla.com.br/rock-sem-fronteiras-2-edicao__58778

 

DROP MUSIC

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Fragor – de olhos fechados EP

 

 

FRAGOR

substantivo masculino

1 barulho similar ao de objeto que se quebra

2 ruído estrondoso; estampido, estrépito, estrondo

 

Esse é o nome da banda formada em 2009, em Parauapebas, interior do Pará, por Wilson Alencar (vocal e guitarra), Thiago Flor (guitarra), Elton Camargo (baixo), Diego Flor (Bateria) e Werlen Carvalho (sintetizador), que abraçou o pós-punk com fervor e se posiciona como um genérico muito bem feito (até mesmo impressionante) do Interpol e de grupos brasileiros dos anos oitenta, como Picassos Falsos e afins, um “barulho similar ao do objeto que se quebra”.

Wilson diz que o nome veio em comunhão ao significado do som da banda e precisava começar com “f” (“não me pergunte o porquê”, diz, rindo): “pesquisei bastante até descobrir essa palavra, que quer dizer algo que quebre o silencio, tipo um copo caindo no chão de uma sala vazia”.

Numa cidade quase nenhuma atividade musical dessa vertente, faz todo sentido como quebra de um silêncio que deve ser incômodo pra quem gosta desse tipo de sonoridade.

A banda lançou apenas um EP no seu curto tempo de vida: “De Olhos Fechados”, com cinco músicas. Um tempo bem curto. O disco foi lançado em 8 de abril de 2013 e em 2014 o quinteto parou suas atividades. Pelo menos até agora, quando os cinco voltaram a fazer shows e pensam em colocar na praça um novo disco.

“Demos um tempo… primeiramente, devido à enorme dificuldade de se manter uma banda nesse estilo aqui em nossa cidade, e também pela fase que cada integrante estava vivendo: tipo, trabalho, esposas, etc. A Fragor era tipo o sonho adolescente de cada um de nós e com as diversas dificuldades, a galera desanimou”, diz Wilson, que também faz parte de outra boa banda, a Céus De Abril, que já se tornou uma das preferidas aqui da casa, mas calcada no shoegaze (conheça aqui).

Sobre a sonoridade muito próxima ao Interpol, Wilson admite a influência e amplia: “com certeza fomos muito influenciados por Interpol, mas também tentamos tirar um algumas pitadas do post-punk dos anos 80. Na verdade, no começo não sabíamos muito bem pra que lado seguir com a sonoridade, depois de uns dois anos só fazendo shows é que fomos começar a pensar em gravar mesmo”.

“De Olhos Fechados” não chegou a ter um lançamento “apropriado”, de modo que pouca gente ouviu mesmo. “Só subimos as músicas pro Soundcloud e deixamos rolar. Mas algumas pessoas importantes ainda acabaram ouvindo, tipo o Marcelo Damaso, produtor do (festival de Belém) Se Rasgum”.

“Antes e depois do EP ainda fizemos alguns shows fora, como no festival Agosto de Rock, em Miracema do Norte-TO, por duas vezes, além de Marabá-PA, do próprio Se Rasgum em Belém, e vários shows aqui na cidade”, conta.

A Fragor se reuniu novamente em abril de 2016 pra um show no festival Lab Rock, em Parauapebas. Foi um intervalo de dois anos. Mas nesse período, o quinteto já resgatou ou criou composições suficientes pra gravar mais um EP, ou até mesmo um disco cheio: “estamos nos organizando pra começar com as gravações, pois hoje as coisas estão bem mais fáceis. Acredito que no segundo semestre desse ano já vamos mostrar alguma coisa nova”.

 

1. De Olhos Fechados

2. Esfinge

3. A Farsa

4. Arma Descarregada

5. Estarei Lá

 

 

FERNANDO AUGUSTO LOPES – FLOGA-SE

 

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Dream Theater no Brasil: ingressos à venda

 

 

Já estão à venda os ingressos para os shows que o Dream Theater fará no Brasil. A banda voltará ao país em junho para quatro apresentações: Belo Horizonte/MG (21/06, Teatro Minascentro), São Paulo/SP (22/06), Espaço das Américas), Rio de Janeiro/RJ (23/06, Vivo Rio) e Curitiba/PR (25/06, Ópera de Arame). A trupe está na estrada divulgando o mais recente trabalho, ‘The Astonishing’, que deve ser tocado na íntegra, com uma grande estrutura, maior do que a apresentada em outras passagens por aqui.  

 

GUILHERME ZANINI – GUITAR PLAYER

 

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Virada Cultural 2016: confira a estrutura que recebe o público no evento

 

 

A edição 2016 da Virada Cultural acontece no próximo final de semana, nos dias 21 e 22 de maio, na capital paulista. Este ano, o evento ganha um happy-hour, uma "premiere" na sexta-feira, que vai das 17h00 às 23h00.

