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27 MAIO 2016

Frida lança novo single gravado nos Estados Unidos The Strokes anuncia o EP Future Present Past
Com canções inéditas, MPB4 lança o disco Com novo guitarrista, Angra se apresenta em BH nessa sexta-feira
Ouça agora "The Getaway", novo single do Red Hot Chili Peppers Ouça o novo álbum de Ziggy Marley na íntegra

25/05/16

The Who pode vir ao Brasil em 2017 Bob Dylan lança álbum Fallen Angels
Banda instrumental Pollux & Castor lança seu segundo EP Jennifer Magnética lança clipe de Alzheimer
Oitenta anos de Hermeto Pascoal Garbage divulga o vertiginoso clipe de “Empty”; assista

23/05/16

Maximus Festival: Marilyn Manson, Rammstein, Disturbed Vera Loca: Concorra a 10 kits da temporada de shows em POA
Fender lança linha de monitores “In Ear” Eric Clapton lançou novo disco nesta sexta-feira (20/5)
Tem barulho novo do Rival Sons. Ouviu "Tied Up"? Autor de livro sobre rockabilly no BR fala sobre a história do gênero

20/05/16

Dead Fish celebra 25 anos de carreira com show em BH neste sábado

Em alta, Mahmundi fecha escalação do festival Vento

Paul Gilbert lança "I Can Destroy", 18º álbum solo, no final de maio

Iggy Pop não gosta do estado actual da música

Defalla: Show de lançamento de Monstro será no Ocidente

Dupla francesa Air se apresenta no Brasil em novembro

Palco Test traz 35 bandas na Virada Cultural no sábado, 21 de maio

ANTERIORES:

01 a 11/12/2015   -   14 a 18/12/15   -   21 a 29/12/15  -   04 a 08/01/2016   -   12 e 13/01/2016    -    18 a 20/01/2016    -    22 a 26/02/2016

01 a 04/03/2016   -   07 a 11/03/2016    -    11 a 18/03/2016   -    11 a 18/03/2016    -    29 a 30/03/16     -    18 a 20/04/16     -     02 a 05/05/16

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Conheça a banda mineira A Bandeja Amarela

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PROGRAMA PRÓ ATIVO 24/05/16

 

 

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Frida lança novo single gravado nos Estados Unidos

 

 

Após ter seu álbum de estreia indicado entre os melhores do gênero Pop no Prêmio Açorianos e do lançamento do single “De Olhos Fechados” no ano passado, o quarteto Frida começa oficialmente 2016 estreando nova música. “Pena de Mim” foi uma das canções gravadas quando a banda foi até a sede mundial da icônica marca de calçados Converse, em Boston (EUA), por ocasião do projeto Converse Rubber Tracks Worldwide.

Na ocasião, o grupo brasileiro gravou e mixou com o produtor David Minehan – que já atuou junto a Aerosmith, The Replacements e Paul Westerberg. A sessão de gravação contou ainda com uma participação especial de Evan Kenney, vocalista da banda norte-americana Dirty Bangs e manager do estúdio Rubber Tracks Boston.

“Pena de Mim” tem clipe com produção e edição sob os cuidados do selo The Southern Crown. O vídeo conta com imagens feitas pela banda e produção durante a viagem aos Estados Unidos, além de takes gerais de Boston.

 

A banda

Frida é formada por Sandro Silveira (guitarra e voz), Andriel Cimino (guitarra), Vinicius Braga (baixo) e Luis Mausolff (bateria). Em 2016, além do lanamento da faixa “Pena de Mim”, a banda segue fazendo shows e deu início aos ensaios e pré-gravações de novas composições que devem integrar um próximo álbum.

O grupo chama a atenção no cenário musical brasileiro e no exterior desde 2009, quando teve início. Frida venceu a etapa nacional do concurso ibero-americano Universia U-Rock, foi escolhida por voto popular como revelação da Região Sul pelo portal Oi Novo Som, se apresentando no teatro Oi Futuro (RJ), participou nos festivais El Mapa de Todos, Noite Senhor F e Morrostock e foi destaque no portal britânico Independent Music News em 2014 como uma das dez bandas brasileiras mais promissoras.

 

Primeiro álbum

Com o lançamento do álbum homônimo, gravado no estúdio Mubemol, em Porto Alegre, sob a produção de Iuri Freiberger, o reconhecimento crescente se consolidou em torno do grupo. Frida foi apontada como uma das representantes da nova geração de bandas nacionais por diversos críticos, jornalistas e veículos especializados do país e também no exterior. Essa acolhida de público e crítica foi coroada com a indicação do disco na categoria Melhor Álbum Pop no Prêmio Açorianos de Música 2015.

 

Converse Rubber Tracks

A convite da Converse, a banda foi a Boston (EUA) pelo projeto Converse Rubber Tracks Worldwide, que teve mais de 9 mil inscrições de bandas de todo o mundo, sendo 84 o total de selecionadas para gravação em doze renomados estúdios. Na ocasião em estúdio, o grupo registrou três faixas.

Confira o vídeo abaixo:

 

 

ROCK GAÚCHO

 

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The Strokes anuncia o EP Future Present Past com três faixas inéditas; ouça

Material inédito é o primeiro da banda desde 2013

 

 

Depois de algum mistério sobre o lançamento de material inédito, os Strokes anunciaram oficialmente o EP Future Present Past.

O material, que contém as faixas "Drag Queen", "OBLIVIUS" e "Threat of Joy", está à venda na página da gravadora Cult Records. Na página, a faixa "OBLIVIUS" pode ser ouvida - clique aqui para acessar. Na mesma página, todas as três músicas devem ser disponibilizadas para streaming ainda nesta sexta-feira (26).

O EP inédito dos Strokes chega a tempo do festival Governors Music Ball, que ocorre em junho nos Estados Unidos. Em fevereiro, os organizadores do evento disseram que a banda traria novas músicas para seu show no festival.

Há algum tempo se fala sobre os rumores de um possível novo álbum dos Strokes. Em abril do ano passado, ele voltou a afirmar que a banda estava compondo novamente, e o grupo chegou a ser fotografado em estúdio, em dezembro. Em janeiro, porém, o guitarrista Albert Hammond Jr - atração do Lollapalooza Brasil 2016 - disse que não há planos de lançar novas músicas.

O último álbum do grupo foi Comedown Machine , de 2013. Casablancas foi uma das atrações do Lollapalooza 2014 - leia a crítica.

 

BRUNO SILVA – OMELETE UOL

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Com canções inéditas, MPB4 lança o disco '50 anos - O sonho, a vida e a roda via!'

Com décadas de história grupo reúne jovens compositores que defendem a arte como política

 

 

Camila Guimarães/divulgação (foto: Camila Guimarães/divulgação)

O MPB4, talvez o mais famoso grupo vocal da música popular brasileira, celebra seus 50 anos de carreira – na verdade, um pouco mais – com novo CD: 50 anos – O sonho, a vida e a roda viva! (Sesc). Apesar de o título sugerir obra retrospectiva, trata-se de um álbum de inéditas. É o primeiro trabalho com a presença de Paulo Malaguti, escalado para o lugar de Magro Waghabi, que morreu em 2012, além de Dalmo Medeiros (substituto de Ruy Faria, que deixou o grupo em 2004) e dos fundadores Miltinho e Aquiles. “Os novos integrantes têm perfil e experiência que se afinam com a do grupo”, conta Miltinho.

A morte de Magro colocou em risco a continuidade do grupo, mas, durante o velório, a viúva do cantor e diretor musical estimulou os colegas a não interromper a carreira. Miltinho recorda que foi um momento de reflexão. “Sabíamos que tínhamos um papel para o canto vocal e veio a consciência da nossa importância para a MPB. Decidimos que o show tem que continuar”, observa

Os shows que o MPB4 vem fazendo no país e o lançamento do CD soam como recomeço. A história, porém, é longa. O grupo foi articulado por volta de 1962, atuando em unidades do Centro Popular de Cultura (CPC), movimento voltado para a valorização da arte brasileira e canções de protesto. “Com o golpe militar de 1964, não podíamos mais ser quarteto CPC. Assim, passamos a nos chamar MPB4, nome que todos odiaram”, conta Miltinho, com bom humor. “Fomos nós que inventamos a sigla MPB”, avisa, informando que, nos anos 1960, a sigla traduzia uma atitude “bem radical”: a decisão de só cantar música brasileira.

 

“O MPB4 é reconhecido como grupo com história artística séria, com atitude. Quando começamos, acreditávamos que era possível fazer revolução e mudar o Brasil. Mas a dança não foi essa. Apanhamos e, quando vimos, estávamos numa ditadura que durou 20 anos”, lamenta. Ao mesmo tempo, o quarteto participou de “muitas revoluções”, ocorridas a partir da segunda metade da década de 1960. Miltinho cita como exemplo a mudança nos costumes e a transformação da música brasileira.

“Somos pós-Bossa Nova. Bebemos a água desse rio maravilhoso. Com letras mais contundentes e que refletiam a realidade, fomos além da postura só contemplativa. Abriram-se outras possibilidades musicais”, observa, citando as guitarras de Lô Borges, Beto Guedes e Toninho Horta, “diferentes” das dos baianos e do rock.

A fama de grupo engajado rendeu outro problema ao quarteto. “Passamos a receber músicas extremamente políticas, mas horrorosas. Veio, então, a necessidade de tirar a capa que nos envolvia”, diz Miltinho. Essa mudança está expressa na caixa recém-lançada que reúne os discos 10 anos depois (1975), Canto dos homens (1976) e Vira virou (1980). O primeiro álbum recorda o início da carreira, enquanto o segundo fala de tempos sombrios no Brasil e o terceiro é mais leve, sem o peso de Canto dos homens.

Miltinho não esconde a apreensão com o atual momento político brasileiro e condena “o golpe jurídico-político”. “Estamos vivendo dias difíceis, de esperar pelo pior, com a esperança de que venham dias melhores. Houve deslizes do PT, fizeram coisas erradas, mas também muitas coisas boas foram realizadas”, argumenta. “Hoje, vemos que a arte é, naturalmente, social. Pode não mudar o mundo, mas chama a atenção para muitas coisas”, pondera Miltinho.

 

NOVA GERAÇÃO

O novo álbum traz 13 canções. Entre elas, Jornal de ontem, parceria do mineiro Sérgio Santos com Joyce Moreno, que acrescenta mais peças à obra de um grupo singular. Disco de tons líricos, fala da vida, de ser feliz e do Brasil. É bem-humorado – como se vê na faixa Ateu é tu, de Rafael Altério e Celso Viáfora – e também irônico, como mostra Brasileia, de Guinga e Thiago Amud. Leveza fina, elegante e madura, voltada para apresentar um ponto de vista sobre o mundo e sua diversidade.

Miltinho vai logo avisando: não tem distanciamento para analisar o novo CD. Diz que, como em outras vezes, o grupo caprichou em todos os aspectos – dos arranjos vocais à valorização de autores jovens e veteranos. A escolha do repertório se deu por voto dos integrantes, pontuando letras expressivas, atualidade de conteúdo e belas melodias.

“Estamos mais soltos, vemos a música com a serenidade que a idade traz”, observa Miltinho, recordando que, nos primeiros 15 anos, a turma adotou como opção preferencial as composições políticas. “Se é necessária a postura de defesa da justiça e da liberdade diante da vida, o que fizemos e continuamos a fazer, também é importante ter prazer, beleza no que se canta”, argumenta.

O repertório do CD foi escolhido a partir do pedido de canções aos amigos compositores e pelas redes sociais. Dezenas de músicas foram ouvidas. “Há produção farta, mas você tem que buscá-la”, observa Miltinho. O processo de seleção despertou nele a simpatia pelo mundo indie (apresentado, inclusive, pelo filho, também músico) e pela profusão de diversidade estética de propostas.

“Há garotos, uma geração nova de instrumentistas tocando maravilhosamente”, elogia. Miltinho saúda o conhecimento musical da moçada. “Na minha época, era ouvir disco na vitrola e tirar a música de orelha”, brinca. “Internet é uma sorte. O que está na mídia, particularmente na TV aberta, não nos representa. É muito ruim, especialmente no conteúdo”, critica.

 

WALTER SEBASTIÃO – PORTAL UAI

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Com novo guitarrista, Angra se apresenta em BH nessa sexta-feira

Banda promete tocar sucessos de várias épocas da carreira no Music Hall

 

 

Angra / Divulgação Marcelo Barbosa (à direita) estará no lugar de Kiko Loureiro (à esquerda) , que deixou o grupo ano passado (foto: Angra / Divulgação )

 

Uma celebração. É o que promete a banda paulista de metal progressivo Angra, no show que será realizado no Music Hall, nesta sexta-feira. A apresentação contará com vários clássicos do grupo e mostrará aos fãs a íntegra do álbum Holy Land, que foi lançado em 1996 e está comemorando 20 anos. Quando foi para o mercado, o disco foi bem aceito. Muito conceitual, mostra uma mistura de ritmos, que casou bem com o metal característico do Angra.

Segundo disco da banda, 'Holy land' se tornou um álbum clássico e entrou na seleta lista de quatro trabalhos escolhidos pelos músicos como mais reconhecidos e pedidos pelo público, como confirma o guitarrista Rafael Bittencourt. ''Ele ('Holy land') está entre os álbuns mais conhecidos. Temos quatro discos mais emblemáticos na nossa carreira: Angels Cry, Holy Land, Rebirth e Temple os Shadows. Agora faz 20 anos do lançamento do Holy Land. Então a gente quis celebrar isso'', frisou.

Rafael é único que ainda está na banda e que participou das gravações do disco. ''Sou o único que sobrou dessa época. E como estamos com uma formação nova, com o Marcelo Barbosa (guitarrista) no lugar do Kiko Loureiro, com o Fábio Lione, quisemos mostrar para o público que este pessoal está altamente capacitado. O 'Holy land' faz parte da trajetória da formação destes músicos que estão no Angra. Todos eles têm um envolvimento como fãs do Angra. Eles tocam este disco com muita paixão, muita garra. E o público se identifica com ele. E a principal razão foi fazer uma homenagem ao Holy Land'', disse.

