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24 DEZEMBRO 2015

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MARÇO - ABRIL - MAIO JUNHO - JULHO - AGOSTO - SETEMBRO - OUTUBRO - NOVEMBRO - DEZEMBRO

Conheça a banda mineira A Bandeja Amarela

Banda Nenhum de Nós se apresenta em Porto Belo no próximo dia 9
James editam novo disco em Março Radiohead solta música inédita de James Bond no Natal
Blueseiros brasileiros trabalham muito, não reclamam e colhem os resultados
Nana e Cambriana lançam músicas de “Feliz Natal” Nando Reis volta ao formato acústico em CD cheio de hits
Jota Quest aposta em pegada black music no disco 'Pancadélico' Guns N’ Roses resgata logo antigo e solta teaser antes de Star Wars
24/12/15
Iron Maiden deseja um feliz Natal cartão animado

Rec-Beat lança campanha de financiamento coletivo para 2016

Garanhuns Jazz Festival 2016 será realizado em Gravatá Replicantes lançam EP com quatro canções inéditas

Quarenta anos depois, 'Fruto proibido' ainda é um dos maiores discos do rock (e da Rita Lee)

23/12/15
Músicas dos Beatles chegam finalmente a streaming
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22/12/15
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Meu Reino, inédita do Castello Branco Skank divulga clipe de “Do Mesmo Jeito”. Assista agora!

Yamaha lança novos modelos de guitarra

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ANTERIORES:

 22 a 30/12/14   -   05 a 09/01/15  -  12 a 16/01/15   -   19 a 23/01/2015

 

02 a 06/03/2015  -  09 a 12/03/2015  -  16 a 20/03/15  -  23 a 27/03/15  -  01 a 10/04/15  -  19 a 28/05/15  -  18 a 25/06/15

 

03 a 10/07/15  -  13 a 17/07/15  -  20 a 23/07/15   -   27 a 31/07/15    -   03 a 07/08/15    -   10 a 14/08/15    -   17 a 21/08/15    -   21 a 27/08/15    - 

 

 01 a 04/09/15    -     08 a 11/09/15    -    21 e 22/09/15     -    28/09 a 01/10/15     -     05 a 09/10/15     -      09 a 16/10/15    -     26 a 28/1015

 

03 a 06/11/15   -    10 a 13/11/15    -    16 a 20/11/15   -   01 a 11/12/15   -    14 a 18/12/15  

 

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Banda Nenhum de Nós se apresenta em Porto Belo no próximo dia 9

 

 

 

No dia 9 de janeiro, sábado, a partir das 22hs, a banda Nenhum de Nós leva a turnê de seu último álbum, "Sempre é Hoje" para Porto Belo/SC. O show será realizado no Vintage Rock Bar (Rua Dorvalino Voltolini, 1000 - Perequê) e a abertura fica por conta da banda Páginas em Branco.

 

Os ingressos pista estão à venda por R$ 44,00 no 1º lote pelo site https://www.vivaingresso.com.br/evento/142/show-nacional-de-nenhum-de-nos/

 

ROCK GAÚCHO

  

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James editam novo disco em Março

 

 

Os britânicos James editam um novo disco de originais em Março. «Girl At The End Of The World» tem edição agendada para 18 de Março.

O sucessor de «La Petite Mort», de 2014, conta com produção de Max Dingel, que já trabalhou com The Killers e Muse, entre outros, e de Brian Eno, com quem os James já tinham colaborado em «Laid» e «Wah Wah».

 

Alinhamento:

 

1 Bitch

2 To My Surprise

3 Nothing But Love

4 Attention

5 Dear John

6 Feet Of Clay

7 Surfer's Song

8 Catapult

9 Move Down South

10 Alvin

11 Waking

12 Girl At The End Of The World

 

 

DISCO DIGITAL (Portugal)

 

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Blueseiros brasileiros trabalham muito, não reclamam e colhem os resultados

 

 

Uma das formações da Igor Prado Band (FOTO: DIVULGAÇÃO)

 

O guitarrista paulista Igor Prado e sua banda conquistaram mais um trunfo para o blues brasileiro nos Estados Unidos. O álbum “Way Down South'', que havia liderado por algumas semanas as principais paradas de blues naquele país, foi indicado também para o prêmio de melhor disco do ano no Memphis Blues Awards, conceituada premiação do gênero.

No entanto, é bom destacar que os feitos da Igor Prado Band são grandiosos, mas eles não foram os primeiros brasileiros a conseguirem sucesso por lá.

É o caso de “Angels & Clowns'', do guitarrista Nuno Mindelis, que fez bonito em várias listas de rádios e revistas americanas como um dos mais ouvidos/melhores do ano de 2013 – sem falar que a música “Grass is Greener'', do seu álbum “Blues on the Ouside'',  liderou algumas paradas nos Estados Unidos e na Europa. (Muitos vão dizer que Mindelis é angolano, o que é verdade mas, radicado há muito tempo no Brasil, é muito mais brasileiro do que muitos nascidos por aqui.)

De qualquer forma, os dois guitarristas, assim como o brasiliense Celso Salim – que concorre a vários prêmios neste ano nos Estados Unidos como instrumentista – mostram a face mais visível e uma das mais bem-sucedidas do blues nacional, gênero que reúne músicos incansáveis e trabalhadores, característica comum entre todos os blueseiros do país. Trabalhar muito e duro dentro de sua paixão. Reclamação? Quase não se ouve. Parece que os caras não têm tempo para isso.

“Tocar é fundamental, independentemente do que toca no rádio ou do que está bombando na TV e na internet. Cada um tem a sua recompensa, desde que se trabalhe bastante”, disse Mindelis ao Combate Rock, artista-símbolo do estilo no país, ao lado de Blues Etílicos e André Christóvam.

 

 

Mindelis é um guitarrista respeitado no cenário internacional e construiu sua carreira com muita dedicação e muito sacrifício. Ele reforçou a mística de paixão e trabalho mescladas em qualquer situação.

 

“Cansei de sair de show e ir direto para o trabalho. Levava uma muda de roupa, no carro, estacionava o carro e dormia ali mesmo por uma hora, uma hora e meia antes de assumir o batente. Foram tempos difíceis e exaustivos, mas ajudaram a me tornar o que sou hoje”, ressalta o músico.

 

Os bluesmen do Brasil são exemplos de persistência e de postura de como encarar a carreira musical, independentemente do estágio em que estejam. Não se trata de analisar aqui quais são as perspectivas de cada um ou de quão longe vai a ambição dos músicos de cada gênero. É questão de louvar a capacidade de trabalho de quem optou pelo blues e a sua persistência, sempre em silêncio, trabalhando cada vez mais.

 

Os blueseiros não reclamam de falta de espaço. Conseguiram o deles, que está sendo mantido, e, de certa forma, ampliado de forma lenta. Para os metaleiros que ainda reclamam de falta de união, de apoio do público e de espaço, o exemplo está bem pertinho: Nuno Mindelis, Igor Prado, Adriano Grineberg, Flávio Guimarães, Róbson Fernandes, Celso Salim, Amleto Barboni, Marcos Otaviano e muito mais gente que trabalha em silêncio, mas mantém vivo o blues nacional.

 

 

 

MARCELO MOREIRA – COMBATE ROCK

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Nana e Cambriana lançam músicas de “Feliz Natal”

Enquanto a baiana mostra "Feliz Natal", os goianos criaram uma versão para faixa inédita do Radiohead.

Primeiramente, feliz natal. ‘Segundamente’, alguns artistas também estão comemorando tal data, dando até alguns presentes para os seus fãs. Esse é o caso da banda goiana Cambriana e da cantora baiana Nana, que aprontaram lançamentos para esta data querida.

A nana fez a Simone e lançou sua própria canção chiclete natalina, a ‘Feliz Natal’. Música simples, gravada provavelmente em sua atual casa, em Berlim, na Alemanha, levanta as angustias do fim de ano em cima de um violão meio Bossa acompanhado por teclados e sintetizadores. A canção está disponível para download gratuito no Bandcamp da cantora.