Ao todo serão mais 700 atrações, distribuídas em ruas abertas, bibliotecas, centros culturais, teatros municipais, casas de cultura,CEUs e palcos externos montados em diversos bairros. Entre as atrações musicais, tem rock, jazz, samba e música clássica. Falamos sobre a programação aqui.

 

Estrutura

A São Paulo Turismo – SPTuris, empresa municipal de turismo e eventos – é responsável pela maior parte da infraestrutura da Virada Cultural. Algumas estruturas começam a ser montadas durante a semana, sem interferir na rotina da região central, para que tudo esteja pronto no fim de semana do evento.

Centrais de Informação Turísticas móveis estarão em funcionamento durante o evento. Confira abaixo alguns números da Virada Cultural 2016:

 

- 1.500 seguranças particulares

- 900 pessoas de serviço contratadas (bombeiros, carregadores e limpeza)

- Cerca de 50 pessoas de produção funcionários da SPTuris, mais 120 produtores contratados e 60 pessoas que cuidam de palcos

- 5 Postos Médicos por 24 horas com 42 ambulâncias, sendo 16 com UTI

- 7.000 metros de cercamento (grades e fechamento metálico)

- 10 telões de 4×3 metros cada

- 800 cavaletes e 100 cones para interdição das vias + 2 km de fita zebrada

- 50 geradores, gerando 10.500 kVA

- 1.200 sanitários entre padrão e adaptados para PNE instalados na região central e espalhados nos bairros

- 2.500 homens da GCM.

- 300 agentes de trânsito

 

Para mais informações, visite o site oficial do evento, no endereço www.viradacultural.prefeitura.sp.gov.br.

 

LIZANDRA PRONIN – TERRITÓRIO DA MÚSICA

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Boogarins retrata a Chapada dos Veadeiros em clipe estrelado pela vocalista do Carne Doce

Salma Jô passeia e banha-se com integrantes da banda goiana nas cachoeiras e canyons do ponto turístico, em vídeo da faixa “Benzin”

 

 

O quarteto goiano Boogarins acabou de encerrar uma extensa turnê pelos Estados Unidos e segue agora para Portugal, onde se apresenta no Rock in Rio de Lisboa. Antes disso, contudo, eles revelam, nesta quarta, 18, um novo clipe, para a faixa “Benzin” (assista abaixo), presente no disco Manual (2015).

Além de gravada pelo Boogarins, “Benzin” já havia sido registrada no primeiro disco, autointitulado, do Carne Doce (2014), banda contemporânea e conterrânea do quarteto. E o vídeo estreita ainda mais os laços entre os dois grupos, com a vocalista do Carne Doce, Salma Jô, atuando no clipe do Boogarins.

O registro traz Salma passeando no ambiente da Chapada dos Veadeiros, região turística de Goiás, entre cachoeiras, canyons e morros. Dinho Almeida, Benke Ferraz, Ynaiã Benthroldo e Raphael Vaz, os integrantes do Boogarins, também aparecem durante o clipe.

Assista ao vídeo abaixo.

 

 

ROLLING STONE BRASIL

 

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18/05/16

Vera Loca Acústico: temporada com participações especiais no Theatro São Pedro

 

 

 

Porto Alegre recebe novamente, desta vez em temporada, o show que vem obtendo críticas pra lá de positivas.  A elogiada montagem do show "Acústico"  vem projetando a banda Vera Loca como uma das novas afirmações do rock brasileiro. Com quatorze anos de carreira, a banda cumpre agora sua primeira sequência de três datas no Theatro São Pedro, com direito a convidados super especiais. Na estreia, sexta-feira, 27 de maio, quem participa do show é Thedy Corrêa, do Nenhum de Nós. No sábado, 28, a participação será de Duca Leindecker. E, no domingo, último dia da temporada, será a vez de Carlinhos Carneiro, da Bidê ou Balde.

Lançado no final de 2014, o disco "Acústico"  traz  os grandes hits da banda, como "Aos Meus Amigos", "Palácios dos Enfeites",  "Pense Bem" e  "Cara de Louco", com novos arranjos e roupagem folk.  Além da inédita "Sol a Sol", que tocou  muito bem nas rádios do sul do país,  é destaque do álbum a releitura de "Parabólica", homenagem aos 30 anos dos Engenheiros do Hawaii. Tem também o medley que reúne os sucessos  "Anos 60", "Princesinha do Sol", "Bailarina" e "Sem Sair do Lugar", todos em versões desplugadas.

A Vera Loca celebra o grande momento de sua carreira com uma exitosa agenda. Depois das concorridas apresentações avulsas em Porto Alegre (sempre no Theatro São Pedro), Santa Maria (Theatro Treze de Maio),  Montevidéu (Bluzz Bar) , Florianópolis (no Teatros Pedro Ivo e Álvaro de Carvalho) , Pelotas (no lendário Theatro Guarany),  Bento Gonçalves (Teatro Casa das Artes),  Caxias do Sul (como headliner do festival  "Mississipi Delta Blues Festival") e Novo Hamburgo (no imponente Teatro da FEEVALE), a banda promete seguir agradando a sua legião de fãs no estado, voltando para três shows no final de maio na capital gaúcha.

