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Música

 

01 JULHO 2016

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Após 20 anos de sua morte, Renato Russo ganha disco tributo 4ª Semana do Rock do SESC Centro: grandes nomes do rock gaúcho
Afastados da reunião, dois ex-Guns N´Roses gravam single Assista ao reflexivo clipe de “Atlântico Lunar”, do duo carioca Bilhão
Parallax, novo single da Inky Black Sabbath confirma show em Porto Alegre
29/06/16
Semivelhos lança single “Antes Do Fim” Banda Gram lança videoclipe gravado em praia de Ubatuba, SP
The Strokes armados no vídeo de «Threat Of Joy» Guitarrista muçulmana brasileira cria a banda Eden Seed
Caê Rolfsen chega com álbum espiritual e místico

Fun Music inscrições para a sua 9ª edição até amanhã

Plebe Rude toca "O Concreto já Rachou" na íntegra Inscrições para o Music Video Festival Awards 2016 abertas
28/06/16
Banda Natiruts lança single em homenagem ao músico Djavan Glastonbury: a união dos ingleses pela música
Deep Purple volta à estrada no próximo mês Thom Yorke surpreso com sucesso do novo disco do Radiohead
27/06/16
Tensão sonora sob solidez de acordes é o que há no EP "Mesopotamia"
"Eu Escolhi Esperar" é o novo single da banda paulista Serapicos
Hibria anuncia 20th Anniversary World Tour Tequila Baby é uma das atrações do 22º Goiânia Noise Festival

“Chegou a hora”. Steven Tyler avisa que Aerosmith vai acabar

Steve Vai conta como foi resgatar material para "Modern Primitive"

ANTERIORES:

01 a 11/12/2015   -   14 a 18/12/15   -   21 a 29/12/15  -   04 a 08/01/2016   -   12 e 13/01/2016    -    18 a 20/01/2016    -    22 a 26/02/2016

01 a 04/03/2016   -   07 a 11/03/2016    -    11 a 18/03/2016   -    11 a 18/03/2016    -    29 a 30/03/16     -    18 a 20/04/16     -     02 a 05/05/16

10 a 13/05/16    -    16 a 20/05/16    -    23 a 27/05/16    -    30/05 a 03/06/16    -   06 e 07/06/16    -    13 a 17/06/16    -    23/06/16

PROGRAMA PRÓ ATIVO 30/06/16

 

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Após 20 anos de sua morte, Renato Russo ganha disco tributo

Filho do músico planeja contar com nomes como Far From Alaska e Supercordas

 

 

Em 11 de outubro de 2016 completa-se duas décadas da morte de um dos maiores poetas da nossa música, Renato Russo. Para lembrar a data, o filho e herdeiro do artista, Giuliano Manfredini, irá preparar um disco tributo com nomes contemporâneos.

Batizado de “Viva Renato Russo 20 Anos”, o tributo trará versões de sucessos da Legião Urbana e de sua carreira solo. O registro chegará será disponibilizado em plataformas de streaming e em CD físico, de maneira gratuita, no mês de outubro.

Nomes diferentes da cena brasileira como Far From Alaska, Supercordas, Republica, Codinome Winchester e Uh Lá Lá são alguns dos escalados para as gravações.

De acordo com um comunicado divulgado à imprensa, a Legião Urbana Produções Artísticas, empresa coordenada por Giuliano afirma que “outros projetos estão sendo desenvolvidos para homenagear o legado deixado por Renato Russo”.

Entre essas novidades está um filme baseado na letra da música “Eduardo e Mônica”, já em fase de produção (antes era comentado que a faixa seria retratada em um série de TV o que nunca foi confirmado oficialmente), e uma exposição inédita no MIS (Museu da Imagem e do Som de São Paulo), para 2017, fato que já foi amplamente comentado na mídia.

 

 

 

MARCOS FERRREIRA – GUITAR TALKS

 

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4ª Semana do Rock do SESC Centro reúne grandes nomes do rock gaúcho

 

A 4ª Edição da Semana do Rock SESC Centro reunirá grandes nomes do rock gaúcho em verdadeiro encontro de gerações. Uma celebração ao Dia Internacional do Rock. Confira a programação de shows e eventos:

 

Show: Acústicos & Valvulados"

Data: 13/07/2016

Local: Teatro Sesc Centro – Av. Alberto Bins, 665, 20h

 

Show: Wander Wildner

Data: 14/07/2016

Local: Teatro Sesc Centro – Av. Alberto Bins, 665, 20h

 

Show: Suco Elétrico

Data: 15/07/2016

Local: Teatro Sesc Centro – Av. Alberto Bins, 665, 20h

 

Exibição do Documentário: "30 Anos de Rock Gaúcho"

Data: 16/07/2016

Local: Auditório Luis Cosme, Discoteca Pública Natho Henn - 4º andar da Casa De Cultura Mario Quintana, 17h

 

Show: Banda Hellsinki – Discoteca Pública Natho Henn

Local: Auditório Luis Cosme, Discoteca Natho Henn - 4º andar da Casa de Cultura Mario Quintana, 18h

 

Os ingressos estão à venda no Atendimento ao Cliente do SESC Centro (Av. Alberto Bins, 665), de segunda a sexta, das 8h às 19h45 e aos sábados, das 8h às 13h.

 

Valores:

R$ 10,00 – Comerciários com cartão Sesc/Senac

R$ 15,00 – Estudante, Idoso, empresário e dependente com cartão Sesc/Senac e classe artística

R$ 30,00 - Público em Geral

 

Informações: 51.32842071

 

ROCK GAÚCHO

 

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Afastados da reunião, dois ex-Guns N´Roses gravam single

 

 

O guitarrista Izzy Strandlin e o baterista Matt Sorum não participam na reunião dos Guns N´Roses mas gravaram um single juntos.

A revelação foi feita pelo primeiro no Twitter. De acordo com o guitarrista, os dois gravaram «F.P. Money».

 Na publicação, Strandlin recorda as «divergências ultrapassadas» ao longo dos anos. A canção será estreada este mês mas um primeiro excerto já pode ouvir-se.