Já a Cambriana não soltava nada de novo desde o ep Vegas, de 2013, e vem há muito tempo preparando um disco de inéditas que, dizem, sai em 2016. Eles resolveram entregar na noite de Natal uma versão de “The Present Tense”, faixa inédita que o Thom Yorke (líder da banda inglesa Radiohead, que também lançou faixa inédita no Natal) vem apresentando esporadicamente em shows acústicos pelo mundo. O arranjo tenta emular o que a banda inglesa produziu nos últimos anos através do pensamento do fã nerd Luis Calil, frontman da Cambriana e do Ara Macao. Esta está disponível apenas para streaming no Youtube.

 

Nana – Feliz Natal

 

 

Cambriana – The Present Tense (Radiohead Cover)

 

 

MARCOS XI – ROCK IN PRESS

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Radiohead solta música inédita de James Bond no Natal

 

 

 

Surpresa! Radiohead presenteia fãs e solta a música “Spectre” no dia de Natal. A música  foi composta originalmente para o último filme de James Bond, “007 Spectre”, que estreou em novembro. No entanto,  foi o músico britânico Sam Smith que acabou escolhido para compor o tema principal da nova aventura de 007.

thom-yorke-dancing

Nesta sexta-feira (25), no Twitter, o líder da banda Thom Yorke contou a história da música e os motivos para divulga-la: “No ano passado fomos convidados para escrever uma música para o novo filme do James Bond. Não deu certo, mas nós gostamos muito. Como o ano está terminando, nós achamos que vocês podem gostar de ouvi-la. Feliz Natal. Que a força esteja com vocês”, disse Yorke.

 

Last year we were asked to write a tune for Bond movie Spectre. Yes we were ………..

— Thom Yorke (@thomyorke) 25 dezembro 2015

… It didn’t work out … but became something of our own which we love very much …. — Thom Yorke (@thomyorke) 25 dezembro 2015

.. As the year closes we thought you might like to hear it. Merry Christmas. May the force be with you … https://t.co/BXN8MQKJyQ

— Thom Yorke (@thomyorke) 25 dezembro 2015

 

Ouça a música

 

ALEXANDRE DE MELO – MUSICA UOL

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Nando Reis volta ao formato acústico em CD cheio de hits

Cantor revisita canções mais celebradas da carreira com 'Voz e violão no recreio', primeiro volume de empreitada desplugada

Em nova fase de uma bem-sucedida carreira, Nando Reis permanece como um dos cantores e compositores mais importantes de sua geração. No novo álbum Nando Reis – voz e violão no recreio – Vol. 1, ele explora um formato de show que sempre o atraiu e que faz parte de seu cotidiano.

Para o show, Os infernais, banda que acompanha Reis há anos, ficou de fora. O público terá a versão mais pura de canções como All star, Os cegos do castelo, Relicário e Lamento realengo. O artista está em estúdio preparando mais um álbum de inéditas, que deve ser lançado em agosto de 2016.

Desde os tempos de Titãs, com álbuns como Cabeça dinossauro e Jesus não tem dentes no país dos banguelas (o preferido do artista), ele tem atingido o público com letras de teor político e social. Apesar de achar que o artista não tem obrigação de se posicionar sobre todos os assuntos, Nando defende causas que o tocam.

 

''Esse formato é a minha essência. Faço isso há muito tempo e estou revisitando vários momentos importantes da minha carreira'', diz Nando Reis sobre o acústico (Deckdisc/Divulgação)

 

O artista fez parte de um concerto que visa a arrecadação de fundos para a cidade de Mariana. “O mundo está ao contrário e ninguém reparou. Parece que o que acontece hoje já apareceu lá na minha canção”, afirma Reis.

Morador de São Paulo, o cantor apoia as manifestações de estudantes de escola pública contra a reorganização proposta pelo governo estadual. “Acho esse muito importante mesmo esse tipo de ação por parte dos estudantes”, diz.

Nos mais de 30 anos de carreira, Reis acumulou parcerias com alguns dos artistas mais influentes de sua geração. Na década de 1980, alcançou a fama como baixista da banda Titãs, onde compôs ao lado de Sérgio Britto, Arnaldo Antunes e Branco Mello.

 Já na década de 1990, produziu álbuns marcantes como o Verde, anil, amarelo, cor-de-rosa e carvão, de Marisa Monte, e o Com você... meu mundo ficaria completo, de Cássia Eller.

Inclusive, foi com Cássia, que o compositor encontrou uma das parcerias mais frutíferas e recompensadoras. A morte prematura da cantora o afetou profundamente. “Ela sempre estará presente na minha carreira. Primeiro, porque pessoas que têm essa importância, com quem tive uma relação como essa, deixam uma saudade que é uma espécie de presença”, explica. “No caso da Cássia, nossa relação foi permeada pela música e eu ainda toco todos fins de semana uma música que escrevi sobre minha relação com ela”.

 

 

Amadurecimento

No decorrer da carreira, o cantor e compositor passou a se preocupar com aspectos do mercado nos quais não pensava quando jovem. “Hoje, me preocupo com o aspecto de negócio da música. É o meu ganha-pão, faço shows que são de onde tiro meu viver, tenho também minha equipe que depende de mim”, diz.

As mudanças pelas quais a indústria fonográfica passou também influenciaram, de certa maneira, as decisões de Reis nos últimos anos. Apesar disso, a produção artística nunca é afetada pelo que faz ou não sucesso. “Felizmente, essas coisas também não podem ser controladas. O que dá certo acontece tão casualmente, é uma forma de expressão na qual sempre há identificação, na qual as pessoas se interessem. É muito misterioso que causa impacto, não está sob meu controle, não há manipulação”, afirma.

Depois de tantos anos no palco, ele assiste hoje aos filhos que também seguiram a carreira musical. Reis acompanha de perto a luta deles para se estabelecerem neste mercado tão competitivo.

 

Nando Reis — voz e violão — no recreio — vol. 1

Novo disco do cantor e compositor paulista. Deckdisc, 14 faixas. Preço sugerido: R$ 27,90. Disponível também no serviço de streaming Spotify. Lá, o usuário tem acesso a pequenos comentários do compositor sobre cada faixa. O álbum ganhará versão vinil em janeiro.

 

DIVIRTA-SE PORTAL UAI

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Jota Quest aposta em pegada black music no disco 'Pancadélico'

O álbum traz ilustração de OsGêmeos na capa, além de participações especiais de Anitta e Nile Rodgers

 

 

Há quem imagine que o Jota Quest completou duas décadas de carreira neste ano. Tudo porque em 1995 a banda mineira estreou em disco com o J.Quest – Independente, hoje uma peça para colecionador. Para Rogério Flausino, Marco Túlio Lara, PJ, Paulinho Fonseca e Márcio Buzelin, porém, a trajetória teve início oficialmente no ano seguinte, quando chegou ao mercado o primeiro CD lançado por uma grande gravadora que ainda hoje os mantêm sob contrato.

 

A celebração da data, no entanto, já começou com o Pancadélico, álbum que acaba de chegar às lojas e reforça a condição de um dos nomes mais representativos do segmento pop da MPB. Segundo produzido pelo norte-americano Jerry Barnes, traz na capa um grafite de OsGêmeos, incensados artistas plásticos brasileiros.

“Desde o Funk funk boom boom, nosso CD de 2013 que queríamos dialogar com o OsGêmeos. Agora, finalmente, contamos com a colaboração da arte e do estilo old school psicodélico dos imãos paulistas para moldar o conceito desta nossa nova empreitada sonora”, destaca o vocalista Rogério Flausino.

Os trabalhos para a criação do Pancodélico, começaram em abril no estúdio do grupo em Belo Horizonte, ao lado de Barnes. “Compusemos ali todo o material que iria receber nos meses subsequentes, arranjos, texturas e letras”, relata o vocalista. Foi no estúdio, também, que chegamos ao título, que tem tudo a ver com nosso pancadão brazuca”, conta o vocalista.

 

Black music

Nas 12 faixas do CD, obviamente, predomina o estilo pop da banda, mesmo quando envereda pelo caminha da black music e a consequente fusão com funk, soul e disco music. Isso fica bem claro em Blecaute – a música de trabalho – que tem a participação da cantora Anita e de Nile Rodgers; Um dia pra não esquecer, Freak fonk funk e Mares do sul – esta composta em parceria com Stuart Zender, ex-Jamiroquai.

 

Pancadélico

Novo disco da banda mineira Jota Quest, produzido por Jerry Barnes.