Vera Loca é Fabrício Beck (vocal, flauta, ukulle e violão), Hernán González (violões), Filipe "Mumu" Bortholuzzi (contrabaixo, violão e vocais), Luígi Viera (bateria) e Diego Dias (acordeón, piano e vocais).

Vale conferir e entender o sucesso deste  "Acústico"  que já passou por Porto Alegre, Santa Maria, Montevidéu,  Florianópolis,  Pelotas, Bento Gonçalves,  Caxias do Sul e Novo Hamburgo.

 

Datas e horários:

27 de maio (6ª) às 21h com participação especial de Thedy Corrêa

28 de maio (sábado) às 20h com participação especial de Duca Leindecker

29 de maio (domingo) às 18h com participação especial de Carlinhos Carneiro

 

ROCK GAÚCHO

 

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Reação em Cadeia participa da Festa do Pinhão, em Lajes

 

 

A 28ª Festa Nacional do Pinhão ocorre entre 20 e 29 de maio, no Parque Conta Dinheiro, em Lages. Em 2015, a festa recebeu mais de 145 mil pessoas, que assistiram a mais de 100 shows locais, regionais e nacionais de todas as vertentes musicais. E a Reação de Cadeia é uma das atrações do evento! A apresentação acontecerá no dia 26 de maio, quinta-feira, no  Parque de Exposições Conta Dinheiro (Av. Luiz de Camões, s/n).

 

Ingressos antecipados à venda em http://www.blueticket.com.br/?secao=Eventos&evento=16822

 

Valores (1º Lote):

Pista (Inteira): R$ 50,00 (+ taxas)

Área Vip: R$ 60,00 (+ taxas)

Camarote: R$ 80,00 (+ taxas)

 

ROCK GAÚCHO

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Noel Gallagher toparia show do Oásis por US$ 29 milhões

 

 

 

Noel Gallagher dá novas esperanças aos fãs (antes de corta-las rapidamente) e afirma que toparia fazer um único show com o Oasis se recebesse cerca de US$ 29 milhões para isso.

"Por 20 milhões [de libras] líquidos, um únciso show - é um bom dinheiro, não? Mas ainda não vi ninguém fazendo a oferta", comentou.

"Liam é um homem muito raivoso", comentou sobre as negativas para uma reunião com o irmão. "Ele não é legal. Pode chegar um dia em que isso pode ser uma boa ideia, mas tenho tanta coisa pra fazer sozinho que realmente não vejo possibilidade disso para ser honesto".

Em outra entrevista, também para divulgar o documentário Supersonic, que mostra entrevistas, shows e imagens inéditas do Oasis desde que os irmãos começaram a compor juntos, Noel fala sobre o projeto. "Está tudo acabado. Tenho que ver uma versão dele. Sei que tem um monte de pesquisa para o documentário, mas para ser honesto, esta merda estava sendo feita enquanto eu gravava um disco, então não pude me dedicar a ele", explica.

"Não acho que vão descobrir músicas inéditas e mesmo que conseguissem, posso dizer que seriam uma merda. Fiz 20 horas de entrevistas e havia esquecido muita coisa. Isso trouxe de volta muitas memórias de quando éramos jovens. Já tinha esquecido o quão grande éramos e o enorme impacto que causamos".

O documentário está sendo produzido pelo mesmo time responsável pelo documentário Amy, sobre a vida de Amy Winehouse.

 

DROP M USIC

 

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Passo Fundo recebe o Festival Arena Pop Rock em julho

 

 

O Festival Arena Pop Rock é um festival itinerante que deverá passar por diversas cidades do sul do Brasil, com inúmeros shows voltados ao Pop e ao Rock. Na edição de Passo Fundo, que ocorrerá na UPF (BR-285), os shows ficam por conta de Nando Reis, Raimundos, General Bonimores, Reação em Cadeia, Cachorro Grande e Tenente Cascavel, que irão sacudir a cidade em 10 horas de muita música, cultura e diversão.

Prepare-se para viver momentos inesquecíveis, na noite de 09 de julho em Passo Fundo! O maior Festival itinerante do sul do Brasil chegou com força máxima.