Quem for ao Music Hall poderá conferir músicas de várias épocas da carreira do Angra. Segundo Rafael Bittencourt, o set list irá contemplar grande parte dos discos do grupo, que começou em 1991 e já lançou oito álbuns de estúdio, tendo uma carreira bem consolidada no mercado brasileiro e no exterior, e uma legião de fãs.

“Começamos o show com uma música do 'Secret garden' (2014). Depois volta para uma do 'Temple of shadows' (2004), e depois a gente toca uma mais antiga ainda, que foi gravada com a antiga formação. Aí a gente para tudo e toca o 'Holy land' na íntegra, desde o começo até o final, na ordem, inclusive. Em seguida, retomamos algumas canções. A ideia é fazer um apanhado de todos os álbuns. Porém, hoje em dia é difícil fazer um apanhado de todos os álbuns e ainda tocar o Holy Land na íntegra, pois fica um show muito grande. Então as vezes a gente troca. Toca uma de um disco em um show, em outro fazemos outra música. Nosso problema é que tem bastante música boa que funciona ao vivo. Mas algumas têm que ficar de fora”, revelou o guitarrista.

Desde o ano passado, Kiko Loureiro não faz mais parte do Angra. Pelo menos não na parte musical. Convidado por Dave Mustaine, ele assumiu a guitarra do Megadeth e, com a extensa agenda de shows pelo mundo da banda norte-americana, ficou impossível conciliar os dois projetos paralelamente. Kiko ainda tem uma elogiada carreira solo, com quatro trabalhos lançados.

Para assumir lugar, o Angra recrutou Marcelo Barbosa, guitarrista do Almah. Segundo Rafael, a troca foi um sucesso. ''A interação da banda tem sido excelente. As pessoas têm aceitado muito bem o Marcelo. Tem um núcleo de músicos, guitarristas, que ficam na frente dele, nos shows, babando nele, porque ele é um guitarrista do mesmo nível do Kiko, e que respeita os solos do Kiko. Ele tirou todos os solos do Kiko, nota por nota. Nossa relação é ótima, nessa atual formação. Temos uma relação leve, alegre, sempre brincando, uma admiração recíproca, um orgulho recíproco, que é muito sincero'', elogiou. Além de Rafael e Marcelo, o Angra hoje conta com Fábio Lione (vocal), Felipe Andreoli (baixo) e Bruno Valverde (bateria).

Rafael fez questão de explicar a atual relação de Kiko Loureiro com a banda e garantiu que ele segue como membro, mas na parte administrativa. ''O Kiko está muito próximo, toma as decisões conosco, ajuda na elaboração de todos os processos, endossando, colaborando. Todas as decisões que a gente toma, inclusive na escolha do Marcelo Barbosa, ele participou. Está sempre envolvido com as decisões. Ele é um membro da banda na parte administrativa, na parte das decisões''.

Finalizando, Bittencourt fez questão de elogiar a capital mineira, quando se trata de shows de heavy metal. ''Belo Horizonte tem tradição legal de frequentar os show de metal. É certo que você faz um show de metal em BH, vai ter público. Não só pelo hábito de ouvir, mas de frequentar os shows. BH sempre recebe muito bem o Angra. Gostamos muito de tocar na cidade. As outras cidades também, mas nem todas as cidades tem público com tradição de frequentar os shows de metal. Isso faz com que você tenha menos produtores de shows e menos convites'', disse.

O show de abertura fica por conta da banda paulista Noturnall, que conta com o baterista Aquiles Priester, ex-músico do próprio Angra e que gravou um disco com Paul Di’Anno, ex-vocalista do Iron Maiden.

 

Serviço

Angra & Noturnall

Data: 27 de maio de 2016

Local: Music Hall (Av. do Contorno, 3.239 - Sta Efigênia, BH)

Abertura da casa: 20h

Show Noturnall: 21h15

Show Angra: 23h

Classificação (Pista): 16 anos

Classificação (Camarote open-bar): 18 anos

Ponto de venda sem taxa (Vendas apenas dinheiro): Loja Túnel do Rock (Rua Rio de Janeiro, 839, Centro, BH)

Demais pontos de venda (sujeito a taxa de serviço e taxa de cartões):

Aplicativo Central dos Eventos Mobile

Loja Central dos Eventos (R. Fernandes Tourinho 470, Lj 16)

Galeria C&A Centro | Loja Central dos Eventos

Big Shopping Contagem | Quiosque Central dos Eventos

Shopping Pampulha Via Brasil | Loja Central dos Eventos

Shopping Sete Lagoas | Quiosque Central dos Eventos

 

DANIEL SEABRA – PORTAL UAI

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Ouça agora "The Getaway", novo single do Red Hot Chili Peppers

Banda lança álbum homônimo no dia 17 de junho

 

 

 

No próximo dia 17 de junho, o Red Hot Chili Peppers mostrará ao mundo seu novo disco “The Getaway”. Depois de conhecermos "Dark Necessities", é a vez da faixa-título, que foi disponibilizada nesta quinta-feira, 26.

 

O sucessor de “I’m With You” (2011) foi produzido por Danger Mouse e mixado por Nigel Godrich e terá 13 canções.

 

Ouça a música:

 

 

Confira a tracklist de “The Getaway”, que sucede “I´m With You”, de 2011:

 

1. The Getaway

2. Dark Necessities

3. We Turn Red

4. The Longest Wave

5. Goodbye Angels

6. Sick Love

7. Go Robot

8. Feasting on the Flowers

9. Detroit

10. This Ticonderoga

11. Encore

12. The Hunter

13. Dreams of a Samurai1. The Getaway

2. Dark Necessities

3. We Turn Red

4. The Longest Wave

5. Goodbye Angels

6. Sick Love

7. Go Robot

8. Feasting on the Flowers

9. Detroit

10. This Ticonderoga

11. Encore

12. The Hunter

13. Dreams of a Samurai

 

Confira a capa do disco em detalhes:

 

 

MARCOS FERREIRA - GUITAR TALKS

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Ouça o novo álbum de Ziggy Marley na íntegra

 

 

Ziggy Marley lança oficialmente nessa sexta-feira, 27 de maio, um novo álbum, o sexto na carreira. Autointitulado, o disco foi gravado em Los Angeles e produzido pelo próprio artista. E você pode ouvi-lo na íntegra no player no final desta nota.

 

O novo repertório é composto por 12 faixas, listadas abaixo, e além de Marley conta com os músicos Lyle Workman (Sting, Beck), Steve Ferrone (Tom Petty), Brain Macleod (Sheryl Crow), Zac Rae (Death Cab For Cutie, Lana Del Ray), Abe Laboriel (Michael Jackson, Quincy Jones, Paul McCartney) e Dave Wilder (Macy Gray, Barrington Levy).

 

01. Start It Up

02. Better Together

03. Amen

04. Love Is A Rebel

05. Weekend's Long

06. Heaven Can't Take It (com Stephen Marley)

07. Ceceil

08. I'm Not Made Of Stone

09. Marijauanaman

10. We Are More (Mi Amore)

11. Butterflies

12. We Are The People

 

"Ziggy Marley", o disco, sucede "Fly Rasta", que chegou às lojas em 2014 e deu a Marley o Grammy de 2015 de melhor álbum de Reggae.

 

 

LIZANDRA PRONIN – TERRITÓRIO DA MÚSICA

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25/05/16

Graveola lança “Aurora”, último single antes do novo álbum; ouça

 

 

No início de junho de 2016, o álbum Camaleão Borboleta, os mineiros do Graveola, ganha as ruas via Natura Musical.

Enquanto o álbum não chega, eles soltam singles. “Aurora” é o terceiro deles e último antes do lançamento do álbum. A composição já é tocada em shows e é conhecida pelos fãs da banda. Mas agora você ouve a versão de estúdio, em primeira mão, aqui na Billboard Brasil:

 

Clique na imagem abaixo e ouça:

 

 

BILBOARD BRASIL

 

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The Kills estreiam terceiro vídeo do novo álbum

Os The Kills têm novo vídeo retirado de «Ash & Ice».

 

 

 

O álbum só é editado a 3 de Junho mas este já é o terceiro single. Depois de «Heart Of a Dog» e «Doing It To To Death», agora chega «Siberian Nights».

 

A realização do vídeo foi de Giovanni Ribisi. A 3 de Novembro, «Ash & Ice» é apresentado no Coliseu dos Recreios.


 

DISCO DIGITAL (Portugal)

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Palmer: conheça o Bass Pocket AMP

 

 

 

A fabricante Palmer está colocando no mercado uma espécie de canivete suíço para os baixistas que precisam de mobilidade, portabilidade e variedade de timbres. Trata-se do Bass Pocket Amp, um DI, que pode ser usado para gravações, shows ou simplesmente para praticar em casa, com fones de ouvido. Em formato compacto, oferece três opções de gabinete (flat, modern, vintage) e três possibilidades de overdrive (fuzz, overdrive, clean). Além disso, vem equipado com oito botões para regulagens de frequências, volume, saturação e mistura de canais. 

 

GUILHERME ZANINI – GUITAR PLAYER

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Festa vai sortear guitarra autografada pela banda Iron Maiden

Cerca de 100 mil rifas serão vendidas na festa 'Back in Jack', no Jack Rock Bar, nesta

 

Felipe Muniz/Divulgação (foto: Felipe Muniz/Divulgação)

 

Uma guitarra autografada pelos integrantes do Iron Maiden! será o diferencial da tradicional festa Back in Jack, no Jack Rock Bar. O instrumento foi doado pela banda para arrecadar fundos para o hospital Mário Pena. Rifas estão à venda por R$ 10 reais. Ao todo serão 100 mil rifas.

 

A guitarra foi autografada no dia 19 de março, durante show realizado na capital mineira. Para os entendidos, o modelo é Jackson Signature Adrian Smith – White Snow. A guitarra também vai visitar o Lord Pub e o Circus Rock Bar, até a data do sorteio, marcado para 13 de julho. As atrações desta quarta no Jack Rock Bar são as bandas Seu Madruga (AC/DC) e Laranja Mecânica.

 

Jack Rock Bar

Quarta, 25/5, véspera de feriado. Av. do Contorno, 5.623, Funcionários. Mais informações: www.circuitodorock.com.br

 

PORTAL UAI

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Com novo vocalista, Nazareth, do hit “Love Hurts”, faz shows no Brasil

Quarteto veterano dos anos 1970 faz duas apresentações no país esta semana, em Vila Velha e Brasília

 

 

 

A banda escocesa Nazareth está novamente em nosso território, desta vez para duas apresentações. Uma acontece na noite desta terça, 24, na Área de Eventos do Shopping Vila Velha (Vila Velha, Espírito Santo) e a outra será realizada em Brasília, no Net Live, na quarta, 25. Apesar de velhos conhecidos do público brasileiro, eles ainda se sentem como desbravadores, de acordo com Pete Agnew, baixista, fundador e agora o único integrantes da formação original do grupo. “Antes, nós íamos muito para locais como São Paulo e Paraná. Agora, estamos explorando outros locais. Desta vez será assim”, conta.

 

O Nazareth está há quase 50 anos na estrada. A banda apareceu em 1968, no momento em que o psicodelismo começava a se juntar ao blues e à soul music. Nos anos 1970, caiu de cabeça no hard rock, mas sempre procurou manter o groove. Na metade daquela década, emplacou hits como a power ballad “Love Hurts” e clássicos como “Hair of The Dog” , "Holy Roller" e "Razamanaz", que até hoje se fazem presentes na programação de rádios de classic rock. Agnew diz que ainda se sente surpreso com a longevidade que conseguiram “Nunca pensei que estaríamos aí por tanto tempo. Eu pensei que iríamos durar apenas uns cinco anos”, admite.

Ele tenta explicar o sucesso da banda: “Nós fazemos um som consistente. Apesar das mudanças na formação, os músicos substitutos são sempre de primeira linha”, crava. “O Nazareth também sempre primou pela versatilidade e todos nós ouvimos um pouco de tudo. Eu, por exemplo, sempre fui ligado em Elvis Presley, Motown e também no som dos nossos colegas da década de 1970. Isso fica evidente em tudo que fazemos.”

Desta vez, o Nazareth vem ao Brasil com uma novidade, em relação à passagem anterior: Carl Sentance, atualmente no lugar do vocalista Dan McCafferty, que esteve desde o começo e saiu em 2013. McCafferty ficou doente já não conseguia lidar com a maratona de show do Nazareth, de forma que optou por deixar a banda. Linton Osborne tomou conta dos vocais em 2014 e durante parte de 2015. Depois, cedeu o posto a Sentance. Agnew garante que foi uma transição tranquila e que trabalhar com Sentance deu um novo vigor ao grupo. “O importante é que Carl não veio imitando o estilo do Dan. Ele apareceu com ideias próprias e um jeito muito peculiar de dar vida aos nossos velhos clássicos. Ele é muito talentoso, além de ser um cara legal. Por isso, até parece um novo começo.”

 

PAULO CAVALCANTI – ROLLING STONE BRASIL

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Dinosaur Jr. anuncia lançamento de novo disco, Give a Glimpse of What Yer Not

“É fantástico”, disse Henry Rollins sobre o álbum, em vídeo que revelou o sucessor de I Bet on Sky (2012)

 

 

O Dinosaur Jr. anunciou o lançamento de um novo disco, chamado Give a Glimpse of What Yer Not. Primeiro álbum dos gigantes do rock alternativo desde de I Bet on Sky, de 2012, o LP traz 11 faixas e sai no dia 5 de agosto pelo selo Jagjaguwar.

O Dinosaur Jr. anunciou formalmente o novo disco com um vídeo humorístico, estrelando Henry Rollins. “Enviaram-me uma cópia do mais novo álbum do Dinosaur Jr., Give a Glimpse of What Yer Not e, como todo outro disco do Dinosaur Jr., é fantástico”, diz ele no vídeo (assista abaixo).

Rollins ainda faz mais elogios ao grupo de J Mascis, Lou Barlow e Murphy. “Eles são uma das minhas bandas favoritas e uma das melhores bandas ao vivo em todos os tempos”, comenta. “Mal posso esperar para que você ouça este disco – você vai amá-lo.”