 

 

DISCO DIGITAL (Portugal)

 

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Assista ao reflexivo clipe de “Atlântico Lunar”, do duo carioca Bilhão

 

 

 

O duo carioca Bilhão reflete sobre o tempo no clipe de “Atlântico Lunar”. O registro ganha vida nesta quinta, 30, lançado com exclusividade pelo Sobe o Som – o espaço no site da Rolling Stone Brasil dedicado à produção alternativa da música brasileira.

Idealizado pela própria dupla – Felipe Vellozo e Gabriel Luz –, o vídeo traz estética preto e branco, pouco movimento e protagonistas com cabeças formadas por um grande olho (menos expressivos que os usados pelo grupo experimental norte-americano The Residents). As pessoas com cabeça de olho aparecem em dois ambientes antagônicos: a liquidez do mar e a escassez das dunas.

Assim também é “Atlântico Lunar”, que expressa toda a confusão humana em sua relação involuntariamente subjetiva com o tempo. “A lentidão do corpo só/ Uma figura incerta/ A velocidade não te alcança”, diz a letra, criando a noção da passagem de tempo “gorda e devagar”. A mesma poesia, contudo, também aponta para a efemeridade, dizendo que “foi só um vapor”, “foi só um pulsar”.

 

“Atlântico Lunar” é a música de abertura do disco Bilhão, lançado este ano pelo duo. Com apenas sete faixas e menos de meia hora de duração, o trabalho é leve e aéreo, incluindo canções mais coloridas, permeadas de guitarras e teclados (como “Atlântico Lunar” e “Três da Tarde”), e baladas guiadas ao violão (“Tô Pra Ver o Tempo” e “The Effect”).

 

Assista ao clipe abaixo.

 

 

LUCAS BRÊDA – ROLLING STONE BRASIL

 

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Parallax, novo single da Inky

Quarteto paulista insinua olhar mais rock em seu novo álbum, a ser lançado ainda neste ano.

 

 

Parece que tudo mudou na Inky. O grupo paulista trouxe uma nova roupagem para sua sonoridade e a apresenta em “Parallax”. A faixa mostra uma banda de rock, utilizando distorções junto com dissonâncias para trabalhar a nova fase do quarteto.

trabalho estreia o novo baterista da banda, Luccas Villela (Jennifer Lo-Fi, E a Terra Nunca Pareceu Tão Distante), mostrando a banda deixando os sinths como detalhe nas músicas e valorizando os instrumentos mais clássicos, como guitarra e bateria. “Na real a gente sempre foi 100% live, mas por sermos mais eletrônico dava essa impressão”, comenta Guilherme Silva, baixista da banda.

O próximo álbum da Inky ainda não tem nome. O disco foi gravado nos estúdios da Red Bull, em São Paulo, com produção Guilherme Kastrup. O lançamento é esperado ainda para este ano.

 

Inky – Parallax

 

 

MARCOS XI – ROCK IN PRESS

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Black Sabbath confirma show em Porto Alegre

O quarteto britânico se apresenta na cidade no dia 28 de novembro, como parte da turnê The End

 

 

A carreira do Black Sabbath em cima dos palcos está chegando ao fim. Depois de anunciar uma série de shows como parte da turnê derradeira The End, o quarteto britânico revelou nesta quinta-feira, 30, mais uma data no Brasil. A apresentação acontecerá no dia 28 de novembro, em Porto Alegre, no Estaciomaneto da FIERGS.

Além da capital gaúcha, o grupo formado por Ozzy Osbourne, Tony Iommi e Geezer Butler também tocará em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Curitiba, entre novembro e dezembro deste ano. Veja mais informações abaixo.

A banda retornará ao Brasil depois de três anos da última passagem. Na ocasião, divulgando o último disco da carreira – primeiro de Osbourne com o grupo desde 1978 –, 13 (2013), ela esteve em Porto Alegre, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e São Paulo. Com show solo, Osbourne também tocou no país em 2015, incluindo uma apresentação no festival paulista Monsters of Rock.

Assim como na reunião, em 2011, e nos shows no Brasil, em 2013, o Black Sabbath não terá o baterista da formação original, Bill Ward – que recentemente anunciou nova banda –, mas sim o dono das baquetas na carreira solo de Osbourne, Tommy Clufetos. A exclusão do antigo baterista já gerou muita polêmica, com o vocalista tendo dito que Ward estaria “incrivelmente acima do peso” e sem condições de fazer turnê. O baterista disse que queria um “contrato assinável”, mas as negociações falharam.

Recentemente, o Black Sabbath até cogitou fazer um último disco de inéditas, mas, em vez disso, o trio decidiu editar e colocar à venda um CD em edição limitada, que só está disponível para compra nos shows da turnê de despedida, também com o título de The End. Ele contém quatro sobras de estúdio de 13, além de quatro gravações ao vivo.

A turnê The End chegará ao fim com uma excursão de sete datas na Inglaterra, entre janeiro e fevereiro de 2017. A banda tocará em Manchester (Manchester Arena, 22 de janeiro), Glasgow (SSE Hydro, 24 de janeiro) e Leeds (First Direct Arena, 26), antes de fazer uma residência de três dias na O2 Arena, em Londres (29-31). Os dois últimos shows do Black Sabbath acontecerão na cidade natal do grupo, Birmingham, na Genting Arena, em 2 e 4 de fevereiro de 2017.