 

Ingressos (1º Lote):

Pista: R$ 80,00 (50% de desconto para estudantes, PNE e idosos)

Front VIP: R$ 110,00

Camarote: R$ 130,00

 

Pontos de Venda em Passo Fundo:

- Posto Shell Moron - Centro (54) 3311.0277

- Chilli Beans Bella Cittá - Centro (54) 3046.0300

- Posto Brasil Ipiranga - Boqueirão (54) 3314.1716

- Livraria Mil Folha - Centro Convivência UPF (54) 3327.1780

 

ROCK GAÚCHO

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Nasi e Edgard Scandurra fazem turnê em formato inédito

 

 

 

Paralelamente à turnê do Ira!, Nasi e Edgard Scandurra estreiam uma curta temporada de uma turnê especial. Ira! Folk traz, pela primeira vez, apenas os dois no palco, tocando sucessos e lados B da carreira. “Girassol”, “Vejo Flores em Você”, “Eu Quero Sempre Mais” e “Dias de Luta”, entre outras, serão tocados em versão voz/violão/guitarra, num show minimalista, em teatros, uma experiência nova para os músicos e para o público. A turnê estreia hoje, dia 13 de maio, em Curitiba.

Seguem as datas confirmadas da Ira! Folk:

10.06.2016   PATO BRANCO-PR  (Clube Pinheiros)

11.06.2016   CASCAVEL-PR  (Black Cap Eventos)

02.07.2016   BELO HORIZONTE  (Teatro Topázio - Minas Centro)

16.07.2016   SÃO CAETANO DO SUL-SP (Teatro Paulo Machado de Carvalho)

13.08.2016   SÃO PAULO-SP  (Teatro Bradesco)

06.09.2016   NOVO HAMBURGO-RS (Teatro Feevale)

07.09.2016   PORTO ALEGRE-RS (Teatro Bourbon)

13.10.2016   RECIFE-PE

14.10.2016   NATAL-RN

15.10.2016   FORTALEZA-CE

 

DROP MUSIC

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Prince: Cloud Guitar amarela vai a leilão

 

 

Ao longo da carreira, Prince teve 27 exemplares da chamada Cloud Guitar, modelo exclusivo feito a mão por Andy Beech, que as construiu em diferentes acabamentos. Uma dessas guitarras, na cor amarela, vai a leilão nos Estados Unidos no dia 24 de junho. O atual dono, Richard Leece, adquiriu o instrumento há cerca de um ano e garante que essa foi a segunda Cloud Guitar fabricada. O lance inicial deve partir da casa dos 30 mil dólares. O artista morreu no último dia 21 de abril, aos 57 anos.

 

 

GUILHERME ZANINI – GUITAR PLAYER

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Kiko Loureiro agora é endorser Marshall

 

 

 

Na última semana, a Marshall anunciou a entrada de Kiko Loureiro (Angra, Megadeth) para o time de endorsers da empresa. O colunista da Guitar Player revelou recentemente que havia usado amplificadores da empresa britânica na gravação do disco ‘Dystopia’, de Megadeth. Em uma foto postada no Facebook, ele aparece no palco em frente a um cabeçote JCM 2000 e duas caixas 4x12.

 

GUILHERME ZANINI – GUITAR PLAYER

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Bebeto Alves apresenta show 'Milonga Orientao' pela primeira vez em BH

Apresentação será em 20 de maio, ao meio-dia, no Teatro da Assembleia, com entrada franca

 

 

 

O gaúcho Bebeto Alves estará pela primeira vez em Belo Horizonte, apresentando seu show "Milonga orietao", de mais recente álbum, lançado ao lado da banda Los Blackgualnegovéio. A apresentação será em 20 de maio, ao meio-dia, no Teatro da Assembleia, com entrada franca, como parte da programação do projeto Záz.

Bebeto, que é pai da atriz Mel Lisboa, é um dos músicos mais tradicionais do Rio Grande do Sul, com um som forte, mesclando os ritsmos regionais tradicionais com guitarras e programações eletrônicas, com letras e refrões cheios de significados. O músico terá, no palco, a companhia da banda que o acompanhou no disco, com o baterista Luke Faro, o baixista Rodrigo Rheinheimer e o guitarrista Marcelo Corsetti.

"Meu trabalho é musica brasileira contemporânea. O que pode-se entender por um misto de todas as influências da nossa música, da música Internacional e o diferencial que é o nosso regionalismo. Acho que é por aí", explicou o músico. "Um disco meu sempre causa algum efeito por aqui, principalmente pelo tempo de estrada. Define, ou redefine, aponta direções dentro de uma perspetiva cultural e musical do Rio Grande do sul."

Várias canções da carreira de Bebeto serão apresentadas. Entre elas algumas que já fizeram sucesso no Rio Grande do Sul, como "Mais uma Canção", "Pegadas" e "Depois da Chuva", além de algumas do novo disco, como "VaptVupt", "Armando", "Milonga Orientao (que é uma parceria com Humberto Gessinger), e "Silêncio Catedral".

Sobre o show na capital mineira, considerada um grande berço musical, Bebeto revela que trata-se de uma ótima chance. "É uma bela oportunidade de tocar e mostrar o trabalho numa cidade que sempre me interessou. Uma ansiedade natural por todos os motivos de uma primeira apresentação numa cidade tão significativa dentro do universo da música brasileira", frisou. "Será um momento especial. Espero o público de Belo Horizonte para curtir não apenas o show, mas o momento artístico e musical pelo qual estamos passando."