Lançamento Sony Music, 12 faixas.

Preço sugerido: R$ 24,90.

 

CORREIO BRAZILIENSE 

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Guns N’ Roses resgata logo antigo e solta teaser antes de Star Wars

 

 

Formação clássica do Guns N’ Roses

 

Mais sinais de que a reunião da formação clássica do Guns N’ Roses, com Axl Rose, Slash juntos, irá mesmo ocorrer surgiram nos últimos dias. Primeiro, os cinemas dos Estados Unidos começaram a exibir um misterioso teaser da banda nos cinemas antes das sessões de Star Wars.

 

Mother of god. It's really happening. #starwars #preview #gunsnroses @gunsnroses #axlrose #slash #reunion

A video posted by Jason Rudolph (@jasonmrudolph) on

 

Em seguida, o site do Guns foi atualizado com o antigo logo. De acordo com a Metal Sludge, citando fonte anônima “de dentro da indústria musical”, o contrato será assinado em janeiro e eles entrariam em estúdio para gravar “uma ou duas músicas novas”.

 

Site da banda com logo antigo

 

Axl Rose, Slash, Duff McKagan e Dizzy Reed estariam no projeto, segundo o que ainda são meras especulações. A banda também teria o guitarrista Richard Fortus e o baterista Frank Ferrer.

Fanáticos por Guns N’ Roses, welcome to the jungle, de novo.

 

FABIANO ALCÂNTARA – MUSICA UOL

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24/12/15

Iron Maiden deseja um feliz Natal cartão animado

 

 

O Iron Maiden lançou essa semana um cartão de Natal animado. "A Christmas Cheer", que você confere abaixo, foi criado pelo artista brasileiro Val Andrade para que a banda presenteasse os fãs.

 

É também a forma que a banda encontrou de agradecer por tudo de bom que aconteceu no ano de 2015. A animação faz uma série de referências às capas dos discos, e até ao São Paulo Futebol Clube (em 1 minuto) - time do qual o artista Val Andrade é torcedor.

 

 

LIZANDRA PRONIN – TERRITÓRIO DA MÚSICA

 

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Rec-Beat lança campanha de financiamento coletivo para garantir edição de 2016

Apoiadores podem contribuir com valores que variam de R$ 20 a R$ 3000

 

 

 

Começou, nesta quarta-feira (23), a campanha Rec-Beat 2016: vamos fazer juntos o festival. Iniciada no site de financiamento coletivo Kickante, a iniciativa propõe a arrecadação de R$ 200 mil para a realização da 21ª edição do evento, que teve o apoio financeiro concedido pela Prefeitura do Recife cortado pela metade. Em vez dos R$ 400 mil aportados em 2015, serão R$ 200 mil. Ao todo, serão oferecidos 13 kits para os apoiadores.

"Há mais de vinte anos o Rec-Beat conta com a sua partipação para celebrar a diversidade musical e projetos inovadores. Agora você tem a chance de ser mais que um expectador. Através desta campanha, vamos construir juntos o festival de 2016, assegurando seu line-up variado e sua gratuidade a todos que quiserem participar desta grande festa do futuro. Basta clicar numa das recompensas ao lado para colaborar e ganhar brindes inéditos e exclusivos!", diz o texto postado na página da campanha, que ficará no ar ao longo de 45 dias.

Entre as opções, um kit com camiseta exclusiva do festival + nome do apoiador na página da iniciativa no Facebook e no telão do palco para quem contribuir com R$ 50. Os valores variam de R$ 20 a R$ 3000.

 

Confira as opções de kits:

 

R$ 20

COTA 1

Colabore e receba: Agradecimento com nome na Fanpage do Festival e no telão do palco.

 

R$ 50

COTA 2

Colabore e receba: 01 Camiseta exclusiva Rec-Beat 2016 + 01 Revista Outros Críticos (edições anteriores, limitada aos 50 primeiros participantes) + Nome na Fanpage do Festival e no telão do palco.

 

R$ 70

COTA 3

Colabore e receba: 01 Camiseta exclusiva Rec-Beat 2016 + 01 Caneca Rec-Beat 2016 + 01 Assinatura Deezer grátis para os 3 primeiros meses* + 01 Revista Outros Críticos (edições anteriores, limitada aos 50 primeiros participantes) + Nome na Fanpage do Festival e no telão do palco.

 

R$ 90

COTA 4

Colabore e receba: 01 Camiseta Exclusiva Rec-Beat 2016 + 01 Assinatura Deezer grátis para os 3 primeiros meses* + 01 Adesivo Rec-Beat + 01 Boton Rec-Beat + Nome na Fanpage do Festival e no telão do palco + 1 CD (Opções: Ully Costa - "Quem sou Eu" / Tagore - "Movido a Vapor" / Jorge Cabeleira e o Dia em que Seremos Todos Inúteis - "Trazendo Luzes Eternas" / Os Sertões - "A Idade dos Metais" / O Terno - "O Terno" e "66").

 

R$ 100

COTA 5

Colabore e receba: 01 Camiseta Exclusiva Rec-Beat 2016 + 01 Assinatura Deezer grátis para os 3 primeiros meses* + 01 Adesivo Rec-Beat + 01 Boton Rec-Beat + Nome na Fanpage do Festival e no telão do palco + 1 CD (Opções: Siba - "De Baile Solto" / Lira - "O Labirinto e o Desmantelo" / Tulipa Ruiz - "Dancê" / Anelis Assumpção - "Sou Suspeita Estou Sujeita Não sou Santa"/ Maite Hontelé - "Déjame Así" e "Te Voy a Querer").

 

R$ 100

COTA 6

Colabore e receba: 01 Assinatura Deezer grátis para os 3 primeiros meses* + 01 Adesivo Rec-Beat + 01 Boton Rec-Beat + Nome na Fanpage do Festival e no telão + 1 CD + 1 Camiseta (Opções: Indee Styla - "Nômada" / Curumin - "Arrocha" / Fadas Magrinhas - "Fadas Magrinhas" / Marcelo Jeneci - "De Graça" + poster).

 

 

R$ 100

COTA 7

Colabore e receba: 01 Assinatura Deezer grátis para os 3 primeiros meses* + 01 Adesivo Rec-Beat + 01 Boton Rec-Beat + 04 posters Festival Rec-Beat (2013/2014/2015/2016) + Nome na Fanpage do Festival e no telão do palco + 01 Ingresso Festival Parceiro (Opções: Festival Se Rasgum 2016 / Festival DoSol 2016 / Festival Bananada 2016 / Festival Coquetel Molotov 2016).

 

R$ 150

COTA 8

Colabore e receba: 01 Camisa Exclusiva Rec-Beat 2016 + 01 Assinatura Deezer grátis para os 3 primeiros meses* + 01 Adesivo Rec-Beat + 01 Boton Rec-Beat + 04 posters Festival Rec-Beat (2013/2014/2015/2016) + Nome na Fanpage do Festival e no telão do palco + 01 Ingresso Festival Parceiro (Opções: Festival Se Rasgum 2016 / Festival DoSol 2016 / Festival Bananada 2016 / Festival Coquetel Molotov 2016).

 

R$ 150

COTA 9

Colabore e receba: 01 Camiseta Exclusiva Rec-Beat 2016 + 01 Assinatura Deezer grátis para os 3 primeiros meses* + 01 Adesivo Rec-Beat + 01 Boton Rec-Beat + Nome na Fanpage do Festival e no telão do palco + 01 Vinil (Opções: Anelis Assumpção - "Sou Suspeita Estou Sujeita Não Sou Santa" / Ully Costa - "Quem Sou Eu").

 

R$ 150

COTA 10

Colabore e receba: 01 Camiseta exclusiva Rec-Beat 2016 + 01 Caneca Rec-Beat 2016 + 01 Cópia Ilustração Original Rec-Beat (Opções: ilustração dos artistas plásticos Shiko-2013 / Fernando Peres-2014 / Raoni Assis-2015 ) + 01 Assinatura Deezer grátis para os 3 primeiros meses* + 01 Adesivo Rec-Beat + 01 Boton Rec-Beat + Nome na Fanpage do Festival e no telão do palco.