 

Black Sabbath com a turnê The End no Brasil

Porto Alegre

28 de novembro (segunda-feira), às 21h

Estacionametno da FIERGS - Av. Assis Brasil, 8787 - Sarandi

Ingressos: entre R$ 300 (pista) e R$ 560 (pista premium)

 

Curitiba (PR)

30 de novembro (quarta-feira), às 21h

Pedreira Paulo Leminski - Av. João Gava, S/N - Pilarzinho

Ingressos: entre R$ 380 (pista) e R$ 650 (pista premium) no site da Tickets For Fun

 

Rio de Janeiro (RJ)

2 de dezembro (sexta-feira), às 21h

Praça da Apoteose - Passarela do Samba Prof. Darcy Ribeiro - Sambódromo/RJ

Ingressos: R$ 370 (pista/arquibancada) a R$ 680 (pista premium) no site da Tickets For Fun

 

São Paulo (SP)

4 de dezembro (domingo), às 20h30

Estádio Morumbi - Praça Roberto Gomes Pedrosa, 1 - Morumbi, São Paulo

Ingressos: entre R$ 250 e R$ 700 no site da Tickets For Fun

 

ROLLING STONE BRASIL

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29/06/16

Semivelhos lança single “Antes Do Fim”

 

A banda baiana Semivelhos está prestes a lançar o terceiro disco da sua carreira. E hoje, aqui na Billboard Brasil, você ouve o primeiro single desse novo trabalho, “Antes do Fim”.

Formada por André Maturano (Guitarra), Pedro França (Voz e Guitarra), Mamede Musser (Bateria, ex-Vivendo Do Ócio) e Egon Costa (Baixo), o Semivelhos traz um som que mistura Strokes com Ennio Morricone e fala sobre relacionamentos.

O novo álbum deve chegar às plataformas digitais em julho.

 

Ouça:

 

BILBOARD BRASIL

 

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Banda Gram lança videoclipe gravado em praia de Ubatuba, em São Paulo

“Condição” é o terceiro single do EP “Outro Seu”

 

A banda Gram acaba de lançar o videoclipe de “Condição” - terceiro single do EP “Outro Seu” -, que foi produzido e idealizado por Marco Loschiavo, guitarrista da banda.

O vídeo foi gravado pelo próprio Loschiavo, que com uma câmera na mão filma o vocalista José Ferraz cantando e tocando a balada em uma manhã nublada de Ubatuba (litoral de São Paulo).

O grupo ficou conhecido nacionalmente em 2002 com o famoso “clipe do gatinho” – da música "Você Pode Ir Na Janela". Após o disco "Seu Minuto, Meu Segundo", houve um longo hiato.

Em 2014, eles reapareceram lançando o EP “Outro Seu”, pela Sony Music, e trouxeram o novo vocalista Ferraz. Os outros integrantes permaneceram os mesmos.

Nessa volta, a banda lançou dois singles e fechou uma parceria com a MC Soffia (confira o teaser do vídeo aqui). Em fevereiro, o multi-instrumentista Raphael Taira também se somou à formação atual.

 

Assista aqui “Condição”:

 

 

Relembre de "Você Pode Ir Na Janela":

 

 

FELIPE MADUREIRA – GUITAR TALKS

 

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The Strokes armados no vídeo de «Threat Of Joy»

 

 

Um mês depois de terem regressado com o EP «Oblivius», os Strokes estreiam o vídeo de «Threat of Joy».

O vídeo começa com um agente das autoridades a confiscar as imagens do vídeo de «Oblivius». Já em estúdio, a banda surge armada enquanto interpreta «Threat of Joy».

A realização é de Warren Fu. Veja o vídeo:

 

 

DISCO DIGITAL (Portugal)

 

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Guitarrista muçulmana brasileira cria a banda Eden Seed

 

 

Entre o Islã e o thrash metal, uma guitarrista muçulmana18 fotos 16 / 18

No Brasil, onde o Islã é a religião de uma parcela mínima da população brasileira (em torno de 0,02%, segundo o último Censo, divulgado pelo IBGE em 2012), Gisele conta que nunca sofreu preconceito ou foi impedida de fazer algo por causa do visual

Imagem: Reinaldo Canato/UOL

 

Não há notícias de que existam muçulmanos seguidores do Talibã, a milícia ultraconservadora e ultrarradical que assumiu o controle do Afeganistão, na Ásia, em 1996 e ficou por quase dez anos no poder. Uma de suas características é o tratamento rigoroso às mulheres, que só podem usar a burca fora de casa (tipo de roupa que cobre completamente o corpo da mulher). Em alguns países, as mulheres usam apenas o nicabe (niqab), um véu que só deixa o olhos à vista.

Entretanto, existe pelo menos uma mulher por aqui que faz questão de usar o nicabe e a burca, como prega a sua corrente dentro do Islã. O mais surpreendente, no entanto, é saber que essa mulher brasileira, muçulmana convertida, é uma guitarrista de heavy metal, um gênero musical que é repudiado em partes expressivas do mundo islâmico – o show recente do Sepultura no Egito foi simplesmente cancelado pelas autoridades.

Gisele Marie Rocha tem 42 anos e toca guitarra há mais de 20. Tem olhos verdes, mas é o máximo que as pessoas verão de seu corpo. Usa nicabe e roupas que cobrem todo o seu corpo, embora não seja uma burca.

Essa situação exótica e paradoxal já rendeu muita atenção à moça , que não é de conceder muitas entrevistas. Nós mesmos, do Combate Rock, fizemos pelo menos cinco tentativas entre 2011 e 2015 para falar com ela, sem resultados.

Ela quebrou o silêncio em janeiro de 2016, quando concedeu uma entrevista muito legal ao jornalista Tiago Dias, do UOL Música, que pode ser lida na íntegra clicando aqui.

Gisele tem um trabalho autoral consistente e de boa qualidade, especialmente na primeira década do século XXI, com a banda Spectrus, além de ser uma exímia instrumentista. Evidentemente, mesmo sendo boa no que faz, não temo como fugir: é a sua condição de muçulmana usando burca e tocando heavy metal, algo que aparentemente não faz sentido, que continua chamando mais a atenção.

Depois de meses em silêncio, Gisele Marie anunciou que formou uma nova banda, o Eden Seed. Quem a acompanha são pos músicos Cláudio Marchese (vocal), Caio Caruso (baixo) e Gilberto Meneses (bateria), que optaram por fazer um thrash metal moderno e virtuoso.

O show de estreia da banda já tem data marcada: será no dia 29 de junho no Espaço Som, na zona oeste de São Paulo, apenas para convidados. A banda promete um espetáculo, acompanhado de uma dançarina árabe e um derbakista (um tipo de percussão árabe). a Eden Seed promete ser uma novidade interessante no rock pesado nacional em 2016.