Além do trabalho com a Blackgualnegovéio, Bebeto Alves também está no Trio Los 3 Plantados, ao lado dos também músicos Ricardo "King Jim" Cordeiro e Jimi Joe, cantando as aventuras dos três pós-transplantados de órgãos. "O Los 3 plantados segue com projetos de conscientização sobre doação de órgãos. Existe a previsão de um disco e uma animação", revelou.

Já sobre a banda que eestará em Minas Gerais, ele diz que o novo disco já está em estudo. "Já estamos trabalhando o álbum substituto do Milonga Orientao, inclusive com algumas canções desse novo álbum no show em Belo Horizonte. Uma delas está postada em um vídeo caseiro, em formato voz e violão, em meu perfil pessoal do Facebook. E estamos, com a produtora Expertise Cultural, buscando financiamento para a finalização de um dvd chamado Mandando Lenha, que foi gravado em novembro passado no Teatro São Pedro, em Porto Alegre. Um disco de intérprete que gravei há 19 anos, misturando elementos de jazz, blues e até rock progressivo à milonga e música regional gaúcha."

 

DANIEL SEABRA – ESTADO DE MINAS CULTURA

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Eric Clapton: Psicodélico em vídeo de "Spiral"

 

 

O novo álbum do guitarrista Eric Clapton chega às lojas no dia 20 de maio e aos poucos o músico vai liberando mais faixas para os fãs conhecerem. Agora foi "Spiral" que ganhou o vídeo psicodélico, que você assiste abaixo.

"I Still Do", o vigésimo terceiro na carreira do músico, foi produzido por Glyn Johns, que já trabalhou com nomes como Rolling Stones, Eagles, Led Zeppelin e the Who e foi responsável por "Slowhand", quinto álbum de estúdio de Clapton, lançado em 1977. "Essa foi uma oportunidade há muito atrasada de trabalhar com Glyn Johns novamente, e também, incidentalmente, o 40º aniversário de 'Slowhand'", declarou o guitarrista.

 

 

LIZANDRA PRONIN – TERRITÓRIO DA MÚSICA

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Plebe Rude revisita história em documentário sobre os 35 anos da banda; assista ao trailer em primeira mão

O filme A Plebe é Rude relembra a trajetória do grupo brasiliense por meio de acervo inédito de vídeos e fotos

 

 

O documentário A Plebe é Rude será lançado nesta sexta-feira, 20, pelo Canal Brasil, nas plataformas de vídeo sob demanda. Dirigido por Diego da Costa em parceria com Hiro Ishikawa, o filme recorda a história da banda por meio de um acervo raro de vídeos e fotos, além de uma série de entrevistas realizadas com os integrantes do Plebe Rude e as personalidades que acompanharam as mais de três décadas de existência do grupo.

A Plebe é Rude remonta a trajetória da banda, passando desde o nascimento na efervescente Turma da Colina (movimento musical alternativo de Brasília que revelou nomes do rock oitentista como Legião Urbana, Capital Inicial e Aborto Elétrico) até os conflitos entre integrantes, que acabaram resultando em mudanças na formação.

Um dos expoentes do rock nacional, Plebe Rude estreou no cenário musical em 1985 com o disco de sete faixas O Concreto Já Rachou, produzido por Herbert Vianna (vocalista do Paralamas do Sucesso e uma espécie de "padrinho" do grupo). O lançamento do documentário coincidirá com o aniversário de 30 anos do álbum.

 

Em primeira mão, assista abaixo ao trailer do documentário A Plebe é Rude.

 

 

ROLLING STONE BRASIL

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13/05/16

O Terno se despede de disco com belo clipe de 'Ai, ai, como eu me iludo'

Cena do clipe de 'Ai, ai, como eu me iludo'

 

 

O ano de 2016 promete ser para lá de movimentado para o O Terno. Com o terceiro disco à vista — financiado pela Natura Musical, tem lançamento previsto para o segundo semestre —, o power trio paulista se despede de seu segundo e homônimo álbum com o belíssimo clipe do hit espontâneo "Ai, ai, como eu me iludo".

Para o vídeo, eles retomaram a parceria com a produtora Alaska Filmes, responsável pelo clipe de "66", outro sucesso da banda. "Ai, ai, como eu me iludo", que eles chamam de "projeto mini-megalomaníaco", levou quase dois para ser feito e é dirigido por Marco Lafer e Gustavo Moraes.