 

R$ 200

COTA 11

Colabore e receba: 01 Camiseta exclusiva Rec-Beat 2016 + 01 Caneca Rec-Beat 2016 + 01 Cópia Ilustração Original Rec-Beat 2016 de Karina Bhur + 01 CD Karina Buhr - "Selvática" + 01 Assinatura Deezer grátis para os 3 primeiros meses* + 01 Adesivo Rec-Beat + 01 Boton Rec-Beat + Nome na Fanpage do Festival e no telão do palco.

 

R$ 300

COTA 12

Colabore e receba: 01 Acesso ao backstage + 01 Camisa Exclusiva Rec-Beat 2016 + 01 Kit Deezer (01 Assinatura Deezer grátis para os 3 primeiros meses* + Sacola Praia/Power Bank/Moleskie/Cabo de áudio) + 01 Adesivo Rec-Beat + 01 Boton Rec-Beat + Nome na Fanpage do Festival e no telão do palco. Acesso ao backstage do Festival Rec-Beat 2016, durante os quatro dias de festival, entre 20h as 01h00. O acesso ao backstage não dá direito, necessariamente, ao livre acesso ao camarim dos artistas.

 

R$ 3000

COTA 13

Colabore e receba: Show da Banda "Fadas Magrinhas", direcionado ao público infantil + Nome na Fanpage do Festival e no telão do palco (não estão incluídas despesas com transporte, hospedagem, alimentação das artistas e sua equipe para shows fora da cidade do Recife. O local da apresentação deverá ser aprovado pela equipe das artistas e a contratação de todas as necessidades técnicas para realização do show ficam por conta do apoiador).

 

VIVER – DIÁRIO DE PERNAMBUCO

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Garanhuns Jazz Festival 2016 será realizado em Gravatá

Após cancelamento, festival mudou de cidade, mas ocorrerá durante o carnaval, com mesmos organizadores

 

 

Este ano, o Garanhuns Jazz Festival recebeu nomes como o baterista Billy Cobham, que já tocou com Miles Davis. Foto: Facebook/Reprodução

 

Vai ter Garanhuns Jazz Festival em 2016. Não em Garanhuns, mas com os mesmos organizadores e curadores. Menos de uma semana após ter o cancelamento divulgado, a maratona musical, que há oito anos ocupava o calendário do carnaval de Garanhuns (a 200 km do Recife), será em Gravatá (a 84 km da capital), entre 6 e 9 de fevereiro.

 

Entenda: Garanhuns Jazz Festival de 2016 é cancelado pela prefeitura

 

"Os detalhes ainda estão sendo acertados", antecipa o organizador do festival, Giovanni Papaleo. "Me reunirei ainda nesta quarta-feira com a prefeitura de Gravatá para acertar os detalhes finais do 1º Festival Gravatá Jazz", garante. Papaleo disse ainda que não nenhum contrato firmado, mas as negociações estão avançadas com artistas da Europa, África e Estados Unidos. "O evento será menor em tamanho, mas terá a mesma qualidade do Garanhus Jazz", garante Papaléo.

Segundo Papaleo, os "salvadores" do festival, responsáveis por apoiar a transferência para Gravatá são o secretário de Turismo, Felipe Carreras, e os fãs que se mobilizaram nas redes sociais, em páginas como Queremos o Garanhuns Jazz.

Este ano, o festival recebeu nomes como o baterista Billy Cobham, conhecido pelos trabalhos com o jazzista Miles Davis.

 

VIVER – DIÁRIO DE PERNAMBUCO

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Replicantes lançam EP com quatro canções inéditas

 

 

Os Replicantes lançaram neste semana um novo EP com 4 novas canções, que podem ser ouvidas nos principais serviços de streaming de música. Confira a tracklist:

 

01 - Libertá

02 - Corrida Espacial

03 - Cobertor

04 - Não Me Leve a Mal

 

Ouça em:

SPOTIFY: https://goo.gl/q9FQA7

DEEZER: http://goo.gl/F8Fqzv

GOOGLE PLAY: https://goo.gl/kAhXbr

OUTROS: https://goo.gl/IeuB30

 

 

ROCK GAÚCHO

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Quarenta anos depois, 'Fruto proibido' ainda é um dos maiores discos do rock (e da Rita Lee)

Álbum da cantora com a banda Tutti Frutti é um dos destaques em caixa que celebra sua obra solo com 21 CDs

Num tempo não muito distante, o prazer de se fazer música era maior do que a ambição de se fazer dinheiro com música. Os guitarristas criavam solos em sonho, os bateristas ensaiavam batucando em cadeiras e os baixistas também faziam canções. Os ensaios eram explosões criativas que começavam às 11h e terminavam às 18h, todos os dias, até que cada nota estivesse no lugar. E as gravações, sem máquinas de afinar voz, só valiam se o fã pudesse ver cada músico tocando na sala de casa assim que colocasse o LP para girar. Quando as terras se abriram deixando a era progressiva dos Mutantes para trás e o tempo da música pop pela frente, Rita Lee viveu os dias em que mais conseguiu ser ela mesma.

Quarenta anos se passaram desde que Fruto proibido foi lançado. Um álbum rosa com a imagem de Rita na capa, cheia das certezas de tudo o que queria e do que já não queria mais em seus 28 anos de idade. A verdade avassaladora de nove músicas, construídas com as letras libertárias de Rita e as bases da banda Tutti Frutti com as quais o guitarrista Luiz Carlini traduzia para o português a energia que o mundo conhecera com Stones, Hendrix e Deep Purple, o tornaria imediatamente um clássico.

 

 

Longe dos Mutantes, Rita flertava abertamente com o hard rock e explorava temas mais concretos em suas letras; todas as faixas de 'Fruto' tornaram-se hits desde o lançamento (Som Livre/Divulgação)

 

Assim que o LP foi lançado, as canções pareciam sair se atropelando: Dançar pra não dançar, Agora só falta você, Esse tal de roque enrow, O toque, Cartão postal, Ovelha negra. Apenas uma delas e a existência de qualquer álbum estaria justificada. Eleito por listas de melhores discos, Fruto proibido vendeu 700 mil cópias e se tornou um ponto na linha do tempo.

O álbum está em uma caixa de luxo que traz 21 discos de Rita, começando com Build up, de 1970, seu primeiro solo, produzido pelo mutante Arnaldo Baptista, e fechando com Rita Lee ao vivo de 2004, da fase das produções com o marido guitarrista Roberto de Carvalho.

 O sobrevoo é interessante por narrar a transição de Rita desde a sua saída dos tropicalistas Mutantes até a chegada do conceito pop de harmonia bossa-novista de Roberto de Carvalho que a desacorrenta dos padrões clássicos do rock and roll e amplia seu universo, fazendo um movimento maior em direção às paradas de rádio.

 A cisão cria, pela primeira vez na música brasileira, três bases de fãs independentes para uma mesma artista: amantes dos Mutantes (anos 60), seguidores do Tutti Frutti (anos 70) e apaixonados por Rita e Roberto de Carvalho (anos 80 em diante).

Aos 67 anos, Rita não fala com jornalistas. A reportagem a procurou por dias, enviou perguntas, insistiu com assessores, mas não obteve resposta. Aos mais próximos, ela diz estar cansada de revirar memórias, brinca ou não quando fala algo parecido com "aquela Rita dos palcos não existe mais" e faz entender o quanto tem prazer em não ter mais que viver cumprindo a desgastante agenda dos artistas. Rita Lee teria toda a paz do mundo se não fosse um detalhe: ao escrever capítulos da música brasileira, sua história deixou de ser apenas sua. A diferença é que, sem ela, quem conta são os outros.

 

 

E os outros não são poucos. Luiz Sérgio Carlini é um dos guitarristas mais respeitados. Amigo de infância e de Pompeia dos irmãos mutantes Sérgio Dias e Arnaldo Baptista, já tinha a alma de Keith Richard e os dedos de Johnny Wynter quando Rita surgiu carente de nova banda. Desde que assistiu "por 80 vezes" ao documentário Woodstock, de 1970, e conheceu os baús dos roqueiros Ló e Eddy Teddy, na Casa Verde, soube exatamente o que queria fazer. As letras de Rita garantiriam profundidade aos seus riffs e seus riffs fariam Rita passear sobre uma locomotiva. "Rita sai dos Mutantes, que vão cair no Yes, e vem para o nosso universo, mais Stones. Vivíamos a ditadura, sua poética estava bombando. O que fazíamos era música, não business", lembra.