 

 


 


 

MARCELO MOREIRA - COMBATE ROCK

 

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Aposta da música brasileira, Caê Rolfsen chega com álbum espiritual e místico

 

 

De Araraquara, terra de Zé Celso e Liniker, chega mais uma grande aposta nacional artística: o compositor, instrumentista e arranjador Caê Rolfsen, que acaba de lançar o segundo álbum, A Nave de Odé. Bebendo em fontes de Jorge Ben Jor e Gilberto Gil, o músico, que reside na capital paulista, viajou ‘musicalmente’ até a África e Jamaica, e buscou referências religiosas e místicas para compôr o trabalho. Em papo com o Virgula, ele contou como rolou esse processo e também falou um pouco de sua essência.

 

“Acho que não resta dúvida de que o interior (de São Paulo) sempre produziu grandes músicos: Hermeto nasceu em Lago da Canoa, e João Bosco em Ponte Nova, só para citar alguns”, diz Caê, e relata como tudo começou: “Ainda moleque, eu já frequentava diversas rodas de samba pela cidade, e a convite do meu professor de matemática da escola que um dia me viu tocando Baden Powell no colégio, me convidou para tocar violão nas rodas que ele organizava”.

Após isso veio o contato com a religiosidade, que está bastante presente no álbum: “Na adolescência comecei a me interessar por discos, pesquisando repertórios e jeitos de tocar e cantar e assim acabei chegando no clássico Gente da Antiga, que reunia Clementina de Jesus, João da Baiana e Pixinguinha. Ali eu saquei um tipo de samba que vinha de outro lugar; ligado aos terreiros da Bahia e da região do Rio de Janeiro, que no começo do séc. XX chamavam de Pequena África. Hoje, a religião me conecta com um lugar especial, entre o consciente e o inconsciente. A minha maior manifestação dela é através da música”.

Caê - Foto José de Holanda 2(Foto: José de Holanda)

E de onde vem esse conceito de A Nave de Odé? “Essa ideia da nave apareceu nas letras, espontaneamente, representando aquilo que pode ser uma ponte espiritual entre o ser humano e forças místicas da natureza – um vetor entre a terra e o céu e o mistério que há além da nossa vida mundana. Já na parte musical, as canções estão muito ligadas a minha relação com o violão afro-brasileiro de Band Powell e Gilberto Gil. Também aos discos de reggae e de samba que me acompanham desde adolescência e tem muito do pop africano, Pat Thomas, Toni Allen, e coisas que só vim a conhecer recentemente através do Youtube e que não tem a ver com o universo afro-religioso.”, explica.

 

Também conhecido por ter cantado com Elza Soares e tocado com Paulinho da Viola, Caê aproveita o papo para falar sobre esses momentos incríveis: “Pra mim, cantar em dueto com a Elza e Paulo Moura na Gafieira São Paulo foi surreal. Sou muito fã dela como artista e como pessoa. E, Paulinho da Viola, eu tive a felicidade de o acompanhar como violonista no show Candeia 50 anos“.

E qual outro artista você gostaria de fazer uma parceria? “Com certeza Sun Ra é um cara que gostaria de ter tocado junto pra vivenciar o seu pensamento musical experimental e libertário. Mas na real, acho que a minha grande vontade é de tocar com os músicos que são meus contemporâneos; Sergio Machado, Thiago França, Meno del Picchia e Bruno Prado. Quero tocar com os caras que estão tocando aqui e agora. Meu Tempo é hoje!”

Para quem quiser ver o músico em ação, nesta sexta, 1, rola o show de lançamento do álbum em São Paulo, na Serralheria, às 22h. A apresentação contará com participações de Thiago França, Meno del Picchia e Juçara Marçal. “Vistam aquela bela roupa, aquele belo e confortável sapato pra dançar e tragam capacetes, porque o show tá massa e vai rolar altas pedradas”, convida Caê.

Quem for, verá. O difícil vai ser ficar parado.

Para mais informações, acesse: http://www.cae.art.br/

 

Serviço:

Caê @ Serralheria | São Paulo

Local: Serralheria

Endereço: Rua Guaicurus, 857

Data: 1º de Julho (sexta-feira)

Horário: abertura da casa às 22h. Show às 23h59

Ingressos: R$20

 

ITAICI BRUNETTI – VIRGULA UOL

 

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Fun Music inscrições para a sua 9ª edição até amanhã

Maior festival de Música abre inscrições, resgata disputas e mostra sua força no meio universitário

 

 

O Fun Music, que já chegou a mais de 252 polos universitários, em 12 estados do Brasil e teve mais de 3.500 músicas inscritas até hoje, vai distribuir R$ 40 mil nessa edição

Inspirado nos antigos festivais de música que fizeram parte da história brasileira, o Fun Music abre as inscrições para a sua 9ª edição. O maior festival universitário do País terá premiação de R$ 40 mil, mas oferece muito mais aos participantes.

Segundo Luciano Samarco, diretor de criação da Trunfo Eventos & Comunicação – idealizadora do festival – o Fun Music proporciona uma grande experiência aos jovens músicos. “São bandas de todo o Brasil, de estilos diferentes e de culturas diferentes. Ao interagirem entre si, novas ideias e valores musicais são absorvidos, fazendo com que aquilo que vivenciam possa somar no trabalho da banda”, conta. “Além disso, eles vão ter a chance de abrir para grandes artistas como Anitta, Luan Santana, Capital Inicial e tocar para mais de 10 mil pessoas. Algo bem maior do que um simples festival de música”, completa.

Os números do Fun Music até hoje dão a dimensão do tamanho e importância do Festival: mais de 3.500 músicas inscritas, 252 polos universitários, 50 diretórios acadêmicos cadastrados, 106 shows realizados, mais de 500 mil público direto, mais de 12 estados do Brasil.

As inscrições online estão disponíveis entre os dias 15 de maio e 30 de junho no www.funmusic.com.br. No total, o Festival contará com 12 etapas eliminatórias em diversas cidades do Brasil e irá premiar os três primeiros colocados com R$ 20 mil, R$ 12 mil e R$ 8 mil.