Give a Glimpse of What Yer Not já está disponível em pré-venda no site oficial do Dinosaur Jr. O trio de rock alternativo também anunciou nesta terça, 24, que sairá em turnê pela América do Norte, com shows agendados entre setembro e outubro nos Estados Unidos e Canadá.

 

Abaixo, assista ao vídeo com Henry Rollins.

 

 

Capa e tracklist de Give a Glimpse of What Yer Not

 

 

 

1. "Goin Down"

2. "Tiny"

3. "Be A Part"

4. "I Told Everyone"

5. "Love Is..."

6. "Good To Know"

7. "I Walk For Miles"

8. "Lost All Day"

9. "Knocked Around"

10. "Mirror"

11. "Left/Right"

 

ROLLING STONE EUA

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24/05/16

The Who pode vir ao Brasil em 2017

 

 

Os fãs brasileiros do The Who esperam há muitos anos. Mais de 50, na verdade. Mas agora parece que está confirmado: o The Who deve vir ao Brasil em 2017 para quatro shows entre os meses de março e abril. A informação é do jornal Folha de São Paulo. Não há mais detalhes divulgados por enquanto.

A banda, que nunca se apresentou por aqui em seus mais de 50 anos de carreira, anunciou em 2014 que faria sua última turnê, passando por locais onde ainda não haviam tocado anteriormente. As expectativas dos fãs aumentaram, mas nada de o grupo anunciar shows no Brasil.

Da formação original, o The Who tem apenas dois integrantes: o vocalista Roger Daltrey e o guitarrista Pete Townsend. Keith Moon, o baterista, faleceu em 1978, quando tinha 32 anos, e o baixista John Entwistle morreu em 2002, aos 57 anos de idade.

 

LIZANDRA PRONIN – TERRITÓRIO DA MÚSICA

 

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Bob Dylan lança álbum Fallen Angels

 

 

O cantor Bob Dylan lançou nesta sexta-feira (20/05), seu 37º álbum de estúdio, Fallen Angels. No disco, o cantor regravou 12 músicas clássicas americanas, imortalizadas na voz de Frank Sinatra.

O álbum está recebendo boas resenhas dos críticos especializados, que elogiaram a performance de Dylan. No Metacritic, site especializado na avaliação de discos, Fallen Angels recebeu a nota 80. A nota máxima que um álbum pode receber é 100.

 

BILBOARD BRASIL

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Banda instrumental Pollux & Castor lança "Efeméride", seu segundo EP

Trabalho sai via Bichano Records

 

 

Pollux & Castor - Foto: Marianne Magalhães

 

Com apenas três faixas inéditas, a banda Pollux & Castor diz ao que veio, trazendo a união das guitarras tortas e furiosas dos anos 90 com a urgência do punk e do hardcore. A criatura que nasceu disso foi o disco “Efeméride”, um lançamento da Bichano Records. A banda de música intrumental já tem na bagagem um EP homônimo.

Arnóbio Antonio (guitarra), Dan Carelli (baixo), Danilo Fiotti (guitarra) e Raul Teodoro (bateria) voltam com o segundo EP de suas carreiras, transformando em notas galácticas toda atmosfera interior de cada membro. A trinca de músicas foram gravadas no Family Mob Studios por André KBelo e Jean Dolabella e no Pollux & Castor Home Studio por Danilo Fiotti – também responsável melas mixagens. A arte do EP é de Carolina Matsubara. A gravação faz parte do projeto Converse Rubber Tracks.

O show de lançamento de “Efeméride” está marcado para sábado, dia 28, no festival Sinewave + Bichano, no Morfeus Club (Rua Ana Cintra, 110 – Santa Cecília/São Paulo). O evento, que começa às 18h, é uma parceria entre a Bichano Records e o selo Sinewave. Além da Pollux, tocam na mesma noite Nvblado, Herod e Mais Valia. A entrada é R$ 20.

 

Ouça o novo EP da Pollux & Castor:

 

 

FELIPE MADUREIRA – GUITAR TALKS

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Jennifer Magnética lança clipe de Alzheimer

Belo vídeo usa dança contemporânea para ilustra temática tensa da canção

 

 

Direto de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, com direito a quatro discos de estúdios e batendo a casa de uma década de estrada, a Jennifer Magnética continua botando na rua bons trabalhos, a exemplo do disco O Nascimento dos Planetas, de 2015.

O trio disponibilizou na última semana um clipe para a penúltima faixa do disco, “Alzheimer”. O registro tem direção e montagem de Camila Machado, com a Cinematique Produções. Além disso, o vídeo canta com os atores Fernanda Santa Rosa e Marcos Gautto exibindo uma bela dança conjunta.

 

O disco da banda pode ser baixado no site oficial da Jennifer Magnética.

 

Jennifer Magnética – Alzheimer

 

 

MARCOS XI – ROCK I N PRESS

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Oitenta anos de Hermeto Pascoal: o que se passa na mente do "Bruxo Albino"

Reportagem do Estado de Minas foi recebida com exclusividade pelo artista em sua casa, no Rio de Janeiro

 

 

Para entrevistar um dos maiores músicos do mundo, é preciso ir até o Rio de Janeiro e rumar para o Jabour, bairro na Zona Oeste, vizinho de Bangu. É um lugar tão afastado do Centro que recomenda-se reservar no mínimo uma hora de carro só para chegar lá. Com a Avenida Brasil em obras, dá tempo de saber que o motorista do táxi (o Cláudio) mora no Méier, ainda não pagou a escola dos filhos e gosta de angu bem molinho. A viagem levou quase duas horas e meia.

 

“Aqui é o interior do Rio de Janeiro”, brinca o multi-instrumentista e compositor Hermeto Pascoal, já estendendo a mão direita para o cumprimento. Ele se levanta do sofá, cuja estampa colorida não chega aos pés de sua camisa laranja, cheia de flores. Calça preta bem folgada, sandália de couro, relógio de ponteiro com passarinhos no punho esquerdo e, sobre os longos cabelos brancos presos, o chapéu. O apartamento simples, transformado em escritório, fica no bloco vizinho àquele onde Hermeto mora com a família do filho, Fábio, percussionista de sua banda.

A conversa com o artista, que completa 80 anos em 22 de junho, começa com a troca de impressões sobre o show que seu grupo fez em Juazeiro, no interior da Bahia, seis anos atrás. A fantástica apresentação ocorreu num teatro para não mais que 300 pessoas: Hermeto tocava e regia os músicos em composições que pareciam feitas bem naquele momento. O nível de entrosamento revelava a absurda perícia técnica dos envolvidos. A música do “Bruxo Albino” só falta ter cor.

 

 

“Digo que sou 100% intuitivo. Sinto as coisas e, quando quero escrever, pego o papel e faço. Mas não quero premeditar nada sobre o que vou tocar. Mesmo que faça uma lista de músicas, a gente nunca cumpre. Vão acontecendo coisas no meio do show... O começo dele já é solto, não tem jeito. Sinto umas coisas na hora e gosto de pegar todo mundo de surpresa. É lindo. Passo isso para o público”, conta.

Hermeto faz isso não apenas com o piano, mas “tocando” toda sorte de objetos – a chaleira, que virou sua marca registrada, ficou famosa.

Quem tenta premeditar tudo e se preparar demais perde a chance de ser criativo e, realmente, ser o que se é, acredita o compositor. Isso vale para o público. “É preciso se entregar. Não é ouvir uma música minha e eu explicar. Minha explicação serve para mim. Para que explicar? Por isso, é importante o cara que cria ser legal, pois tem a responsabilidade de ser livre. Não é ter compromisso com o público, pois, se tiver, fica preso. Tenho vontade de fazer as coisas, tenho amor”, explica.

De repente, o hino do Botafogo toca no celular de Fábio, filho de Hermeto Pascoal, que está na mesa ao lado organizando as partituras que o pai passou a escrever em tudo o que vê pela frente – guardanapo de pano, abajur, bandeja, copo, cartolina, revista de bordo, assento de vaso sanitário. Elas serão reunidas em uma exposição na capital fluminense, marcada para junho. Ele atende a ligação e começa a conversar, enquanto Hermeto discorre sobre como equilibra o saber e o sentir.

– Ô, Fábio, se você ficar falando aí fica esquisito – protesta.

O filho logo some pelo corredor. O pai retoma o raciocínio: “Não temos nem o poder nem o direito de premeditar nada. Senão, saberia o dia em que vou morrer. Se a gente soubesse de tudo antes, aí o saber seria mais importante do que o sentir. A gente tem intuição para fazer as coisas, é levado a pensar nas coisas. A gente não tem como premeditar. Temos algo mais importante: a intuição. Sem a intuição, o saber, coitado dele, não funciona. O mundo está botando o saber na frente e estamos pagando pecado por isso”.

“O cara que cria tem a responsabilidade de ser livre” - Hermeto Pascoal, compositor

 

EDUARDO TRISTÃO GIRÃO – ESTADO DE MINAS

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Garbage divulga o vertiginoso clipe de “Empty”; assista

A faixa integra o novo álbum do grupo, Strange Little Birds, que será lançado no dia 10 de junho

 

 

Nesta segunda, 23, a Garbage divulgou o vídeo para o single “Empty”, do álbum ainda inédito Strange Little Birds. No clipe, as câmeras giram ao redor dos roqueiros enquanto eles são bombardeados por flashes de luzes.

“Tenho me sentido tão frustrada/Nunca serei tão boa quanto gostaria”, canta Shirley Manson, enquanto os músicos Duke Erikson, Steve Marker e Butch Vig tocam um rock que remete ao grunge e à cena alternativa de Seattle dos anos 1990.

“Para mim, essa gravação estranhamente se parece mais com o nosso primeiro disco do que com os os trabalhos mais recentes”, declarou a vocalista em um comunicado. “Estamos revisitando o estado de espírito de quando éramos iniciantes. De certa forma, isso se deve ao fato de não devermos mais nada a ninguém.”

Shirley contou à Rolling Stone EUA que está buscando abordar temas mais maduros nesse disco: “Eu sinto que todas as vezes em que faço um álbum ele será o último da minha vida. Eu posso morrer amanhã. É por isso que tento cantar sobre o que sinto que é necessário dizer. De um ponto de vista lírico, nosso novo trabalho é um álbum romântico. E o que eu quero dizer por romântico é que ele é vulnerável e frágil.”

 

Assista abaixo ao clipe da faixa “Empty”.

 

 

ROLLING STONE EUA

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23/05/16

Far From Alaska e Project 46 também estão entre as atrações

 

 

São Paulo está na rota de um novo evento musical. O Maximus Festival acaba de anunciar o line-up de sua primeira edição. Focado no som mais pesado, os rolam no autódromo de Interlagos no dia 7 de setembro.

Foram confirmadas as atrações internacionais Marilyn Manson, Rammstein, Disturbed Halestorm, Black Stone Cherry, Shinedown, RavenEye, Bullet For My Valentine e Hellyeah. O Brasil vem representado por Far From Alaska, Project 46, Doctor Pheabes, Woslom e Ego Kill Talent.

Daqui, o Maximus Festival parte para Buenos Aires, na Argentina, no dia 10 de setembro.

As informações para venda de ingressos serão divulgadas na próxima sexta-feira, 27.

 

MARCOS FERREIRA – GUITAR TALKS

 

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Vera Loca: Concorra a 10 kits da temporada de shows no Theatro São Pedro

 

 

 

Porto Alegre recebe novamente, desta vez em temporada, o show "Acústico" da banda Vera Loca! Serão três datas no Theatro São Pedro, com direito a convidados super especiais! E o Rock Gaúcho.com te coloca dentro do teatro na estreia, sexta-feira, 27 de maio, onde o show terá a participação especial de Thedy Corrêa, do Nenhum de Nós! Serão sorteados 10 kits contendo: 1 (um) vale-ingresso para qualquer setor do teatro, 1 (um) vale-bônus que dá 50% de desconto em qualquer ingresso do show do dia 27 e 1 (um) postal promocional da banda!

Para concorrer, acesse https://www.sorteiefb.com.br/tab/promocao/556784  e clique em "Quero Participar!". Aceite o aplicativo do Sorteie.me, que gerencia a promoção e é totalmente seguro, e você já estará participando! Aproveite para curtir a página do Rock Gaúcho e saber todas as novidades musicais do RS.

Mas atenção: Tanto o vale ingresso, quanto o vale-bônus, não são garantias de ingresso! Troque o quanto antes na bilheteria do teatro, conforme disponibilidade.

 

ROCK GAÚCHO

 

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Fender lança linha de monitores “In Ear”

 

 

 

A Fender está colocando no mercado a linha de monitores ‘In Ear’ Pro Series. São cinco modelos, todos desenvolvidos em Nashville (EUA). Cada um deles apresenta uma configuração distinta, com valores que vão de 99 a 499 dólares. A empresa divulgou um vídeo na última semana apresentando o equipamento. Assista a seguir.

 

 

GUILHERME ZANINI – GUTAR PLAYER

 

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Eric Clapton lançou novo disco nesta sexta-feira (20/5)

Com o mesmo produtor de 'Slowhand', 'I still do' revisita as raízes que o artista tem no blues

 

 

No seu primeiro álbum como septuagenário, o virtuoso guitarrista britânico Eric Clapton revisita as raízes do blues que moldaram seu som distinto. Em 'I still do', seu 23º álbum de estúdio, lançado nesta sexta-feira, 20, Clapton homenageia grandes artistas do blues e apresenta duas canções originais, 'Spiral' e 'Catch the Blues', que têm um estilo bastante similar ao das suas referências.

O trabalho é assinado pelo produtor Glyn Johns, que também foi responsável pelo LP 'Slowhand', de 1977, que rendeu ao mundo alguns clássicos como "Cocaine", "Wonderful Tonigh" e "Lay Down Sally". O último disco de Clapton havia sido 'Eric Clapton & Friends: The Breeze, An Appreciation of J Cale', lançado 2014.

Clapton, que com frequência faz listas dos maiores guitarristas vivos, apresenta seu novo álbum em meio a rumores persistentes de que se aposentará em breve. Em 2014, ele se declarou farto de sair em turnês, mas no ano passado fez uma série de shows em comemoração do seu 70º aniversário, no Madison Square Garden de Nova York e no Royal Albert Hall de Londres.