Mais do que dividir com Rita a criação de Agora só falta você, um solo de poucas notas seria a lição que Fruto ensinaria. Pois lá estavam todos em mais uma tarde de gravação, plugados nos 16 canais do Estúdio Eldorado, em São Paulo, quando o garoto chegou transpirando. "Eu tive uma ideia." A música Ovelha negra estava pronta, terminava perdendo volume no final até sumir, e ninguém pensava em mexer em time vencedor. Ninguém, a não ser Carlini.

"Eu sonhei com aquele solo". Ele sonhou com o solo, mas seus amigos, não. "Deixa isso, Carlini". Ele insistiu por dois dias até que, no terceiro, o produtor, Andy Mills, resolveu lhe dar ouvidos. "Mostre." Carlini desceu na sala de gravação, ligou a guitarra e colocou nota por nota, com doçura. Quando terminou, já era um gigante. Seu solo entraria como um dos mais marcantes do rock brasileiro. "Aprendi que solo deve ser uma nova música dentro da canção."

O amigo de Carlini era Lee Marcucci, baixista com ele na anterior Lisergia. "O nome é inspirado nos ácidos que a gente tomava", lembra Carlini. "A TV ainda era em preto e branco, mas eu já a via em cores", diz, rindo. Eram tempos sem tecnologia nem equipamentos razoáveis, de se "abrir caminho na Amazônia usando um cortador de unhas".

"E, ainda assim, ninguém se preocupava. A gente só fazia o que gostava", diz Marcucci. O dia em que todos se reuniram na casa de Rita pela primeira vez, indicados pela amiga da roqueira, Lucia Turnbull, é um capítulo do filme. "Chegamos e lá estavam Rita e sua empresária, Mônica Lisboa. Ficamos na garagem e mostramos a elas coisas que tocávamos no Lisergia." Estavam contratados.

 

 

 

Experimentação de Rita com a banda Tutti Frutti rendeu os álbuns 'Atrás do porto tem uma cidade' (1974), 'Fruto proibido' (1975), 'Entradas e bandeiras (1976) e 'Babilônia' (1978) (Som Livre/Divulgação)

 

Fruto proibido foi o terceiro disco gravado entre Rita e Tutti Frutti. O anterior havia sido Atrás do porto tem uma cidade (1974) e, o primeiro, de 1973, não foi lançado oficialmente porque o presidente da gravadora Philips, André Midani, não gostou do material. As Cilibrinas do Éden, com Rita e a amiga Turnbull à frente, sairia de forma pirata e seria mais tarde o pivô da saída de Rita da gravadora Philips, em direção à Som Livre.

"Deixei Rita escapar pelo simples motivo de que ela não quis mais trabalhar comigo. Os motivos são diversos, mas certamente o elemento deflagrador foi minha recusa em colocar no mercado o LP que, na minha opinião, iria trazer um prejuízo grande para seu novo caminho de artista solo. Ela ficou furiosa comigo."

A bateria livre de Fruto, de viradas vigorosas, é de Franklin Paulillo. "Íamos para a casa de Rita fazer arranjos com violões enquanto eu ficava batucando em uma cadeira de palha." Sua história com o Tutti Frutti durou um disco. Alegando comportamento incompatível, prejudicado por doses de álcool, a banda o demitiu. "Fiquei muito chateado, mas eu era mesmo um cara difícil." Sem beber há 16 anos, ele não se esquece de um sonho que teve em 1988. "O Tutti Frutti tocava de novo, em um grande palco, com todo mundo." Ao contar para Carlini cheio de esperanças, sentiu primeiro o silêncio do parceiro e ouviu depois o golpe de misericórdia: "É sonho Franklin, apenas sonho".

 

AGÊNCIA ESTADO

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23/12/15

Músicas dos Beatles chegam finalmente a streaming

 

 

A trilha sonora natalina será fabulosa este ano. O catálogo musical dos Beatles ficará disponível para streaming nesta quinta (24), véspera do Natal. Será a primeira vez que as plataformas de música oferecerão faixas da lendária banda inglesa.

 

 

De acordo com comunicado divulgado pela editora das músicas, o catálogo estará disponível nas seguintes plataformas: Spotify, Apple Music, Deezer, Google Play, Microsoft Groove, Napster/Rhapsody, Amazon Prime Music, Slacker Radio e Tidal.

Se você costuma ser o DJ das festas de fim de ano, esta é uma boa notícia especialmente para aqueles seus amigos e familiares que não querem saber de Anitta e Wesley Safadão. Vai, Beatles!

 

FABIANO ALCÂNTARA – UOL

 

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Homeshake pode fazer shows no Nordeste

 

 

 

Campanha no facebook pode trazer banda para shows em algumas capitais nordestinas.

Homeshake é o projeto solo do canadense Peter Sagar, ex-guitarrista da banda de Mac DeMarco e um talentoso compositor que desde o seu penúltimo disco, In The Shower, decidiu caminhar com as suas próprias pernas e lançar suas composições. Seu som é uma mistura do lo-fi encontrado em Salad Days e 2 do companheiro Mac Demarco, misturado com elementos eletrônicos e melodias mais tranquilas, resumindo: “um rock sexy e preguiçoso” como disse Charlie Ambler, da Vice.

 

 

Se interessou pelo som do cara? Então olha a notícia boa: A Balaclava Records, selo responsável por trazer os shows internacionais preferidos ao Brasil como Mac DeMarco, Real Estate e Allah-Las, está querendo trazer um show da tour dele que rola ano que vem pelo Brasil pra cá, mas pra que isso aconteça, a produtora precisa ter a certeza de que existe um público esperando por esse show no Nordeste.

Então, para o show acontecer tá rolando uma campanha de mobilização no facebook. Para participar basta confirmar presença no evento Queremos Homeshake no Nordeste, e mobilizar o máximo de amigos possíveis, quanto mais gente interessada no show mais é possível dele acontecer.

 

 

 

FELIPE MATHEUS LIMA – ATIVIDADE Fm

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Fantomaticos lança single de Natal

 

 

Para encerrar 2015, os Fantomaticos lançam nesta segunda-feira, dia 21 de dezembro, o novo single com duas músicas de seu terceiro disco, com lançamento previsto para o primeiro semestre de 2016. O material, editado pelo selo Ué Discos, estará disponível no site da gravadora e também nos canais de música on demand.

Em um clima cheio de amor e boas energias, o single traz “Vale”, composição do tecladista e vocalista Rodrigo Trujillo, e “Par”, uma balada do guitarrista e vocalista Augusto Stern. As canções remetem a uma sonoridade mais acústica, com violão, mandolina, escaleta e arranjos de cordas, com uma temática bem pessoal nas letras. “Este novo single é nosso cartão de boas festas e feliz ano novo, por isso duas músicas cheias de amor”, revelam.

“Vale” também é lançado em clipe, dirigido por Bruno Carvalho, que também foi o responsável pelos vídeos de ‘Ao Longe’ e ‘Derreter Na Estrada’, do disco anterior do grupo, “Dispersão”. O vídeo é estrelado por Valentin Trujillo, filho de Rodrigo, de cinco anos.

O trabalho marca a estreia do novo baterista na banda, Pedro Petracco. Figura renomada do cenário roqueiro de Porto Alegre, Petracco participará das gravações do novo álbum dos Fantomaticos, que inicia em janeiro.

 

Ouça as músicas – https://fantomaticos.bandpage.com/

 

 

BRUNA PAULIN – ROCK GAÚCHO

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22/12/15

Show de U2 em tributo às vítimas de Paris será transmitido pela Globo

Banda irlandesa se apresentou com Eagles of Death Metal, que faziam show no Bataclan na noite do massacre

 

 

O show da banda irlandesa U2 em homenagem às vítimas do atentado terrorista em Paris será transmitido pela Globo no pacote de especiais de fim de ano. A emissora levará os melhores momentos da apresentação de Bono e companhia no próximo dia 30, logo após a exibição da Retrospectiva 2015. O grupo dividiu a noite de tributos com os roqueiros norte-americanos do Eagle of Death Metal, banda cuja apresentação no Bataclan, na Cidade Luz, ocorria quando os terroristas massacraram inocentes.