Além de revelar novos talentos para o mercado profissional e de mapear o potencial artístico brasileiro, o Fun Music incentiva a criatividade por meio do intercâmbio de ideias. O Festival itinerante já revelou grandes talentos como Dani Black, Vinho Vinil, Bezouros Verdez e muitos outros artistas.

O Fun Music conta com o patrocínio oficial do Bradesco Universitário e incentivo do Ministério da Cultura por meio da Lei Rouanet.

 

Como funciona o Festival

Aberto a todos os estilos musicais, as bandas se inscrevem on line (www.funmusic.com.br) e devem ter ao menos um integrante universitário que esteja matriculado em 2016. A competição possui uma renomada comissão julgadora formada por Kid Vinil, Sonekka, Carlos Rennó e Juca Novaes, que irá selecionar 45 músicas que terão a oportunidade de se apresentar nas etapas seguintes. Com músicas próprias e inéditas, os artistas serão analisados durante o processo de audição apenas pela música e pela letra das canções, ou seja, os jurados não tem informação da banda participante no momento da avaliação.

Em todas as etapas, após a apresentação das músicas concorrentes, um show de grande destaque nacional encerra o evento.

De agosto a dezembro, um Motor Home estará na estrada realizando ativações promocionais do Fun Music. “O Motor Fun, como é apelidado, vai para a cidade 20 dias antes de cada etapa e passa por universidades, bares e baladas, divulgando o festival. Equipado com sofá, TV, videogame, entre outras atrações, é um ambiente perfeito para a galera conhecer mais sobre o Fun Music e para os patrocinadores interagirem com os universitários”, explica Bruno Zardi, gerente operacional.

Nesse ano, o Fun Music traz uma ação inédita para a semifinal: serão duas competições em um único dia, em um mega evento, no dia 15 de novembro, na cidade de São José do Rio Preto (SP).

Em mais de 10 horas de festa, as 12 bandas semifinalistas se apresentarão com outras três atrações especiais (Luan Santana, Gustavo Mioto e Jads & Jadson). O evento, criado para ser uma confraternização para toda a família, contará com um espaço gastronômico com food trucks, um estúdio de tatuagem, inserções culturais (como graffiti e apresentações) e salão de barbearia.

 

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Plebe Rude toca "O Concreto já Rachou" na íntegra para comemorar os 30 anos do álbum

 

 

 

São 35 anos de atividades e 30 anos do lançamento do clássico "O Concreto já Rachou". E para comemorar essas datas, a banda Plebe Rude toca o repertório do disco na íntegra em show no SESC Santo André - no ABC paulista - nesta sexta-feira, 01 de julho.

Formada em Brasilia no ano de 1981, a banda sempre recorreu a letras politizadas para ilustrar sua sonoridade pós-punk. E não à toa: a banda viveu os anos 80 e viu de perto a redemocratização, incentivada pelas Diretas Já.

Recentemente, a banda lançou um documentário com direção de Diego Da Costa e Hiro Ishikawa e produção da Doctela, Pietà Filmes e do próprio Canal Brasil. O documentário tem depoimentos de Philippe Seabra, André X, Gutje Woorthman, Clemente Nascimento, Herbert Vianna, Renato Russo, Pedro Ribeiro, Arthur Dapieve e Jorge Davidson.

Para o show comemorativo, Philippe Seabra e Andre X (da formação original do grupo) estão ao lado de Clemente Nascimento e Marcelo Capucci. O repertório terá as faixas de "O Concreto já Rachou", além de outros sucessos da Plebe.

 

01/07/2016 - Santo André/SP

SESC Santo André - Rua Tamarutaca, 302

Ingressos: R$ 6,00 (comerciários), R$ 10,00 (estudantes e aposentados) e R$ 20,00 (inteira)

Informações: www.sescsp.org.br

 

LIZANDRA PRONIN – TERRITÓRIO DA MÚSICA

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Inscrições para o Music Video Festival Awards 2016 já estão abertas

Anúncio dos vencedores e premiação acontecem dia 14 de agosto, no MIS-SP

 

 

 

A quarta edição do Music Video Festival Awards, premiação anual de videoclipes do Music Video Festival, já está com as inscrições abertas. Os interessados têm até o dia 20 de julho para se inscrever.

O MVF é um festival multi-linguagens internacional que trata o videoclipe como obra de arte. Sua programação abrange exposições/instalações sobre o tema, além de mostra do que existe de mais recente na produção mundial de videoclipes, debates com convidados nacionais e internacionais, premiações e incentivo a novos talentos.

As inscrições podem ser feitas através do site do MVF e para participar basta preencher a ficha de inscrição disponível no site, com o link em alta resolução do clipe, que deve ter sido lançados entre 01 de abril de 2015 e 20 de julho de 2016.

O MVFA contempla videoclipes em quatro categorias: Melhor Direção em Videoclipe Internacional – Escolha do Júri; Melhor Direção em Videoclipe Internacional – Escolha do público; Melhor Direção em Videoclipe Nacional – Escolha do Júri e Melhor Direção em Videoclipe Nacional – Escolha do Público.

Os 10 finalistas da categoria Escolha do Público serão anunciados no dia 25 de julho no site do festival, para que o público possa votar nos seus favoritos até o dia 12 de agosto. O anúncio dos vencedores e cerimônia de premiação acontecem dia 14 de agosto no MIS-SP durante o festival, agendado para 13 de 14 do mesmo mês com atrações nacionais e internacionais.

 

FELIPE MADUREIRA – GUITAR TALKS

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28/06/16

Banda Natiruts lança single em homenagem ao músico Djavan

Brasilienses continuam turnê "Natiruts Reggae Brasil"

 

 

 

O Natiruts está com novo single na praça, “Dou Não Dou” - lançamento disponível digitalmente em todas as plataformas de compra a streaming de música e também no YouTube da banda.

A faixa é uma regravação de um clássico de Djavan lançado no disco “Não é Azul, Mas é Mar” (1987). Alexandre Carlo (vocal/guitarra) se diz um grande fã de Djavan. E a recíproca é verdadeira.