Em entrevista à revista Rolling Stone sobre 'I Still Do', Clapton disse que prefere continuar gravando em estúdios em vez de lançar uma compilação do tipo "o melhor de". "Ao menos este álbum é fresco e sou eu neste momento", afirmou.

Com 12 faixas, O novo disco já está à venda nas principais plataformas digitais como Amazon, iTunes, Apple Music e Google Play com preços a partir de R$24:

 

Amazon.com - http://smarturl.it/IStillDo_Amz

iTunes - http://smarturl.it/IStillDo_iT

Apple Music - http://smarturl.it/istilldoapplemusic

Google Play- http://smarturl.it/IStillDo_GP

 

Nos últimos dias, Clapton divulgou um trailer do álbum, com imagens de bastidores das gravações e conversas com o produtor Glyn Johns, confira:

 

 

AFP/ESTADO DE MINAS

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Tem barulho novo do Rival Sons. Ouviu "Tied Up"?

 

 

 

Tem barulho novo do Rival Sons. Ouviu "Tied Up"? A música, que você conhece a seguir, é uma das faixas de "Hollow Bones", o quinto disco na carreira do grupo que chega às lojas no dia 10 de junho.

Até agora a banda só tinha soltado uma das músicas, "Hollow Bones, Pt. 1" e alguns uns teasers. O repertório reúne nove faixas, que estão listadas abaixo do player.

 

 

Confira as faixas que integram "Hollow Bones":

 

01. Hollow Bones, Pt. 1

02. Tied Up

03. Thundering Voices

04. Baby Boy

05. Pretty Face

06. Fade Out

07. Black Coffee

08. Hollow Bones, Pt. 2

09. All That I Want

 

Pergunte a Scott Holiday

O grupo norte-americano continua respondendo as perguntas dos fãs sobre o novo disco e a nova turnê através de uma ação que se chama #‎Scotturday. Funciona assim: os fãs postam as perguntas nos comentários na página da banda no Facebook e o guitarrista Scott Holiday escolhe uma ou duas delas para responder em um novo post na rede social aos sábados (daí, o nome da ação).

O grupo já falou sobre uma porção de assuntos, recentemente comentou como está a turnê com o Black Sabbath, para quem está abrindo os shows. A banda continuará com o #‎Scotturday até o lançamento do álbum.

 

Rival Sons volta ao Brasil

O Rival Sons esteve no Brasil em abril do ano passado, quando foi uma das atrações do festival Monsters of Rock. Nós estivemos por lá, te contamos como foi e ainda fizemos uma porção de fotos da banda que você confere aqui.

E o quarteto volta ao País no próximo mês de novembro quando abre os shows da turnê de despedida do Black Sabbath no Brasil.

 

LIZANDRA PRONIN - TERRITÓRIO DA MÚSICA

 

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Autor de livro sobre rockabilly no Brasil fala sobre a história do gênero

 

Recém-formado em jornalismo e fã de longa data de rockabilly, o gaúcho Eduardo Molinar resolveu preencher uma lacuna que havia nos registros sobre música no Brasil escrevendo um livro sobre como o gênero surgiu e se firmou no país. Rockabilly Brasil foi lançado de forma independente e, para obtê-lo, é preciso entrar em contato com o autor na página dele no Facebook. Molinar falou com a Rolling Stone Brasil sobre a obra e contou um pouco sobre o desenvolvimento do rockabilly por aqui, descrevendo as bandas e os momentos que marcaram o estilo.

 

Como você se envolveu com o rockabilly? Como começou a gostar do estilo?

Conheci Elvis Presley com 8 anos, a partir da influência do meu pai. No entanto conheci a fase dos anos 1970. Depois de ganhar um CD com as gravações dos primeiros shows dele no programa de rádio Louisiana Hayride eu passei a ouvir o rockabilly puro. Logo que pesquisei mais artistas, como Eddie Cochran e Gene Vincent, também comecei a assistir aos filmes de Marlon Brando. Como o som já havia sido adotado por mim, o visual greaser também passou a ser meu estilo de vida. Eu tinha 12 anos quando comecei a andar com o visual – topete e jaqueta de couro –, mas já ouvia a música antes.

 

Como e quando surgiu a ideia do livro? Como você fez a pesquisa? Teve alguma dificuldade?

Ele surgiu no finalzinho de 2013, quando comecei a pensar em um tema para meu TCC. Como nunca fui de ficar estudando teorias chatas da faculdade, decidi fazer meu Trabalho de Conclusão da forma mais prática possível: um livro-reportagem. Assim que veio essa ideia, o nome "Rockabilly no Brasil" me veio à mente e não saiu mais. Percebi que era aquilo que eu queria fazer. Então, decidi trabalhar em um livro mesmo, fugindo da ideia do livro-reportagem e sendo bem mais abrangente. Iniciei a pesquisa primeiramente na internet, fazendo trabalho de formiga. Listei nomes a partir de alguns rockers com quem conversei por telefone e decidi ir a São Paulo. Ou eu entrava na cena e entendia tudo, mesmo que não conhecesse absolutamente nada nem ninguém em São Paulo, ou não fazia o livro. Me aventurei e amei a cidade, a cena rocker me recebeu muito bem, pois viram que eu também era autêntico e sabia o que estava fazendo. Tinha seis entrevistas programadas, a princípio, e terminei o livro com mais de 50 presenciais, fora as que fiz por email e em conversas mais informais.

 

Com quantas pessoas mais ou menos você falou? Como foi a evolução das tribos de rockabilly no Brasil desde os anos 1950 até hoje?

Falei com 100 pessoas, mais ou menos, só para o livro. Conversei com rockers da Inglaterra e Estados Unidos (Levi Dexter, Tim Worman, no Polecats, e Ronnie Weiser). O rockabilly como subcultura (não gosto de usar a palavra "tribo") chegou aqui a partir de 1979. Nos anos 1950, não existiam roqueiros, é claro. Os discos eram de difícil acesso às classes mais baixas. Pouquíssima informação chegava. Os cenários de Nova York e Londres, com gangues de rua greasers, isso não se repetiu aqui nos anos 1950 e 1960, não da mesma forma. Já no início dos anos 1980 as coisas explodiram. Surgiram bandas como Coke Luxe e Grilos Barulhentos e gangues rockers como Ratz e General Boys (entre muitas outras). Finalmente o rockabilly tomou as ruas, da mesma forma como havia nascido nas ruas dos Estados Unidos a partir de meados dos anos 1950. Em 1947, depois da Segunda Guerra Mundial, já existiam gangues de rua por lá, gente barra pesada mesmo. Só que a "explosão" aconteceu com o advento do rock and roll. Foi aí que as gangues levantaram suas bandeiras. A mesma coisa aconteceu aqui, mas a partir de 1979.

 

Quais são os principais centros do estilo no Brasil?

São Paulo e o ABC Paulista, certamente. São Paulo é o berço do estilo e sempre será (e deve ser) visto com respeito por outros locais. No entanto, atualmente a coisa está muito maior do que muitos imaginam. Há cenas importantíssimas organizando festivais, com bandas ativas e autênticas surgindo no Brasil todo, em lugares como Manaus, Porto Alegre, Curitiba, Natal, Salvador, Belo Horizonte... É um novo momento para o movimento, com novas pessoas dando contribuições diferentes ao estilo, e algumas delas levando nosso nome para o exterior.

 

Quais os artistas de que você mais gosta nas cenas nacional e internacional?

Na cena nacional há vários, mas em especial as bandas Coke Luxe, do saudoso Eddy Teddy; Old Stuff Trio, banda de rockabilly de Sapucaia do Sul (RS), que inclusive está se apresentando no Viva Las Vegas 2016; e a banda The Hicks, de Poços de Caldas (MG) Me apaixonei pelo som desta, que resgata a música sulista norte-americana. Além de rockabilly, eles também tocam blues, country e bluegrass.

 

Você poderia citar alguns grandes momentos do rockabilly no Brasil?

Foi sem dúvida entre 1988 e 1992. Alguns momentos memoráveis são: a ida dos rockers ao Programa Livre, de Serginho Groisman, em 1992; os campeonatos de topete organizados por Rick and Roll, ocorridos entre 1988 e 1996; o show de João Penca e os Miquinhos Amestrados na Expointer, uma feira que acontece no Rio Grande do Sul e que ficou lotada de rockers em 1990; a vinda dos Stray Cats para fazer três shows no Brasil, em 1990 (dois em São Paulo e um no Rio de Janeiro; o Rockerama Festival (2015), em São Paulo, que trouxe as bandas internacionais como The Jets e The Go Getters; e o Big River Festival de 2015, ocorrido em Sapucaia do Sul (RS), que trouxe a lenda Sonny Burgess para se apresentar.

 

Para finalizar, você acha que cumpriu seu objetivo com a obra?

Sim. O objetivo do livro, que foi a primeira obra a traçar a história do estilo em nosso país, é divulgar e difundir essa subcultura em todas as camadas da sociedade. Levar essa história aos que desejam conhecê-la e, quem sabe, um dia se tornarão adeptos. Mais que isso, é unificar o movimento no Brasil e mostrar que só conseguiremos ir para frente e tornar o rockabilly maior se um apoiar o outro. Eu diria "tirem o pé da parede", como diz meu amigo Rick and Roll, só que isso já estão fazendo. É simplesmente extraordinário [ver] os festivais que estão sendo organizados.

 

PAULO CAVALCANTI – ROLLING STONE BRASIL

 

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20/05/16

Maximus Festival: Marilyn Manson, Rammstein, Disturbed Vera Loca: Concorra a 10 kits da temporada de shows em POA
Fender lança linha de monitores “In Ear” Eric Clapton lançou novo disco nesta sexta-feira (20/5)
Tem barulho novo do Rival Sons. Ouviu "Tied Up"? Autor de livro sobre rockabilly no BR fala sobre a história do gênero

20/05/16

Dead Fish celebra 25 anos de carreira com show em BH neste sábado

Em alta, Mahmundi fecha escalação do festival Vento

Paul Gilbert lança "I Can Destroy", 18º álbum solo, no final de maio

Iggy Pop não gosta do estado actual da música

Defalla: Show de lançamento de Monstro será no Ocidente

Dupla francesa Air se apresenta no Brasil em novembro

Palco Test traz 35 bandas na Virada Cultural no sábado, 21 de maio

ANTERIORES:

01 a 11/12/2015   -   14 a 18/12/15   -   21 a 29/12/15  -   04 a 08/01/2016   -   12 e 13/01/2016    -    18 a 20/01/2016    -    22 a 26/02/2016

01 a 04/03/2016   -   07 a 11/03/2016    -    11 a 18/03/2016   -    11 a 18/03/2016    -    29 a 30/03/16     -    18 a 20/04/16     -     02 a 05/05/16

10 a 13/05/16    -    16 a 20/05/16

Dead Fish celebra 25 anos de carreira com show em BH neste sábado

Grupo será a principal atração do festival Flaming Night, que terá ainda outras quatro bandas

 

Já são 25 anos desde que um grupo de jovens capixabas resolveu se juntar para fazer um rock’n’roll acelerado, autêntico e cheio de energia, na trilha dos maiores ícones do hardcore norte-americano. Com acordes rápidos, bateria intensa e várias letras conceituais sobre mazelas políticas e sociais brasileiras, o Dead Fish traz toda essa história para o palco do Music Hall na noite de amanhã, em mais uma edição do minifestival Flaming Night. O evento contará ainda com os curitibanos do Abraskadabra, além das pratas da casa Cordoba, Fodastic Brenfers e Arc Over.

Ao longo das duas décadas e meia na estrada, o Dead Fish se consolidou como uma das principais bandas independentes do país e referência no hardcore melódico nacional, com letras em português. Seguindo rigorosamente a máxima punk do “faça você mesmo”, o grupo lançou quase todos os seus sete álbuns de estúdio sem o apoio de grandes gravadoras. O último deles, Vitória, lançado ano passado e batizado com o nome da terra natal da banda, foi todo financiado na internet pelos fãs. A campanha angariou uma verba quatro vezes maior do que a necessária, estabelecendo um recorde na plataforma Catarse.

Para celebrar toda essa trajetória, um DVD será lançado no segundo semestre, com show ao vivo em São Paulo, no mês de agosto. Imagens de toda a turnê, inclusive do show de sábado, em BH, estão sendo reunidas para a produção. Será o terceiro DVD da banda, que também lançou outros três discos ao vivo, além de algumas demos, EPs e coletâneas.

Na última sexta-feira, a apresentação do Dead Fish no Rio de Janeiro ficou marcada por um forte protesto contra o presidente em exercício Michel Temer. Público e banda se uniram para entoar um forte coro insultando o novo governante. O registro foi gravado em vídeo e postado na página oficial do grupo no Facebook. A postura politizada e crítica sempre acompanhou a banda desde o começo da carreira, em letras com denúncias de injustiças sociais e críticas ao comportamento dentro da sociedade capitalista.

O Dead Fish vem a BH liderado pelo vocalista Rodrigo Lima, o único integrante remanescente da formação original, de 1991. Hoje, o quarteto conta ainda com Alyand no baixo, Marcos Melloni na guitarra e Ricardo Marista, ex-integrante do Sugar Kane, na bateria.

 

ABERTURA

Diferentes gerações vão abrir a noite para o Dead Fish. Formada em Curitiba nos anos 2000, o Abraskadabra faz um ska-punk, ou ska-core, ao melhor estilo Sublime, Reel Big Fish e Goldfinger, com riffs rápidos e animados, acompanhados pelo naipe de metais e letras em inglês. Depois de lançar seu primeiro álbum, em 2012, o grupo esteve em turnê pelos Estados Unidos, onde teve uma faixa incluída na coletânea da gravadora Fat Wreck, de propriedade de Fat Mike, líder do NOFX.

A cena contemporânea do rock independente e undergorund de BH estará representada pelo hardcore das bandas Cordoba e Arc Over, além do Fodastic Brenfers, que se autodefine no estilo “stoner barroco”, mas que, na verdade, faz um stoner rock intenso, pesado e com letras majoritariamente sobre maconha.