No vídeo, um cozinheiro se encontra tentado a comprar um robôzinho que promete auxiliar a vida do dono em pequenas tarefas cotidianas. Acontece que o exemplar adquirido tem um pequeno problema: tal qual o eu lírico da composição, ele ainda não aprendeu a não gostar das pessoas (ou de suas similares) tão rápido assim. Idealização, roteiro, fotografia... Tudo funciona no vídeo lançado nesta sexta-feira. Veja abaixo (em 1080p, de preferência):

 

 

Antes de se preparar para o lançamento do novo disco, Tim Bernardes (guitarra e voz), Guilherme "Peixe" d'Almeida (baixo) e Biel Basile (bateria) viajam, no fim de maio, para uma miniturnê na Europa, organizada em conjunto pelos produtores dos tradicionais festivais brasileiros Bananada (GO) e DoSol (RN). Eles passam por Lisboa (26/5), Porto (28/5) e fazem dois shows em Barcelona, pela programação do Primavera Sound (2 e 5/6).

 

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Turnê de 50 anos do Scorpions vai passar pelo Brasil

É oficial! Os alemães do Scorpions vão passar pelo Brasil em setembro de 2016!

 

 

Os roqueiros usaram o Facebook para anunciar que a turnê comemorativa dos 50 anos de carreira da banda vai passar pela América do Sul, e, no Brasil, shows já estão marcados para acontecer nos dias 1º e 3 em São Paulo (Citibank Hall), dia 6 em Recife (Classic Hall), dia 8 em Fortaleza (Arena do CFO) e dia 11 no Rio de Janeiro (Metropolitan).

No dia 23 de maio, haverá pré-venda para o Rock Zone, fã-clube oficial do grupo, e a partir de 31 de maio, os ingressos estarão disponíveis para o público geral no site da Tickets For Fun, nos pontos de venda espalhados pelo país e também nas bilheterias oficiais das casas.

Os “dinossauros” do Scorpions já venderam mais de 100 milhões de álbuns no mundo todo, e estiveram no Brasil pela última vez em 2012.

 

KITTY VILAS BOAS – VÍRGULA UOL

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Trio paulista Metá Metá faz show arrebatador em Belo Horizonte

'Nós somos o Ministério da Cultura', afirma o violonista Kiko Dinucci

 

Metá Metá se apresentou na casa de shows A Autêntica, em BH

 

"Veste o fogo, espada/ Chama não se apaga". O verso da canção Oyá dá bem a medida do show com que o trio paulista Metá Metá lotou a casa A Autêntica, na Savassi, na madrugada de domingo (15). A cantora Juçara Marçal, o saxofonista Thiago França e o violonista Kiko Dinucci, nomes de ponta da renovação da MPB contemporânea, não apresentaram apenas boas canções. Do palco, comandaram uma espécie de celebração da vida. Profissão de fé, a música do Metá Metá convoca todo mundo a lutar pelo direito à esperança neste Brasil em crise.

"E o golpe do destino/ Esse eu sinto mas não caio/ Guerreio é no lombo do meu cavalo", cantou Juçara, em São Jorge, com sua impressionante capacidade de fazer com a bela voz o que quiser. Ela pode ser doce, bem baixinha, ou vigorosa -- sempre a serviço da canção. Dinucci, com seu violão abençoado por Exu (o orixá conhecido por abrir os caminhos), e França, com seu impressionante saxofone (músicos à beira do palco admiravam a performance, literalmente, de boca aberta), mostraram por que São Paulo está na linha de frente da MPB contemporânea.

Canções bem-vindas de Itamar Assumpção e Alice Ruiz, a bela Samuel, de Rodrigo Campos, e o " repertório de guerra" do Metá Metá, inspirado nos ritmos ancestrais da África, fizeram daquela celebração uma noite especial. "Acabaram com o Ministério da Cultura? Pois nós aqui somos o Ministério da Cultura", desafiou Dinucci, ovacionado pela plateia. O violonista criticou "o golpe contra a democracia". Da plateia ouviam-se gritos de "Fora Temer!".

Depois de lançar os elogiados discos Metá Metá (2011) e MetaL MetaL (2015), o trio prepara-se para lançar o novo trabalho, cujo lançamento está previsto para junho, com show no carioca Circo Voador. O trio, que construiu sua respeitada carreira à margem da indústria fonográfica, avisa: vai ter CD, LP e streaming. Além, claro, de download gratuito no site do Metá Metá.

 

ÂNGELA FARIA – ESTADO DE MINAS

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Magüerbes leva a arte de rua para o audiovisual; assista ao vídeo de "Obrigado Vida"

Faixa está presente no disco “Futuro” (2015)

 

 

 

O Magüerbes, banda de Americana (SP) radicada na capital paulista, acaba de lançar o videoclipe para a faixa “Obrigado Vida” - presente no último disco, “Futuro”, lançado em 2015 pela Hearts Bleed Blue (HBB). O título da música está estampado em uma porção de muros de São Paulo e isto não é por acaso. O agradecimento é uma ação desenvolvida pelo grupo em conjunto com o coletivo de arte SHN.