“Natiruts é uma grande banda. Sua versão em reggae da minha música “Dou Não Dou” ficou orgânica, vigorosa, linda, a cara deles. Adorei! Saúde e sucesso para todos”, disse o músico alagoano. Os brasilienses seguem em turnê com o show do DVD "Natiruts Reggae Brasil", confira próximas datas abaixo:

 

09 de Julho - Goiânia (GO)

16 de Julho - João Pessoa (PB)

23 de Julho - Asunción, Paraguay

06 de Agosto - Brasília (DF)

13 de Agosto - Salvador (BA)

20 de Agosto - São Paulo (SP)

16 de Setembro - Juiz de Fora (MG)

 

Acesse aqui para escutar o single nas plataformas digitais.

 

Ou confira no Youtube:

 

 

FELIPE MADUREIRA – GUITAR TALKS

 

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Glastonbury: a união dos ingleses pela música

 

* A Bruna e a Jode, dupla de amigas que viaja pelo mundo para cobrir festivais de músicas em nome da SUMMER, uma consultoria de viagens focadas em festas, baladas e festivais, estiveram neste fim de semana no gigante Glastonbury, que teve mais de 2 mil shows e aconteceu sob um clima pesado, não necessariamente por causa do tradicional mau tempo que já faz parte da “cultura” do festival, mas sim pelo calor do Brexit. Abaixo, as impressões das meninas sobre os shows que elas assistiram.

 

 

Todo ano o Glastonbury é um dos festivais mais comentados mundo afora. As bandas gostam de guardar “surpresinhas” para mostrar no palco, como uma música nova, um tributo, um artista convidado ou tentar chamar a atenção da multidão de alguma forma, já esperando pela repercussão inevitável no dia seguinte.

Agora que acabamos de voltar dessa experiência, podemos explicar melhor o motivo de todo o auê em torno desse festival. O local é muito, mas muito grande. Andar de uma ponta a outra de Interlagos ficou fichinha perto do quanto andamos por lá. Foram 5 dias com uma média de 20km de caminhada, e detalhe, em uma lama fofa que cansa ainda mais. A mudança de um palco para o outro exigia um deslocamento de pelo menos 20 minutos, mas mesmo assim, não hesitávamos em ir atrás das bandas que queríamos ver.

Ao todo foram 18 shows assistidos, indo de algumas apresentações super intimistas como do Sigur Rós e da Corinne Bailey Rae, a outras em palcos pequenos, mas bem animados como Of Monsters and Men, Elle King e Mac Demarco. Algumas bandas que estão sempre provando que conseguem agitar palcos grandes como Two Door Cinema Club, Tame Impala, Editors, Bastille e The Last Shadow Puppets e, é claro, apresentações de mover multidões como a dos headliners Muse, Adele e Coldplay.

 

Em meio a tanta sensação de humanidade e liberdade, havia um clima pesado referente ao tema político atual do Brexit. Todos comentavam sobre isso durante as caminhadas e a maioria das bandas não deixaram de expor sua opinião (e indignação com o resultado), até porque 86% dos participantes do evento se declararam contra a saída de UK da União Europeia. A Ellie Gollding, por exemplo, fez uma performance bem abatida, com bem menos energia do que o normal, e justificou no fim do show como uma indignação que estava com o referendo. O Chris Martin, vocalista do Coldplay também fez questão de citar algumas vezes o assunto.

 

 

Falando um pouco mais sobre o que destacou nos shows que vimos, continuamos a falar do Coldplay. Show de encerramento do festival, já nos empolgamos quando soubemos que as pulseirinhas de LED seriam distribuídas para toda a plateia de mais de 90.000 pessoas. Apresentação impecável, cheia de energia, Chris Martin trazendo toda a emoção no piano e, ao contrário do que todos esperavam, a convidada especial da banda não foi a Rihanna e sim o Barry Gibb, do Bee Gees, cantando “To Love Somebody” e “Staying Alive”, criando um coro impressionante. Outro convidado foi o fundador do festival Michael Eavis, que pareceu realizado cantando o cover de “My Way” do Frank Sinatra. As homenagens não pararam por aí: eles ainda fizeram um tributo à banda Viola Beach, que sofreu um acidente de carro em fevereiro desse ano, matando todos os seus integrantes. A performance teve cenas como se a própria banda tivesse se apresentando, “oferecendo” a eles o palco principal como uma oportunidade de serem headliners do Glasto.

 

 

Outro show inesquecível foi o da Adele, certamente o mais esperado pelo público e por nós. A cantora, que sempre se negou a apresentar em festivais, convenceu a todos que estava ali porque tinha um apego muito grande ao Glastonbury, que ela frequentava desde seus 10 anos de idade. Visivelmente emocionada, interagiu com a plateia do começo ao fim, chamando ao palco uma menina de 10 anos e também uma BRASILEIRA, que não parava de chorar durante uma de suas músicas. A TV inglesa noticiou que Adele falou mais de 33 palavrões durante sua apresentação, mas nada soou melhor aos nossos ouvidos quando ela disse que aquele era o momento mais emocionante de sua carreira.

 

Definitivamente o Glasto não se define pelo line-up, mesmo que seja tão completo. A experiência que os ingleses oferecem, a organização, centenas de opções de comidas, as pessoas demonstrando cada um seu estilo sem julgamentos, diversas famílias com crianças de todas as idades, barracas e palcos a perder de vista, são algo que não tem como descrever. Por mais que você passe 5 dias por lá, vai ficar com a sensação que não viu quase nada e que ainda pode descobrir coisas novas a cada ano. Com certeza é uma experiência a ser vivida para quem quer conviver com o melhor da música e pessoas open minded.

 

 

* Fotos: Divulgação Glastonbury

 

POLOAD BLOG

 

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Deep Purple volta à estrada no próximo mês, quando Ian Paice estiver recuperado

 

 

 

O Deep Purple volta à estrada no próximo mês, quando Ian Paice estiver recuperado do ataque isquêmico sofrido recentemente. Os dois shows cancelados na Suécia nos últimos dias 14 e 15, foram reagendados para os dias 01 e 02 de julho.