 

31ª Flaming Night

Shows com Dead Fish (ES), Abraskadabra (PR), Cordoba (MG), Arc Over (MG) e Fodastic Brenfers (MG). Sábado, às 21h, no Music Hall (Av. do Contorno, 3.239, Santa Efigênia). Classificação: 16 anos.

 

PEDRO GALVÃO – PORTAL UAI

 

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Em alta, Mahmundi fecha a certeira e inclusiva escalação do festival Vento

Mahmundi foi confirmada no festival Vento

 

 

Autora de um dos melhores discos da música brasileira neste ano, a carioca Mahmundi é a atração que faltava para dar ainda mais charme à segunda edição do festival Vento, em Ilhabela (São Paulo).

A cantora e compositora de pop para lá de refinado, que está na praça desde o início do mês com o homônimo "Mahmundi" (Stereomono/Skol Music), seu álbum de estreia, se apresenta na abertura do evento, no dia 9 de junho (quinta) — o baiano Russo Passapusso, vocalista do BaianaSystem e responsável pelo incrível "Paraíso da miragem" (2014), o coletivo paulista Samuca e a Selva e o piauiense Serge Erege completam o line-up do dia.

 

 

O Vento segue até o dia 12 de junho, e sua escalação, que traz alguns dos nomes mais quentes do momento na novíssima música brasileira, prima por artistas essencialmente políticos, com representantes que reverberam mensagens da comunidade LGBT (Salada das Frutas — projeto especial formado por Liniker, Rico Dalasam e As Bahias e a Cozinha Mineira, que ainda passará pelo Rio —, Johnny Hooker, Jaloo, Bonde do Rolê, Filipe Catto...), da comunidade negra (Aláfia, Russo) e de vertentes feministas (Karina Buhr, Lay).

Uma lista de atrações não só urgente e necessária em dias nebulosos como o de hoje, mas também imperdível do ponto de vista musical — um dos melhores line-ups que rolaram em 2016, sem dúvidas. E, nesta segunda edição, o Vento sai do asfalto e migra para as areias de Ilhabela, um belo cartão postal do estado de São Paulo — os shows serão realizados ao ar livre na Praia de Perequê. E, sim, dá para melhorar: o festival é gratuito.

 

LINE-UP FINAL DO FESTIVAL VENTO:

 

Quinta, 9/6:

Samuca e a Selva

Mahmundi

Russo Passapusso

Serge Erege

 

Sexta, 10/6:

Free Beats

Salada das Frutas (Liniker e Os Caramelows, Rico Dalasam e As Bahias e a Cozinha Mineira)

Bonde do Rolê

Aldo, the Band

Jaloo

 

Sábado, 11/6:

Frre Beats

Lay

Aláfia

Karina Buhr

Johnny Hooker

Filipe Catto

 

Domingo, 12/6:

Bruno Morais

O Grande Grupo Viajante

Dom Pescoço

 

SERVIÇO

Vento Festival – 2a edição

9, 10, 11 e 12 de Junho

Praia do Perequê – Ilhabela, SP

Entrada gratuita.

 

LUCAS OLIVEIRA – BLOG AMPLIFICADOR

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Paul Gilbert lança "I Can Destroy", décimo oitavo álbum solo, no final de maio

 

 

Capa de "I Can Destroy".

 

O guitarrista Paul Gilbert lança seu novo disco no final deste mês de maio. O álbum, décimo oitavo na carreira solo do artista, recebeu o nome de "I Can Destroy" e reúne 13 novas músicas.

A produção do disco foi dividida com o renomado Kevin Shirley e o guitarrista está acompanhado dos seguintes músicos: Freddie Nelson (guitarra, voz), Tony Spinner (guitarra, voz), Kevin Chown (baixo) e Thomas Lang (bateria).

 

A faixa que dá título ao álbum teve um trecho divulgado, ouça abaixo:

 

 

Confira o repertório de "I Can Destroy":

 

01. Everybody Use Your Goddamn Turn Signal

02. I Can Destroy

03. Knocking on a Locked Door

04. One Woman Too Many

05. Woman Stop

06. Gonna Make You Love Me

07. I Am Not the One (Who Wants to Be with You)

08. Blues Just Saving My Life

09. Make It (If We Try)

10. Love We Had

11. I Will Be Remembered

12. Adventure and Trouble

13. Great White Buffalo (faixa bônus)

 

LIZANDRA PRONIN – TERRITÓRIO DA MÚSICA

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Iggy Pop não gosta do estado actual da música. «Agora, é possível carregar num botão e ficar rico»

 

 

À margem estreia do documentário sobre os Stooges em Cannes, Iggy Pop lamentou o estado actual da música.

«A era digital fez com que se pudesse ganhar dinheiro eficazmente. Quando começámos a banda, nem sabíamos o que era o publishing. Agora, é possível carregar num botão e ficar rico», comentou citado pelo Guardian.

«Pode chegar a um ponto em que vai agarrar toda a gente pelos ombros, sacudir-nos e a seguir livrar-se de nós», vaticina Iggy Pop. O veterano já sugeriu que o recente «Post Pop Depression» venha a ser o disco de despedida.

O álbum foi produzido por Josh Homme dos Queens of the Stone Age e será apresentado no Super Bock Super Rock mas sem a banda que o acompanhou nas gravações. Quanto ao filme «Gimme Danger», de Jim Jarmusch, estreou no Festival de Cannes.

 

DISCO DIGITAL (Portugal)

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Defalla: Show de lançamento de Monstro será no Ocidente

 

 

No dia 10 de junho, sexta-feira, a partir das 23hs (pontualmente), o Defalla faz o show de lançamento do novo disco "Monstro" no Ocidente (Av. Osvaldo Aranha, 960), em Porto Alegre/RS, lugar onde tudo começou! Os ingressos antecipados estão à venda em https://www.sympla.com.br/defalla-show-de-lancamento-do-monstro-no-ocidente__68471

 

Valores:

1º Lote: R$ 40,00 (+ taxa)

2º Lote: R$ 50,00 (+ taxa)

 

ROCK GAÚCHO

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Dupla francesa Air se apresenta no Brasil em novembro

Show único no país acontece em São Paulo, no Audio Club, em edição comemorativa do Popload Gig

 

 

Este ano, a dupla francesa Air está comemorando duas décadas de carreira e vem ao Brasil em novembro para fazer um show no país. A apresentação integra uma edição do tradicional Popload Gig e acontece em São Paulo, no Audio Club.

Os ingressos já estão à venda no site do Popload Gig custam entre R$ 240 (pista) e R$ 300 (camarote), com opções de meia-entrada nos dois casos. O Air sobe ao palco do Audio Club em 15 de novembro, uma terça-feira, às 22h.

Atualmente, o Air se prepara para revisitar a discografia com o laçamento da primeira coletânea da carreira, Twentyears, que sai no próximo dia 10 de junho. A compilação chega às lojas em versão padrão, com CD ou vinil duplo e, em 22 de julho, ganha uma edição especial e limitada, com três CDs e dois vinis.

Cultuado duo de música eletrônica, o Air é composto por Jean-Benoît Dunckel e Nicolas Godin e já lançou oito álbuns nos 20 anos de estrada, sendo Moon Safari (de 1998, que figura na lista da Rolling Stone de 100 melhores discos dos anos 1990) o mais representativos deles.

 

Air no Brasil

15 de novembro (terça-feira), às 22h

Audio Club – Av. Francisco Matarazzo, 694 – Água Branca – SP

Ingressos: entre R$ 240 (pista) e R$ 300 (camarote), há meia-entrada

 

ROLLING STONES BRASIL

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Palco Test traz 35 bandas na Virada Cultural no sábado, 21 de maio

Confira documentário que aborda ocupação de rua em 5 anos

 

 

Cristo Bomba - Foto: Mateus Brandão

 

O Test é um duo de crossover/grindcore formado por Barata (bateria) e João Kombi (guitarra/vocal). O “sobrenome” do frontman se deve ao fato dele ter começado a organizar shows com sua Kombi, levando a “bagaceira-sonora” da dupla para qualquer canto. Inclusive já rolou treta com outras bandas que se sentiram incomodas pois eles estacionaram o automóvel na frente de seus respectivos shows fechados.

Há 5 anos o duo fez um show “ilegal” durante a Virada Cultural – ou seja, a apresentação não estava na programação oficial do evento. Em 2012, ainda de forma “ilegal”, foi criado o Palco Test, abrindo espaço para que outras bandas pudessem tocar. Em 2015, com apoio do Dia da Música, o evento ganhou um palco oficial. Contudo, o palco independente continuou a existir em paralelo, mantendo o espírito original e marginal.

Neste ano, 35 bandas vão participar em 3 lugares diferentes- tudo concentrado no cruzamento da Rua dos Timbiras com a Avenida Rio Branco, no centro de São Paulo. Os shows começam a partir das 22h40 do sábado, 21 de maio. Acompanhe após a matéria um documentário baseado no projeto “ilegal” de João Kombi e Barata. Se ligue na programação completo do Palco Test abaixo.

 

Kombi: 23h - Cristo Bomba, 23h40 - New York Against the Belzebu, 0h20 - CR13, 01h - Cruel Face, 01h40 – Lástima, 02h20 – Guru, 03h - Plague Rages, 03h40 - N.O.I.A., 04h20 - Paranóia Oeste, 05h - Fit of Rage, 05h40 - Sistema Sangria, 06h40 - D.E.R., 07h – Test.

 

Tablado: 22h40 – Letall, 23h20 – Basalt, 00h – Uzômi, 0h40 – Paura, 01h20 – Rakta,02h – Facada, 02h40 – Hauser, 03h20 – Institution, 04h - Os Capiau, 04h40 – Jupiterian, 05h20 – Urutu, 06h – Downhatta.

 

Tenda: 22h40 - Duo Mutual, 23h20 – BLOCO, 00h - Mauna Kea, 00h40 – Miazzo, 01h20 - Ajax Free, 02h – PEDESTRE, 02h40 - G.Paim, 03h20 – OXE, 04h – Bernardo Pacheco Improvisação, 04h40 - RG Noise City.

 

Confira o documentário, feito pela Kool Metal agora:

 

FELIPE MADUREIRA – GUITAR TALKS

 

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19/05/16

Festival Sobreviventes do Rock reúne 14 bandas neste domingo

 

 

Campeonato de Skate

O Campeonato de Skate vai começar às 10h. Para abrir o evento haverá demonstração da equipe da Puro Skate. Logo na sequência, os atletas vão competir na modalidade Best Trick, onde serão avaliados pela melhor manobra. No período da tarde a pista fica livre para quem quiser andar. Quem chegar cedo para a disputa também poderá aproveitar o tradicional almoço do Festival.

 

Atrações:

 

Bendz

Seattle

Os Patto

Tiofloyd

Tontera

Alcoholica

Filhos do Sol

Los Kalangos

Scream Machine

Crucifyce (Uberaba)

Dillinger (Uberlândia) com Gabriel Thomaz

Big Jackers (AC/DC cover)

Project Black Pantera (Uberaba)

Propinaphobia (Tributo Iron Maiden)

 

Serviço

Sobreviventes do Rock 

Data: Dia 22 de maio

Local: Spasso Bezz

Entrada: 1 litro de óleo

 

 

DIÁRIO DE ARAXÁ

 

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Saiba um pouco sobre a "estreia-estrago" da Ostra Brains nos palcos de SP

Trio tocou em Ibiúna, São Paulo e Guarulhos

 

  

Ostra Brains - Foto: Marcos Lamoreux

 

Ostra Brains é uma banda de garage punk do Rio de Janeiro, focada no ideal riot grrrl, e que, apesar de os homens serem em maior número no trio, o discurso, a ousadia, a atitude é toda uma realização da frontwoman Amanda Hawk - que se vê no palco como algo a mais do que uma front.

“Nós estamos inseridos num contexto absurdamente excludente, onde deveria ser acolhedor, por tratar-se de underground. (...) Passo a me enxergar como ferramenta do público. Estou ali para ser o intermédio das falas de meninas que nunca conseguiram ser notadas. (...) Um auxílio pra todas as manas que eu encontro pela vida, encorajando ou exaltando-as”, explica.

Uma característica da banda que dá um punch a mais no som é a presença do “guitarraixo” tratorando o que vem pela frente. O instrumento é tocado por Roger Caldeira – que deu uma entrevista falando sobre a nova fase da Ostra Brains sem a guitarra. Ele explicou a diferença na sonoridade (confira abaixo da matéria o vídeo feito por Marcos Lamoreux).

 

Hawk estava completamente sem voz na ocasião, após 4 shows intensos de pura revolta riot – ouça a banda e vai entender o que eu digo (risos). Completa o trio, o baterista Mario lewicki. Os três fizeram um show em Ibiúna (Laboratório Underground), dois em São Paulo (no festival Queers & Queens e em plena Avenida Paulista – ambos com entrada franca) e um em Guarulhos no Deco Rock Bar.

Sobre a viagem a São Paulo, Amanda explicita seus sentimento ao dizer que a mini-tour fez um “estrago” nela. “Eu só queria poder reviver essa sensação de vivacidade, quantas vezes for necessário. As pessoas não fazem ideia do estrago que fizeram, foi um estrago mesmo, porque eu não consigo parar de pensar em cada um que pude trocar ideia”.

Ela vê a viagem como uma “reciclagem” na banda e cita todas as pessoas e bandas que ajudaram na montagem da mini-tour paulista. “Estamos eternamente gratos ao Deb and The Mentals, Adhaga, Juninho Sangiorgio, Cauê Xopô, Ernesto Sena e Ana Clara, Marcos Lamoreux, Leandro Pada, Coletivo Bambu, Hanilton e Cairo (Queers & Queens Festival)", lista a musicista riot grrrl.

 

Confira o vídeo:

 

 

Ouça o EP “Gelato Luv”:

 

 

 

E o “Rejected”:

 

 

FELIPE MADUREIRA – GUITAR TALKS

 

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Quarta Livre apresenta o melhor da música gaúcha em várias vertentes

 

 

 

Em mais uma edição do Projeto "Quarta Livre" do Espaço Cultural 512, nesta próxima quarta-feira, 18 de maio, os artistas Glau Barros, Victorino, Antonio Villeroy e a banda Mercado Público vão dar o tom do que vai rolar de melhor entre as vertentes musicais gaúcha. Tudo acontece na Cidade Baixa a partir das 21h. Antes, às 19h, tem o palco livre para apresentação de músicos por ordem de chegada. Seguindo a tradição, a entrada é um quilo de alimento não perecível ou produtos de higiene pessoal, a serem doados para a Associação de Pais Amigos Excepcionais do RS (Apae-RS).