O quinteto, que conta com o vocalista Haroldo Paranhos, também artista plástico e um dos idealizadores do SHN, registrou e transformou em videoclipe uma das ações feitas na campanha de “Obrigado Vida”, que visa à divulgação da mensagem e combina música e intervenção artística.

Com direção do guitarrista Fabrizio Martinelli, o videoclipe foi gravado no centro de São Paulo e capta todo o processo da ação, desde a criação do lettering por Daniel Cucatti até a aplicação dos lambe-lambes, dos adesivos e da tinta na pele que transforma a mensagem em tatuagem.

 

Segundo Haroldo a música fala sobre agradecer quem você é. “(...) O que você faz te molda a isso, suas decisões seu aprendizado, suas emoções, seus valores, seus sonhos são sempre possíveis, basta você lutar por eles”, teoriza.

 

Confira agora o clipe de “Obrigado Vida”:

 

 

Escute o álbum completo do Magüerbes:

 

 

 

FELIPE MADUREIRA – GUITAR TALKS

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As línguas de Jair Naves

 

 

* Ex-Ludovic e talvez ex-ele mesmo, o intrépido vocalista e guitarrista Jair Naves divulgou nesta semana duas músicas novas. Novas tanto quanto seu projeto, a NaveHarris, banda formada por ele e a cantora americana Britt Harris, de Los Angeles. As canções são ótimas.

 

“En Route to Rio (For You, The Moon)”, um dueto bilíngue dos dois lados (ouve para entender!), Jair deixa o punk raivoso do Ludovic e seus experimentalismos ao violão da carreira solo para penetrar no quase ensolarado do indie-folk. E a belíssima voz de Britt Harris amansa de vez a fera. A parada aqui é romântica, o que não surpreende, porque isso Jair sempre foi, mesmo quando o som por baixo do romantismo de suas letras era um noise ensurdecedor.

 

“Am I the One”, a segunda faixa, faz uso até de um banjo para levar o duo NaveHarris a um campo florido de fim de tarde, no clima. Repare, no começo o banjo até faz uma “paradinha”. Adoro músicas com “Uh-uhs”.

 

Ambas as canções de Jair e Britt estão no iTunes e outros serviços de streaming. Mas podem ser ouvidas aqui embaixo.

 

 

POPLOAD BLOG

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Pet Sounds, dos Beach Boys, faz 50 anos; ouça

 

 

“O melhor disco dos Beach Boys e um dos melhores de toda a década de 1960”. Assim começa o texto do site AllMusic, referência na pesquisa musical, sobre o disco Pet Sounds, dos Beach Boys, lançado no dia 16 de maior de 1966.

Os registros vocais dos Beach Boys sempre foram motivo pra elogios, mas em Pet Sounds eles alcançaram um nível sinfônico. Camadas e camadas de vozes estão em todo o disco.

E a parte instrumental contou com muita experimentação. Em vez da surf music básica, só com guitarra, baixo e bateria, o disco tem uma infinidade de cordas, teremim e até buzinas, latas de Coca-Cola e latidos de cachorros. E não é segredo pra ninguém que a grande motivação para que o Pet Sounds acontecesse foi os Beatles e a versão americana do disco Rubber Soul.

Brian Wilson afirmou numa entrevista de 2007 que se sentiu desafiado a fazer um grande disco depois de ouvir Rubber Soul. Os Beatles se mostraram maduros no disco e Brian Wilson pensou no mesmo destino para os Beach Boys.

Chegou perto. E alguns acham que ele conseguiu superar.

 

 

MARCOS LAURO – BILBOARD BRASIL

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Aposta Rock In Press: Vintage Vantage

 

 

Há uma velha frase que diz que o ‘baixo é a alma da música’. Não deixa de ser verdade, mas também não quer dizer que os graves devem ser limitados às quatro cordas convencionais. A grande sacada é saber aproveitar as oportunidade e usar com criatividade o que tem, seja limitação técnica, de pessoas ou se realmente sua proposta é sair do formato padrão de banda.

E se é para ousar, que se faça com estilo. Bateria, guitarra e piano. É assim, sem vocal, baixo e com um piano que a Vintage Vantage se apresenta para o mundo. O trio instrumental formado por Gabriela Ila (piano), Lucas Pacífico (guitarra) e Renan Magão (bateria) nasceu em Taguatinda-DF em 2010, lançando neste mês o seu segundo registro, o EP Neblina.

Parece pouco, quatro faixas, mas muito sentido no registro. A guitarra cheia de fraseados que conversam com o ouvinte, o piano misturando a base com algum toque de melancolia e a bateria segurando todas as paisagens psicodélicas da banda, fazem um conjunto coeso e muito funcional sem se prender ao convencionado musicalmente como ‘bom’ ou ‘o certo’.