O baterista acordou sentindo formigamento no lado direito de seu corpo e sem conseguir controlar o braço e os dedos, no dia 14 de junho, quando o Deep Purple faria um show na Suécia. O músico foi para um hospital e lá recebeu o diagnóstico de ataque isquêmico transitório, quando uma artéria cerebral sofre um entupimento.

Na página da banda no Facebook, o músico pediu desculpas aos fãs e lamentou: "São os primeiros shows que eu perco com o Deep Purple desde a formação da banda em 1968!".

O músico disse que está em processo de recuperação e também agradeceu o apoio que recebeu dos fãs e os votos de melhoras para sua saúde.

 

LIZANDRA PRONIN – TERRITÓRIO DA MÚSICA

 

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Thom Yorke se diz surpreso com sucesso do novo disco do Radiohead

“Eu gosto da banda, mas não espero que alguém também vá gostar”, disse o vocalista do grupo, que lançou este ano o nono álbum, A Moon Shaped Pool

 

 

As músicas densas, de arranjos trabalhados e a melancolia latente levaram A Moon Shaped Pool (2016), o novo disco do Radiohead, ao top 10 de álbuns mais vendidos em quase 20 países (contando apenas o lançamento por download e streaming). O sucesso do trabalho, nono de estúdio da discografia do quinteto britânico, surpreende o vocalista da banda, Thom Yorke.

“Nós esperamos a reação oposta”, disse Yorke, em entrevista para a matéria de capa da revista britânica Q (no Reino Unido, o Radiohead chegou ao topo das paradas duas vezes com A Moon Shaped Pool). “Eu aprecio a banda, mas não espero que alguém também aprecie.”

 

O vocalista também comentou acreditar que muitos dos fãs haviam “abandonado” a banda nos cinco anos que sucederam o lançamento de The King Of Limbs (2011), álbum anterior do quinteto, que não foi tão recebido por público e crítica quanto o atual.

Na mesma entrevista, Colin Greenwood, baixista do Radiohead, falou sobre o processo de composição e gravação de A Moon Shaped Pool. Segundo ele, o grupo demorou a encontrar a abordagem adequada para o trabalho. “Thom foi incrível”, disse. “O álbum estava indo um pouco errado no começo, mas ele realmente incentivou a mim e a todos nós juntos.”

Recentemente, à BBC, o guitarrista Jonny Greenwood também falou sobre o disco e o método do Radiohead em estúdio. “É tortuoso, de certa forma”, disse. “Não é como se você estivesse sentado, procurando um timbre de batida na bateria por duas semanas – é mais esforço que isso. É mais sobre ficar batendo em uma parece de tijolos repetidamente”.

A Moon Shaped Pool foi lançado no mês passado no site oficial do Radiohead. Apesar de Yorke já ter mostrado o descontentamento dele com os serviços de streaming gratuitos, o álbum chegou ao Spotify no último dia 17 de junho.

 

 


 

ROLLING STONE BRASIL

 

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27/06/16

Tensão sonora sob solidez de acordes é o que há no EP "Mesopotamia"

Disco do Mais Valia é um lançamento do selo Sinewave

 

 

Mais Valia - Foto: Andreza Silviano Francisco

 

Hoje falamos sobre um belo lançamento da Bichano Records – selo carioca que vem trabalhando fortemente em prol da cena musical alternativa (leia mais aqui). Agora é a vez do selo paulista Sinewave, outro que vem indiscutivelmente fortalecendo o frágil ecossistema da música independente.

Sábado passado, 18, eles foram um dos grupos que instalaram um palco na cidade de São Paulo, nas comemorações relativas ao Dia da Música. O selo levou para o Largo da Batata, em Pinheiros, as bandas Grito, 2Faces, Black Sea, Mais Valia, Huey, Testemolde e Herod.

Uma dessas bandas apresenta acaba de lançar o EP “Mesopotamia”, que inclui duas faixas instrumentais: “Tigris” e “Euphrates”. Estamos falando do trio Mais Valia. Ricardo Cezario (guitarra), Alexandre Palacio (baixo) e Vitinho Martins (bateria) apresentam uma sonoridade bastante coesa. Fazendo uma analogia rasa: tipo a solidez do esquema tático do Corinthians na era Tite pré-desmanche da equipe.

Mas não estamos aqui para falar de futebol e sim de música. Ao analisar as duas faixas dá pra notar que a primeira, “Tigris”,  é mais tensa e é agressiva em sua essência. Já “Euphrates” é como um rio mesmo (eu falo isso pra quem não sabe, mas as duas faixas são nomes de rios), com seus altos e baixos, suas curvas e nuances. Para quem não sabe (maldito professor) hoje a Mesopotamia é o Iraque. Agora dá pra entender a intensidade da parada (risos).

O som do Mais Valia é enigmático, experimentalismo até o caroço com alguns traços de stoner. Alguém disse que precisamos falar que tudo tem algo de stoner, mas ele tem mesmo. Entretanto, o experimentalismo e as quebradas são o que fazem realmente valer a audição. As canções foram gravadas através do projeto Converse Rubber Tracks, no Family Mob Studios, com a supervisão do ex-Sepultura Jean Dolabella. Eles têm na bagagem um álbum homônimo, também lançado pela Sinewave Label, no ano passado.

 

Ouça “Mesopotamia”:

 

 

Também confira o outro trabalho do trio:

 

 

FELIPE MADUREURA – GUITAR TALKS

 

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"Eu Escolhi Esperar" é o novo single da banda paulista Serapicos; ouça já!

Faixa faz parte do disco “17 Canções em Português Para Ouvir Antes de Morrer”

 

 

Serapicos - Foto: André Fontes

 

“Eu Escolhi Esperar” é o novo single da banda Serapicos. A faixa faz parte do álbum inédito “17 Canções em Português Para Ouvir Antes de Morrer”. Escrita e produzida por Gabriel Serapicos, a canção é um “rock pseudo-gospel anos 80”.

Gabriel brinca, “ou fala sério”, sobre abstinência sexual pré-matrimônio e zomba dos contorcionismos morais que pessoas fazem para manterem-se fiés aos seus dogmas.