 O projeto reforça a produção musical gaúcha a cada uma quarta-feira de cada mês, sempre revelando artistas autorais. Nesta edição, além da apresentação dos músicos, acontece a transmissão ao vivo da FM Cultura 107.7, sob comando do comunicador Piá, comemorando o primeiro aniversário do programa Discoteca Brasileira. Após a apresentação dos artistas, o DJ segue na discotecagem.

 Para a edição desta Quarta Livre, as atrações confirmadas são:

 

GLAU BARROS – Desenvolve uma intensa carreira profissional desde a década de 1990. Na música, estrelou espetáculos como Ta-hí Carmen Miranda, Night Club – o Musical, Noite dos Lobos – Canções de Lupicínio Rodrigues, Estandarte do Samba, Glau Barros Canta Elis Regina, e De Amores e Sambas. Nos últimos dois anos, tem dedicado maior atenção à música e atualmente prepara-se para gravar seu primeiro CD, intitulado "Escolha".

 

VICTORINO – Um artista que traz, na natureza tecnológica das suas canções, a emoção, o inconsciente, a sinceridade e a estética folk envoltos em uma doçura cítrica. Iniciou sua carreira musical em Porto Alegre, RS, através da composição de arranjos e da interpretação de músicas da estética Folk. O músico se apresenta acompanhado do violão, pedais de efeito e loop, iPad e instrumentos eletrônicos. Seu  repertório mistura o Folk com outros estilos – Country, Blues, Bluegrass e versões de Pop Rock. Lançou seu primeiro EP autoral, "Rascunho".

 

MERCADO PÚBLICO – Na estrada desde o começo de 2004, empunhando composições e determinado a ter seu espaço, a banda mostra que para fazer boa música não é preciso estar preso a estilos ou segmentos musicais e sim ter atitude bem definida. Falando sobre temas fortes e atuais, o MERCADO PÚBLICO marca por ter conseguido uma linguagem adequada para cantar problemas humanos, sociais até mesmo políticos.

 

ANTONIO VILLEROY – Com 7 CD`s e um DVD autorais gravados, tornou-se um dos principais expoentes da música gaúcha e brasileira. Começou sua carreira musical nos anos 80 em Porto Alegre. Cantor, compositor e produtor musical é um dos autores mais gravados na atualidade. Depois de Lupicínio Rodrigues é o compositor gaúcho com mais gravações na história da MPB. Além de seus próprios discos, suas canções podem ser ouvidas nas vozes de Maria Bethânia, Ivan Lins, Gal Costa, Mart' Nália, Moska,  Preta Gil, Luíza Possi e Belchior, entre outros.

 

O Espaço Cultural 512 fica na rua João Alfredo 512, Cidade Baixa, Porto Alegre (RS). O evento, aberto ao público, tem apoio Loop, TVE e FM Cultura.

 

RODRIGO VIZZOTO – ROCK GAÚCHO

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Festival Rock Sem Fronteiras rola neste final de semana

 

 

Celeiro de bandas de rock, Brasília mantém o cenário nacional aquecido com as suas crias. O festival Rock sem Fronteiras, por sua vez, fortalece os expoentes surgidos ali com quatro edições anuais. Mas não apenas isso. O evento aproxima grupos locais e nomes quentes de outras regiões do país ao convidá-los para integrar a sua programação.

Programada para o dia 21 de maio, a segunda edição do evento em 2016 convida mais quatro bandas para subirem ao palco do Bangalô da AABB (Associação Atlética Banco do Brasil). Os cariocas Medulla e Hover dividem a programação com os brasilienses Dona Cislene e Kelton.

O festival Rock sem Fronteiras é uma realização da Rockin Hood, agência comandada por Tomás Bertoni e Diego Marx, guitarrista e produtor da banda Scalene, respectivamente.

Serviço

Rock sem Fronteiras #2 @ Bangalô da AABB – Brasília/DF

Atrações: Medulla, Hover, Dona Cislene e Kelton

Data: 21 de maio

Horário: 21h

Local: Bangalô da AABB (Associação Atlética Banco do Brasil) - SCES - Trecho 2 Conj. 16/ 17, Brasília

Ingressos: R$ 25 (primeiro lote) R$ 35 (segundo lote)

Censura: 16 anos

Venda online:  https://www.sympla.com.br/rock-sem-fronteiras-2-edicao__58778

 

DROP MUSIC

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Fragor – de olhos fechados EP

 

 

FRAGOR

substantivo masculino

1 barulho similar ao de objeto que se quebra

2 ruído estrondoso; estampido, estrépito, estrondo

 

Esse é o nome da banda formada em 2009, em Parauapebas, interior do Pará, por Wilson Alencar (vocal e guitarra), Thiago Flor (guitarra), Elton Camargo (baixo), Diego Flor (Bateria) e Werlen Carvalho (sintetizador), que abraçou o pós-punk com fervor e se posiciona como um genérico muito bem feito (até mesmo impressionante) do Interpol e de grupos brasileiros dos anos oitenta, como Picassos Falsos e afins, um “barulho similar ao do objeto que se quebra”.

Wilson diz que o nome veio em comunhão ao significado do som da banda e precisava começar com “f” (“não me pergunte o porquê”, diz, rindo): “pesquisei bastante até descobrir essa palavra, que quer dizer algo que quebre o silencio, tipo um copo caindo no chão de uma sala vazia”.

Numa cidade quase nenhuma atividade musical dessa vertente, faz todo sentido como quebra de um silêncio que deve ser incômodo pra quem gosta desse tipo de sonoridade.

A banda lançou apenas um EP no seu curto tempo de vida: “De Olhos Fechados”, com cinco músicas. Um tempo bem curto. O disco foi lançado em 8 de abril de 2013 e em 2014 o quinteto parou suas atividades. Pelo menos até agora, quando os cinco voltaram a fazer shows e pensam em colocar na praça um novo disco.

“Demos um tempo… primeiramente, devido à enorme dificuldade de se manter uma banda nesse estilo aqui em nossa cidade, e também pela fase que cada integrante estava vivendo: tipo, trabalho, esposas, etc. A Fragor era tipo o sonho adolescente de cada um de nós e com as diversas dificuldades, a galera desanimou”, diz Wilson, que também faz parte de outra boa banda, a Céus De Abril, que já se tornou uma das preferidas aqui da casa, mas calcada no shoegaze (conheça aqui).

Sobre a sonoridade muito próxima ao Interpol, Wilson admite a influência e amplia: “com certeza fomos muito influenciados por Interpol, mas também tentamos tirar um algumas pitadas do post-punk dos anos 80. Na verdade, no começo não sabíamos muito bem pra que lado seguir com a sonoridade, depois de uns dois anos só fazendo shows é que fomos começar a pensar em gravar mesmo”.

“De Olhos Fechados” não chegou a ter um lançamento “apropriado”, de modo que pouca gente ouviu mesmo. “Só subimos as músicas pro Soundcloud e deixamos rolar. Mas algumas pessoas importantes ainda acabaram ouvindo, tipo o Marcelo Damaso, produtor do (festival de Belém) Se Rasgum”.

“Antes e depois do EP ainda fizemos alguns shows fora, como no festival Agosto de Rock, em Miracema do Norte-TO, por duas vezes, além de Marabá-PA, do próprio Se Rasgum em Belém, e vários shows aqui na cidade”, conta.

A Fragor se reuniu novamente em abril de 2016 pra um show no festival Lab Rock, em Parauapebas. Foi um intervalo de dois anos. Mas nesse período, o quinteto já resgatou ou criou composições suficientes pra gravar mais um EP, ou até mesmo um disco cheio: “estamos nos organizando pra começar com as gravações, pois hoje as coisas estão bem mais fáceis. Acredito que no segundo semestre desse ano já vamos mostrar alguma coisa nova”.

 

1. De Olhos Fechados

2. Esfinge

3. A Farsa

4. Arma Descarregada

5. Estarei Lá

 

 

FERNANDO AUGUSTO LOPES – FLOGA-SE

 

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Dream Theater no Brasil: ingressos à venda

 

 

Já estão à venda os ingressos para os shows que o Dream Theater fará no Brasil. A banda voltará ao país em junho para quatro apresentações: Belo Horizonte/MG (21/06, Teatro Minascentro), São Paulo/SP (22/06), Espaço das Américas), Rio de Janeiro/RJ (23/06, Vivo Rio) e Curitiba/PR (25/06, Ópera de Arame). A trupe está na estrada divulgando o mais recente trabalho, ‘The Astonishing’, que deve ser tocado na íntegra, com uma grande estrutura, maior do que a apresentada em outras passagens por aqui.  

 

GUILHERME ZANINI – GUITAR PLAYER

 

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Virada Cultural 2016: confira a estrutura que recebe o público no evento

 

 

A edição 2016 da Virada Cultural acontece no próximo final de semana, nos dias 21 e 22 de maio, na capital paulista. Este ano, o evento ganha um happy-hour, uma "premiere" na sexta-feira, que vai das 17h00 às 23h00.

Ao todo serão mais 700 atrações, distribuídas em ruas abertas, bibliotecas, centros culturais, teatros municipais, casas de cultura,CEUs e palcos externos montados em diversos bairros. Entre as atrações musicais, tem rock, jazz, samba e música clássica. Falamos sobre a programação aqui.

 

Estrutura

A São Paulo Turismo – SPTuris, empresa municipal de turismo e eventos – é responsável pela maior parte da infraestrutura da Virada Cultural. Algumas estruturas começam a ser montadas durante a semana, sem interferir na rotina da região central, para que tudo esteja pronto no fim de semana do evento.

Centrais de Informação Turísticas móveis estarão em funcionamento durante o evento. Confira abaixo alguns números da Virada Cultural 2016:

 

- 1.500 seguranças particulares

- 900 pessoas de serviço contratadas (bombeiros, carregadores e limpeza)

- Cerca de 50 pessoas de produção funcionários da SPTuris, mais 120 produtores contratados e 60 pessoas que cuidam de palcos

- 5 Postos Médicos por 24 horas com 42 ambulâncias, sendo 16 com UTI

- 7.000 metros de cercamento (grades e fechamento metálico)

- 10 telões de 4×3 metros cada

- 800 cavaletes e 100 cones para interdição das vias + 2 km de fita zebrada

- 50 geradores, gerando 10.500 kVA

- 1.200 sanitários entre padrão e adaptados para PNE instalados na região central e espalhados nos bairros

- 2.500 homens da GCM.

- 300 agentes de trânsito

 

Para mais informações, visite o site oficial do evento, no endereço www.viradacultural.prefeitura.sp.gov.br.

 

LIZANDRA PRONIN – TERRITÓRIO DA MÚSICA

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Boogarins retrata a Chapada dos Veadeiros em clipe estrelado pela vocalista do Carne Doce

Salma Jô passeia e banha-se com integrantes da banda goiana nas cachoeiras e canyons do ponto turístico, em vídeo da faixa “Benzin”

 

 

O quarteto goiano Boogarins acabou de encerrar uma extensa turnê pelos Estados Unidos e segue agora para Portugal, onde se apresenta no Rock in Rio de Lisboa. Antes disso, contudo, eles revelam, nesta quarta, 18, um novo clipe, para a faixa “Benzin” (assista abaixo), presente no disco Manual (2015).

Além de gravada pelo Boogarins, “Benzin” já havia sido registrada no primeiro disco, autointitulado, do Carne Doce (2014), banda contemporânea e conterrânea do quarteto. E o vídeo estreita ainda mais os laços entre os dois grupos, com a vocalista do Carne Doce, Salma Jô, atuando no clipe do Boogarins.

O registro traz Salma passeando no ambiente da Chapada dos Veadeiros, região turística de Goiás, entre cachoeiras, canyons e morros. Dinho Almeida, Benke Ferraz, Ynaiã Benthroldo e Raphael Vaz, os integrantes do Boogarins, também aparecem durante o clipe.

Assista ao vídeo abaixo.

 

 

ROLLING STONE BRASIL

 

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18/05/16

Vera Loca Acústico: temporada com participações especiais no Theatro São Pedro

 

 

 

Porto Alegre recebe novamente, desta vez em temporada, o show que vem obtendo críticas pra lá de positivas.  A elogiada montagem do show "Acústico"  vem projetando a banda Vera Loca como uma das novas afirmações do rock brasileiro. Com quatorze anos de carreira, a banda cumpre agora sua primeira sequência de três datas no Theatro São Pedro, com direito a convidados super especiais. Na estreia, sexta-feira, 27 de maio, quem participa do show é Thedy Corrêa, do Nenhum de Nós. No sábado, 28, a participação será de Duca Leindecker. E, no domingo, último dia da temporada, será a vez de Carlinhos Carneiro, da Bidê ou Balde.

Lançado no final de 2014, o disco "Acústico"  traz  os grandes hits da banda, como "Aos Meus Amigos", "Palácios dos Enfeites",  "Pense Bem" e  "Cara de Louco", com novos arranjos e roupagem folk.  Além da inédita "Sol a Sol", que tocou  muito bem nas rádios do sul do país,  é destaque do álbum a releitura de "Parabólica", homenagem aos 30 anos dos Engenheiros do Hawaii. Tem também o medley que reúne os sucessos  "Anos 60", "Princesinha do Sol", "Bailarina" e "Sem Sair do Lugar", todos em versões desplugadas.

A Vera Loca celebra o grande momento de sua carreira com uma exitosa agenda. Depois das concorridas apresentações avulsas em Porto Alegre (sempre no Theatro São Pedro), Santa Maria (Theatro Treze de Maio),  Montevidéu (Bluzz Bar) , Florianópolis (no Teatros Pedro Ivo e Álvaro de Carvalho) , Pelotas (no lendário Theatro Guarany),  Bento Gonçalves (Teatro Casa das Artes),  Caxias do Sul (como headliner do festival  "Mississipi Delta Blues Festival") e Novo Hamburgo (no imponente Teatro da FEEVALE), a banda promete seguir agradando a sua legião de fãs no estado, voltando para três shows no final de maio na capital gaúcha.