O U2 tinha shows programados para a cidade, mas cancelou em virtude da barbárie. O retorno aconteceu em duas apresentações, nos dias 6 e 7, acompanhadas ao vivo por mais de 16 mil pessoas. O repertório da banda irlandesa contou com a música escrita pelo vocalista Bono em memória das vítimas dos atentados. Streets of surrender faz uma ode às ruas de amor parisienses. A ela, somaram-se I will follow, Vertigo, Bullet the sky, entre outras.

Os atentados terroristas do dia 13 de novembro foram os mais violentos já registrados na França e marcam um ano doloroso para o país, atingido meses antes pela invasão e ataques contra a redação do satírico Charlie Hebdo. O ato no periódico foi uma reação à publicação irônica de uma imagem do profeta Maomé. Nos ataques do mês passado, morreram 130 pessoas.

 

ESTADO DE MINAS

  

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Anelis Assumpção interpreta Peter Tosh no último show do ano em SP

A cantora se apresenta no Centro Cultural Rio Verde, em São Paulo, nesse sábado (19)

 

Anelis Assumpção encerra seu ano em São Paulo com um show no Centro Cultural Rio Verde neste sábado (19).

 

Na apresentação especial, a filha de Itamar Assumpção irá interpretar na íntegra o álbum "Legalize It", lançado em 1975 por Peter Tosh, um dos ícones do reggae.

Esta será a segunda vez que Anelis faz o show especial neste ano: a apresentação especial foi criada para o projeto "75 Rotações" e foi vista pela primeira vez em agosto.

 

Anelis Assumpção em São Paulo

Quando: sábado, 19 de dezembro, às 23h

Onde: Centro Cultural Rio Verde (Rua Belmiro Braga, 181 - Vila Madalena)

Quanto: de R$ 20 a R$ 50.

 

IG SP

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PJ Harvey anuncia novo álbum para a primavera

O primeiro álbum de PJ Harvey em cinco anos vai ser editado na próxima primavera.

 

 

 

Um primeiro vídeo de 30 segundos acaba de ser divulgado. O sucessor de «Let England Shake» nasceu durante uma residência de um mês na Somerset House de Londres

 

Harvey abriu os ensaios ao público e estreou diversas canções. O álbum documenta uma «jornada artística» pelo Kosovo, Afeganistão e Washington.

 

«Chain of Keys», «The Wheel», «The Orange Monkey», «Dollar Dollar», «The Community of Hope», «Homo Sappy Blues», «Medicinals», «Near the Memorials to Vietnam and Lincoln», «River Anacostia» e «The Ministry of Social Affairs» são títulos conhecidos.

 

DISCO DIGITAL (Portugal)

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Frank Zappa: de músico incompreendido a gênio incomparável

Frank Zappa nunca gostou de dar entrevistas. Sempre que podia zoava com a cara de repórteres que insistiam em tentar decifrar aquele roqueiro que compunha peças eruditas e que gravava álbuns anárquicos, esquizofrênicos e geniais. “Muita gente o considera gênio. O que você acha disso? Acha que é gênio?”, perguntou-lhe certa vez um jornalista inglês em 1977. “Sou Frank Zappa. E isso já é muita coisa”, ironizou o guitarrista.

Muitos jornalistas nunca fizeram questão de realmente tentar entendê-lo, principalmente depois que soltou uma das frases mais conhecidas do rock: “O crítico de rock é alguém que não sabe escrever, entrevistando gente que não sabe falar, para gente que não sabe ler”.

Vinte e dois anos após sua morte, em consequência de um câncer na próstata em 1993, Zappa continua sendo um mistério para parte expressiva da crítica e do público. Entretanto, cresce o número de pessoas que reconhecem no guitarrista norte-amerciano narigudo de origem italiana e grega como um dos maiores artistas do século XX. O grande músico e maestro faria 75 anos neste dia 21 de dezembro.

Músico praticamente autodidata, vagou por inúmeros grupos de rock na Califórnia entre 1958 e 1964, até que sua carreira solo começou a tomar forma. Entretanto, o respeito da crítica veio somente em 1966, quando criou a banda  Mothers of Invention em 1966 e lançou aquele que é considerado o primeiro álbum duplo da história, o esquisito e excêntrico “Freak Out”.

O músico nascido em Baltimore em 1940 impressionou o mundo da música e dificultou a vida de quem quer que tentasse classificar a sua obra. Apesar de tomar forma em 1966, a vida artística do guitarrista teve momentos anteriores atribulados, quando chegou a ser preso no inicio dos anos 60 por seis meses sob a acusação de “conspiração para cometer pornografia”, por ter sido coagido por um policial disfarçado a fazer um vídeo de sexo para uma despedida de solteiro.

 

 

Frank Zappa (FOTO: DIVULGAÇÃO)

 

Segundo muitos, esse episódio foi marcante para a vida e para a obra de Zappa, que era um crítico ferrenho da educação e da religião institucionalizadas, defensor da liberdade de expressão e da abolição das ditaduras.

Culto, inteligente e talentoso ao extremo, fez trilhas sonoras para filmes obscuros e colaborava com regularidade para jornais e revistas. Iconoclasta, irônico e crítico mordaz, não perdoou em mesmo os Beatles ao parodiar a capa do maravilhoso”Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”. Embora tivesse respeito pela obra do quarteto de Liverpool, várias vezes disse em público comentários pouco lisonjeiros ao quarteto.

Nunca fez um grande sucesso comercial nos Estados Unidos; mesmo os seus álbuns mais vendidos (o duplo Sheik Yerbouti e o LP triplo Joe´s Garage, ambos de 1979), foram lançados de forma independente e chegaram às paradas somente na Europa.

O público norte-americano não gostou muito do teor das letras de músicas como “Jewish Girl” (que causou grande desconforto na comunidade judaica dos EUA) e “Bobby Brown”, sua música de maior sucesso que fala sobre o encontro de um típico garotão do time de futebol e um lésbica feminista.

 

Versatilidade e excelência

Excêntrico, tinha boa desenvoltura fora do rock, gravando jazz, funk, música folk e várias peças eruditas. Ainda assim, nunca teve muita paciência para passar sua obra para partituras, tarefa que um dia coube ao jovem novato guitarrista Steve Vai, no final dos anos 70.

De tão prolífico e produtivo, muitos críticos consideram quase impossível chegar a uma lista completa das obras lançadas por Zappa, já que colocou no mercado muita coisa de forma independente, especialmente o material que não era rock. Houve ano em que o guitarrista lançou seis álbuns distintos. O certo é que sua discografia oficial possui no mínimo 60 títulos diferentes, incluindo álbuns ao vivo com material inédito, mas sem contar as coletâneas.

Atuando no palco, no cinema, compondo ou na política (o músico chegou até mesmo a se candidatar a presidência dos EUA), Zappa construiu a sua sólida integridade. É justamente devido a esse respeito, a sua irreverência e a genialidade sarcástica de sua música que a sua influência é impossíve era l de mapear. Só para citar alguns nomes que se declararam fãs de Zappa: Alice Cooper, Black Sabbath, John Frusciante (Red Hot Chili Peppers), Steve Vai, System of a Down e o compositor de jazz contemporâneo John Zorn.

De um jeito torto, anárquico e cáustico, Frank Zappa conferiu uma aura de seriedade e até de intelectualidade ao rock, fato que o irritava. Aliás, mais do que isso, o que o irritava muito era a indigência intelectual de jornalistas e público quando percebia que suas colocações sarcásticas e mordazes simplesmente eram ignoradas porque não eram entendidas – o, pior, eram levadas tão a sério que se tornavam verdades, ainda que questionáveis (e que não eram questionadas, mas bovinamente engolidas).

Frank Zappa sempre foi um artista que tinha coisas demais a dizer, e sempre com propriedade. Sua obra não era para todos, mas ainda assim era para muitos. Poucos conseguiram incomodar de forma tão incisiva e inteligente, algo que foi extinto no mundo artístico deste século XXI. Lamentavelmente, ninguém abraçou seu legado após a sua morte. Azar de todos nós.

 

MARCELO MOREIRA - COMBATE ROCK

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Meu Reino, inédita do Castello Branco

Sessão acústica do portal luso Bodyspace mostra o carioca em uma paisagem cinematográfica.