O Serapicos mistura blues cigano, jazz swing, samba boêmio, rock anos-60 e harmonias de voz com letras sarcásticas, filosóficas, niilistas, eróticas, cinematográficas, trágicas e messiânicas. A banda é formada por Pedro e Gabriel Serapicos, além de Matheus Souza, Victória Vaz, Caio Nazaro.

 

Ouça agora a música “Eu Escolhi Esperar” .

 

Também confira a faixa Eu Nunca Vou Te Perdoar:

 

 

FELIPE MADUREURA – GUITAR TALKS

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Hibria anuncia 20th Anniversary World Tour

 

 

 

A Hibria anunciou, através de sua página no Facebook, a primeira parte da turnê 20th Anniversary World Tour, que acontecerá na América do Norte em agosto. A tour é uma parceria da banda com os selos Test Your Metal Records e Pure Grain Audio. Confira as datas:

 

Agosto

10 - Vancouver, BC – Red Room Ultra Bar (Vancouver)

12 - Calgary, AB – Dickens Pub

13 - Edmonton, AB – The Mercury Room

16 - Winnipeg, MB – Kings Hotel

18 - Minneapolis, MN - 7th Street Entry

19 - Chicago, IL – Reggies

20 - Toronto, ON – Hard Luck Bar

23 - Ottawa, ON – House of TARG

24 - Quebec City, QC – Bar La Source

26 - Montreal, QC - TBD

27 - Boston, MA – Middle East Upstairs

28 - Queens, NY - Blackthorn 51

 

ROCK GAÚCHO

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Tequila Baby é uma das atrações do 22º Goiânia Noise Festival

 

 

De 1 a 7 de agosto, acontece no Centro Cultural Oscar Niemeyer (Av. Dep. Jamel Cecílio, Fazenda Gameleira), em Goiânia/GO, o 22º Goiânia Noise Festival, maior festa do rock independente brasileiro. Serão dois palcos, praça gourmet, pista de skate, feira rock, lounge com DJs nacionais e locais e diversas outras atrações! Dentre os shows confirmados, destacam-se a Tequila Baby, CPM 22, Matanza, Sepultura, Nação Zumbi, Black Alien, BNegão & Seletores de Frequencia e muito mais!

 

Ingressos:

Passaportes promocionais: R$ 50,00 (os três dias) - limitados em 500 unidades

1º lote: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia). Somente 1.000 unidades por dia ou até o dia 10/7.

2º lote: R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia) - Somente em 1.000 unidades por dia ou até dia 31/7.

 

Pontos de vendas:

Tribo Restaurante (Rua 36, St. Marista),

Detroit Steakhouse (Av. 136, St. Marista),

Seven Rock Shop (shopping Buena Vista),

Hocus Pocus (Av. Araguaia) e

Shuffle Mix (Av. Araguaia).

 

Vendas on-line https://meubilhete.com/22goianianoisefestival

 

ARTISTAS CONFIRMADOS:

 

Sexta-feira, dia 5 de agosto:

Black Alien (RJ),

Sepultura (MG),

The Shrine (EUA),

Devotos de NSA (SP),

Selvagens à Procura de Lei (CE) e muito mais!

 

Sábado, dia 6 de agosto:

CPM 22 (SP),

Nação Zumbi (PE),

Hillbilly Rawhide (PR),

The Dirty Coal Train (Portugal),

Retrofoguetes (BA),

Tequila Baby (RS) e muito mais!

 

Domingo, dia 7 de agosto:

Matanza (RJ),

BNegão & Seletores de Frequencia (RJ) e muito mais!

 

ROCK GAÚCHO

 

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“Chegou a hora”. Steven Tyler avisa que Aerosmith vai acabar em 2017

 

 

 

O bocudo Steven Tyler deu uma notícia não muito animadora para os fãs do veterano Aerosmith. Depois de quase cinco décadas, o grupo norte-americano vai encerrar seus trabalhos em 2017, após uma turnê de despedida.

O vocalista deu a informação em entrevista no programa de rádio do Howard Stern. “Eu amo esta banda, realmente amo. Mas vamos fazer uma turnê de despedida, simplesmente porque chegou a hora e nunca fizemos este tipo de coisa”, disse o cantor.

Juntos há 45 anos, Tyler se orgulha do grupo ainda ser formado por membros das antigas. “Existem duas bandas que ainda estão com os integrantes originais, nós e os Stones. Sou muito grato a isso”.

O último disco do Aerosmith é “Music From Another Dimension!”, de 2012. Tyler não confirmou nem descartou um novo álbum para se despedir. Mês que vem, ele vai lançar um projeto em carreira solo com músicas country.

O Aerosmith vem ao Brasil, talvez pela última vez, no mês de outubro. A lendária banda norte-americana fará shows em Porto Alegre (11/10, Anfiteatro Beira Rio), São Paulo (15/10, Allianz Parque) e Recife (21/10, Classic Hall).

 

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Steve Vai conta como foi resgatar o material para "Modern Primitive"

 

 

Tem mais um faixa de "Modern Primitive", do Steve Vai, para ouvir. E tem também um vídeo com o guitarrista falando sobre como foi resgatar o material para o disco. Como a gente já havia adiantado, as faixas que integram o álbum foram compostas na década de 80.

Agora o músico retomou esses esboços e algumas faixas inacabadas, escritos logo após o lançamento de "Flex-Able", seu disco de estreia. Steve Vai conta que estava muito produtivo na época e que muita coisa que compôs e gravou em demos - ideias, solos, trechos - acabaram não indo para o álbum seguinte, "Passion & Warfare".

Vai define esse material como um ponto de transição entre "Flex-Able" e "Passion & Warfare", e os fãs poderão ver o elo que faltava na carreira do músico. As músicas foram regravadas, com base nos registros que estavam guardados nos arquivos do guitarrista. Em algumas músicas, Vai usou a mesma guitarra que usava na época, sua primeira guitarra.

 

 

 

LIZANDRA PRONIN – TERRITÓRIO DA MÚSICA

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