Vera Loca é Fabrício Beck (vocal, flauta, ukulle e violão), Hernán González (violões), Filipe "Mumu" Bortholuzzi (contrabaixo, violão e vocais), Luígi Viera (bateria) e Diego Dias (acordeón, piano e vocais).

Vale conferir e entender o sucesso deste  "Acústico"  que já passou por Porto Alegre, Santa Maria, Montevidéu,  Florianópolis,  Pelotas, Bento Gonçalves,  Caxias do Sul e Novo Hamburgo.

 

Datas e horários:

27 de maio (6ª) às 21h com participação especial de Thedy Corrêa

28 de maio (sábado) às 20h com participação especial de Duca Leindecker

29 de maio (domingo) às 18h com participação especial de Carlinhos Carneiro

 

ROCK GAÚCHO

 

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Reação em Cadeia participa da Festa do Pinhão, em Lajes

 

 

A 28ª Festa Nacional do Pinhão ocorre entre 20 e 29 de maio, no Parque Conta Dinheiro, em Lages. Em 2015, a festa recebeu mais de 145 mil pessoas, que assistiram a mais de 100 shows locais, regionais e nacionais de todas as vertentes musicais. E a Reação de Cadeia é uma das atrações do evento! A apresentação acontecerá no dia 26 de maio, quinta-feira, no  Parque de Exposições Conta Dinheiro (Av. Luiz de Camões, s/n).

 

Ingressos antecipados à venda em http://www.blueticket.com.br/?secao=Eventos&evento=16822

 

Valores (1º Lote):

Pista (Inteira): R$ 50,00 (+ taxas)

Área Vip: R$ 60,00 (+ taxas)

Camarote: R$ 80,00 (+ taxas)

 

ROCK GAÚCHO

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Noel Gallagher toparia show do Oásis por US$ 29 milhões

 

 

 

Noel Gallagher dá novas esperanças aos fãs (antes de corta-las rapidamente) e afirma que toparia fazer um único show com o Oasis se recebesse cerca de US$ 29 milhões para isso.

"Por 20 milhões [de libras] líquidos, um únciso show - é um bom dinheiro, não? Mas ainda não vi ninguém fazendo a oferta", comentou.

"Liam é um homem muito raivoso", comentou sobre as negativas para uma reunião com o irmão. "Ele não é legal. Pode chegar um dia em que isso pode ser uma boa ideia, mas tenho tanta coisa pra fazer sozinho que realmente não vejo possibilidade disso para ser honesto".

Em outra entrevista, também para divulgar o documentário Supersonic, que mostra entrevistas, shows e imagens inéditas do Oasis desde que os irmãos começaram a compor juntos, Noel fala sobre o projeto. "Está tudo acabado. Tenho que ver uma versão dele. Sei que tem um monte de pesquisa para o documentário, mas para ser honesto, esta merda estava sendo feita enquanto eu gravava um disco, então não pude me dedicar a ele", explica.

"Não acho que vão descobrir músicas inéditas e mesmo que conseguissem, posso dizer que seriam uma merda. Fiz 20 horas de entrevistas e havia esquecido muita coisa. Isso trouxe de volta muitas memórias de quando éramos jovens. Já tinha esquecido o quão grande éramos e o enorme impacto que causamos".

O documentário está sendo produzido pelo mesmo time responsável pelo documentário Amy, sobre a vida de Amy Winehouse.

 

DROP M USIC

 

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Passo Fundo recebe o Festival Arena Pop Rock em julho

 

 

O Festival Arena Pop Rock é um festival itinerante que deverá passar por diversas cidades do sul do Brasil, com inúmeros shows voltados ao Pop e ao Rock. Na edição de Passo Fundo, que ocorrerá na UPF (BR-285), os shows ficam por conta de Nando Reis, Raimundos, General Bonimores, Reação em Cadeia, Cachorro Grande e Tenente Cascavel, que irão sacudir a cidade em 10 horas de muita música, cultura e diversão.

Prepare-se para viver momentos inesquecíveis, na noite de 09 de julho em Passo Fundo! O maior Festival itinerante do sul do Brasil chegou com força máxima.

 

Ingressos (1º Lote):

Pista: R$ 80,00 (50% de desconto para estudantes, PNE e idosos)

Front VIP: R$ 110,00

Camarote: R$ 130,00

 

Pontos de Venda em Passo Fundo:

- Posto Shell Moron - Centro (54) 3311.0277

- Chilli Beans Bella Cittá - Centro (54) 3046.0300

- Posto Brasil Ipiranga - Boqueirão (54) 3314.1716

- Livraria Mil Folha - Centro Convivência UPF (54) 3327.1780

 

ROCK GAÚCHO

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Nasi e Edgard Scandurra fazem turnê em formato inédito

 

 

 

Paralelamente à turnê do Ira!, Nasi e Edgard Scandurra estreiam uma curta temporada de uma turnê especial. Ira! Folk traz, pela primeira vez, apenas os dois no palco, tocando sucessos e lados B da carreira. “Girassol”, “Vejo Flores em Você”, “Eu Quero Sempre Mais” e “Dias de Luta”, entre outras, serão tocados em versão voz/violão/guitarra, num show minimalista, em teatros, uma experiência nova para os músicos e para o público. A turnê estreia hoje, dia 13 de maio, em Curitiba.

Seguem as datas confirmadas da Ira! Folk:

10.06.2016   PATO BRANCO-PR  (Clube Pinheiros)

11.06.2016   CASCAVEL-PR  (Black Cap Eventos)

02.07.2016   BELO HORIZONTE  (Teatro Topázio - Minas Centro)

16.07.2016   SÃO CAETANO DO SUL-SP (Teatro Paulo Machado de Carvalho)

13.08.2016   SÃO PAULO-SP  (Teatro Bradesco)

06.09.2016   NOVO HAMBURGO-RS (Teatro Feevale)

07.09.2016   PORTO ALEGRE-RS (Teatro Bourbon)

13.10.2016   RECIFE-PE

14.10.2016   NATAL-RN

15.10.2016   FORTALEZA-CE

 

DROP MUSIC

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Prince: Cloud Guitar amarela vai a leilão

 

 

Ao longo da carreira, Prince teve 27 exemplares da chamada Cloud Guitar, modelo exclusivo feito a mão por Andy Beech, que as construiu em diferentes acabamentos. Uma dessas guitarras, na cor amarela, vai a leilão nos Estados Unidos no dia 24 de junho. O atual dono, Richard Leece, adquiriu o instrumento há cerca de um ano e garante que essa foi a segunda Cloud Guitar fabricada. O lance inicial deve partir da casa dos 30 mil dólares. O artista morreu no último dia 21 de abril, aos 57 anos.

 

 

GUILHERME ZANINI – GUITAR PLAYER

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Kiko Loureiro agora é endorser Marshall

 

 

 

Na última semana, a Marshall anunciou a entrada de Kiko Loureiro (Angra, Megadeth) para o time de endorsers da empresa. O colunista da Guitar Player revelou recentemente que havia usado amplificadores da empresa britânica na gravação do disco ‘Dystopia’, de Megadeth. Em uma foto postada no Facebook, ele aparece no palco em frente a um cabeçote JCM 2000 e duas caixas 4x12.

 

GUILHERME ZANINI – GUITAR PLAYER

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Bebeto Alves apresenta show 'Milonga Orientao' pela primeira vez em BH

Apresentação será em 20 de maio, ao meio-dia, no Teatro da Assembleia, com entrada franca

 

 

 

O gaúcho Bebeto Alves estará pela primeira vez em Belo Horizonte, apresentando seu show "Milonga orietao", de mais recente álbum, lançado ao lado da banda Los Blackgualnegovéio. A apresentação será em 20 de maio, ao meio-dia, no Teatro da Assembleia, com entrada franca, como parte da programação do projeto Záz.

Bebeto, que é pai da atriz Mel Lisboa, é um dos músicos mais tradicionais do Rio Grande do Sul, com um som forte, mesclando os ritsmos regionais tradicionais com guitarras e programações eletrônicas, com letras e refrões cheios de significados. O músico terá, no palco, a companhia da banda que o acompanhou no disco, com o baterista Luke Faro, o baixista Rodrigo Rheinheimer e o guitarrista Marcelo Corsetti.

"Meu trabalho é musica brasileira contemporânea. O que pode-se entender por um misto de todas as influências da nossa música, da música Internacional e o diferencial que é o nosso regionalismo. Acho que é por aí", explicou o músico. "Um disco meu sempre causa algum efeito por aqui, principalmente pelo tempo de estrada. Define, ou redefine, aponta direções dentro de uma perspetiva cultural e musical do Rio Grande do sul."

Várias canções da carreira de Bebeto serão apresentadas. Entre elas algumas que já fizeram sucesso no Rio Grande do Sul, como "Mais uma Canção", "Pegadas" e "Depois da Chuva", além de algumas do novo disco, como "VaptVupt", "Armando", "Milonga Orientao (que é uma parceria com Humberto Gessinger), e "Silêncio Catedral".

Sobre o show na capital mineira, considerada um grande berço musical, Bebeto revela que trata-se de uma ótima chance. "É uma bela oportunidade de tocar e mostrar o trabalho numa cidade que sempre me interessou. Uma ansiedade natural por todos os motivos de uma primeira apresentação numa cidade tão significativa dentro do universo da música brasileira", frisou. "Será um momento especial. Espero o público de Belo Horizonte para curtir não apenas o show, mas o momento artístico e musical pelo qual estamos passando."

Além do trabalho com a Blackgualnegovéio, Bebeto Alves também está no Trio Los 3 Plantados, ao lado dos também músicos Ricardo "King Jim" Cordeiro e Jimi Joe, cantando as aventuras dos três pós-transplantados de órgãos. "O Los 3 plantados segue com projetos de conscientização sobre doação de órgãos. Existe a previsão de um disco e uma animação", revelou.

Já sobre a banda que eestará em Minas Gerais, ele diz que o novo disco já está em estudo. "Já estamos trabalhando o álbum substituto do Milonga Orientao, inclusive com algumas canções desse novo álbum no show em Belo Horizonte. Uma delas está postada em um vídeo caseiro, em formato voz e violão, em meu perfil pessoal do Facebook. E estamos, com a produtora Expertise Cultural, buscando financiamento para a finalização de um dvd chamado Mandando Lenha, que foi gravado em novembro passado no Teatro São Pedro, em Porto Alegre. Um disco de intérprete que gravei há 19 anos, misturando elementos de jazz, blues e até rock progressivo à milonga e música regional gaúcha."

 

DANIEL SEABRA – ESTADO DE MINAS CULTURA

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Eric Clapton: Psicodélico em vídeo de "Spiral"

 

 

O novo álbum do guitarrista Eric Clapton chega às lojas no dia 20 de maio e aos poucos o músico vai liberando mais faixas para os fãs conhecerem. Agora foi "Spiral" que ganhou o vídeo psicodélico, que você assiste abaixo.

"I Still Do", o vigésimo terceiro na carreira do músico, foi produzido por Glyn Johns, que já trabalhou com nomes como Rolling Stones, Eagles, Led Zeppelin e the Who e foi responsável por "Slowhand", quinto álbum de estúdio de Clapton, lançado em 1977. "Essa foi uma oportunidade há muito atrasada de trabalhar com Glyn Johns novamente, e também, incidentalmente, o 40º aniversário de 'Slowhand'", declarou o guitarrista.

 

 

LIZANDRA PRONIN – TERRITÓRIO DA MÚSICA

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Plebe Rude revisita história em documentário sobre os 35 anos da banda; assista ao trailer em primeira mão

O filme A Plebe é Rude relembra a trajetória do grupo brasiliense por meio de acervo inédito de vídeos e fotos

 

 

O documentário A Plebe é Rude será lançado nesta sexta-feira, 20, pelo Canal Brasil, nas plataformas de vídeo sob demanda. Dirigido por Diego da Costa em parceria com Hiro Ishikawa, o filme recorda a história da banda por meio de um acervo raro de vídeos e fotos, além de uma série de entrevistas realizadas com os integrantes do Plebe Rude e as personalidades que acompanharam as mais de três décadas de existência do grupo.

A Plebe é Rude remonta a trajetória da banda, passando desde o nascimento na efervescente Turma da Colina (movimento musical alternativo de Brasília que revelou nomes do rock oitentista como Legião Urbana, Capital Inicial e Aborto Elétrico) até os conflitos entre integrantes, que acabaram resultando em mudanças na formação.

Um dos expoentes do rock nacional, Plebe Rude estreou no cenário musical em 1985 com o disco de sete faixas O Concreto Já Rachou, produzido por Herbert Vianna (vocalista do Paralamas do Sucesso e uma espécie de "padrinho" do grupo). O lançamento do documentário coincidirá com o aniversário de 30 anos do álbum.

 

Em primeira mão, assista abaixo ao trailer do documentário A Plebe é Rude.

 

 

ROLLING STONE BRASIL

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13/05/16

O Terno se despede de disco com belo clipe de 'Ai, ai, como eu me iludo'

Cena do clipe de 'Ai, ai, como eu me iludo'

 

 

O ano de 2016 promete ser para lá de movimentado para o O Terno. Com o terceiro disco à vista — financiado pela Natura Musical, tem lançamento previsto para o segundo semestre —, o power trio paulista se despede de seu segundo e homônimo álbum com o belíssimo clipe do hit espontâneo "Ai, ai, como eu me iludo".

Para o vídeo, eles retomaram a parceria com a produtora Alaska Filmes, responsável pelo clipe de "66", outro sucesso da banda. "Ai, ai, como eu me iludo", que eles chamam de "projeto mini-megalomaníaco", levou quase dois para ser feito e é dirigido por Marco Lafer e Gustavo Moraes.