 

 

Desde que em 2013 Castello Branco lançou o seu belíssimo álbum solo de estreia, Serviço, o carioca tem vagado pelo mundo em gratidão a recepção de suas canções. Ele esteve este ano em Portugal, em uma grande turnê em voz e violão, e lá aproveitou para gravar uma sessão acústica para o portal Bodyspace, onde mostrou a inédita “Meu Reino”.

A faixa traz paz em sua audição enquanto fala de um amor sonhador. Com acordes simples e destaque na voz, “Meu Reino” foi filmada em um domingo de nevoeiro em Douro, entre Régua e Pinhão, em uma paisagem apaixonante em terras lusitanas. Na próxima semana é prometido um vídeo de “Crer-Sendo”, essa já bem conhecida do público fã.

 

Castello Branco – Meu Reino

 

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MARCOS XI – ROCK IN PRESS

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Skank divulga clipe de “Do Mesmo Jeito”. Assista agora!

 

 

Novidade do Skank. A banda mineira divulgou na última sexta-feira (18) seu mais novo clipe, o de ‘Do Mesmo Jeito’ - assista a seguir. A canção pertence ao álbum ‘Velocia’, lançado em 2014.  

 

 

GUILHERME ZANINI – GUITAR PLAYER

 

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Yamaha lança novos modelos de guitarra

 

 

Ao longo das últimas décadas, a Yamaha consolidou-se como uma grande fabricante de instrumentos musicais, com usuários ilustres, como Mike Stern e Carlos Santana, na década de 1970. Mesmo assim, a produção de modelos interessantes caiu recentemente. Entretanto, a empresa japonesa pretende entrar em 2016 com lançamentos que devem retomar a boa reputação de anos anteriores. Em breve devem chegar no mercado as guitarras Revstar. Com sete cores diferentes, elas parecem com as famosas SG2000, porém com visual mais moderno. Produzidas na Indonésia, devem ter um preço competitivo. Confira um teaser no vídeo abaixo.

 

 

GUILHERME ZANINI – GUITAR PLAYER

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Cheap Trick: download de faixa inédita

 

 

Os veteranos do Cheap Trick estão trabalhando na produção de um novo disco de inéditas, ‘Bang Zoom Crazy’, previsto para sair em abril de 2016. Entretanto, o público da banda pode baixar uma das faixas inéditas gratuitamente. Neste link é possível fazer o download de ‘No Direction Home’. O mais recente trabalho de estúdio da trupe é ‘The Latest’, lançado em 2009. 

 

GUILHERME ZANINI – GUITAR PLAYER

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Luca Turilli lança vídeo para "Il Cigno Nero"

 

 

A música "Il Cigno Nero", do guitarrista Luca Turilli, acaba de ganhar um vídeo. A faixa está no repertório de "Prometheus, Symphonia Ignis Divinus", disco que o guitarrista lançou na metade do ano.

Para ilustrar a canção e fazer o ouvinte acompanhar a letra - escrita em italiano para essa faixa, vale comentar - o vídeo traz uma mistura de imagens. Há animação, efeitos, fotografia e filmagens dos músicos, especialmente do vocalista Alessandro Conti, quem mais 'aparece' no vídeo. Uma citação do psiquiatra suíço Carl Jung ganha destaque no final do vídeo.

Não há uma narrativa mas, de modo geral, a estética remete a filmes de fantasia, tema recorrente nas músicas de Luca Turilli. Depois que a música acaba, o vídeo continua, apresentando os músicos que tocam ao lado do guitarrista, além de cenas ao vivo - tudo para anunciar a turnê que a banda inicia em 2016.

 

 

LIZANDRA PRONIN – TERRITÓRIO DA MÚSICA

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Morre aos 47 anos o músico gaúcho Júpiter Maçã

Flávio Basso, que integrou as bandas Cascavelletes e TNT, teria ferido a cabeça após sofrer uma queda em casa

 

 

O jornal Zero Hora confirmou na noite desta segunda, 21, a morte do músico gaúcho Flávio Basso, mais conhecido como Júpiter Maçã. Ele tinha 47 anos.

De acordo com o portal UOL, o músico Lucas Hanke, da produtora Marquise 51 (que trabalhava com Júpiter) conversou com os pais dele e explicou que o artista sofreu uma queda em casa, em Porto Alegre, bateu a cabeça e não resistiu aos ferimentos.

Compositor, vocalista e diretor, Júpiter Maçã foi um dos maiores ícones do rock gaúcho, tendo integrado as bandas TNT e Cascavelletes nos anos 1980. Na década seguinte, ele fez sucesso em carreira solo, tendo lançado oito discos. Uma referência no rock, A Sétima Efervescência (1996), um dos álbuns mais conhecidos dele, é considerado um marco do rock nacional. Com influências de Pink Floyd e muita psicodelia, o trabalho gerou as memoráveis "Um Lugar do Caralho", "Eu e Minha Ex" e "As Tortas e as Cucas".

A faixa “Modern Kid” entrou para a seleção de melhores canções de 2009 da Rolling Stone Brasil. Além disso, A Sétima Efervescência integrou a nossa lista dos 100 maiores discos da música brasileira.

 

ROLLING STONES BRASIL

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Anna Ratto expõe os sentimentos em clipe de “Desalento”

Música é uma parceria dela com Lucas Vasconcellos, da banda Letuce

 

 

A cantora carioca Anna Ratto e Lucas Vasconcellos, da banda Letuce, dividem a autoria de "Desalento", faixa gravada por ela e cujo clipe você vê em primeira mão no site da Rolling Stone Brasil.

A faixa foi elaborada por eles durante os ensaios do DVD de Anna, Anna Ratto – Ao Vivo (2015), que conta com participação dele. Anna vinha mostrando a canção ao público em seus últimos shows e a recepção positiva a incentivou a gravar essa versão, com direito a clipe rodado em um apartamento antigo e vazio no bairro do Leblon.

A produção musical é de Rodrigo Vidal e a banda conta com Fernando Caneca (violões), Emerson Mardhine (baixo), Cesinha (bateria e Rodrigo Tavares (teclados).

 

 

ROLLING STONES BRASIL

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Fender: confira vídeo feito em fábrica da Califórnia

 

 

O canal de TV Bloomberg fez uma reportagem mostrando o funcionamento da fábrica da Fender, localizada em Corona, na Califórnia. No vídeo que você assiste logo a seguir, é revelado como os instrumentos são colocados na linha de montagem. Pelos números da matéria, a tradicional empresa produz cerca de 200 mil guitarras por ano somente nesse local. 

 

 

 

GUILHERME ZANINI – GUITAR PLAYER

 

 

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21/12/15

Phillip Long lança clipe de “You Shouldn’t Keep Me Around You”

Primeiro clipe do disco Zeitgeist, vídeo relata uma batalha interna contra lembranças e sentimentos.

 

 

 

Encerrando um ano transitório em sua carreira e cada vez escrevendo seu nome no folk brasileiro, Phillip Long tem muito o que comemorar em 2015. Lançando apenas um álbum, se aproximou dos fãs e finalmente pode trabalhar com um pouco mais calma sua carreira. A prova disso é o primeiro clipe ‘bem feito’ do músico, “You Shouldn’t Keep Me Around You”.

 

A faixa, oitava do ótimo Zeitgeist (Grama Records, 2015), ganhou um vídeo explosivo pela Bonobo Produções, com direção de Eduardo Guerra e protagonizado pelo ator Orion Lalli. O lançamento oficial do vídeo acontece no SESC Vila Mariana, dia 8 de janeiro.

 

Baixe o disco aqui.

 

Phillip Long – You Shouldn’t Keep Me Around You

 

 

MARCOS XI – ATIVIDADE FM

 

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Violent Femmes anuncia primeiro álbum em 15 anos

 

 

 

Treze anos depois de “Freak Magnet”, último álbum do Violent Femmes que deveria ter saído em 1998 mas só chegou ao mercado em 2000, o grupo se reuniu para tocar no Coachella com a formação original.

Logo depois o baterista Victor DeLorenzo foi substituído por Brian Viglione (Dresden Dolls, Nine Inch Nails), e em abril desse ano o grupo lançou seu primeiro registro dessa nova fase, o EP “Happy New Year”, lançado no Record Store Day de 2015, e agora foi anunciado um álbum completo com lançamento programado para 04 de março.