 

 

Essa ousadia da banda é, na verdade, o seu grande diferencial. Tipo “Deserto”, segunda faixa do disco, que parece um Sérgio Mendes afogado em LSD, ou a título, “Neblina”, que soa como uma trilha de um horror movie bem antigo. A verdade é que a banda parece se focar em temáticas para suas canções, não se apega a estilos e tenta expandir ao máximo o seu universo criativo para além de um potencial progressivo onde seu som originalmente remete.

 

 

E este nem é o primeiro trabalho da banda, se você contar o auto intitulado registro disponibilizado em 2013. Seis canções que mostram uma banda tentando se expressar e encontrar o melhor espaço para isso, abusando de efeitos de guitarra e ainda com um baixista na formação. Não é a melhor gravação e produção, mas é uma banda tentando.

Neblina, o mais novo e indicado EP, é na verdade um vai e vem de climagens exploradas por uma banda ousada dentro de sua essência e que sabe usar muito bem sua versatilidade dentro da própria música. O trabalho saiu pelo selo Martelo Records, com produção de Gustavo Halfeld e gravação na sala Funarte. Se você quer que sua vida pareça um filme, com uma trilha sonora para cada momento, é melhor você dar o play nessas músicas.

 

 

MARCOS XI – ROCK IN PRESS

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Virada Cultural 2016: festival terá shows de Ney Matogrosso, Elza Soares e Criolo

Evento organizado pela Secretaria Municipal da Cultura acontecerá em 21 e 22 de maio, com adição de um “happy hour” na sexta, dia 20

 

 

Ney Matogrosso - Daryan Dornelles

 

Como já era esperado, a Virada Cultural deste ano será reduzida, mas o evento da Secretaria Municipal da Cultura de São Paulo manterá uma programação robusta, com a adição de uma espécie de “happy hour”. Além das 24h de programação regular, entre os 21 e 22 de maio (sábado e domingo), o festival organizará um “esquenta” na sexta-feira, 20, com atrações no centro da cidade, entre as 17h e as 23h.

Entre as maiores atrações estão nomes como Ney Matogrosso, que abre o Palco Júlio Prestes, o principal do festival, às 18h de sábado, 21. No Júlio Prestes também tocam Baby do Brasil (em show com Armandinho), Alcione (pela primeira vez na Virada Cultural), Criolo e Nação Zumbi (com a banda suíça The Young Gods). Diferentemente dos últimos anos, quando palco principal tinha 24h ininterruptas de shows, as apresentações vão acabar por volta de 1h da madrugada e voltar às 12h de domingo, 22.

O Placo São João, também no centro, será dedicado às mulheres, com shows de Elza Soares, Céu, Clarice Falcão, Elba Ramalho, Teresa Cristina, Ellen Oléria, Maria Rita e Valesca Popozuda. O Theatro Municipal voltará a ter discos clássicos apresentados por seus criadores. Este ano, Erasmo Carlos, tocará Carlos, Erasmo (1971), Hyldon, Na Rua, Na Chuva, Na Fazenda (1975), Geraldo Azevedo, Bicho de 7 Cabeças (1979), e Wanderléia, Feito Gente (1975).

No total, serão mais de 700 atrações culturais espalhadas pela cidade – 2016 será o primeiro ano com participação de todas as subprefeituras –, como usual, com maior concentração no centro. Além da inclusão de CEUs, centros culturais, teatros e bibliotecas, serão feitos cinco palcos divididos entre as zonas norte, sul e leste da cidade, nos quais tocarão nomes como Mano Brown, Emicida, Nação Zumbi, Gaby Amarantos, NX Zero, Elba Ramalho e Chico César.

 

O músico gaúcho, ícone da psicodelia nacional, Júpiter Maçã, ganhará um tributo com participação de Rogério Skylab, Wander Wildner e Plato Divorak, entre outros, no palco Rio Branco. No mesmo local, tocam também Camarones Orquestra Guitarrística, Plebe Rude, Pin Ups, Violeta de Outono, Cidadão Instigado, Cícero, Duda Brack, Detonautas e Matanza.

O Vale do Anhangabaú receberá um palco dedicado a musicais, com uma escalação que dá espaço a Gilberto Gil – Aquele Abraço, O Musical, Elis, A Musical, SamBRA – 100 Anos de Samba, Dzi Croquettes, Raia 30 – O, Meu Amigo Charlie Brown e Um Musical da Broadway.

O Happy Hour acontece entre a Avenida Ipiranga e a Praça da Sé, com dez pontos espalhados recebendo eventos musicais e visuais. A Casa de Francisca, tradicional espaço cultural de São Paulo, abrigará, no Palacete Tereza Toledo Lara, shows de Ná Ozzetti, Arrigo Barnabé, Luiz Tatit, Kiko Dinucci, Siba, Juçara Marçal, Rodrigo Campos e Romulo Fróes, entre outros.

 

Para o line-up completo, acesse o site da Virada

 

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By Paulão - (34) 9108-5957 paulao@confraria.net