No vídeo, um cozinheiro se encontra tentado a comprar um robôzinho que promete auxiliar a vida do dono em pequenas tarefas cotidianas. Acontece que o exemplar adquirido tem um pequeno problema: tal qual o eu lírico da composição, ele ainda não aprendeu a não gostar das pessoas (ou de suas similares) tão rápido assim. Idealização, roteiro, fotografia... Tudo funciona no vídeo lançado nesta sexta-feira. Veja abaixo (em 1080p, de preferência):

 

 

Antes de se preparar para o lançamento do novo disco, Tim Bernardes (guitarra e voz), Guilherme "Peixe" d'Almeida (baixo) e Biel Basile (bateria) viajam, no fim de maio, para uma miniturnê na Europa, organizada em conjunto pelos produtores dos tradicionais festivais brasileiros Bananada (GO) e DoSol (RN). Eles passam por Lisboa (26/5), Porto (28/5) e fazem dois shows em Barcelona, pela programação do Primavera Sound (2 e 5/6).

 

BLOG AMPLIFICADOR

 

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Turnê de 50 anos do Scorpions vai passar pelo Brasil

É oficial! Os alemães do Scorpions vão passar pelo Brasil em setembro de 2016!

 

 

Os roqueiros usaram o Facebook para anunciar que a turnê comemorativa dos 50 anos de carreira da banda vai passar pela América do Sul, e, no Brasil, shows já estão marcados para acontecer nos dias 1º e 3 em São Paulo (Citibank Hall), dia 6 em Recife (Classic Hall), dia 8 em Fortaleza (Arena do CFO) e dia 11 no Rio de Janeiro (Metropolitan).

No dia 23 de maio, haverá pré-venda para o Rock Zone, fã-clube oficial do grupo, e a partir de 31 de maio, os ingressos estarão disponíveis para o público geral no site da Tickets For Fun, nos pontos de venda espalhados pelo país e também nas bilheterias oficiais das casas.

Os “dinossauros” do Scorpions já venderam mais de 100 milhões de álbuns no mundo todo, e estiveram no Brasil pela última vez em 2012.

 

KITTY VILAS BOAS – VÍRGULA UOL

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Trio paulista Metá Metá faz show arrebatador em Belo Horizonte

'Nós somos o Ministério da Cultura', afirma o violonista Kiko Dinucci

 

Metá Metá se apresentou na casa de shows A Autêntica, em BH

 

"Veste o fogo, espada/ Chama não se apaga". O verso da canção Oyá dá bem a medida do show com que o trio paulista Metá Metá lotou a casa A Autêntica, na Savassi, na madrugada de domingo (15). A cantora Juçara Marçal, o saxofonista Thiago França e o violonista Kiko Dinucci, nomes de ponta da renovação da MPB contemporânea, não apresentaram apenas boas canções. Do palco, comandaram uma espécie de celebração da vida. Profissão de fé, a música do Metá Metá convoca todo mundo a lutar pelo direito à esperança neste Brasil em crise.

"E o golpe do destino/ Esse eu sinto mas não caio/ Guerreio é no lombo do meu cavalo", cantou Juçara, em São Jorge, com sua impressionante capacidade de fazer com a bela voz o que quiser. Ela pode ser doce, bem baixinha, ou vigorosa -- sempre a serviço da canção. Dinucci, com seu violão abençoado por Exu (o orixá conhecido por abrir os caminhos), e França, com seu impressionante saxofone (músicos à beira do palco admiravam a performance, literalmente, de boca aberta), mostraram por que São Paulo está na linha de frente da MPB contemporânea.

Canções bem-vindas de Itamar Assumpção e Alice Ruiz, a bela Samuel, de Rodrigo Campos, e o " repertório de guerra" do Metá Metá, inspirado nos ritmos ancestrais da África, fizeram daquela celebração uma noite especial. "Acabaram com o Ministério da Cultura? Pois nós aqui somos o Ministério da Cultura", desafiou Dinucci, ovacionado pela plateia. O violonista criticou "o golpe contra a democracia". Da plateia ouviam-se gritos de "Fora Temer!".

Depois de lançar os elogiados discos Metá Metá (2011) e MetaL MetaL (2015), o trio prepara-se para lançar o novo trabalho, cujo lançamento está previsto para junho, com show no carioca Circo Voador. O trio, que construiu sua respeitada carreira à margem da indústria fonográfica, avisa: vai ter CD, LP e streaming. Além, claro, de download gratuito no site do Metá Metá.

 

ÂNGELA FARIA – ESTADO DE MINAS

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Magüerbes leva a arte de rua para o audiovisual; assista ao vídeo de "Obrigado Vida"

Faixa está presente no disco “Futuro” (2015)

 

 

 

O Magüerbes, banda de Americana (SP) radicada na capital paulista, acaba de lançar o videoclipe para a faixa “Obrigado Vida” - presente no último disco, “Futuro”, lançado em 2015 pela Hearts Bleed Blue (HBB). O título da música está estampado em uma porção de muros de São Paulo e isto não é por acaso. O agradecimento é uma ação desenvolvida pelo grupo em conjunto com o coletivo de arte SHN.

O quinteto, que conta com o vocalista Haroldo Paranhos, também artista plástico e um dos idealizadores do SHN, registrou e transformou em videoclipe uma das ações feitas na campanha de “Obrigado Vida”, que visa à divulgação da mensagem e combina música e intervenção artística.

Com direção do guitarrista Fabrizio Martinelli, o videoclipe foi gravado no centro de São Paulo e capta todo o processo da ação, desde a criação do lettering por Daniel Cucatti até a aplicação dos lambe-lambes, dos adesivos e da tinta na pele que transforma a mensagem em tatuagem.

 

Segundo Haroldo a música fala sobre agradecer quem você é. “(...) O que você faz te molda a isso, suas decisões seu aprendizado, suas emoções, seus valores, seus sonhos são sempre possíveis, basta você lutar por eles”, teoriza.

 

Confira agora o clipe de “Obrigado Vida”:

 

 

Escute o álbum completo do Magüerbes:

 

 

 

FELIPE MADUREIRA – GUITAR TALKS

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As línguas de Jair Naves

 

 

* Ex-Ludovic e talvez ex-ele mesmo, o intrépido vocalista e guitarrista Jair Naves divulgou nesta semana duas músicas novas. Novas tanto quanto seu projeto, a NaveHarris, banda formada por ele e a cantora americana Britt Harris, de Los Angeles. As canções são ótimas.

 

“En Route to Rio (For You, The Moon)”, um dueto bilíngue dos dois lados (ouve para entender!), Jair deixa o punk raivoso do Ludovic e seus experimentalismos ao violão da carreira solo para penetrar no quase ensolarado do indie-folk. E a belíssima voz de Britt Harris amansa de vez a fera. A parada aqui é romântica, o que não surpreende, porque isso Jair sempre foi, mesmo quando o som por baixo do romantismo de suas letras era um noise ensurdecedor.

 

“Am I the One”, a segunda faixa, faz uso até de um banjo para levar o duo NaveHarris a um campo florido de fim de tarde, no clima. Repare, no começo o banjo até faz uma “paradinha”. Adoro músicas com “Uh-uhs”.

 

Ambas as canções de Jair e Britt estão no iTunes e outros serviços de streaming. Mas podem ser ouvidas aqui embaixo.

 

 

POPLOAD BLOG

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Pet Sounds, dos Beach Boys, faz 50 anos; ouça

 

 

“O melhor disco dos Beach Boys e um dos melhores de toda a década de 1960”. Assim começa o texto do site AllMusic, referência na pesquisa musical, sobre o disco Pet Sounds, dos Beach Boys, lançado no dia 16 de maior de 1966.

Os registros vocais dos Beach Boys sempre foram motivo pra elogios, mas em Pet Sounds eles alcançaram um nível sinfônico. Camadas e camadas de vozes estão em todo o disco.

E a parte instrumental contou com muita experimentação. Em vez da surf music básica, só com guitarra, baixo e bateria, o disco tem uma infinidade de cordas, teremim e até buzinas, latas de Coca-Cola e latidos de cachorros. E não é segredo pra ninguém que a grande motivação para que o Pet Sounds acontecesse foi os Beatles e a versão americana do disco Rubber Soul.

Brian Wilson afirmou numa entrevista de 2007 que se sentiu desafiado a fazer um grande disco depois de ouvir Rubber Soul. Os Beatles se mostraram maduros no disco e Brian Wilson pensou no mesmo destino para os Beach Boys.

Chegou perto. E alguns acham que ele conseguiu superar.

 

 

MARCOS LAURO – BILBOARD BRASIL

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Aposta Rock In Press: Vintage Vantage

 

 

Há uma velha frase que diz que o ‘baixo é a alma da música’. Não deixa de ser verdade, mas também não quer dizer que os graves devem ser limitados às quatro cordas convencionais. A grande sacada é saber aproveitar as oportunidade e usar com criatividade o que tem, seja limitação técnica, de pessoas ou se realmente sua proposta é sair do formato padrão de banda.

E se é para ousar, que se faça com estilo. Bateria, guitarra e piano. É assim, sem vocal, baixo e com um piano que a Vintage Vantage se apresenta para o mundo. O trio instrumental formado por Gabriela Ila (piano), Lucas Pacífico (guitarra) e Renan Magão (bateria) nasceu em Taguatinda-DF em 2010, lançando neste mês o seu segundo registro, o EP Neblina.

Parece pouco, quatro faixas, mas muito sentido no registro. A guitarra cheia de fraseados que conversam com o ouvinte, o piano misturando a base com algum toque de melancolia e a bateria segurando todas as paisagens psicodélicas da banda, fazem um conjunto coeso e muito funcional sem se prender ao convencionado musicalmente como ‘bom’ ou ‘o certo’.

 

 

Essa ousadia da banda é, na verdade, o seu grande diferencial. Tipo “Deserto”, segunda faixa do disco, que parece um Sérgio Mendes afogado em LSD, ou a título, “Neblina”, que soa como uma trilha de um horror movie bem antigo. A verdade é que a banda parece se focar em temáticas para suas canções, não se apega a estilos e tenta expandir ao máximo o seu universo criativo para além de um potencial progressivo onde seu som originalmente remete.

 

 

E este nem é o primeiro trabalho da banda, se você contar o auto intitulado registro disponibilizado em 2013. Seis canções que mostram uma banda tentando se expressar e encontrar o melhor espaço para isso, abusando de efeitos de guitarra e ainda com um baixista na formação. Não é a melhor gravação e produção, mas é uma banda tentando.

Neblina, o mais novo e indicado EP, é na verdade um vai e vem de climagens exploradas por uma banda ousada dentro de sua essência e que sabe usar muito bem sua versatilidade dentro da própria música. O trabalho saiu pelo selo Martelo Records, com produção de Gustavo Halfeld e gravação na sala Funarte. Se você quer que sua vida pareça um filme, com uma trilha sonora para cada momento, é melhor você dar o play nessas músicas.

 

 

MARCOS XI – ROCK IN PRESS

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Virada Cultural 2016: festival terá shows de Ney Matogrosso, Elza Soares e Criolo

Evento organizado pela Secretaria Municipal da Cultura acontecerá em 21 e 22 de maio, com adição de um “happy hour” na sexta, dia 20

 

 

Ney Matogrosso - Daryan Dornelles

 

Como já era esperado, a Virada Cultural deste ano será reduzida, mas o evento da Secretaria Municipal da Cultura de São Paulo manterá uma programação robusta, com a adição de uma espécie de “happy hour”. Além das 24h de programação regular, entre os 21 e 22 de maio (sábado e domingo), o festival organizará um “esquenta” na sexta-feira, 20, com atrações no centro da cidade, entre as 17h e as 23h.

Entre as maiores atrações estão nomes como Ney Matogrosso, que abre o Palco Júlio Prestes, o principal do festival, às 18h de sábado, 21. No Júlio Prestes também tocam Baby do Brasil (em show com Armandinho), Alcione (pela primeira vez na Virada Cultural), Criolo e Nação Zumbi (com a banda suíça The Young Gods). Diferentemente dos últimos anos, quando palco principal tinha 24h ininterruptas de shows, as apresentações vão acabar por volta de 1h da madrugada e voltar às 12h de domingo, 22.

O Placo São João, também no centro, será dedicado às mulheres, com shows de Elza Soares, Céu, Clarice Falcão, Elba Ramalho, Teresa Cristina, Ellen Oléria, Maria Rita e Valesca Popozuda. O Theatro Municipal voltará a ter discos clássicos apresentados por seus criadores. Este ano, Erasmo Carlos, tocará Carlos, Erasmo (1971), Hyldon, Na Rua, Na Chuva, Na Fazenda (1975), Geraldo Azevedo, Bicho de 7 Cabeças (1979), e Wanderléia, Feito Gente (1975).

No total, serão mais de 700 atrações culturais espalhadas pela cidade – 2016 será o primeiro ano com participação de todas as subprefeituras –, como usual, com maior concentração no centro. Além da inclusão de CEUs, centros culturais, teatros e bibliotecas, serão feitos cinco palcos divididos entre as zonas norte, sul e leste da cidade, nos quais tocarão nomes como Mano Brown, Emicida, Nação Zumbi, Gaby Amarantos, NX Zero, Elba Ramalho e Chico César.

 

O músico gaúcho, ícone da psicodelia nacional, Júpiter Maçã, ganhará um tributo com participação de Rogério Skylab, Wander Wildner e Plato Divorak, entre outros, no palco Rio Branco. No mesmo local, tocam também Camarones Orquestra Guitarrística, Plebe Rude, Pin Ups, Violeta de Outono, Cidadão Instigado, Cícero, Duda Brack, Detonautas e Matanza.

O Vale do Anhangabaú receberá um palco dedicado a musicais, com uma escalação que dá espaço a Gilberto Gil – Aquele Abraço, O Musical, Elis, A Musical, SamBRA – 100 Anos de Samba, Dzi Croquettes, Raia 30 – O, Meu Amigo Charlie Brown e Um Musical da Broadway.

O Happy Hour acontece entre a Avenida Ipiranga e a Praça da Sé, com dez pontos espalhados recebendo eventos musicais e visuais. A Casa de Francisca, tradicional espaço cultural de São Paulo, abrigará, no Palacete Tereza Toledo Lara, shows de Ná Ozzetti, Arrigo Barnabé, Luiz Tatit, Kiko Dinucci, Siba, Juçara Marçal, Rodrigo Campos e Romulo Fróes, entre outros.

 

Para o line-up completo, acesse o site da Virada

 

ROLLING STONE BRASIL

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