 “We Can Do Anything” trará dez faixas em seu repertório, algumas delas (como "Big Car" e "I Could Be Anything") saídas do baú de demos em fitas cassete e diários do vocalista Gordon Gano. Outras foram feitas em parceria com compositores como Kevin Griffin, do Better Than Ezra, que já trabalhou com Blondie e Graham Colton, entre outros, e Sam Hollander (com músicas do One Direction a Trombone Shorty no currículo), e ainda há um cover da artista folk Cynthia Gayneau (irmã de Gano), "What You Really Mean".

As gravações de “We Can Do Anything” aconteceram em Los Angeles, Nashville e Denver, entre outras cidades, enquanto o Violent Femmes estava em turnê ano passado. A produção foi supervisionada por Jeff Hamilton, um dos integrantes da banda de apoio do Violent Femmes, Horns Of Dilemma, e John Agnello (Dinosaur Jr., Sonic Youth, Kurt Vile) ficou encarregado da mixagem..

A capa do álbum, que ilustra essa nota, foi criada por Kevin Hearn, do Barenaked Ladies, com quem o Violent Femmes saiu em turnê. Barnes também contribui tocando acordeão, guitarra, teclado e fazendo vocais de apoio em algumas das músicas, cuja lista completa você confere abaixo:

 

01. Memory

02. I Could Be Anything

03. Issues

04. Holy Ghost

05. What You Really Mean

06. Foothills

07. Traveling Solves Everything

08. Big Car

09. Untrue Love

10. I’m Not Done

 

TATE MONTENEGRO – TERRITÓRIO DA MÚSICA

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Black Stone Cherry: Veja capa e ouça uma faixa do novo disco

 

 

O grupo norte-americano Black Stone Cherry liberou novidades sobre o novo disco, quinto na carreira. O álbum se chamará "Kentucky" e chega às lojas no dia 01 de abril de 2016.

A capa de "Kentucky" foi divulgada - é a imagem que ilustra essa nota - assim como uma das faixas foi liberada para audição. "The Way Of The Future", que você ouve abaixo, é o primeiro single do álbum, que teve produção da própria banda.

De acordo com o guitarrista Chris Robertson, em comunicado oficial para a imprensa, a banda voltou ao estúdio onde gravou o primeiro disco e "uma mágica aconteceu": "Essas músicas são o coração e a alma de quem éramos em 2006 e de quem nos tornamos. Há algo muito especial nessas canções e eu mal posso esperar que vocês sintam isso", comentou o músico.

 

 

LIZANDRA PRONIN – TERRITÓRIO DA MÚSICA

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“Acho que ainda vamos tocar de novo”, diz Jason Bonham sobre o Led Zeppelin:

O baterista falou a respeito de ideia de projeto paralelo que não envolveria Robert Plant

 

 

 

Embora qualquer esperança de uma reunião do Led Zeppelin tenha sido afastada depois que Jimmy Page anunciou planos de fazer uma turnê solo em 2016, o baterista Jason Bonham revelou em uma entrevista que ele ainda acredita que as lendas do rock vão acabar dando esse gostinho aos fãs. “No meu coração, eu ainda tenho fé. Creio que ainda vamos tocar juntos”, disse ele, que assumiu as baquetas que um dia foram de seu falecido pai, John, durante a reunião única do Led em dezembro de 2007. "O que falta saber é se será algo público ou privado, mas acredito sim que tocaremos novamente.”

Em uma entrevista para a revista online Vanyaland, Bonham também falou sobre a decisão de Robert Plant de se afastar do Led Zeppelin e sobre a turnê que quase aconteceu, em 2008, com outro cantor preenchendo a vaga de vocalista (Steven Tyler, do Aerosmith, e Myles Kennedy, do Alter Bridge, estão entre os que fizemos teste). "Tive uma conversa pessoal com Robert e as coisas sobre as quais falamos foram muito especiais, e eu respeito totalmente a vontade dele. É algo entre nós e fico feliz que a gente tenha tido tempo de falar sobre isso”, Bonham disse.

"Na época, recebi uma ligação do agente de Jimmy e nós íamos nos encontrar e fazer um projeto paralelo. Então basicamente eu, Jimmy e John Paul Jones nos reunimos em algumas ocasiões para ver se conseguiríamos fazer algo. Começamos a compor juntos e havia a possibilidade de alguns vocalistas diferentes. Conforme Jimmy disse, “A gente nunca chamaria isso de Led Zeppelin'. Nos divertimos bastante. Amo Steven e amo Myles – ambos foram ótimos. É uma memória muito especial para mim.”

 

ROLLING STONE EUA

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Repertório dos Beatles deve estar disponível em streaming antes do Natal

 

 

O banda de rock mais amada da história vai passar a fazer parte dos serviços de streaming. Fontes do mercado disseram à Billboard que há uma grande chance de os beatlemaníacos ouvirem “Hey Jude” em streaming já na quinta-feira, dia 24 de dezembro.

Em 2014, circularam boatos de um acordo de exclusividade por seis meses para um dos principais serviços de streaming de música, mas o projeto fracassou. Em janeiro deste ano, o ex-executivo da área digital do Universal Music Group, Rob Wells, reiniciou as discussões, com uma possível assinatura de contrato em meados de setembro. Não se sabe quais seriam os serviços específicos de streaming relacionados ao negócio, embora pessoas ligadas ao caso sugiram que a maioria deles, se não todos, terá acesso ao catálogo da banda de álbuns de estúdio na próxima semana.

Quando questionado, um representante do Spotify disse que a empresa não faria comentários sobre o assunto. O Rhapsody também recusou-se a comentar.

Os Beatles foi um dos artistas que demoraram a se adaptar e a adotar as novas tecnologias – precisaram de seis anos para chegar a iTunes Store, onde venderam dois milhões de canções durante sua primeira semana disponível no serviço. O grupo levou 25 anos, desde o seu término em 1970, para lançar o documentário Anthology. E ignorou o mundo dos games até The Beatles: Rock Band ser lançado, em 2009. Músicas dos Beatles foram lançadas em CD em 1987, mas a banda só remasterizou seu trabalho 22 anos depois.

O grupo junta-se à revolução de streaming no momento em que o consumo de música em tais plataformas começa a ultrapassar oficialmente os downloads em geração de receita. Os Beatles já venderam 178 milhões de álbums nos Estados Unidos, segundo a RIAA.

 

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Professor vai passar um ano como David Bowie para estudo

 

 

Um professor universitário se comprometeu a viver como David Bowie por um ano para entender melhor o cantor.

De acordo com o site NME, Will Brooker, professor de cinema e estudos culturais da Kingston University, perto de Londres, viverá sua vida como diferentes personagens de Bowie após ser comissionado para escrever uma monografia sobre o ícone pop. Sua obra será intitulada Forever Stardust.

Como parte do seu projeto, Brooker vai adotar o senso de estilo, dieta e interesses culturais de cada personagem da carreira de Bowie e vai viajar aos locais de onde nasceram as personas. Ele já esteve em Brixton, Bromley e Beckenham, e visitará Berlim em setembro, segundo o The Guardian.

“A ideia é habitar o estado mental de Bowie em momentos da sua vida e carreira para entender sua obra a partir de um ângulo original, obtendo perspectivas críticas e objetivas ao mesmo “, disse Brooker. “Se você está lendo algum tipo de livros sobre ficção científica ou mágica você meio que consegue entrar na mente de Bowie e ver que às vezes ela é um lugar estranho. Um lugar perigoso, no qual você não gostaria de viver por muito tempo”, disse o acadêmico à rede australiana ABC.

“Então é bom que eu esteja passando pela sua carreira cronologicamente. Porque eu acho que a partir de 1983 ele estava limpo [das drogas]. Acho que vou pegar um bronzeado, emagrecer, mudar o meu cabelo de novo e clarear os dentes”.

“Eu espero que ele fique interessado e se divirta com a minha pesquisa. Mas eu acho que tudo o que ele diz e faz em público é uma performance, então se ele souber dela [da pesquisa], é improvável que saibamos o que ele realmente acha “, disser Brooker sobre a possível reação de Bowie ao seu projeto.

 

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